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Rede Wiccan
Este � o alicerce de nossa Arte
Pelas leis Wiccan devemos crer |
Ao compreender a rede wiccan efetuamos uma maravilhosa transforma��o. Come�amos a comtemplar o Universo que nos cerca por um prisma diferente, � uma vis�o excitante e totalmente diferente. So as we practice, we want all of our experiences to be positive ones and the best way to ensure that is to heed the edict..."N�o ferindo ningu�m, siga seu cora��o". Lembre-se de que somente n�s possu�mos a escolha, e este � o maior bem de todos.
Preste aten��o na primeira linha:
Significa que dever�amos seguir as leis que tra�amos para n�s mesmos. Estas normas
servem para reger nossa conduta dentro da Arte. N�s praticamos a magia para gerar boas
coisas para nos mesmos e �queles que amamos assim como devemos acreditar do fundo do
cora��o que fazemos a coisa certa. Devemos tamb�m, entretanto, manter a mente
aberta para outras cren�as diferentes da nossa, assim como aceitar o que nos � oferecido
e retribuir quando podemos.
Uma grande parte da Rede-wiccan � metaf�rica, veja:
"Em deosil a crescente se
levanta
e
Widdershins a lua cheia se levanta"
As diferen�as entre deosil e widdershins podem ser descritas da seguinte maneira: Deosil
significa seguir no sentido do rel�gio (hor�rio) e widdershins, anti-hor�rio, �
o per�odo de transi��o de lua nova para cheia. A lua minguante � o per�odo de
transi��o de cheia para nova.
As "nove madeiras" correspondem aos componentes do ritual do fogo (Beltane � o mais comum).
"Uma estrela azul..." : pode ser interpretado uma refer�ncia ao pentagrama ou estrela de cinco pontas associada a cor azul con significado esot�rico.
Preste aten��o para a �ltima linha da Rede wiccan, � a mais importante:
"A Rede wiccan se resume a oito palavras:
n�o prejudicando a ningu�m, siga o seu cora��o"
Esta � toda a filosofia da rede wiccan, embora possa observar que seu significado �
muito mais extenso, ou seja, existem dois significados. Na primeira interpreta��o,
"N�o ferindo ningu�m," � simples e direto: quando trabalhar
com magia n�o fira ningu�m, nem a si mesmo(a). O outro significado, "fa�a
segundo sua vontade" � um pouco mais complicado. Ele n�o significa fa�a o
que quiser, mas sim que podemos fazer aquilo que a nossa realidade nos permitir fazer.
Em outras palavras: "Desde que n�o prejudique ningu�m, nem a sim pr�prio, caminhe
por onde a realidade o conduzir". Para trilhar todo e qualquer caminho � necess�rio
conhecimento. � claro que haver�o as pedras, a dificuldade e a ignor�ncia, que
servir�o para engrandecer nosso saber.
*** Lei Tr�plice ***
" n�o fira ningu�m, isto lhe retornar� tr�s vezes"
A Lei Tr�plice
Um outro assunto que iremos discutir � a lei
triplice. Ela diz que: tudo o que fizer lhe retornar� 3 vezes. Considerando que nos
trabalhos m�gicos direcionamos nossa energia para um determinado fim, se a energia que
geramos causar algum preju�zo, intencionalmente ou nao, esta mesma energia ir� nos
atingir por tres vezes. Como se fosse um eco, repetidamente. Em contrapartida a premissa
inversa tamb�m � verdadeira, se causar o bem, receber� o bem. Mas observe que n�o
dever� fazer bons atos esperando que receba boas coisas em troca, estas energias boas ou
ruins vem de seu �ntimo e ele lhe retribuir�.
Controle do Pensamento |
Disciplina do Pensamento, Dom�nio do Pensamento
Sente-se confortavelmente numa cadeira ou deite-se num div�. Relaxe todo o corpo, feche os olhos durante cinco minutos e observe o curso dos pensamentos que voc� tenta fixar. No in�cio ir� perceber que uma grande quantidade desses pensamentos precipitar-se-�o em sua mente, na sua maioria pensamentos relativos a coisas e situa��es do dia-a-dia, �s suas atividades profissionais, suas preocupa��es em geral. Imagine-se na posi��o de um observador silencioso, totalmente livre e independente. Conforme o estado de �nimo e a situa��o em que voc� se encontrar no momento, esse exerc�cio ser� mais ou menos dif�cil de realizar. N�o se trata de perder o curso do pensamento ou de esquece-lo, mas de acompanh�-lo com aten��o. Devemos sobretudo evitar pegar no sono durante o exerc�cio. Ao nos sentirmos cansados, devemos interromper o exerc�cio imediatamente e adi�-lo para uma outra ocasi�o, quando ent�o assumiremos o compromisso de n�o nos deixarmos dominar pelo cansa�o. Para n�o perder o seu tempo precioso, os indianos, por exemplo, borrifaram ou esfregam �gua fria no rosto e no peito, e assim conseguem permanecer despertos. Algumas respira��es profundas antes do exerc�cio tamb�m eliminam e previnem o cansa�o e a sonol�ncia.
