SAILOR MOON V: Shadowmoon

AUTORES- MISTER BLUE E WLAD

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Site: http://wladv.cjb.net/

JANEIRO 2001

 

CAPÍTULO 3- LIBERDADE CONDICIONAL

Numa área portuária de Santos, esquecida pela população, e mais ainda, pela Polícia, Malachite caminha pelas ruelas abandonadas, numa fria madrugada sem os raios do luar. Ele parece rodear uma espécie de galpão abandonado, pensando de que forma entrará, até que decide:

Sem nenhum temor, ele chega até a porta de aço sanfonada, pichada em diversas cores. Arrebenta o cadeado somente com uma das mãos, quase que com um peteleco e, finalmente faz a porta abrir-se de baixo para cima.

O antigo integrante do Negaverso entra no galpão e caminha por ali, não demonstrando nenhum medo, apesar dos caixotes diversos entreabertos, vazios, mofados e não rotulados, darem uma aparência misteriosa e sinistra no lugar.

Repentinamente, ele ouve rosnados; vira-se e vê dois cães de grande porte, da raça boxer no canto escuro da parede.

Malachite olha-os com desprezo e volta a caminhar pelo local, procurando algo.

Os cães começam a latir furiosamente, mas não se aproximam, continuando no canto escuro e Malachite não parece incomodar-se com o fato.

Até que os cães param de latir e rosnam apenas para ficarem com olhar de raiva vendo o invasor. Voltam a abrir as bocas de repente, mas para de cada uma delas sair uma serpente.

As serpentes mostram-se extremamente longas, mas o final de seu corpo sempre dentro da boca do seu respectivo cão.

Aqueles ofídios dão voltas em torno de Malachite, que apenas as olha.

Elas, sincronizadamente, avançam e começam a enrolar-se no corpo do homem, que nada faz para reagir. Até que, quando elas o enrolam até o pescoço, as duas cabeças das serpentes exibem seus dentes inoculadores da peçonha e avançam na cabeça de Malachite.

Contudo, antes do ataque fatal delas, o anjo branco, simplesmente abre os braços e devido à sua força descomunal, as serpentes partem-se em vários pedaços como um barbante, sujando as roupas claras do homem e o chão do vermelho de sangue.

Após isso, os cães puxam o restante das serpentes para entrarem em suas bocas como pessoas quando comem um fio de espaguete.

Malachite aproxima-se, na intenção de atacar os animais, quando estranhamento os vê levantarem-se do chão, sem tocar o piso, como se estivessem flutuando. Ambos rosnam e latem cheios de ódio.

Enfim, chegam mais para a frente e Malachite descobre que os cães não tem a parte traseira do corpo, pois são ligadas aos ombros de um animal maior. Um grande urso, que urra, enquanto surge da penumbra, saindo da total escuridão. O urso tem os cães como seus braços.

Finalmente neste momento Malachite demonstra espanto.

O urso, alterado, usa seus exóticos braços para morder ambos os braços de Malachite. As arcadas caninas fecham-se contra os braços do Anjo, e antes mesmo de tocar sua pele, despedaçam-se totalmente os dentes, pelo poder expelido da pele do homem.

O urso grita em dores, pelo que seus "braços" sentiram.

Malachite coloca sua mão sobre o peito da criatura e, usando sua energia, faz com que um rombo expluda nas costas do monstro, como se uma enorme bala o atravesse.

A enorme criatura perde seu equilíbrio e cai batendo sua cabeça de urso contra uma pilastra, a qual tem uma caixa de aço dentro dela, lembrando uma caixa de medição de luz ou de correio, a qual abre-se com a portinhola amassada, sob o efeito da pancada.

O urso parece morto, não mais se mexe, porem seus cães membros ainda latem por alguns segundos, até que Malachite decide aproximar-se e usa sua energia contra os bichos e sem ao menos precisar tocá-los, o Anjo Branco arranca-os do corpo do urso fazendo-os cair um sobre o outro, com seus corpos incompletos no canto de uma parede. Eles grunhem poucas vezes antes de morrer.

