CENA 6:

Antiga Fabrica de Plásticos "Iwata" – Subúrbios de Tokyo (Esconderijo de Malachite e da Rainha Beryl) Naquele mesmo instante.

Malachite sorriu, ao ouvir , pelo celular, as noticias de seus informantes da Yakuza:

Fizeram um bom trabalho! Não! Não precisam mais segui-las , por hoje! Estão dispensados! Mas, aguardem meu chamado para amanhã. Combinado! Até amanhã!

Malachite desligou o celular e virou-se para o Parazitóide, que ainda tinha sobre a sua mão e exclamou:

Malachite soltou uma cruel gargalhada enquanto que o Parazitóide em sua mão, como se entendesse o que seu dono falava, saltou um pequeno e feroz rugido.

Como resposta, o Parazitóide, rugiu um pouco mais alto...

 

CENA 7:

Na rodovia movimentada de Tokyo.

Haruka dirigia seu possante PORCHE pela estrada, em direção a sua casa. Michiru como sempre estava ao seu lado, no banco da frente, enquanto que a pequena Hotaru estava sentada, comportadamente, no banco de trás.

Enquanto que Haruka dirigia, olhou para ela no espelho retorvisor e disse:

A frase morreu subitamente na garganta de Hotaru quando a garota sentiu uma forte dor na altura do peito e tombou para trás. Seu corpo todo tremeu e começou a ter espasmos musculares. Seus olhos estavam virados, como se tivesse acabado de desmaiar.

Rapidamente, Haruka levou o carro a um encostamento na estrada e parou, lá mesmo. Em seguida saltaram do carro e foram para o banco de trás acudi-la:

De fato, tão abruptamente, como começou o mal-estar de Hotaru se foi e a garota se encontrava desfalecida, aos braços de Haruka.

Deu certo! Instante depois, Hotaru! Como se recuperasse os sentidos abriu os olhos e olhou para as duas moças.

Sem mais nenhuma palavra as duas mulheres colocaram a menina deitada no banco traseiro e voltaram nos assentos dianteiros do Porche.

Haruka ligou os motores do carro e acelerou-o ao máximo. Em seguida disparou velozmente em direção a casa de Setsuna Meiou: a Sailor Plutão.

 

CENA 8:

Num conjunto habitacional – Bairro de Ueno (nos arredores da estação ferroviária).

Já estava anoitecendo quando MEIOU SETSUNA (SAILOR PLUTÃO), desceu do trem na estação de Ueno.

Consultou o relógio da estação e constatou que eram seis da tarde em ponto. Felizmente seu turno na enfermaria do colégio Juuban High School, sem nenhum incidente grave, a não ser uma garota que havia torcido o pé, no treino de educação física há dois dias atrás. Um acidente que não valia a pena, sequer registrar.

Mas, Setsuna, sentia que nada estava bem a sua volta. Pelo contrário!

Sabia, graças a seus poderes sensitivos e "para-dimensionais" que algo muito grave havia acontecido, mais ou menos, três ou quatro dias atrás. Algo tão aterrador e maligno que, ela via claramente, havia desequilibrado o plano dimensional terrestre.

Não sabia exatamente o que era ou o que estava causando aquela sensação angustiante, dentro de si. Mas, não tinha qualquer dúvida que se tratava de uma nova ameaça para todo o planeta Terra.

Uma ameaça tão ou mais poderosa do que a última inimiga ao qual ela e suas companheiras Sailors haviam enfrentando, há pouco tempo atrás: SAILOR GALAXIA.

Ela, assim como as demais sailors, haviam nutrido a esperança que as batalhas houvessem terminado, finalmente. Tola ilusão, ela compreendia agora.

As batalhas em defesa do planeta Terra jamais terminarão até que se concretizasse a instauração do "Novo Millenium de Prata", no futuro longínquo. Mas, para que isso, um dia viesse a acontecer, era preciso proteger o "presente".

E o presente estava, novamente, sob ameaça.

A contra-gosto teria que avisar suas companheiras sailors. Lamentava ter que tira-las de seu breve e agradável período de paz, que todas elas estavam vivenciando. Uma pena!

Hoje pela manhã, havia recebido um telefonema, antes de sair de casa e ir para a escola. Era Haruka avisando que ela e Michiru haviam acabado de regressar de Hong Kong e pretendiam encontrar as outras meninas na lanchonete de Andrew. Infelizmente, por causa de seu turno na enfermaria do colégio, não pode ir ao encontro de todos. Teria sido uma boa oportunidade para contar-lhes sobre suas "premonições" e alerta-las sobre o novo perigo.

Mas, enfim, teria que deixar isso para uma outra hora.

No fundo, Setsuna queria ter mais certeza do que ela e as demais sailors estavam prestes a enfrentar. E, principalmente, quem seria o seu inimigo desta vez.

