.:: Tradição Marajoara ::.


República de Marajó, 04 de Agosto de 2003

Edição 07


 

.:: Editorial ::.

 

Uma tradição não se constrói apenas com datas, e sim, com uma participação expressiva, envolvimento pessoal e diário. Bruno Crasnek foi um novato do tipo que logo nos primeiros dias de cidadania, arranjava "300" empregos, com os cidadãos mais antigos caindo em cima oferecendo "oportunidades". Isto porque ele desde o início se mostrou ativo e interessado pelo micronacionalismo. Bruno se aprofundou nos conhecimentos micronacionais, abraçou projetos de grande abrangência e enfrenta um enorme desafio no momento, que é conduzir a Presidência da República de Marajó.

 

Figura carismática, Bruno Crasnek é o entrevistado de hoje do Tradição Marajoara.

 

.:: Entrevista ::.

 

Tradição Marajoara - Olá Bruno, obrigado por colaborar com a revista Tradição Marajoara. Você está em Marajó desde quando?

Bruno Crasnek - O prazer é meu. Aliás, não imaginava fazer parte da "Tradição Marajoara"... Estou em Marajó há "apenas" um ano e quatro meses, nem 1/3 da história da nação....

 

TM - O que fez com que você resolvesse continnuar em Marajó até os dias atuais?

BC - Os amigos que eu conquistei aqui. Além dos meus inúmeros projetos inacabados. Decidi que só saio de Marajó em duas situações. Se tiver de apagar a luz e fechar as portas da nação ou se todos os meus projetos acabarem. Supondo que tenho projetos arquivados desde quando entrei em Marajó, e que continuo a elaborar projetos a cada dia... Continuarei por algum tempo aqui...

 

TM - Hoje, como você vê Marajó no tempo que vvocê chegou?

BC - Mais ativa. Com um grande potencial mal aproveitado. Muitas vezes, ao reler o arquivo de mensagens, não reconheço a Marajó daquela época.

 

TM - E como você espera que Marajó esteja daqqui a alguns anos?

BC - Espero que esteja mais estruturada. Venho trabalhado para fortalecer as bases da micronação, propondo um crescimento qualitativo na atividade e dando margem aos novos projetos.

 

TM - Quais são seus projetos pessoais para o futuro em Marajó? E como e quando pretende realizá-los?

BC - Um grande projeto de reforma da legislação, que vem sido produzido, no intuito de revisar a constituição, adequá-la às regras do Direito. Venho trabalhando no sentido da normalização do governo, seja através das notas oficiais, da nova numeração dada à legislação. Depois de uma ampla reforma nas bases, teremos estrutura para crescer não só em quantidade, o que torna a atividade fútil, inútil; mas em qualidade.

 

TM - Fazendo um Top Histórico Marajoara de toodos os tempos, destaque para nós:

- 03 Pontos Positivos:

Transição para a República (que não presenciei);

Fundação da OLAM;

Saída da OLAM.

 

- 03 Pontos Negativos:

Pretória (inevitável);

Judiciário marajoara;

Eleições 2002.1, 2003.1

 

- 03 Personalidades Importantes:

Rodolfo Winotz;

Caroline Haddad;

Wagner Campodonio (os três sem nem piscar)

 

TM - Fazendo um "ping-pong" sobre BBruno Crasnek, o que você nos diria sobre:

1 - Seu melhor momento pessoal: Minha primeira indicação ao Ministério das Relações Exteriores.

2 - Seu pior momento pessoal: A crise nas eleições do 1º semestre de 2003.

3 - Um projeto seu, que agradou e deu certo:: O Projeto de Regionalização

4 - Um projeto seu, que era bom, ee que mereceria ser reativado: O Instituto Micronacional de Educação Tecnológica. Quando ele estava em vias de ser inaugurado, deixei a pasta da Educação e Cultura

5 - Um grande amigo marajoara que já não está mais em Marajó: Citarei dois: Filipe Depardier e Matheus Pataxó.

6 - Uma histórica mancada sua: As três vezes em que me referi ao ex-embaixador de Pasárgada, Alexandre Ballestero, como valtar. São três mancadas históricas :)

 

TM - Bruno, mais uma vez, muito obrigado pelaa sua participação. E para finalizar, que recado você deixaria para todos os leitores do Tradição Marajoara?

BC - Eu que agradeço. É gratificante ser incluído entre grandes nomes, como Eduardo Gimenez e Rodolfo Winotz. O único recado que eu deixo é mais um pedido: Seja apaixonado por sua micronação. O micronacionalismo ético, o novo micronacionalismo, o micronacionalismo justo ou sei lá como o chamam só será alcançado quando todos dedicarem-se à sua micronação. Não é fácil pedir isto, ainda mais com a vida que levamos, mas este é o único jeito de tornar o micronacionalismo mais ativo

 


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.:: Edição 07 - 04 de Agosto de 2003 ::.

 

Jornalista Responsável: Wagner Bacciotti Campodonio (MTIS)

 

Entrevistado: Bruno Crasnek

 

O Tradição Marajoara é um informativo criado pelo Projeto Tradição, do Ministério do Trabalho e Integração Social (MTIS) da República de Marajó, desde o governo 2003.1. Com este informativo, visamos homenagear os marajoaras que já fazem parte de nossa história, e ao mesmo tempo levar aos demais marajoaras e micronacionalistas de outras micronações um melhor conhecimento sobre o o cidadão homenageado, e por consequência, de Marajó.


 

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