Livre, Malachite chega à caixa de aço, observando alguns interruptores ali dentro. Escolhe um deles e o ativa.

Um barulho estranho surge, como se fosse de pedra contra pedra, se arrastando e uns sons metálicos também.

Logo o assassino vê que parte do chão do galpão está baixando, tornando-se uma espécie de rampa, levando a um túnel subterrâneo.

Malachite , sem hesitar, desce por essa rampa e entra no túnel. Este tem uma iluminação bem precária, cheio de gambiarras no teto, e quanto mais o Anjo entra, mais vai ficando claro.

Finalmente ele chega ao final desse lugar. A luz já é mais forte e revela um ambiente de laboratório, onde algumas gaiolas com animais estão expostas.

Animais deformados fazem barulho, mesas cirúrgicas com manchas de sangue seco também enchem aquele lugar, além de tubos de ensaio com líquidos borbulhantes ou não, de variadas cores.

Um homem com jaleco está de costas para Malachite. Ele olha um tubo de ensaio contra um lâmpada e diz:

Malachite:

Atila:

- Sim, o assassino que nunca falha, claro que conheço! Bem, mas o senhor não veio apenas me fazer uma visita, não é? Que negócios tem a me propor?

Malachite:

Átila confuso:

Malachite:

Minutos depois o Anjo já lhe havia contado sobre o Negaverso e os Sailors.

Átila com ironia:

- Mas isto é uma situação ridícula! Há! Há! Há! Serem vencidos por um bando de meninas adolescentes. Chega até ser uma piada...

Malachite:

Atila:

Malachite:

 

No Japão, no templo budista onde mora Rei, ela está tranqüila numa bela manhã ensolarada, varrendo a entrada do local para mais um dia.

A Sailor move os olhos e vê na calçada da rua, alguém um pouco distante, uma silhueta de mulher.

Porém uma ventania surge repentinamente e folhas secas começam a voar pela rua, enquanto Rei anda contra esse estranho vento.

De repente a silhueta começa a deformar-se à sua frente e alargar-se, aumentando de tamanho como se fosse uma folha de papel negro se desdobrando. Logo tornando-se uma mancha escura, que cobre o céu de horizonte a horizonte, totalmente negro, com exceção de um rosto de uma mulher que aparece no céu.

Uma risada assustadora e sarcástica da mulher espectral invade os ares.

Rei, assustada, não sabe o que fazer, a não ser correr de volta ao templo, e o faz apressadamente.

Contudo, quando entra porta adentro do templo, sente seus pés prenderem-se ao chão. Olha para baixo e vê mãos cadavéricas agarradas a seus tornozelos. Essas mãos começam a puxa-la para baixo, abaixo do piso de tábuas de onde elas saem, a madeira que cobre o chão se despedaça com facilidade, como se estivessem podres. A Sailor vê seu corpo descer com extrema rapidez. Ela pega sua caneta de transformação, e a levanta, mas já está enterrada até o pescoço e segundos depois só resta sua mão segurando a caneta fora da terra, mas logo sua mão amolece, deixando o objeto cair sobre o piso sólido.

Enquanto isso, Amy também vê-se em situação semelhante. Está na calçada da rua, onde o céu também está negro e o rosto assustador da Rainha Beryl encontra-se no manto celeste.

Amy, nervosa, tenta correr, mas mãos surgem da caçada e agarram seu pés.

Ela fica muito assustada com aquelas mãos cadavéricas e não consegue libertar-se enquanto começa a ser puxada para dentro do chão.

Ela olha ao redor, mas não parece haver ninguém na cidade. Porem ela vê no telhado de uma casa próxima dali, uma silhueta que mal pode enxergar, porém percebe quando a pessoa saca uma espada e pula em sua direção.

Amy fecha os olhos assustada e ouve um som cortar o ar. Sente um repentino alívio nos pés.

Abrindo os olhos novamente, vê que seus pés foram libertos e as mãos cadavéricas decepadas, pela estranha pessoa com a espada.