Com esses pensamentos fervilhando em sua mente, Setsuna percorreu em quinze minutos de caminhada a distância entre a estação de trens de UENO até o condomínio de apartamentos, em que ela estava vivendo agora.

Era um apartamento modesto e pequeno, era verdade. Mas tinha conforto suficiente para uma só pessoa, além da vizinhança ser composta por gente amigável.

Decidira morar sozinha por dois motivos:

Primeiramente, por causa da viagem de Haruka e Michiru, que iriam fazer, juntamente com Hotaru, para o exterior. Ela não queria ficar sozinha naquela imensa casa. E em segundo lugar, apesar de gostar da companhia de suas amigas, precisava de certa privacidade para cumprir sua missão de vigiar o "PORTAL DO DESTINO". E havia certas coisas nessa sagrada missão que não poderia permitir que nenhuma das outras sailors tivesse acesso.

Além do mais, estava gostando daquela sensação de independência que havia conquistado. E de privacidade.

Chegou ao seu apartamento, de numero 504 e girou a chave na fechadura.

Entrou no apartamento e, despreocupadamente, fechou a porta atrás de si enquanto jogava sua pasta sobre a pequena mesa.

Setsuna , talvez pelo cansaço daquele dia enfadonho ou por estar distraída com seus pensamentos, levou alguns segundos para que seus sentidos aguçados percebessem que ela não estava sozinha naquele quarto.

Foi um erro que ela pagaria caro por ter cometido, quando uma voz, vindo de uma cadeira próxima a sua cama lhe falou com cínica crueldade:

Setsuna olhava-a com um misto de choque e incredulidade para Beryl, mas os seus sentidos confirmavam seus piores temores: Era sua odiosa irmã que, de fato, estava a lá. Sua aura maléfica e cruel infestava todo o apartamento, como algo imundo. E o que era pior: Sentia que os poderes de sua irmã, que já eram temíveis anteriormente, de alguma forma, estavam bem maiores e mais fortes.

E ela logo teve uma demonstração disso, quando, inesperadamente, Beryl parou de gargalhar e, num impulso furioso, agachou-se e agarrou Setsuna pelo pescoço, erguendo-a, como se ela não fosse nada.

Setsuna, sentia o aperto dos fortes dedos de Beryl em seu pescoço, sufocando-a, enquanto seus pés agitavam-se, acima do chão.

Setsuna não tinha mais forças ou condições físicas para reagir. Estava completamente a mercê de sua inimiga.

Beryl ciente de sua vitória próxima, se aproxima ameaçadoramente, de Setsuna:

Entregue-me a OPALA DE DEIMOS!!! – exigiu Beryl, ameaçadoramente.

Setsuna, cerrou os dentes, preparando-se para mais um golpe devastador, quando, súbito, ouviu uma voz gritar no quarto.

Surpreendeu-se em ver duas sailors desconhecidas para ela, paradas, uma ao lado da outra, olhando desafiadoramente para elas.

Infelizmente para ela e Netuno, as duas não tiveram a mínima chance de esboçar qualquer reação.

Tudo aconteceu em uma fração de segundos.

Antes que pudesse lançar o seu raio devastador, Urano e Netuno, viram Beryl, num gesto com as mãos, simplesmente desaparecer de sua frente.

Infelizmente o aviso chegou tarde demais!

Beryl, de maneira astuta, havia se tele-portado bem atrás das duas moças. E antes que as duas percebessem o que estava acontecendo ou esboçassem alguma reação, Beryl agarrou-as pelo pescoço, e descarregou uma poderosa energia no corpo das duas moças.

Urano e Netuno gritaram de dôr enquanto a energia maligna, saindo das mãos de Beryl, as estavam eletrocutando, incessantemente. A agonia e o suplicio das duas heroínas era indescritível.

Era uma cena dantesca e dolorosa demais para ficar assistindo sem fazer nada.

E apesar do difícil dilema entre o seu dever sagrado em manter guardada a jóia, sob sua responsabilidade, e ajudar suas amigas em perigo de morte, Setsuna, acabou seguindo seu coração:

Beryl fez um gesto com os dedos e a jóia acabou "flutuando no ar", das mão de Setsuna para a sua.

Sim! Era mesma a "Opala de Deimos"! Ela sentia seu poder maléfico enterrado dentro da jóia. Aguardando pelo momento certo de se manifestar, sob o comando, da pessoa certa. Isto é: Ela.

Beryl olhou para sua vitima de cabelos cumpridos com desdém. Em seguida virou-se para Setsuna e completou:

Beryl havia partido, mas, não antes de mandar uma das sailors para a morte certa. Em poucos segundos, Neptune iria se chocar no chão da rua e o impacto seria, sem dúvida alguma mortal.

Então num gesto desesperado, unindo todas as suas forças, que restavam, Setsuna consegue pegar sua caneta de transformação e ergue-la para o alto:

Em instantes, ocorre uma espantosa metamorfose e Setsuna se transforma em SAILOR PLUTÃO.

