
Lídia x Angélica
Lídia - Morena clara, 1,65 m 60 kg, cabelos pretos até os ombros,
seios pequenos, bumbum arrebitado tenho 33 anos. Arte marcial - Jiu-Jitsu
Angélica - Morena clara, 1,57 m 53 kg cabelos ruivos até os ombros,
seios médios, 33 anos. Arte marcial -- nenhuma
Round 1 ( Parte I )
              
Tudo começou através da rede. Nos conhecemos fizemos uma amizade muito forte.
Somos dois casais e temos o mesmo fetiche a mesma tara e que como pessoas arrojadas
e de cabeça firme, resolveram realizar. Não tem nada a ver com sexo e sim com
a sexualidade. Nós, os homens, imaginávamos como seria excitante ver nossas
esposas realizando o fetiche e elas por sua vez pensavam, como seria excitante
ver seus maridos morrendo de tesão ao vê-las ali, frente a frente, vestidas
e prontas para a disputa. Depois de alguns meses se conhecendo, se tornando
"íntimo" uns dos outros, um belo dia Angélica confidencia à Lídia que um dos
seus maiores fetiches era lutar com outra mulher, na frente de seu marido, independendo
se ela "bateria", ou, "apanharia" de sua adversária. Lídia num primeiro momento
acha aquela conversa estranha e não dá muita atenção ao que Angélica diz. Algumas
semanas depois, num outro encontro, Angélica torna a tocar no assunto e a reação
de Lídia é a mesma, indiferente ao que a amiga esta falando. Após alguns encontros,
Lídia começa a escutar Angélica que aproveita para expor exatamente o que é
esse fetiche, deixando claro que esta não é uma introdução para um swing. Que
a luta apesar de ser uma medida de força, uma troca de golpes, não é violenta.
A luta em si consiste apenas em imobilizar a adversária por um determinado limite
de tempo, não havendo troca de socos, chutes, mordidas, arranhões, beliscões,
golpes nos genitais e muito menos golpes traumáticos. Lídia começa a ouvir a
amiga e a cada encontro comenta a respeito do fetiche, até que um dia, Angélica
convida Lídia para ajuda-la a realiza-lo. Lídia se negou e foi muito firme em
sua posição. E assim foi por um longo tempo, até que num tão sonhado dia, Lídia
aceita a idéia de Angélica. Todos ficamos eufóricos, era tudo que todos nós
queríamos. A data e local foram marcados. Ao se encontrarem todos tremiam por
vários motivos, ansiedade, o nervosismo da primeira vez, o medo de não estar
fazendo a coisa certa, e vários outros "fantasmas" surgiram na cabeça de todos.
O evento teve que acontecer em um motel. Nós entramos no quarto e enquanto nossas
mulheres foram ao banheiro para se trocarem. Ficamos arrumando o local para
que elas pudessem lutar sem perigo de se machucarem. Algum tempo depois, com
tudo pronto, saem do banheiro Angélica e Lídia, lindas. O clima estava fantástico.
Eu tremia da cabeça aos pés. Ambas vestiam um shorts e uma camiseta regata,
quatro dedos abaixo dos seios. Estavam descalças e se encaminharam para o centro
do tatame montado para elas. Percebia-se que Lídia estava um pouco envergonhada
ainda, mas os olhos de Angélica brilhavam como estrelas. O erotismo do momento
era fantástico. Definimos que não haveria um juiz. Ficaríamos atentos e a qualquer
sinal de desistência, elas parariam a luta, ou caso uma delas não tivesse condições
de demonstrar que estava desistindo, um de nós interromperíamos o combate. Fora
isso, seríamos os segundos delas. Ambas sabiam o que era e o que não era permitido.
Se posicionaram no centro do tatame e Mauri deu o start dizendo:
- Lutem.
Começa a se realizar o fetiche. Estamos que não agüentamos de tesão. Elas começam
a girar e a se estudarem.

Lídia toma a iniciativa e tenta segurar Angélica pelos braços. Angélica muito esperta vai se esquivando.
De repente Angélica investe contra Lídia e a segura pelos cabelos, puxando-a com força, jogando-a de costas no chão e sem largar dos cabelos.
Lídia segura as mãos de Angélica e tenta escapar.
Angélica não permite e faz a montada. Ela se senta sobre os seios de Lídia prendendo seus braços sob suas pernas.
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