Porém, antes que termine, um grito apavorante é emitido pela Rainha Beryl que com sua boca faz como se tivesse sugando. Uma ventania bate contra o corpo do salvador de Amy e o leva diretamente para o céu, em direção à boca da Rainha Beryl.

Amy grita assustada, vendo a cena.

Num movimento muito rápido, Amy e Rei em suas respectivas casas levantam-se de seus travesseiros, muito assustadas e percebem que haviam apenas tido um pesadelo.

 

Mais tarde, no templo de Rei, as Sailors resolvem reunir-se.

Rei, ainda um pouco assustada, termina de contar às amigas a incômoda noite de sono que tivera:

Serena tenta minimizar o relato:

Amy interrompe:

Lita:

Amy:

Mina:

Lita:

Rei:

As outras quatro Sailors levantam-se e saem, enquanto a Sailor Marte fica à frente da fogueira no templo, de olhos fechados e de joelhos.

No Brasil.

Wilton Ferraz dirige seu carro pela larga e um tanto deserta estrada que leva ao presídio de segurança extrema Carandirú 5.

Ele resolve pegar seu celular e digitar um número.

Numa galeria de artes, pertencente à avó de Jimmy, está o próprio, junto a alguns clientes que olham atentos algumas peças.

O celular do Shadowmoon toca e ele, afastando-se das pessoas, diz:

Olha o aparelho com um pouco de aborrecimento, mas atende:

Mais contente, Jimmy conversa:

Minutos depois, já dentro do presídio, Wilton surpreende-se, quando encontra naqueles corredores um amigo.

Leonel:

Wilton finge indignação:

Leonel gentil:

Logo Wilton entra na sombria sala de interrogatório, deparando com dois agentes de terno e óculos escuros, os quais, com ar de superioridade, olham para Ferraz e um deles diz:

Wilton dá ênfase:

Sentada numa cadeira simples, Flora Maligna está algemada com uma algema especial que inibe seus poderes.

Flora, irritada:

 

O tempo já se passara bastante e já é noite novamente.

O momento aguardado por um bandido conhecido como o Anjo Branco agir, ele aguardava a uma distância do local, somente observando.

Ele levanta-se de detrás de uma caminhonete deixada ali por algum funcionário e dirige-se ao presídio, caminhando sem preocupação.

Uns guardas que tomam conta nas guaritas observam aquele homem aproximar-se.

Malachite chega bem às portas dos altos muros, onde um outro guarda abre o pequeno visor no portão de aço e diz:

Malachite:

Guarda:

Malachite:

O guarda surpreende-se com a aparência austera de Malachite, quando repentinamente, ouve sons de correntes. Olha para o portão e vê as correntes se desenrolando sozinhas, os cadeados se desprendendo automaticamente e as trancas se desarmando.

O portão do presídio abre-se sozinho, deixando o guarda ainda mais estupefato.

O Anjo Branco então caminha tranquilamente para o interior da fortaleza, sem nenhuma expressão facial.

Na guarita um guarda fala para o outro:

Apesar da relutância o guarda liga a sirene do alerta do presídio, fazendo o sinal de alerta ecoar nos ouvidos de cada um naquela fortaleza penitenciária.

Tanto os visitantes, como os funcionários, os guardas de segurança e os presos ficam atentos ao inesperado sinal.

A eficiência dos funcionários é famosa, e desta vez não foi exceção. Mal Malachite anda alguns passos no terreno do presídio e logo vê-se cercado de policiais por todos os lados, formando um grande círculo ao seu redor. Ele sente que deve parar seu caminhar.

Aquele monte de policiais está cercando o invasor.

Leonel, assim como todos os guardas, miram suas armas na direção de Malachite, enquanto falam:

Malachite pensa:

Leonel:

Malachite apenas sorri e faz um gesto com as mãos.

De repente todos os homens sentem seus pés deixarem o chão e se encontram flutuando como balões de gás.

Os guardas das guaritas ficam pasmos, e de repente começam a sentir tudo tremer ali em cima.

De repente eles vêem a guarita rachar, partindo as paredes, abrindo a vidraça a prova de bala ao meio e logo ruir juntamente com a muralha, que se espedaça, e com olhares esgazeados os homens das guaritas vêem seus corpos cairem acompanhados de inúmeras pedras de diversos tamanhos em direção aos seus pobres amigos desprotegidos em baixo.