Sem perder tempo, e com a sua força totalmente recobrada pela transformação, Sailor Plutão, num gesto desesperado, parte para o socorro de sailor neptune.

Sailor Plutão olhou para cima de sua cabeça e horrorizada viu que Netuno estava a poucos segundos de se chocar ao chão. E da morte certa.

Sem tempo para raciocinar, Plutão saltou para o alto e conseguiu segurar Netuno em pleno ar. Em seguida, com a amiga em seus braços, e pousou em pé e em segurança na calçada da rua.

Havia conseguido salvar Netuno e agora cuidava dela.

Minutos depois, Netuno voltava a si, sentindo dores horríveis por todo o corpo, quase ao mesmo tempo que Urano, que havia se recuperado, descera as escadas do prédio e se reunia com suas amigas, na calçada:

Obrigada, garotas! De qualquer forma, vocês me salvaram, também! Se não tivessem aparecido, Beryl, certamente, teria acabado comigo.

Mas, como foi que vocês souberam que eu precisava de socorro?

Em seguida, meio que cambaleando, as três sailors dirigiram-se até o carro, que rapidamente, saiu em disparada, em direção ao templo do avô de Rei.

 

 

CENA 9:

Mansão Hara (QG de Shadow Moon) – Na base secreta, na caverna abaixo da mansão.

Já havia anoitecido.

E Jimmy, já trajando seu uniforme ninja de Shadow Moon, estava com seu amigo Issac e sua avó, na caverna secreta, abaixo da mansão.

Ele estava checando, pela última vez, suas armas de combate bem como os equipamentos eletrônicos de vigilância construídos por Issac.

Guardou tudo nos seu uniforme ninja, assim que constatou que estava tudo em ordem.

Em seguida, colocou sua mascara ninja e dirigiu-se para sua moto: a "FLECHA DE PRATA". Issac, passava a última checada nos equipamentos de sua moto, quando Shadow Moon sentou-se no assento da veículo.

Issac , segundos depois, abriu um largo sorriso e fez um sinal com o polegar para cima:

Shadow Moon virou-se para sua avó que permanecia parada e em silêncio, próxima ao elevador de acesso do esconderijo a mansão.

Curvou-se, respeitosamente, para a velha senhora, quando ela, lentamente, aproximou-se dele, parando a seu lado:

Shadow Moon acenou a cabeça afirmativamente e, em seguida, virou-se para Issac. O rapaz na cadeira de rodas levantou o braço e estendeu-lhe uma das mãos. Sem hesitar Shadow Moon apertou, com firmeza, retribuindo o gesto de amizade e camaradagem de seu amigo.

Jimmy ficou em silêncio, olhando para seu grande amigo. Não lhe deu a resposta a seu pedido.

Olhando com severidade, pouco costumeira, Issac reafirmou:

Os dois rapazes apertaram as mãos ainda com mais força e, depois, Issac afastou a cadeira de perto da moto.

Jimmy ligou os motores da "Flecha de Prata" e partiu, acelerado, do esconderijo, rumo a casa de Serena Tsukino.

 

 

CENA 10:

Residência de REI HINO. No Templo Xintoísta, região metropolitana de Tókyo . Naquela mesma noite.

As garotas entraram em alvoroço quando o programa de J-Pop preferido de Mina, começou, às nove horas da noite, em ponto.

E, para tumultuar ainda mais a gritaria, a primeira cantora a se apresentar no programa era justamente a cantora preferida de Mina e, também, de Rini: Utada Hikaru.

Lita que estava sentada, bem no meio das duas, reclamou da barulheira, mas não teve jeito. Teve que ouvir a cantora apresentar uma canção inédita no programa e, ainda por cima, ouvir Mina e Rini fazerem coro as letras da música, gritando a plenos pulmões, em seus ouvidos.

Todas estavam em um dos cômodos do quarto de Rei, que era grande e espaçoso o suficiente, para abrigar todas as seis garotas, mais os dois felinos: Artêmis e Lua. Havia chegado ao templo, há pouco mais de três horas atrás, já ao anoitecer.

Era desnecessário dizer que a última coisa que alguém pensou, ao chegar no templo, foi abrir qualquer livro escolar ou estudar alguma matéria.. As garotas só queriam relaxar depois dos acontecimentos traumáticos daquele inicio de tarde. Era a "ordem" naquela noite.

Ou melhor dizendo, era a ordem dada por Rei, assim que elas e suas amigas chegaram ao templo.

Como sempre, o avô de Rei e Nikolas as receberam com muita alegria e cordialidade assim que chegaram no templo.

Seu avô adorava visitas e, ainda mais entretê-las com brincadeiras e piadas, nem sempre, adequadas a um homem de sua idade avançada e, ainda mais, responsável pelo santuário Xintoísta. O que, claro, deixava, Rei vermelha de vergonha.