Com o tempo, o aprendiz descobrir� por si mesmo essas e outras pequenas medidas auxiliares. Esse exerc�cio de controle de pensamento dever� ser feito de manh� e de noite, e a cada dias do seu tempo dever� ser prolongado em um minuto, para que em uma semana possamos acompanhar e controlar o curso de nossos pensamentos por no m�ximo dez minutos sem nos dispersamos. Esse per�odo de tempo foi determinado para o homem mediano, comum. Quem ach�-lo insuficiente pode prolong�-lo de acordo com a pr�pria avalia��o. De qualquer modo deve-se avan�ar com prud�ncia, pois n�o h� motivos para pressa; em cada pessoa o desenvolvimento ocorre de forma bastante individual. Mas n�o se deve de jeito nenhum seguir adiante antes de dominar o exerc�cio anterior.
O aprendiz atencioso perceber� como inicialmente os pensamentos n�o sobressalt�-lo, passando por sua mente em grande velocidade e dificultando a sua capta��o. Mas de um exerc�cio a outro ele constatar� que o caos inicial ir� desaparecendo aos poucos e eles ficar�o mais ordenados, at� que s� ins poucos surgir�o na sua mente como que vindos de muito longe.
Devemos dedicar a m�xima aten��o a esse trabalho de controle do pensamento, pois ele � extremamente importante para a evolu��o m�gica, o que mais tarde se evidenciar� por si mesmo.
Pressupondo-se que o exerc�cio em quest�o foi suficientemente elaborado e que todos j� conseguem dominar a sua pr�tica, podemos prosseguir com mais uma instru��o mental.
J� aprendemos a controlar nossos pensamentos. O exerc�cio seguinte consiste em n�o permitir que pensamentos insistentes e indesejados aflorem em nossas mentes. Por exemplo, ao retornar-mos � nossa vida privada e familiar, devemos estar em condi��es de evitar as preocupa��es ligadas ao nosso trabalho profissional. Todos os pensamentos que n�o pertencem � nossa vida privada devem ser desligado, e devemos imediatamente nos transformar em outras pessoas. E vice-versa, na nossa atividade profissional devemos direcionar nosso pensamentos exclusivamente ao trabalho e n�o permitir que se desviem para outros locais, como o ambiente dom�stico ou privativo, ou qualquer outro. Isso deve ser exercitado at� transformar-se num h�bito. Devemos sobretudo habituar-nos a executar nossas tarefas, no trabalho ou na vida privada, com a m�xima consci�ncia, sem levar em conta o fato de se tratar de algo grande, importante, ou de uma coisa insignificante, pequena. Esse exerc�cio deve ser cultivado ao longo de toda vida, pois agu�a a mente e fortale�a a mem�ria e a consci�ncia.
Depois de obtermos uma certa pr�tica na execu��o desse exerc�cio, podemos passar ao pr�ximo, que consiste em fixar uma �nica id�ia por um certo per�odo de tempo, e reprimir com firmeza outros pensamentos que v�m se ajustar a ela na mente, com violentos sobressaltos. Escolha um pensamento ou uma id�ia qualquer de sua prefer�ncia, ou ent�o um imagem. Fixe-a com toda a for�a, e rejeite energicamente todos os outros pensamentos n�o tenham nada a ver com os do exerc�cio. No in�cio, voc� s� conseguir� fazer isso por alguns segundos, e posteriormente, por alguns minutos. Voc� tem que conseguir fixar um �nico pensamento e aconpanh�-lo por no m�nimo dez minutos seguidos.