Só há tempo de Leonel virar o olho na direção do inimigo:

Assim como Leonel, todos que foram jogados na Muralha são soterrados.

Com o caminho livre, Malachite avança para o interior do prédio.

Os policiais restantes nem se atrevem a tentar impedi-lo. Fazem melhor em procurar ver se alguém sobreviveu ao massacre.

Em pouco tempo Malachite chega a sala do interrogatório, abrindo a porta, sem ter que tocá-la.

Já Wilton, o olha com os olhos arregalados, pois reconhece o rosto do invasor, de um dos "retratos falados" da lista dos assassinos mais procurados pela policia de todo o Brasil.

- Oh, meu Deus! Anjo Branco?! – diz, estupefado, sentindo um pavor tomar-lhe todo o seu corpo.

Malachite apenas sorri e fala:

Os federais apontam suas armas para Malachite.

aterrador que sabe que estão enfrentando.

Infelizmente o aviso de Wilton chega tarde de mais!

Malachite usa sua telecinese e faz a arma de um federal apontar para o outro e vice versa, fazendo-os disparar contra o colega, caindo ambos inertes.

Wilton fica pasmo, mas tenta reagir, porém, quando vai pôr a mão no coldre, nota que seria uma tolice; então avança corajosamente ou imprudentemente, de mãos nuas.

- Seu maldito filho da mãe! – grita furiosamente, avançando sobre o assassino.

Wilton fica completamente atordoado com a rápida reação do seu inimigo, e antes que possa tentar fazer alguma coisa, sente a mão de Malachite apertar-lhe o punho, com uma força, indescritível! O policial cai de joelhos, gritando de dor.

Malachite sorri, se divertindo-se com o sofrimento de seu inimigo e, com um sarcasmo cruel, lhe diz:

- Isso! Assim que gosto de ver vocês, humanos! De joelhos, ante um ser superior a vocês! - diz, sorrindo com crueldade sádica. E, então, propõe com ironia. – Por que não aproveita que já está assim e implore a mim por sua vida inútil? Vamos, seu velho insignificante! Implore! Divirta-me com suas súplicas patéticas! Há! Há!

De joelhos, totalmente a mercê de Malachite e sofrendo uma dor alucinante, Wilton olha com um olhar furioso contra seu inimigo. E apesar de saber que não tem chance alguma contra um inimigo infinitamente superior a ele, o velho policial, mesmo sabendo que o que está prestes a fazer, poderá selar a sua vida de vez, decide dar sua resposta a Malachite!

- Argh!!! Seu Maldito! Eu não vou implorar para um rato imundo como você! Se quer que eu lhe diga algo, tome isto! CUSP!!!

Reunindo todas as forças que lhe resta, Wilton vira seu rosto em direção de Malachite e, num esforço supremo, cospe na cara do assassino do Negaverso. O ato inesperado e desafiador do policial deixa Malachite atônito e surpreso, por um momento. Mas, em seguida, seu rosto se transforma numa mascara de fúria incontrolável, enquanto que enxuga o rosto com a outra mão!

Então, Malchite começa a golpear, violentamente, Wilton, com socos e pontapés, promovendo um verdadeiro massacre contra um adversário que , sequer, consegue reagir. Essa barbaridade continua por alguns minutos, até que Malachite, como se, de repente, lembra-se de sua missão, para de golpear o policial, já sem sentidos, e, simplesmente o joga com força contra a porta da sala, derrubando-a. Wilton, cai ao chão, todo machucado e sem sentidos. Seu corpo está coberto de sangue!

Malachite, então, olha fixamente para Flora Maligna que está assustada com o grande poder do invasor e indaga:

Malachite:

A voz da Rainha Beryl fala diretamente na mente do seu subordinado:

Flora Maligna, remexendo-se para fugir da cadeira, mas com aquelas algemas ela não passa de uma mulher comum.