Após alguns minutos, assistindo uma infindável lista de piadas e brincadeiras infames de seu avô, na porta de entrada do templo, Rei respirou aliviada, quando seu avô finalmente se retirou do local, para cuidar de outros assuntos do templo.

Rei virou-se para Nikolas e perguntou:

Nikolas, virou-se e foi buscar lenha para acender e esquentar a banheira, que era em estilo japonês antigo, e que, normalmente, era acesa do lado de fora.

Rei virou-se para suas amigas e disse:

Lua olhou com aborrecimento para Serena. E, com severidade, disse:

Em seguida, virou-se para Amy e, de maneira atenciosa, lhe disse:

E, assim, as coisas transcorreram normalmente.

Nikolas, como sempre fora bem prestativo, e cuidou para que a água da banheira se mantivesse, quente, mas numa temperatura agradável, para as garotas.

Tirando Serena e Rini, que iniciaram uma guerra de jogar água ensaboada uma na outra, e discutirem, aos berros, em pleno banho, todas tomaram banho e se trocaram, tranqüilamente.

Como o combinado, Amy entrou por ultima na banheira, logo após a própria Rei.

Amy entrou na banheira, depois de se ensaboar-se e lavar-se num pequeno banquinho, ao modo japonês. Submergiu seu corpo, quase que totalmente, só deixando sua face do lado de fora.

Conforme Rei tinha lhe falado, o banho, realmente, a estava ajudando a relaxar seu corpo e aliviar-lhe a tensão acumulada, durante todo aquele dia terrível. Porém, não "apagava" de sua memória, as lembranças do que tinha ocorrido. E tão pouco o rosto daquele "rapaz misterioso".

Ficou olhando para o teto e para o vapor da água da banheira, subindo, com um olhar distante. Seu corpo podia estar naquela banheira, mas, sua mente, não. Ela estava relembrando de como aquele "misterioso rapaz" e ela se olharam pela primeira vez, quando ela estava caída no chão, depois que ele a libertou das garras de dois motoqueiros.

"Você está bem?" dissera ele com uma voz forte, mas atenciosa, que ela conseguia ainda, ouvir ecoando em seus ouvidos.

"Você está bem?" Ela ainda podia sentir o toque gentil, porém, firme, de sua mão em seu ombro.

"Você está bem?" Ela ainda lembrava como ele a tocara com seus dedos no seu rosto e enxugara suas lagrimas ao final daquela luta.

"Você está bem?" Ela ainda se lembrava daquele seu olhar e deu seu rosto...

Amy se assustou com a súbita aparição da amiga a sua frente. Dissipou seus pensamentos e voltou a realidade.

Aquela pergunta surpreendeu Amy que levantou a cabeça, sobressaltada, da água. Ficou com o rosto vermelho e não conseguia esconder o quanto aquela pergunta a havia encabulado.

Com certa hesitação, virou-se para o lado e olhou para Rei, que continuava a fita-la, serenamente.

Por um breve instante, as duas amigas se entreolharam, em silêncio.

Então, Amy compreendeu perfeitamente, que sua amiga, (graças a sua forte intuição feminina, que tanto se orgulhava), sabia, perfeitamente, o que estava passando em seu coração, de fato. E, tentar, desconversar ou fugir daquela pergunta, seria inútil.

Foi com muito esforço que as palavras saíram de sua boca:

Amy teve certa dificuldade em responder, mas, por fim, acenou a cabeça, afirmativamente:

A última afirmação de Rei calou fundo o coração de Amy. Finalmente, alguém, lhe dizia, claramente, o que se passava com ela. Amy, baixou a cabeça, num misto de confusão e vergonha. Não sabia como deveria agir ou o que falar.

Por sorte, sua amiga Rei, tinha mais experiência nesse assunto do que ela, e podia ajuda-la a lidar com esses sentimentos confusos para Rei.

Amy quase pulou da banheira de sobressalto ao ouvir aquelas palavras. Agarrou Rei pelos ombros e, num acesso de nervosismo, pouco comum nela, começou a sacudir Rei, afobadamente:

Olha para isso: Já estou com minha camisa molhada, de tanta água que você jogou, acidentalmente, agora, em mim.

Amy acenou a cabeça, afirmativamente. E, depois, viu Rei sair do banheiro, deixando-a novamente, sozinha.

"Encontra-lo de novo?! Será possível?", pensava Amy sem parar. Não tinha idéia de com Rei poderia ajuda-la, de fato, nesse sentido. De qualquer forma, não hesitaria em tentar descobrir.

Amy não perdeu tempo: Saiu imediatamente da banheira e enxugou-se com as toalhas trazidas por Rei, o mais rápido possível.

Minutos depois, já estava com seu corpo seco, cabelos penteados e roupa trocada.

Chegou a sala durante o inicio da apresentação da cantora Utada Hikaru, no programa de TV. Sorriu ao ver como Rini e Mina, se divertiam, fazendo coro, junto a cantora. Até Lita, que parecia estar muito incomodada com a gritaria das duas, logo depois, se deixou contagiar-se pela animação das duas amigas.

