
Lídia x Cristina
Lídia - Morena clara, 1,65 m 60 kg, cabelos pretos até os
ombros, seios pequenos, bumbum arrebitado tenho 33 anos. Arte marcial - Jiu-Jitsu
Cristina - Negra, 1,69 m 68 kg, olhos castanhos, cabelos curtos, seios pequenos,
bumbum arrebitado, e tem 35 anos. Arte marcial - Muay Thai
              
Estávamos num sítio, chovia. Eram mais ou menos 22 horas e resolvemos que aquele
dia a luta aconteceria na grama, o que nos deixou a todos muito excitados. A
grama estava molha e fria, apesar da noite quente. Tomamos posição e começamos
a girar e nos estudar. Já lutamos várias vezes e nossas lutas são sempre equilibradas.
Quando parti para o ataque, ela se abaixou e me jogou por cima de seu ombro.
Cai e me levantei rapidamente, mas não o suficiente para evitar um golpe. Como
ela já estava em pé, ela conseguiu me dar um soco no estômago que me tirou o
fôlego. Me abaixei apoiando um joelho e uma mão no chão, enquanto com a outra,
pressionava meu estômago tento respirar. Ela não teve dúvida, me puxou pelos
cabelos, me pegou numa gravata e me aplicou um balão. Cai de costas na grama
e até deslizei um pouco nela. Enquanto estava no chão, Cristina aproveitou e
me deu um pisão na barriga. Gemi de dor. Me encolhi toda e ela continuou o castigo.
Ela me pegou pelos cabelos e me colocou em pé. Me segurando pelos cabelos e
percebendo que eu estava sentindo muito os golpes que ela estava me aplicando,
não perdeu tempo em tentar me destruir. Me deu outro soco no estômago, seguido
de um soco nos rins do lado direito. Não conseguia espaço para reagir. Ela me
pegou muito forte logo de começo e eu não conseguia me recuperar. Os casais
que assistiam a luta estavam vibrando com o meu sofrimento e pode acreditar,
realmente eu estava sofrendo. Como a Cris não me aplicava nenhum golpe de imobilização,
eu não tinha como desistir. Cai de quatro e a Cris impiedosa me acertou no estômago
com um chute muito forte. Senti que meu corpo até subiu um pouco e eu desabei
na grama. A falta de ar era tanta que nessa altura a grama fria era o meu menor
problema. Fiquei deitada e imóvel, foi ai a coisa se complicou. Cristina pegou
minhas pernas e me aplicou uma chave de pernas, colocando meu pé esquerdo na
articulação do joelho da perna direita e dobrando essa perna até que meu pé
encostasse no meu bumbum. Sentou-se sobre essa perna que prendia meu pé, segurou
meus braços e me puxou pra cima forçando minha coluna. Comecei a gritar, mas
isso não mudou nada. Estava doendo muito, tanto as costas como minha perna e
a região da cintura. Agora eu já podia desistir, afinal ela estava me aplicando
um golpe onde eu não teria como sair. Cristina percebeu que eu iria desistir
e mais que depressa soltou meus braços, aí percebi que ela queria me judiar,
afinal eu já havia feito isso com ela uma vez. Me pegou pelos cabelos novamente
e me levantou. Eu só conseguia gemer. Fiquei curvada e ela me puxou me acertando
uma joelhada no estômago. Me aplicou outro balão e dessa vez caiu junto sobre
meu corpo, me aplicando um cross body pin. Deitada de forma transversal sobre
meus seios, prendeu um dos meus braços entre suas pernas e com uma das mãos
segurou o outro. Aí ela me socou a barriga e os rins umas quatro vezes. Estava
totalmente sem ar, mas ela não parava. Percebendo a minha situação difícil,
ela me soltou outras vez. Num movimento rápido, sentou-se sobre meu peito, prendendo
meus braços sob suas pernas e ficou aguardando, sem pressionar meu peito, para
que eu me recuperasse um pouco. Naquele instante a única coisa que conseguia
fazer era balançar o quadril para um lado e para o outro, até para me ajudar
a normalizar a respiração. Quando ela percebeu que minha respiração estava razoável,
ela ficou sobre os joelhos e sentou-se com força sobre meus seios. Virou o rosto,
olhou pra mim, deu um sorrizinho e me socou a barriga de novo. Levantei as pernas
pra me defender, ela segurou as duas colocando debaixo dos seus braços e me
aplicou um matchbook. Foi aberta a contagem de cinco segundos e no quatro ela
me largou e disse:
               - Não vai ser fácil assim não, hoje é minha vez de te judiar. Minha barriga
estava toda vermelha e dolorida. Então a Cris se levantou me pegou pelos cabelos
e segurando neles me deu três balões. Eu parecia um chicote na mão dela. Quando
ela me soltou, eu estava tonta, desorientada e estafada. Não tinha noção de
onde ela estava, só sei que ela se aproximou pelo meu lado esquerdo e me pisou
a barriga mais uma vez, ela adora bater nessa região. Gritei e ela simplesmente
ficou me observando. Me contorci e fiquei de barriga pra baixo. Calmamente ela
me pegou pelos cabelos outra vez, me obrigando a ficar de quatro. Então ela
passou suas pernas pela minha cintura, me aplicou um full Nelson e me levou
pro chão de forma que eu fiquei com as pernas erguidas e todo o peso dela sobre
o meu corpo me pressionando contra a grama molhada, e a chuva não parava. Eu
estava toda dolorida. Ai ela me perguntou:
               - Você desiste? Quando eu ia responder ela me soltou e se sentou sobre minhas
costas aplicou a chave de pernas de novo, me puxou pelos cabelos me obrigando
a levantar a cabeça, colocou as duas mãos sob o meu queixo e puxou minha cabeça
até encostar no peito dela. Ai eu não tinha saída e ela deixou que eu desistisse.
Quando ela me soltou, fiquei caída deitada acho que uns cinco minutos, debaixo
de chuva mesmo, acho que foi a melhor coisa que eu podia fazer pra me recuperar.
Não deixei nem que meu marido me ajudasse ou tentasse me levantar, só queria
ficar quietinha um minuto e sem apanhar. Era só isso que eu queria naquele momento.
Vê como a coisa é engraçada, foi só um pequeno vacilo da minha parte e acabei
tendo que aprender uma lição dolorosa.
Após esse dia, nunca mais entrei de forma displicente e todas
as nossas lutas são super disputadas e fortes. E procuramos judiar uma da outra
o máximo possível. Nossos maridos e os outros casais vão à loucura com nossos
confrontos.