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TEMAS |
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O
Sol na sociedade Incaica
O Império Inca se
constituía de uma espécie de monarquia teocrática hereditária, na qual
os poderes do governante, o INCA, só eram limitados pelos
costumes da comunidade. Ele era, tal qual como o faraó egípcio,
considerado descendente direto do Sol e sua encarnação, sendo adorado
como um deus. Era também legislador e o comandante supremo do exército. Os
incas construíram diversos templos consagrados às suas divindades.
Alguns dos mais famosos são o Templo do Sol em Cusco, o templo de
Vilcashuaman, o templo do Aconcágua (a montanha mais alta da América do
Sul) e o Templo do Sol no Lago Titicaca. O Templo do Sol em Cusco foi
construído com pedras encaixadas de forma fascinante. Esta construção
tinha uma circunferência de mais de 360 metros. Dentro do templo havia
uma grande imagem do sol. Estudar a importância da representação do sol
na religião e na sociedade Inca executando maquetes e confeccionando
adereços, pintura e esculturas serão os objetivos básicos do tema. |
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O
sol regulando a vida social
Estudar as sociedades anteriores à descoberta da
energia elétrica. Estudar duas perspectidas: a vida cotidiana rural
especialmente regida pelo nascer e por do sol. Por outro lado, estudar a
imaginação de sociedades regidas pela escuridão da noite: as tradições,
os mitos, os folclores, as lendas que envolve o ambiente noturno. Por
fim, fazer um balanço dos ganhos e perdas da vida moderna quando se
obteve 0o controle sobre a luz. |
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Mitologia
Egípcia: deus ré
Ré (ou Rá) é a principal divindade solar da
mitologia egípcia.
O seu principal centro de culto era a cidade de Iunu, no Norte do
País (depois chamada Iunu-Ré, em sua honra), à qual os
Gregos deram mais tarde ainda o nome de
Heliópolis ("cidade do sol"), e que a
Bíblia chama de On.Como uma das culturas
agrícolas mais antigas e mais bem sucedidas da Terra, os
antigos egípcios deram ao seu deus
sol, Ré, a supremacia, reconhecendo a
importância da luz do sol na produção de
alimentos. Ao amanhecer, Ré era visto como
uma criança recém-nascida saindo do céu ou
de uma vaca celeste, recebendo o nome de
Khepri. Por volta do meio-dia Ré era contemplado como um
pássaro voando ou barco
navegando. No pôr-do-sol, Ré era visto como um homem velho descendo para
a terra dos mortos, sendo conhecido como Atum. Durante a noite, Ré, como
um barco, navegava na direção leste através
do mundo inferior em sua preparação para a ascensão do dia seguinte. Em
sua jornada ele tinha que lutar ou escapar de Apep,
a grande serpente do mundo inferior que
tentava devorá-lo. Parte da veneração a Ré envolvia a criação de magias
para auxiliá-lo ou protegê-lo em sua luta noturna com Apep, ajudando-o a
garantir a volta do Sol. |
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Iluminismo:
o sol símbolo da Razão
O Iluminismo, ou
esclarecimento (em alemão Aufklärung, em inglês enlightenment),
foi um movimento e uma revolta ao mesmo tempo intelectual surgido na
segunda metade do século XVIII (o chamado "século das luzes") que
enfatizava a razão e a
ciência
como formas de explicar o
universo. Foi um
dos movimentos impulsionadores do
capitalismo
e da sociedade moderna. Foi um movimento que obteve grande dinâmica nos
países protestantes e lenta porém gradual influência nos países
católicos.
Pesquisar, estudar e
representar a produção artística, científica e filosófica relacionada a
essa ideologia.
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Heliocentrismo
no outono medieval
Teoria científica que
afirma ser o
Sol o centro do sistema solar. Esta teoria foi proposta pela primeira
vez pelo astrônomo grego Aristarco de Samos, mas só com Nicolau
Copérnico e em especial com Galileu Galilei
é que se tornou mais sustentada.
Não se tratou apenas de
uma teoria científica, mas símbolo de uma novo mentalidade que se
afirmava no final do período medieval, chamado de Renascimento. O Renascimento está
associado ao humanismo, o interesse crescente entre os académicos
europeus pelos textos clássicos, em latim e em grego, dos períodos
anteriores ao triunfo do Cristianismo na cultura européia. No século XVI
encontramos paralelamente ao interesse pela civilização clássica, um
menosprezo pela Idade Média, associada a expressões como "barbarismo",
"ignorância", "escuridão", "gótico", "noite de mil anos" ou "sombrio".