Olhou para o lado, ao ouvir um discussão, no outro canto da sala.

Era Serena e Lua. Ambas estavam sentadas na cama de Rei e Serena estava com o telefone de cabeceira da anfitriã em suas mãos. Lua a olhava e dizia severamente:

E, depois, que acabar de falar com eles desligue o telefone e vá cuidar de Rini, como é sua obrigação.

Amy sorriu ao ver que estava tudo bem com Serena e que os acontecimentos daquela tarde, de forma alguma, alteraram seu "comportamento normal".

Virou-se para os lados, mas não viu Rei em parte alguma da sala.

Ficou cabisbaixa. Triste por um momento, achando que a amiga havia esquecido do que prometera para ela.

Subitamente, uma voz, se fez ouvir, atrás de Amy.

Amy virou-se e deu de cara com Rei sorrindo para ela.

Amy e Rini caminharam por um imenso corredor de madeira, bem encerado e brilhante. Pararam em frente a uma porta de papel e madeira.

Rei fez uma solene reverencia e depois, abriu a porta:

Amy viu o interior de um pequeno santuário xintoísta (um dos muitos que havia naquele templo), decorado por telas de papel com inscrições religiosas de mantras e preces e um oratório de madeira esculpido.

Rei demorou menos de cinco minutos, dentro daquele santuário.

Saiu logo após ter achado o que procurava lá dentro e, quando, finalmente, fechou novamente, a porta, virou-se para Amy, estendendo-lhe uma das mãos.

Amy sentiu uma sensação de decepção tomar-lhe conta de si. Parecia que acabara de ser vitima de uma piada ou brincadeira sem graça. Um Amuleto? A resposta de Rei para ajuda-la a encontrar o "misterioso rapaz" era essa?

Amy mal consegui disfarçar sua decepção quando, por fim falou:

Amy e Rei ficaram abraçadas, acalentando e tranqüilizando, uma a outra, por algum tempo.

Finalmente, quando, pararam de chorar, desfizeram o abraço e enxugaram as lagrimas de seus olhos.

As duas esboçaram, um sorriso caloroso uma para a outra e, finalmente, Rei disse:

Tenho que arrumar o quarto para a janta.

Amy e Rei foram ao outro cômodos da casa onde pegaram os colchões e outros utênsilhos para levar ao quarto.

Na volta pelo corredor, Rei olhou para a janela, e viu que Nikolas, estava acabando de regressar do super-mercado. E, como de costume, havia se atrasado.

As tentativas de Amy de tentar acalmar sua amiga foram inúteis. Uma vez que o temperamento "genioso" de Rei vinha a tona, ninguém era capaz de segura-la. De qualquer forma, Amy sabia perfeitamente, que esta era uma das maneiras que Rei tinha para demonstrar (por mais estranho que parecesse) sua afeição e carinho por Nikolas.

Então Amy, esboçou um leve sorriso, quando viu sua amiga calçar os seus habituais e tradicionais tamancos de madeira, do lado de fora do templo, e caminhar, em passos acelerados e firmes de encontro do rapaz.

Para Amy, a cena parecia mais a de "um sargento furioso indo dar bronca a um soldado raso". A comparação, infelizmente, para o pobre Nikolas, não estava tão longe da realidade. E, Amy e suas demais amigas, já haviam testemunhado essa mesma cena por diversas vezes.

Mas, Amy sabia da paixão platônica (e outras vezes não tão platônica assim) que Nikolas e Rei nutriam um pelo outro. Era uma relação complicada demais, para que Amy pudesse compreender ou sequer, tentar analisar.

Contudo, Amy e suas amigas sabiam, perfeitamente que apesar das broncas severas que sempre levava de Rei, Nikolas parecia não se importar com isso. Pois gostava de Rei, profundamente, do jeito que ela era. Inclusive os seus acessos de mau humor.

E, mesmo quando levava broncas dela, Nikolas, se sentia muito querido e, até mesmo, amado. Por isso, não era de se estranhar que, as vezes, ele sorria para Rei, mesmo durante suas broncas severas.

Amy se tranqüilizou. Sabia que os dois se entendiam bem e que, no final de toda aquela algazarra, tudo acabaria bem e todos iriam jantar juntos.

Vendo Rei se aproximar de Nikolas, dava a Amy esta certeza disso. E Ela sorriu, levemente, sabendo que, logo, a bronca terminaria e tudo ficaria bem, novamente entre os dois.

Infelizmente, como Amy testemunharia, horrorizada, nos minutos seguintes, Rei, sequer teria chance de se aproximar de Nikolas, desta vez...

 

 

CENA 11:

No Portal de entrada do templo Xintoísta. (casa de Rei Hino)

O pobre Nikolas estava carregando cerca de cinco enormes pacotes de embrulho, contendo todos os produtos da enorme e longa lista de compras feitas por Rei.

