O Juízo Final
© Francisco de Carvalho
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Primeira Parte
É de conhecimento público que, ao longo da nossa
milenar história, profetas conceituados - João Evangelista, Paulo
de Tarso, Nostradamus, etc., e, sem dúvida, o maior deles, Jesus
de Nazaré - e também abalizados
instrutores espirituais - com destaque para Ramatis, haja vista as profusão
e clareza de detalhes explicados em seu livro "Mensagens do Astral",
psicografado por Hercílio Maes, da Editora do Conhecimento - todos eles
insistem em nos advertir a respeito das extremas e vitais importância, gravidade
e seriedade, para toda a humanidade terrestre, do chamado "Juízo
Final". Sendo assim, podemos admitir, com imparcialidade e à luz do raciocínio
científico, três possibilidades:
-- Primeira hipótese - Trata-se da maior coincidência que se tem
notícia neste mundo.
-- Segunda hipótese - Todos aqueles veneráveis seres decidiram contar
as mesmas mentiras, cada um em sua época.
-- Terceira hipótese - Todos eles apenas repetiram as mesmas verdades,
cada um à sua maneira.
Agora, responda a três perguntas:
-- Na sua opinião, qual dessas três hipóteses deve ser a verdadeira?
-- Pelo sim pelo não, você concorda que o futuro imediato de todos nós pode
estar em jogo?
-- Você não acha que é sensato, pelo menos, analisar este assunto à
luz da lógica e da razão?
Por que Juízo
"Final"?
A nossa história
registra vários Juízos "Parciais" e localizados - todos eles
profetizados - que resultaram na destruição parcial ou total de determinadas
cidades, por exemplo, Sodoma, Gomorra, Pompéia, Herculano, Babilônia, Roma,
etc. Porém, o caso mais famoso de todos é o de Noé, que os iniciados sabem
que foi o rei da desaparecida Atlântida que, juntamente com seus poucos
seguidores, sobreviveram ao bíblico dilúvio - que enterrou no mar aquela
civilização - porque somente eles deram ouvidos às profecias da época.
Mas o iminente Juízo "Final", como o próprio nome indica, trata-se
de um evento inédito e derradeiro - tipo "a última chance" -
cujo palco será todo o nosso planeta, e não mais isoladamente esta ou aquela
cidade, nação ou povo.
Então...
devemos acreditar em todas as profecias?
Seríamos fanáticos,
ou loucos, ou pelo menos tolos, se déssemos crédito a todas as profecias
porque, como sabemos muito bem, também existem os falsos profetas. Quem bem
esclarece isto é Paulo de Tarso, na sua
epístola aos Tessalonicenses (V:20-21):
"Não deveis desprezar as profecias, e sim
examinar tudo e abraçar o que é bom!"
O mais
importante é sobreviver ao Juízo Final?
É lógico que não!
Isto não é o "x" da questão porque, do ponto de vista exclusivo da
morte em si mesma, tanto faz desencarnar antes, durante ou depois do Juízo
Final. Além disto, como lembra João Evangelista
- Apocalipse, XX:13 - tanto os "vivos" (encarnados) quanto os
"mortos" (desencarnados) serão igualmente julgados:
"E o mar deu os mortos que estavam nele. E a morte
e o inferno deram os seus mortos que estavam neles. E se fez juízo de cada um
deles, segundo as suas obras."
O que
é mais importante?
Como em todo e
qualquer exame final que se preza, o que verdadeiramente importa é ser aprovado
por legítimos méritos próprios, e - no presente caso - ser considerado um
"direitista de Jesus" no Juízo Final do nosso primeiro grau evolutivo
que agora está sendo concluído.
Eis o que Jesus nos
avisou, na narrativa de Mateus (XXV:32-34):
"E todas as nações serão reunidas diante dEle,
e Ele apartará uns dos outros, como o pastor aparta dos bodes as ovelhas. E porá
as ovelhas à sua direita, mas os bodes à esquerda. Então Ele dirá aos que
estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o
reino que vos está preparado desde a fundação do mundo."
Ele mesmo, Jesus - (Mateus, V:5) - em sua infinita sabedoria, tanto nos
deu uma pista do critério de seleção
dos "direitistas" quanto deixou claro que somente os aprovados
no Juízo Final terão direito de continuar vivendo na Terra do 3° milênio,
já promovida a escola evolutiva do segundo grau:
"Bem aventurados os mansos, porque eles herdarão
a Terra!"
