Lídia x Thais

Lídia - Morena clara, 1,65 m 60 kg, cabelos pretos até os ombros, seios pequenos, bumbum arrebitado tenho 33 anos. Arte marcial - Jiu-Jitsu
Thais - Loira, 1,69 m 75 kg, olhos verdes, cabelos curtos, seios médios, quadril largo tem 32 anos. Arte marcial -- nenhuma


               Desta vez o cenário é numa casa de praia. Lá, montamos um tatame numa sala ampla da casa, bonita e bem iluminada. Fizemos o sorteio e nas preliminares tive a Thais como adversária. Já devidamente trajadas, nesse dia ambas usávamos asa delta, nos posicionamos no tatame e veio a ordem para iniciarmos a luta. Ela não domina nenhum tipo de arte marcial, mas tem a seu favor o peso, a resistência e uma boa agilidade. Sem perder tempo ela me atacou, tentando me agarrar. Antes que ela conseguisse me pegar, eu a segurei pelos braços e ficamos ali medindo forças por um tempo. Como ela tem mais força que eu, percebi que teria que agir rápido, então, coloquei um pé na virilha da Thais e le apliquei um balão, jogando-a de costas no tatame e sem soltar suas mãos. Rolei rapidamente pra cima dela, me sentando sobre sua barriga, sem soltar os braços dela. A Thais tentou me jogar pra fora, elevando o quadril algumas vezes. Me senti como se estivesse cavalgando um cavalo chucro. Como ela não conseguiu me derrubar, então ela me laçou com suas pernas fortes e me colocou de costas no tatame. Fiquei numa posição ruim, pois minhas pernas ficaram dobradas junto as laterais do corpo dela e isso limitou meus movimentos, expondo completamente minha barriguinha, que mais do que depressa ela tratou de socar. Ela me aplicou uns quatro socos na barriga com as mãos fechadas e os dedos entrelaçados, eu acho, e a única coisa que eu podia fazer era gemer. Então ela pegou e me soltou, levantou-se, me pegou pelos cabelos e me fez ficar em pé. Nessa hora segurei suas duas pernas e as levantei, jogando-a de costas no tatame. Com seus pés presos sob meus braços, obriguei-a a girar o corpo, de forma que ela ficasse de barriga pra baixo e apliquei nela um boston crab. Eu forçava a coluna dela e ela urrava. Segurei ela nesse golpe por um tempo. Então, parei de forçar a coluna e abaixei o quadril dela e apliquei uma chave de pernas, aquela famosa, coloquei um pé, dela é claro, no meio da articulação da perna contrária e forcei o outro pé, até que o calcanhar encostasse no bumbum dela. Eu estava sentada nas costas dela, aplicando essa chave com minhas duas mãos. Ela gritava muito. Aí ela conseguiu me pegar pelos cabelos, puxou-os e me forçou a solta-la. Girei e agarrei os cabelos dela também e começamos a levantar. Quando estávamos em pé, consegui acertar um soco nos rins dela. Eu socava e logo em seguida, voltava a segura-la pelos cabelos. Precisei acerta-la umas cinco vezes para que ela se ajoelhasse. Quando ela o fez, eu aproveitei e lhe dei um chute no estômago. Ela continuou de joelhos, cruzou os braços na frente do estômago e apoiou a cabeça no chão. Me ajoelhei na frente dela e apliquei uma gravata invertida e de vez em sempre, eu socava os rins dela. Mesmo assim ela ainda tentou se levantar, e quanto a posição ficou propícia, eu lhe apliquei outro balão, jogando-a novamente de costas no tatame. Aí fiquei em pé, me aproximei pela lateral do corpo dela e dei um pisão bem forte em sua barriga. Ela gemeu muito com esse golpe, rolou e não sei como ela arrumou forças pra se levantar. Enquanto ela se levantava, eu a segurei pelos cabelos e sem eu esperar, ela me encaixou um soco justo, na boca do estômago. Cai de quatro. Nisso a Thais se aproveitou, subiu nas minhas costas me pegou numa gravata e laçou suas pernas na minha cintura, me levanto pra lona. Eu não sabia se eu tentava soltar a gravata, ou a chave de rins. Os rins doíam e a gravata estava me tirando o fôlego. Continuei lutando e consegui me livrar da gravata. Então a Thais soltou a chave de rins, me pegou pelos cabelos, começou a me levantar e quando eu estava de joelhos, ela puxou minha cabeça pra trás com tudo, me colocando de costas no tatame e se atirando sobre meu peito me aplicando um body press com seus 12 quilos de vantagem em relação ao meu peso, prendendo um dos meus braços entre suas pernas e meu outro braço com uma de suas mãos. De novo eu estava em uma posição difícil e ela começou a socar minha barriguinha. Agora quem estava gemendo era eu. Cada soco que ela me dava doía muito e eu não tinha chances de me movimentar pra me defender. Ela me aplicou vários socos até que eu consegui lançar minhas pernas pra cima, fazendo com isso que ela fosse deslocada pra fora do meu corpo. Girei e comecei a me levantar, mas ela me pegou pelos cabelos e começou a marretar minhas costas. Cai de bruços e ela me aplicou a mesma chave de pernas que eu havia aplicado nela, aquela que você encosta o pé da sua adversária no próprio bumbum. A Thais sentou-se sobre minha perna, pegou um dos meus braços, torceu e colocou-o nas minhas costas e pegou meus cabelos e ergueu minha cabeça e começou a perguntar: - Desiste? E eu gemendo dizia não. A platéia ia à loucura. Eu precisava resistir, ainda haviam outras lutas e não poderia me dar ao luxo de perder essa, que era contra a adversária mais fácil. Como eu não desistia, ela tentou mudar o golpe. Ela me soltou, sem deixar de segura meus cabelos e começou a me levantar. Quando estávamos em pé, uma de frente para a outra, eu girei rápido, fiquei de costas pra ela, segurei no pescoço dela e lhe apliquei um balão. Quando ela levantou eu chutei a barriga dela, ela gemeu se dobrou fui para o lado e chutei de novo. Ela gritou e caiu de barriga pra baixo. Fui por cima dela, segurei seus dois braços, coloquei meu pézinho no meio das costas dela e puxei seus braços pra cima, ou seja, apliquei-lhe um surf board. Agora ela berrava. Judiei um pouquinho, mantendo aquele golpe por algum tempo. Passado esse tempo, eu a soltei. Quando ela tentou se levantar eu segurei um braço e uma perna dela e a fiz se deitar de costas no tatame. Feito isso fiz a montada invertida, me sentei sobre o seu peito, de frente para os pés e com seus braços presos sob minha pernas. Fechei as duas mãos e comecei a golpea-la no estômago. Ela gemia muito e pra se defender, ela levantou as pernas pra tentar me laçar e aí foi o fim dela. Quando ela passou as pernas pelo meu tórax, eu segurei seus pés e joguei o peso do meu corpo pra traz, aplicando nela um mach book. A essa altura a torcida delirava. Então foi aberta a contagem de 5 seg. debaixo dos gemidos dela, que não consegui se livrar. Ganhei essa luta e agora podia ir pra próxima mais tranquila.

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