Alguns deles, continham embalagens muito frágeis de doces e geléias que, ao menor deslize ou falta de cuidado de sua parte, poderiam se quebrar. Então, seria um desastre. Uma perda total.

Por isso, Nikolas se desdobrou para carregar com cuidado aquele monte de embrulhos, desde o super-mercado até de volta ao templo. O que, é claro, obrigou-o a andar devagar todo o longo trajeto, equilibrando os pacotes entre seus braços e suas mãos, como um autêntico equilibrista de circo.

Mas, esse, apesar de difícil, não tinha sido a pior etapa de seu regresso ao templo. Negativo!

O pior ainda estava por vir, quando, quase uma hora de caminhada depois, ele se encontrou diante da imensa escadaria de acesso a entrado do templo Xintoísta.

Nikolas olhou os degraus de pedra esculpida que se direcionavam para o alto e engoliu seco a garganta.:

Nikolas respirou fundo, segurou os embrulhos com firmeza e cuidado redobrados e começou a subir, lenta e cuidadosamente, a longa escadaria de pedra. E, durante, toda a subida, Nikolas fizera valer-se de todos os seus dotes de "equilibrista" (que o coitado nem sabia que dispunha até vir trabalhar no templo), segurando os pacotes nos braços e nas mãos, sem deixa-los caírem ou amassa-los.

Por varias vezes, Nikolas achou que perderia o controle da situação e, pelo menos num momento da escalada, por pouco, seus embrulhos não vieram ao chão.

Felizmente, como das outras vezes, a sorte lhe sorriu de novo. Nikolas conseguiu, após meia-hora de subida, chegar até a entrada do templo. Estava, é claro, ofegante e cansado pelo esforço de subir e proteger os embrulhos, mas, pelo menos, os pacotes estavam intactos:

Paciência! Era sempre assim! Ele sabia perfeitamente disso, depois, de viver e trabalhar no templo por tanto tempo. Ocasionalmente, Rei lhe dava severas broncas ou pelo serviço que ela achava, que não havia sido feito de maneira correta, ou por erros inadmissíveis na preparação de eventos religiosos e orações no templo.

Mas, depois, ele bem sabia, tudo ficarei bem. Ela o perdoaria, depois de um "longo sermão", e voltaria a sorrir para ele, gentilmente, de vez em quando. E isso era o que lhe bastava. Um sorriso belo e caloroso de Rei.

Ele não trocaria nenhum lugar no mundo para ficar, do que aquele velho templo. Perto do "mestre" e, principalmente, perto da senhorita Rei. A mulher que ele admirava e amava em silêncio.

Novamente, Nikolas respirou fundo, preparando-se "psicologicamente" para a bronca que iria levar desta vez.

E começou a caminhar, cabisbaixo e resignadamente, em direção a Rei, para encontra-la no meio do caminho. Porém, após atravessar o portal de madeira do templo e caminhar alguns passos, Nikolas se surpreendeu ao quase "trombar" com uma figura alta de roupas finas e elegantes, que, simplesmente, apareceu bem a sua frente, derrepente.

Nikolas fora pego de surpresa e parou, abruptamente, no susto, deixando que um de seus pacotes caísse ao chão.

Mas, foi uma tentativa inútil!

Malachite sequer virou-se para trás, quando, num gesto de um de seus braços, disparou um feixe de energia de força, que atingiu em cheio, Rei e a jogou, praticamente, de volta, a entrada da casa., onde caiu com violência, metros de distância.

Malachite sorriu, cruelmente, e como se nada tivesse acontecido, falou com frieza:

Malachite estendeu o outro braço com o punho fechado. Abriu os dedos da mão e Nikolas gritou horrorizado, ao ver, na palma da mão de Malachite, a figura aterradora e repugnante doPARAZITÓIDE..

O que aconteceu a seguir foi algo realmente medonho. Algo radicalmente contra as leis da natureza e da ciência:

Como se tivesse acatando o comando de seu mestre, o PARAZITÓIDE rugiu, furiosamente. E em seguida, sofreu uma nova metamorfose: Asas semelhantes as de abelhas ou de mosquitos, surgiram abruptamente de suas costas, assim como uma dezena de pernas, como a de uma centopéia desenvolveram, na parte de baixo da criatura num piscar de olhos. E , finalmente, na última etapa daquela transformação medonha, as presas de sua boca se alargaram, tornando-se compridas como a de um mosquito, só que mais grossas e mais perfurantes.

Ao cessar toda aquela horrenda mutação, que não durou mias do que cinco segundos, o Parazitóide alçou vôo e foi direto para cima de Nikolas.

A criatura vôo em zingue-zague ao redor de Nikolas, confundindo-o e deixando-o, cada vez mais em pânico. O pobre rapaz tentou afugenta-la, numa tentativa patética em se proteger.