E
quanto aos reprovados?
Também tal qual em
todo exame final que se preza, os reprovados terão que recomeçar o seu
aprendizado desde o primeiro dia de aula. Por isto, no Juízo Final, os que
ficarem "à esquerda de Jesus" serão imediatamente deportados para
outro planeta cujas condições atuais sejam iguais às da pré-história da
Terra, quando aqui começamos a cursar o nosso primeiro grau evolutivo.
Em outras palavras - Os reprovados no Juízo Final, os
"esquerdistas", lamentavelmente sofrerão atraso de milhares de
anos na sua evolução espiritual!
Qual é
a finalidade do Juízo Final?
Inicialmente,
lembremo-nos que "não cai uma folha sem o conhecimento e sem o
consentimento do nosso Pai Perfeito", portanto, o crescimento evolutivo
individual e coletivo de todas as criaturas divinas é monitorado, com absoluta
perfeição, por Ele, Deus. Assim sendo, ao longo dos milhares e milhares de
anos do nosso primeiro grau evolutivo na Terra, tivemos "n" chances
- através de nossas muitas reencarnações - tanto de progredir quanto de
acertar contas com a Lei de Justiça do Universo, inclusive com a esporádica
ocorrência daqueles Juízos Parciais.
Porém, em paralelo, outros importantes fatores também são observados pelo Juízo
Final. Por exemplo:
-- Como tudo no Universo, o nosso planeta também evolui, sempre dentro de uma
perfeita programação divina. Portanto, estamos (literalmente) às vésperas da
promoção deste nosso belo planeta azul que, no iminente 3° milênio,
em pouco tempo passará de escola evolutiva do primeiro grau para escola
evolutiva do segundo grau.
-- Entretanto, para implantar essa promoção planetária é indispensável
fazer uma higienização global e completa na Terra, tanto na parte física
propriamente dita, tão mal utilizada por nós há tanto tempo, quanto no seu
magnetismo que atualmente é extremamente deletério como resultado de milhares
de anos de nossos maus pensamentos, sentimentos, emoções, palavras, ações,
etc.
-- Infelizmente, isto exigirá aquelas profetizadas providências globais drásticas,
do tipo "limpeza geral com ácido", que mudarão a geografia deste
planeta e reduzirão para 1/3 a atual população encarnada na Terra.
-- Como é evidente, somente conquistarão o privilégio de continuar vivendo na
(nova e saneada) Terra do 3° milênio aqueles de nós que forem promovidos
para o segundo grau evolutivo.
-- E a única maneira de selecionar esses
promovidos é realizando um Juízo Final, ou teste final deste nosso
atual primeiro grau evolutivo, capaz de separar o "joio do trigo" e as
"ovelhas dos lobos", enfim, os "direitistas dos
esquerdistas".
É
duro! É difícil aceitarmos!
Mas é a pura verdade!
Os reprovados no
iminente Juízo Final, os "esquerdistas", perderão a última
chance de, agora, serem promovidos para o segundo grau evolutivo. No
entanto, nem agora nem nunca eles serão deserdados por Deus, e sim
imediatamente terão a chance de recomeçar o primeiro grau evolutivo,
desde o a-b-c, em outro planeta primitivo que lhes seja escola evolutiva do
primeiro grau.
E nesse novo planeta primário onde forem viver, inicialmente serão os
"homens das cavernas" de lá, no entanto, daqui a milhares de anos
todos eles terão, novamente, a chance de serem promovidos ao segundo
grau evolutivo.
Quais
serão aqueles tão profetizados
e tão trágicos acontecimentos mundiais?
Os profetas e
instrutores espirituais nos advertem que a insânia do homem produzirá, neste
final do 2° milênio, outra guerra mundial, desta vez com o emprego maciço
de armas nucleares e, talvez, de raios incendiários. Isto, secundado pela
proximidade do Astro Higienizador - aquele que receberá os
"esquerdistas", dos quais será o novo e primitivo lar cósmico-
destruirá grande parte dos continentes, dizimará 1/3 da atual humanidade e
produzirá a verticalização do eixo da Terra, cujas conseqüências
mundiais serão maremotos, inundações, terremotos, etc. que, por sua vez,
provocarão a morte de outro 1/3 da população e aumentarão a massa aquática
do nosso planeta.
Em resumo - Como conseqüências desses três
agentes - guerra mundial + Astro Higienizador + verticalização do
eixo da Terra - morrerão 2/3 da atual humanidade terrena e a geografia do nosso
planeta será reduzida a apenas três continentes.