Se for bem sucedido em seu intento, estar� maduro para mais um exerc�cio, que consistir� no aprendizado do esvaziamento total da mente. Deite-se confortavelmente num sof� ou numa cama, ou ent�o sobre uma cadeira reclin�vel, e relaxe o corpo inteiro. Feche os olhos. Rejeite energicamente todos os pensamentos emergentes. Em sua mente n�o deve haver nada, somente o vazio total. Fixe esse estado de vazio total, sem desviar ou se distrair. No in�cio voc� s� conseguir� manter isso durante alguns segundos, mas exercitando-se constantemente conseguir� um melhor desempenho. O objetivo do exerc�cio ser� alcan�ado quando voc� conseguir manter-se nesse estado durante dez minutos completos, sem se distrair ou adormecer.
Seus sucessos, fracassos, tempos de dura��o dos exerc�cio e eventuais perturba��es dever�o ser anotados cuidadosamente num Grimoire. Esse di�rio servir� para o controle pessoal de sua escalada. Quando mais consciencioso voc� for na consecu��o dos exerc�cio aqui descritos, tanto melhor ser� a sua assimila��o dos restantes.
Elabore um plano preciso de trabalho para a semana entrante ou para o dia seguinte. E principalmente, cultive a auto-cr�tica.
Os Treze Princ�pios
Introdu��o:
Em 1974, o conselho americano de bruxos foi criado, sendo composto por 73 feiticeiro de v�rias tradi��es. Esles intencionavam formar um estatuto de princ�pios comuns e defini��es moldadas Witches de modo a evitar a desinforma��o. Intentando-se adotar um consenso entre as tradi��es existentes, embora negligenciando individuos n�o preparados com filosofias ou pr�ticas contradit�rias aos intyeresses da Arte. No intento de excluir estes caminhos contraditorios, desejamos participar conjuntamente � aqueles que buscam o conhecimento, se distin��o de ra�a, cor, sexo, idade, nacionalidade, origens culturaisou preferencias sexuais.
Princ�pios da cren�as Wiccans: 1. Nos realizamos ritos que se destinam a sintonizar-nos com as for�as vitais da natureza, estas demarcadaspelas fases da lua esta��es do ano e quadrantes terrestres. 2. Encaramos que a nossa consci�ncia concede-nos a responsabilidade atrav�s de nosso trabalho e desenvolvimento. Nos procuramos viver em harmonia com a Natureza em equil�brio ecol�gico offering fulfillment to life e conci�ncia dentro de um conceito evolucion�rio. 3. Nos acreditamos em desenvolver nosso poder espiritual. ele n�o � sobrenatural, mas um poder interior constitu�do de nossos esfor�os por harmonizar-nos com o mundo. 4. N�s concebemos o poder da cria��o do universo como uma manifesta��o polarizada (dualidade) - como p�los masculino e feminino - e que da mesma maneira emana de todas as pessoas, e atua atrav�s da intera��o do masculino com o feminino. N�o sobrevalorizamos nenhum (sexo). N�s reconhecemos o sexo, como s�mbolo da vida, e como uma das fontes de energia usadas em trabalhos m�gicos e religiosos. 5. N�s reconhecemos ambos os mundos: exterior e interior,da psicologia, e os conhecidos como Mundos Espirituais, os planos da conci�ncia e inconsci�ncia coletiva, etc.- e vemos estas intera��es destes dois mundos como a base para a pratica m�gica e fenomenos paranormais. N�o descartamos nenhma dimens�o (Mundo), todos sao necess�rios para nossa complementa��o. 6. N�o reconhecemos nenhuma hierarquia autorit�ria, entretanto honramos nossos mestres, respeitando �queles que nos transmitiram o conhecimento e ofereceram-nos seu ideal para a amplia��o de nosso saber. 7. Consideramos nossa religi�o m�gica como um caminho que oferece uma vis�o do mundo com uma forma de conv�vio dentro desta vis�o e filosofia de vida que n�s denominamos de Bruxaria - o caminho Wiccan 8. Nos denominamos de " Bruxos" does not make a Witch - ninguem se torna bruxo ao nascer, nem por acumular titulos, graus e inicia��es. Um bruxo procura controlar suas for�as interiores tornando possivel viver em harmonia com seus semelhantes sem prejudicar ningu�m, nem a natureza. 9. Acreditamos em nosso desenvolvimento e evolu��o que buscamos em nosso caminho. 10. Convivemos pacificamente com outras religi�es. 11. aceitamos todas as tradi�oes que existem e � surgir 12. N�o acreditmaos no mal absoluto, nem em entidades como"Satan" ou "Dem�nio", como a tradi��o crist� define. Nos n�o priocuramos poder em prejuizo de terceiro, o verdadeiro mal � o desconhecimento. 13. Acreditamos na busca interior, de modo a contribuir com nossa saude e bem estar. |