Infelizmente, para Nikolas, seus pobres esforços terminaram, quando o Parazitóide, pousou e cravou violentamente e dolorosamente em sua nuca, suas minúsculas garras e presas.

Nikolas gritou ao sentir as presas da repugnante criatura varar-lhe a pele e a carne, até finalmente atingir, o ponto de seu cérebro que se conectava com o sistema nervosos central. Ao atingi-lo, a criatura emitiu uma poderosa rajada de energia desconhecida, que pareceu estraçalhar de dor e a queimar o corpo de Nikolas de dentro e por fora.

O terrível suplicio de Nikolas durou alguns segundos até que, finalmente, ele parou de gritar.

Agora, o pobre rapaz parecia um zumbi. O comando de seu corpo e de sua mente, já não mais lhe pertenciam, mas, sim, ao Parazitóide.

Malachite sorriu ao perceber que a "conexão simbiótica" havia sido completada com sucesso. E agora, viria a fase final daquele aterrorizante processo..

O que aconteceu depois, foi muito rápido!

Preso a nuca de sua vitima, e conectado a seu cérebro e a espinha dorsal, ao mesmo tempo, o parazitóide começou a brilhar, juntamente com o corpo de Nikolas. A estranha luz de cor verde-escura cobriu-lhes os corpos por alguns instantes, até que desaparecessem, de súbito, revelando, naquele instante, que um estranho tipo de casulo, agora, envolvia todo o corpo de Nikolas.

Malachite sorriu mais ainda, ao ver o estranho casulo.

 

 

CENA 12:

No Templo Xintoísta. Case de Rei. Alguns momentos antes.

Rei estava caminhando furiosa em direção de Nikolas já preparando sua bronca. E que bronca ela iria dar para ele.

Viu aproximando-se com a cabeça baixa em direção contrária, mas essa cara de "coitadinho" não iria ajuda-lo. Ele iria ouvir umas "poucas e boas" dela.

Rei parou, ao pressentir, com seus sentidos mediúnicos, algo apavorante e perigoso que estava por perto. E ficou paralisada de medo.

Olhou para Nikolas, e viu quando uma estranha figura de cabelos brancos se "materializou" bem na frente dele, aparecendo, literalmente, do "nada". Cena que Amy, lá na entrada da casa, também testemunhou, assombrada.

Nikolas, que não o viu aparecer foi, acidentalmente a seu encontro, e acabou deixando cair um dos pacotes do chão.

Viu os dois homens discutindo e isso só fez a sua sensação de perigo aumentar.

Rei começou a temer pela segurança e pela própria vida de Nikolas e começou a correr em sua direção, ao mesmo tempo que tentava alerta-lo.

Foi um esforço em vão. Ela não consegui se aproximar mais.

A estranha figura, atingiu-a, em cheio, com um misteriosos raio disparado de uma das mãos, e a lançou a metros de distância, fazendo cair bem próxima a entrada de sua casa, onde foi socorrida por Amy.

As duas se viraram para onde os dois homens estavam e viram, quando o Parazitóide alçou vôo e começou a voar em volta de sua vitima, apavorada pelo medo.

Amy não hesitou! Levou o seu aparelho de comunicação, em seu pulso, e alertou suas amigas.

Amy ajudou sua amiga e quando Rei ficou de pé, ambas assistiram, aflitas, os acontecimentos que se seguiram: Viram quando o misterioso homem abriu a palma da mão e de lá saiu, alguma coisa apavorante, que fez Nikolas gritar, histericamente, de medo e horror.

Rei gritou desesperadamente, tentando ajudar seu amigo, mas, Amy preferiu conte-la até a chegada do resto das meninas.

Felizmente, elas acabaram aparecendo, instantes depois.

Todas as seis garotas olharam na direção indicada, só para acabarem testemunhando, o momento exato que o Parazitóide prendeu-se a nuca do pobre rapaz e completou a "ligação simbiótica" entre ambos.

Todas sacaram, com exceção de Serena e Rini, que usavam seus "broches de transformação", as demais sacaram suas "canetas", e iniciaram o processo de transformação para SAILORS.

Em instantes, as seis garotas se transformaram em Sailors e, rapidamente, partiram em direção ao misteriosos atacante.

Pararam a menos de cinco metros de distância e, todas, imediatamente, tomaram posição de luta.

Sailor Moon foi a primeira a falar com o atacante:

Vocês, suas malditas, me jogaram num inferno insuportável do qual só retornei agora! – gritou ele furioso. – E todas vocês vão pagar muito caro por isso...

Sailor Moon e suas companheiras sentiram o sangue gelar. Sabiam que Malachite era um inimigo perigoso e cruel. Um dos mais poderosos que já haviam enfrentado e fora por pura sorte e ajuda da RAINHA SERENETY que haviam conseguido sobreviver e derrotar o vilão.

Eu batizei essa nova geração de monstros de "GENE MALÉVOLOS". He! He! He!