Por exemplo, profetizou João em seu
Apocalipse:
(VIII:2-5) - "E vi os sete anjos que estavam
diante de Deus, e lhe foram dadas sete trombetas. E o anjo tomou o turíbulo, e
o encheu de fogo no altar, e o lançou sobre a terra, e logo se fizeram trovões
e estrondos, e relâmpagos, e um grande terremoto."
(VIII:7) - "E tocou o primeiro anjo a trombeta, e formou-se uma chuva de
pedra e de fogo, misturada com sangue, que caiu sobre a terra. E a terra foi
abrasada em sua terça parte, e também queimada a terça parte das árvores e
de toda a erva verde."
(VIII:8-9) - "E se tornou em sangue a terça parte do mar. A terça parte
das criaturas, que viviam no mar, morreu, e a terça parte das naus
pereceu."
(VIII:10) - "E tocou o terceiro anjo a sua trombeta, e caiu do céu uma
grande estrela cadente como um facho, e caiu sobre a terça parte dos rios, e
sobre as fontes das águas."
(VIII:12) - "E foi ferida a terça parte do Sol, e a terça parte da Lua, e
a terça parte das estrelas." (Modificação do panorama celeste, 23° e
30", decorrente da verticalização do eixo da Terra, que João estimou em
um terço)
(XVI:18-21) - "E houve um grande tremor de terra, tal e qual grande
terremoto, qual nunca se sentiu desde que existiram homens sobre a Terra."
(Inédito movimento sísmico global, decorrente da verticalização do eixo da
Terra)
(XVI:19) - "E a grande cidade (a Terra) foi dividida em três partes (três
continentes)."
(XVI:20) - "E toda a ilha fugiu, e os montes não foram achados."
Como outro exemplo da profetização da aproximação do Astro Intruso ou
Higienizador, assim relatou Nostradamus
(3:34):
"Quando o Sol ficar completamente eclipsado,
passará em vosso céu um novo corpo celeste, que será visto em pleno dia. Mas
os astrônomos não darão crédito e interpretarão os efeitos de outro modo,
por isso, ninguém terá provisões em face da penúria, porque este corpo é
abrasador."
O
iminente destino de todos nós já está selado?
Os nossos Mentores,
por exemplo Ramatis, esclarece-nos que a
maioria da humanidade está tão apegada aos bens terrenos e aos gozos dos
prazeres materiais - e, conseqüentemente, tão distanciada daqueles elementares
princípios superiores do espírito que caracterizam a humanidade do 3° milênio
- que eles, sem dúvida, já são "esquerdistas". Mas, da minoria de nós
- ou seja, daqueles que pelo menos se esforçam muito tanto para elevar
seus valores éticos e morais quanto para praticar as Fraternidade e
Solidariedade - uns já são legítimos
"direitistas" e outros ainda têm chances
de serem "direitistas".
Por que
devemos crer que
o momento decisivo do Juízo Final está bem próximo?
Cada Juízo Parcial
anterior - Sodoma, Gomorra, Pompéia, etc. - ocorreu justamente quando o perfil
psicológico negativo da maioria da sociedade atingiu um determinado limite
máximo prejudicial à evolução espiritual individual e coletiva:
Inversão de valores éticos e morais, a ponto de ser
raro ou até criticável ser honesto e correto. Dissolução dos bons costumes.
Extremas injustiças e insensibilidades sociais. Predominância social, política
e econômica do mal sobre o bem, dos maus sobre os bons e dos fortes sobre os
fracos. Proliferação dos falsos profetas e do mau uso de religiões. Avidez
pelo gozo dos prazeres materiais. Exaltação da sensualidade. Deturpação e até
promiscuidade da atividade sexual, etc.
Vale a pena repetir que Deus monitora
a evolução individual e coletiva de cada uma e de todas as criaturas divinas.
Por este motivo, é fácil compreender que os Juízos Parciais - por um lado -
sempre ocorreram quando a efervescência negativa social alcançava o limite
máximo suportável pelo direito humano ao exercício do livre-arbítrio
individual, e - por outro lado - sempre serviram de freio compulsório àquelas
degradações tão extremas e tão prejudiciais à evolução espiritual
individual e coletiva.
-- Por algum acaso, o iminente Juízo Final deveria desconsiderar
tais fatores sociais e espirituais?