O Anjo Branco não liga para seus pedidos e coloca a mão sobre a cabeça da mulher.

Neste instante os olhos de ambos começam a brilhar fortemente. Uma gigantesca nuvem negra forma-se sobre o presídio.

Sob uma força semelhante a uma ventania, uma energia sinistra emana do corpo de Flora Maligna, chegando a quebrar vários móveis do local e nas paredes nascerem fissuras. Lâmpadas estouram por todo o presídio emitindo faiscas, como um curto-circuito.

Várias pessoas mal encaradas, presas naquela penitenciária demonstram-se assustadas. Uma sensação de calafrio passa por todos eles percebendo que algo muito poderoso surge ali agora.

Na sala do interrogatório, a energia parece acalmar-se no corpo de Flora; as algemas estão despedaçadas no chão.

O bandido retira a mão de sua cabeça.

Malachite ajoelha-se:

Logo, olhando para uma planta do presídio fornecida pelo submundo do crime, ele chega a um longo corredor com muitas celas nas laterais.

Os presos ficam curiosos. Olham pelas grades para as inesperadas visitas.

O casal de bandidos então pára à frente da cela deste último que falou.

O homem assusta-se um pouco e afasta-se por causa da forte energia que emana dos dois.

Malachite faz com que as trancas se abram sozinhas e fala ao preso:

Lunático estranha um pouco aquela atitude, mas aceita:

Nenhum dos dois responde e logo posicionam-se na frende de outra cela, onde um homem sentado no colchão, de corpo bem largo, vestido com um grosso paletó, calças compridas e sapatos. Porém que possui olhos semelhantes a um felino, os quais observam com expressão nada agradável os invasores.

O homem levanta-se de súbito e avança contra a grade onde suas unhas pontiagudas tilintam ao tocar as barras de aço extremamente grossas, de mais de 40cm de espessura, quase que uma coluna.

Quimera, exibindo seus dentes totalmente pontiagudos fala:

Quimera passa sua mão peluda entre as barras. Agarra Malachite pela gola.

Malachite, por sua vez, toca com a ponta do dedo a testa do monstro e ameaça:

Lunático:

Contudo o vilão do Negaverso somente dispara um raio de seu dedo, atingindo a cabeça de Quimera de forma a jogá-lo pra trás com tamanha força que seu corpanzil esbarra contra a sua enorme cama partindo-a ao meio. Deixando o grandalhão curvado sobre o colchão, e sacudindo a cabeça pelo atordoamento.

Quimera o olha com raiva, mas resolve obedecer, pois viu que o outro não é nenhum fracote:

Malachite, por sua vez, usa seu poder destrancando a porta da cela.

Quimera sai mais tranqüilo e os quatro bandidos começam a caminhar pra fora dali.

O grupo acaba parando ao ouvir o homem e o observam.

Este homem faz sua mão pegar fogo, como se fosse papel e não ser consumida.

Malachite aproxima-se da grade e com um gesto, faz com que sua telecinese aja contra o homem que é jogado com força contra as barras da cela várias vezes provocando gritos de dor do manejador de fogo, batendo a cabeça com violência, rachando-a e caindo logo morto.

Malachite irônico:

O grupo logo deixa o local e chegam à saída do presídio, quando vêem que na estrada que leva ao local uma enorme fila de carros policiais se aproxima.

Com ela na frente, o quarteto bandido voa para a direção das nuvens, saindo antes que os policias cheguem ali.

Vendo a cena dos quatro a saírem flutuando, um policial que dirige uma viatura exclama:

As viaturas chegam ao presídio, mas os policiais olham para os bandidos sumindo no céu, com desgosto, sem saber o que mais fazer.

 

Do outro lado da cidade, a avó de Jimmy Hara, está meditando em frente a seu santuário particular. Seu rosto está tenso e, gotas de suor não param de escorrer pela sua fronte, enquanto ela reza seus mantras com força. Súbito, como se persebece que algo terrível acabara de acontecer, concretizando os seus temores mais profundos, ela para de rezar e murmura, de maneira fatalista!

- Pelos ancestrais! Já começou!!!

CONTINUA...

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