E o seu amigo, ali, dentro do casulo, terá a honra de ser o primeiro "hospedeiro" dessa minha nova criação. He! He! He!

Marte saltou em direção do cientista, que, estranhamente, se mantinha imóvel. O mesmo fez Malachite. Por um segundo, Sailor Marte acreditou que iria conseguir colocar as mãos no dr. Àtila e estrangula-lo.

Mas, foi, só, por um breve momento!

Surgindo das sombras, uma enorme mão, com garras a golpeou com extrema força e ela foi atirada de volta ao lugar, que tinha saltado, junto a suas companheiras. O golpe foi tão forte, que ela já havia perdido os sentidos, antes de atingir o chão, com violência.

Levou alguns momentos, de muita aflição até que Sailor Marte, recobrasse os sentidos.

Ao se virarem, todos tiveram uma reação de horror e medo ao verem a gigantesca criatura, cheio de pelos e garras afiadas, parada ao lado do dr. Átila, como se fosse um "guarda-costas".

Antes, que Mercury ou as demais pudessem fazer algo, Quimera avançou furiosamente sobre as garotas, e, de maneira brutal, golpeou-as com os seus braços peludos, algumas das sailors, que foram jogadas ao longe, deixando, Sailor Mercury, a sua interia mercê e sozinha. Sem chances de escapar.

Antes que pudesse fazer alguma coisa, o monstro agarrou Mercury com uma de suas mãos, cheias de garras, imobilizando-a e trazendo-a para perto de si.

Sailor Moon ficou parada estática, tentando achar, rapidamente, uma maneira de escapar ao monstro que avançava, furiosamente, a sua frente, mas, ele vinha muito rápido. A essa velocidade, não teria tempo de se esquivar.

Então, quando a criatura esta prestes a alcança-la, um pequeno objeto de cor avermelhada, passou rente a face da criatura, ferindo-a levemente e detendo o seu avanço. O objeto, ficou-se ao solo, revelando-se ser uma rosa vermelha.

Sailor Moon, Tuxedo Mask e as demais Sailors olharam estarrecida o imenso poder que Malachite desprendia. E estupefadas, viram como o imenso monstro, grunhindo e rosnando, furiosamente, acabou retrocedendo e voltando, servilmente, para trás de Malachite.

Quimera rosnou por alguns instantes, mas, logo silenciou-se.

Malachite, virou-se novamente, para a Tuxedo Mask e Sailor Moon.

Seus olhos se arregalaram de horror ao ver a figura sinistra e diabólica da RAINHA BERYL.

Todas as Sailors iriam proteger Sailor Moon a todo custo, como deixaram bem claro, para Beryl.

As Sailors e Tuxedo Mask viraram-se, novamente, em direção de Malachite e de seus comparsas. E, foi então que viram que o casulo, começou a se mexer e a rachar-se, ao mesmo tempo!

A gata preta foi a única que conseguiu falar algo, antes , que, instantes depois, o casulo, explodisse em mil pedaços, e de dentro dele, surgisse um monstro humanóide, de características bizarras e medonhas: Tinha um rosto semelhante a de um leão, com a face mais proeminente e uma longa juba laranja. Seu corpo parecia de um humano com características felinas. Possuía listras e tinha ossos expostos na altura da costela, que pareciam laminas afiadas. Tinha braços coberto de pelos negros espessos , semelhantes aos de um urso, com longas e afiadas garras.

A criatura rugiu e com seus olhos, cor vermelhos, olhou para as Sailors e disse, rosnando, num tom de ameaça.

As sailors suaram frio de medo e de angustia diante das palavras seguras e confiantes do cientista criminoso.

Numa tentativa desesperada, Marte tentou trazer a conciência de Nikolas de volta à tona de sua mente:

Quando todos conseguiram se reerguer do chão, RAIDAK, começou avançar em direção deles, ameaçadoramente.

O Monstro avançava, cada vez mais, e as sailors não sabiam o que fazer.

Em seguida virou-se para Beryl e perguntou, com cinismo, quase zombeteiro:

O "chefe" me mandou pegar esse velho, enquanto, ele estava rezando distraído. Puxa vida, gente! Esse sujeito baixinho tem uma cabeça bem dura, nossa!! Meus dedos ainda estão doendo, quando o golpeei na cabeça e o pus a nocaute. – disse fazendo um gesto, como as mãos, como se lhe doessem os dedos. - E como se não bastasse esse baixinho pesa um bocado. Custou-me, à beça, traze-lo até aqui em cima e amarra-lo... UFA!!!!

A fúria do "Gene Malévolo" mostrou-se, assustadoramente, insuperável. Sua força impossível de ser confrontada ou sobrepujada pelas Sailors e por Tuxedo Mask. O terrível monstro estava derrubando-os e ferindo-os com extrema facilidade. Tornando-os alvos fáceis para os Aracnóides.

Mas, o pesadelo daquela noite, ainda só estava começando....

 

FIM DO CAPITÚLO 7

 

 

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