-- Ou então, por outro acaso, o atual perfil psicológico da maioria da
humanidade é diferente daquele que justificou e exigiu os anteriores Juízos
Parciais?
Além disto, analisemos outros três sinais:
Embora os sublimes ensinamentos de Jesus não sejam praticados pela maioria
esmagadora da humanidade, atualmente o Evangelho que Ele nos trouxe é conhecido
em praticamente toda a Terra, e é pregado na maioria dos países por
milhões de católicos, evangélicos, espíritas, etc. Recordemos o que Jesus
nos disse (Mateus, XXIV:14) a respeito dessa divulgação máxima do Evangelho:
"E este Evangelho do Reino será pregado em todo o
mundo, em testemunho a todas as gentes. E então virá o fim!"
Lembrando que, na época bíblica, profetizar também significava exercer
mediunidade ou paranormalidade, questionemos e observemos o seguinte: Em
qualquer época anterior existiram tantos médiuns e paranormais quantos
os que proliferam atualmente na nossa sociedade e até nos seios das nossas famílias?
A este respeito, recordemos o que Pedro
(Atos dos Apóstolos, II-17) nos informou, confirmando o que outro profeta, Joel,
dissera há mais de 600 anos:
"E acontecerá nos últimos dias, diz o Senhor,
que Eu derramarei do meu espírito sobre a carne e profetizarão vossos filhos e
vossas filhas, e vossos mancebos terão visões."
Finalmente, resta destacar a "coincidência" de que o próximo
dia 31 de dezembro de 2000 não será apenas um final de ano, igual a tantos
outros que a nossa atual geração já presenciou, e nem mesmo apenas um findar
de século, o que será inédito para a esmagadora maioria desta nossa geração,
e sim uma mudança de milênio. E lembrando que cada era ou ciclo astrológico
dura 2.160 anos, este ano de 2.000 é marcado por outra "coincidência"
extremamente significativa porque encerra a era de Peixes e inicia uma nova
era, a de Aquário.
O que
os nossos mentores
nos aconselham a fazer agora?
Por um lado, é lógico
que eles nunca estimulariam o nosso pânico nem o nosso desespero. Muito pelo
contrário! Portanto, como amostragem desse tipo de aconselhamento dos nossos
mentores, serve muito bem aquilo que nos recomenda Ramatis
em "Mensagens do Astral":
"Não vos impressioneis, portanto, e aguardai, na
rotina comum de vossas vidas, o dia em que o Alto vos pedirá provas de amor, de
bondade e de perdão!"
Por outro lado, em relação àqueles de nós que ainda não são mas ainda
têm chances de ser "direitistas", o conselho óbvio é, a
partir de agora, aproveitarmos o pouco tempo que nos resta para, da
maneira mais concentrada e dedicada possíveis, desenvolvermos, em nós
mesmos, aqueles princípios superiores do espírito que tão claramente nos
ensina o sublime Evangelho de Jesus.
No Juízo
Final,
o que será avaliado e julgado em nós?
Considerando que
todos nós estamos no início da nossa evolução, obviamente não nos será
exigido perfeição de nenhuma espécie. E sim, os "direitistas" - por
exemplo, conforme esclarece Ramatis,
naquele mesmo livro - serão:
"Criaturas cujas vidas houver representado um
esforço à procura da bondade, do amor, da honestidade, da renúncia em
favor do próximo, no cumprimento dos preceitos renovadores do Evangelho."
Todos nós temos sensores internos para estas coisas tão
importantes, principalmente quando estão em jogo as nossas condições de vida
- felicidade e bem-estar, ou sofrimentos e dificuldades atrozes - do nosso
futuro a curto prazo. Portanto, quem sentir
que deve dar o devido crédito àquelas milenares e múltiplas profecias, quem sentir
que o "fim dos tempos" é chegado, e quem sentir
que o "Juízo Final" está próximo, muito próximo, que
imediatamente decida (e cumpra) dar a devida prioridade a esta realidade
e, conseqüentemente, a partir de agora considere decisivo para o seu bem estar,
a curto prazo, a sua máxima possível concentração de esforços em prol do
desenvolvimento, em si mesmo, daqueles valores
espirituais segundo os quais seremos avaliados e julgados!
Lembremo-nos que muitos de nós ainda têm tempo de se transformarem em
"direitistas".
Boa sorte!