As possibilidades de trabalhar o tema são amplas. |
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Do
relógio
solar ao relógio
atômico
Um relógio de sol mede a passagem do
tempo pela observação da
posição do Sol. Os tipos
mais comuns, como os conhecidos "relógios de sol de jardim", são
formados por uma superfície plana que serve como mostrador, onde estão
marcadas linhas que indicam as horas, e por um pino ou placa, cuja
sombra projetada sobre o mostrador funciona como um ponteiro de horas em
um relógio comum. A medida que a posição do sol varia, a sombra
desloca-se pela superfície do mostrador, passando sucessivamente pelas
linhas que indicam as horas.
Um relógio atômico é um tipo de
relógio que usa um padrão ressonante de
freqüência como contador.
Como o próprio nome diz, é um medidor de tempo que funciona baseado em
uma propriedade do átomo,
sendo o padrão a freqüência
de oscilação da sua energia.
O tema prevê a construção de um relógio solar e a explicação do
funcionamento de um relógio atômico. |
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Japão:
terra do sol nascente
O Japão, a "terra do sol nascente" ou "origem do sol" (em japonês
Nippon ou Nihon), é um país do Extremo Oriente, formado por
um arquipélago, situando-se ao largo da costa leste da Ásia.
O Japão é atualmente
a segunda potência econômica mundial (a maior é a economia dos Estados
Unidos) o que ocorre, basicamente, em decorrência de seu grande parque
industrial. Dentre as principais atividades industriais estão a
indústria automobilística (o país é sede mundial das montadoras Toyota,
Nissan,
Honda, Mitsubishi,
Mazda,
Daihatsu, Suzuki,
Subaru,
Isuzu
e Hino), a indústria eletrônica e de informática, a siderurgia, a
metalurgia, a construção naval e química, com destaque para as
indústrias com tecnologia de ponta nestes setores.
Montar uma exposição ampla
sobre a história e a cultura japonesa, a fim de conhecer o país que adotou
o sol na construção do imaginário social e de identidade nacional.
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Deus
e o diabo na terra do sol
Deus e o diabo na terra do sol é um filme
brasileiro
de
1964,
do gênero
drama,
dirigido por
Glauber Rocha.
É considerado um marco do
cinema novo
brasileiro.
O enredo conta a história do
sertanejo Manoel (Geraldo Del Rey) e sua mulher, Rosa (Yoná
Magalhães), que levavam uma vida sofrida no interior do país, uma terra
desolada e marcada pela seca. No entanto, Manoel tem um plano: usar o
lucro obtido na partilha do gado com o coronel para comprar um pedaço de
terra. Quando leva o gado para a cidade, alguns animais morrem no
percurso. Chegado o momento da partilha, o coronel diz que não vai dar
nada ao sertanejo, porque o gado que morreu era dele (do empregado), ao
passo que o que chegou vivo era seu (do patrão). Manoel se irrita, mata
o coronel e foge para casa. A trama segue.
O filme pode servir de
parãmetro para discutir a cultura sertaneja e os problemas nordestinos
atrelados à seca.
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Mito de Ícaro: a
tecnologia
em xeque
Na mitologia grega, Ícaro (grego :
Íkaros) ficou famoso pela sua morte por cair dentro do
Egeu
quando a cera segurando suas asas artificiais derreteram. O famoso mito
pode ser uma metáfora para discutir o otimismo inconseqüente no
progresso e na tecnologia, não medindo e remediando os problemas
resultados de uma sociedade de consumo.
A exposição pode discutir o papel da tecnologia entre o lucro e o
benefício humano, apresentando idéias e técnicas a serviço do bem estar
comum e em respeito à natureza. |
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O sol na música popular
brasileira
A canção Garota de Ipanema,
originalmente composta por
Antônio Carlos Jobim
e
Vinícius de Moraes,
em
1962,
é a mais famosas da
bossa nova
e
MPB, e também a música brasileira
mais executada no mundo.
Sua letra sugere praia, sol e sensualidade. Esse é um exemplo em que a
inspiração artística envolve um ambiente quente e ensolarado. Demonstrar
a importância do tema para a música popular brasileira deve
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A representação do sol nas
artes plásticas / O Sol na pitura de Van
Gogh
O termo impressionismo
surgiu devido a um dos primeiros quadros de Monet, "Impressão do
pôr-do-sol", quando de uma crítica feita ao quadro pelo pintor e
escritor Louis Leroy: "Impressão, Nascer do Sol” – eu bem o sabia!
Pensava eu, justamente, se estou impressionado é porque há lá uma
impressão. E que liberdade, que suavidade de pincel! Um papel de parede
é mais elaborado que esta cena marinha." A expressão foi usada
originalmente de forma pejorativa, mas Monet e seus colegas adotaram o
título, sabendo da revolução que estavam iniciando na
pintura.