Segunda Parte
Na Primeira Parte,
resumidamente analisamos o Juízo Final numa visão global, sem particularizar
esta ou aquela região da Terra, sempre com base em previsões e esclarecimentos
de profetas e instrutores espirituais tidos como confiáveis. Agora, nesta
Segunda Parte, continuaremos analisando o Juízo Final, também de maneira
resumida e com aquele mesmo tipo de embasamento, porém enfocando o Brasil.
Por que o Brasil?
Mentores espirituais
do quilate de Emmanuel, André Luis, Bezerra de Menezes, Joanna
de Angelis e Ramatis afirmam, unanimemente, que há mais de 500 anos
- ou seja, desde antes da "descoberta" ou existência política do
Brasil - este país vem sendo cuidadosamente preparado pela Alta Espiritualidade
da Terra para ser, no iminente 3° milênio, nada mais nada menos do que o celeiro
material e espiritual da humanidade terrena.
Isto é plenamente confirmado, em detalhes abundantes e específicos, na obra "Brasil,
Coração do Mundo, Pátria do Evangelho", publicada pela Federação
Espírita Brasileira, ditada por Humberto de Campos e recebida pela confiável
mediunidade de Chico Xavier, cuja 1ª edição ocorreu em 1938.
Portanto - Está esclarecido que o presente destaque para o Brasil não
é bairrismo - ou seja, o autor desta análise do Juízo Final não está
"puxando a brasa para sua sardinha brasileira" - e sim, muito pelo
contrário, trata-se de uma particularização plenamente justificada pela
honrosa e privilegiada predestinação histórica
deste país em benefício de toda a humanidade terrena do 3° milênio!
Por que
"Celeiro Material e Espiritual"?
"Celeiro
Material" porque tanto a gigantesca extensão territorial quanto o
clima ameno como a alta qualidade das terras brasileiras possibilitam a produção
de enorme quantidade de alimentos e de outras riquezas naturais.
"Celeiro Espiritual" porque a índole pacífica, hospitaleira,
resignada, simples, alegre e religiosa do povo brasileiro é - dentre todos os
atuais povos da Terra - a mais propícia para a futura vivência plena do Evangelho
de Jesus.
Por que
o Evangelho de Jesus?
Por que não o também elevado Evangelho de Buda?
Ou o de Moisés ou os de outros?
Em primeiro
lugar - Ramatis,
em todas as suas obras e especificamente em "O
Sublime Peregrino" -
psicografado pelo saudoso Hercílio Maes e atualmente publicado (*) pela Editora
do Conhecimento - afirma categoricamente que, dentre todos os respeitáveis,
venerandos e elevados instrutores espirituais já vindos à Terra, Jesus de
Nazaré foi e é o maior de todos,
portanto, segundo Ramatis, Jesus foi e é o pastor-mor de todo o rebanho terreno
e o legítimo governador espiritual deste planeta.
(*) - Inicialmente, todos os livros de Ramatis foram
publicados, única e exclusivamente, pela Livraria Freitas Bastos. Atualmente,
tal exclusividade cabe à Editora do Conhecimento, de Limeira SP (FoneFax: 19
451-0143 - e-mail: [email protected] - home page: www.edconhecimento.com.br).
Em segundo lugar - Sem nenhuma
exceção, todas as confiáveis obras espíritas que tratam deste assunto
afirmam a mesma coisa.
Em terceiro lugar - Em verdade, todas as
religiões cristãs crêem piamente nisto.
Em quarto lugar - A Bíblia contém semelhantes afirmações. Por
exemplo, João (XVIII:36) relatando a conversa de Jesus com Pilatos:
"O meu reino não é deste mundo. Se o meu reino
fosse desse mundo, pelejariam os meus servos para que eu não fosse entregue aos
judeus. Mas agora o meu reino não é daqui."
Novamente João Evangelista (XI:15), ao narrar, como sempre
simbolicamente, a sua visão do Apocalipse:
"E tocou o sétimo anjo a sua trombeta e houve no
céu grandes vozes que diziam: Os reinos do mundo vieram a ser de nosso Senhor e
do seu Cristo, e ele reinará para todo o sempre."
Conclusão -
Temos embasados motivos para acreditar que, a partir do iminente 3° milênio, a
humanidade terrena - finalmente... após 2.000 anos... - começará a vivenciar
o reinado
do sublime, fraterno, solidário e amoroso Evangelho de Jesus!
Além disto - atenção! - Ramatis também afirma categoricamente
que Jesus foi (e é) o mais elevado representante e intérprete do Cristo da
Terra!
Mas...