Estudar o sol como tema das artes plásticas, bem como a utilização da
luz como técnica pictórica, possibilita uma exposição rica, colorida e
interativa, em que se pode propor ao público realizar uma pintura com a
representação do tema. |
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O jornal "O Sol"
contra a ditadura militar
Aproveitando o lançamento do documentário "O Sol – caminhando contra o
vento", em 2006, é uma oportunidade de discutir o papel da imprensa
alternativa no passado e na atualidade. O filme retrata a história do
jornal O Sol, um dos primeiros veículos da imprensa alternativa
brasileira, produzido diariamente durante seis meses, na década de 1960.
Criado num período conturbado, em 1968, momentos antes do governo
militar decretar o AI-5, o diário impresso falava de cultura, política e
educação por meio de sátiras. Passaram pelo jornal algumas das figuras
de destaque no cenário cultural da época. Não por acaso, o elenco do
filme conta com a participação de personalidades como Ziraldo, Zuenir
Ventura, Arnaldo Jabor, Chico Buarque, Caetano Veloso, Carlos Heitor
Cony e Fernando Gabeira.
http://www.osolfilme.com/ |
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A praia: histórico do
lazer democrático
Estudar o uso das praias como lazer no Brasil. A prática foi inaugurado,
segundo alguns historiadores, por D.João VI ainda no começo do século
XIX. Até então, o banho de mar era considerada uma atividade de povos
"primitivos" e "bárbaros". No século XX, ganho estatuto de banho
terapêutico até se tornar um lazer praticado por todas as classes
sociais, inseridos em um ambiente sui generis, democrático e
direto das relações sociais e das representações culturais do país.
A abordagem para a exposição pode ter duas perspectivas: a cultural
(confecção e apresentação dos trajes de banho ao longo da história, por
exemplo) e, por outro lado, discutir a recente ameaça da elevação
do nível do mar e suas conseqüências para a população litorânea.
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Aquecimento global
Tema básico para a exposição que dispensa apresentação. |
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O sol:
energia renovável
Tema básico para a exposição que dispensa apresentação. |
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A morte
anunciada do sol
/ um Novo mundo
através do buraco-de-minhoca
A morte do Sol ocorrerá
com certeza daqui a 6,5 bilhões de anos. E, quando isso acontecer, a
Terra já terá sido consumida numa enorme nuvem incandescente. Mas,
visionariamente, há uma rota de fuga: o buraco-de-minhoca. Seria uma
espécie de "máquina do tempo" em que possibilitaria à humanidade fugir
de nosso sistema solar e ser reconstruída em outra dimensão. A
tecnologia necessária para isso é imensa. Segundo os cientistas, será
preciso um nível 7 de capacidade tecnológica da humanidade, enquanto
estamos apenas no nível 3. Imaginar e representar essas tecnologias de
nível 7 seria uma experiência lúdica para os expositores e público.
http://www2.uol.com.br/sciam/conteudo/materia/materia_6.html
http://www.ajornada.hpg.ig.com.br/ciencia/ciencia00005.htm |
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Câncer de pele
O câncer da pele é um
tumor formado por células da pele que sofreram uma transformação e
multiplicam-se de maneira desordenada e anormal dando origem a um novo
tecido (neoplasia). Entre as causas que predispõem ao início desta
transformação celular aparece como principal agente a exposição
prolongada e repetida à radiação ultra-violeta do sol. A exposição deve
ter caráter de campanha e conscientização do público para o problema. |
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Escurecimento Global
Na segunda metade do século 20, o mundo tornou-se, literalmente, um
lugar mais sombrio. Desafiando a expectativa e a explicação fácil,
centenas de instrumentos ao redor do mundo registraram uma queda na luz
solar que alcança a superfície da Terra de até 10% do fim dos anos 50 ao
início dos 90 ou entre 2% e 3% por década. Em algumas áreas, como Ásia,
Estados Unidos e Europa, a queda foi ainda maior. Em Hong Kong, a
incidência de luz do Sol diminuiu 37%. Medições feitas por satélites
mostram que o Sol continua brilhante como sempre, mas cada vez menos luz
solar atravessa a atmosfera e chega ao solo. A poluição escurece a luz
solar de duas maneiras, acreditam cientistas. Parte da luz é refletida
por partículas de fuligem no ar e volta ao espaço. A poluição também faz
com que mais gotículas d'água se condensem, levando à formação de nuvens
mais densas e escuras, que também bloqueiam a luz. Por isso, o efeito do
escurecimento parece ser mais pronunciado em dias nublados do que em
dias ensolarados. Em algumas regiões mais selvagens, tem havido pouco
escurecimento. Mas as dinâmicas e efeitos do escurecimento global não
foram completamente entendidos. A Antártida, que supostamente tem o ar
limpo, também escureceu.
http://en.wikipedia.org/wiki/Global_dimming
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