Jesus não é o Cristo da Terra?
Ramatis,
principalmente em "O Sublime Peregrino" e também em outras obras de
autoria dele, esclarece-nos:
Os três macro degraus (ou níveis) evolutivos são: Hominal (homem), Angélical
(anjo ou avatar) e Arcangélico (arcanjo ou cristo). Nós, seres humanos terráqueos,
estamos, obviamente, no primeiro macro nível evolutivo. Quando tivermos
desenvolvido suficientemente as "asas do anjo" (Sabedoria e Amor) e não
mais tivermos débitos cármicos, seremos promovidos a Anjos ou Avatares.
Nesse dia distante, muito distante, estaremos dispensados das encarnações
compulsórias e seremos os "braços-direitos" dos Cristos do Universo.
Depois, muito depois, muito, muito tempo depois, quando tivermos atendido às
exigências necessárias, seremos elevados a Cristos ou Arcanjos,
e seremos os "braços-direitos" de Deus, quando seremos os criadores e
mantenedores de satélites, planetas, estrelas, sistemas solares, galáxias,
etc. Cada grupo de Anjos ou Avatares trabalha subordinado ao Cristo de um
planeta, que, por sua vez, é subordinado ao Cristo daquele Sistema Solar, que,
por sua vez, é subordinado ao Cristo daquela Galáxia, que, por sua vez, é
subordinado a Deus.
Em resumo - Aqui, na Terra, sob ordens diretas do nosso Cristo
Planetário, trabalharam e trabalham vários Anjos ou Avatares, cada um com sua
missão específica e quase sempre com atuações mais ou menos localizadas
e/ou dirigidas a estes ou aqueles povos. Entretanto, o Anjo ou Avatar
mais elevado de todos que já nasceu neste planeta, aquele cuja verdadeira área
de atuação abrangeu e abrange toda a Terra
foi e é o insuperável Jesus de Nazaré!
Para confirmar, ratificar e corroborar esse esclarecimento de Ramatis, vejamos,
novamente, aquele mencionado trecho do Apocalipse (XI:15) e constatemos que João
Evangelista, claramente, menciona Jesus "e o seu Cristo"
como duas pessoas distintas:
"E tocou o sétimo anjo a sua trombeta e houve no
céu grandes vozes que diziam: Os reinos do mundo vieram a ser de nosso Senhor e
do seu Cristo, e ele reinará para todo o sempre."
Então...
o Evangelho de Jesus...
é o Evangelho do Cristo da Terra?
Jesus foi e é o
executor-mor das determinações do Cristo da Terra. Este, por sua vez, foi e é
o "braço-direito" de Deus na Terra. Assim sendo, é fácil
compreender que o Evangelho de Jesus é o código de ética, de moral e de
religiosidade ditado por Deus ao Cristo da Terra para reger a humanidade
terrena do 3° milênio!
Por que
o Evangelho de Jesus
(e do Cristo da Terra e de
Deus)
é um Código de Religiosidade,
e não um Código Religioso como muitos julgam ser?
Religiosidade é a
voluntária ligação (ou religação) da criatura humana com o seu Criador.
Atualmente, a Religiosidade humana pode se manifestar através de dois diferentes
caminhos:
Por um lado - Na esmagadora maioria das vezes, a Religiosidade ocorre de maneira
indireta porque o ser humano só consegue se ligar ao seu Criador com o
auxílio de uma determinada Religião que mais se afine com ele, Religião
essa da qual ele se torna praticante, seguidor e cumpridor - mais ou menos fiel
e mais ou menos de modo liberal ou radical - dos ensinamentos daquela doutrina.
Este caso - repetindo, atualmente a mais comum manifestação de Religiosidade
humana - abrange os católicos (das igrejas romana, brasileira, ortodoxa grega e
russa, etc.), protestantes ou "evangélicos" de diferentes correntes
(adventistas, batistas, pentecostais, mórmons, presbiterianos, testemunhas de
Jeová, etc.), budistas, judeus, espíritas, muçulmanos e muitas dezenas de
outras religiões.
Por outro lado - Embora em bem menor número, existem pessoas que
praticam sua Religiosidade de maneira direta, ou seja, elas
conseguem se ligar ao Criador sem precisar se filiar a nenhuma Religião em
particular, embora respeitem todos os credos religiosos e até possam se afinar
mais ou menos com essas ou aquelas doutrinas religiosas mais avançadas.
Os relativamente poucos seres humanos que praticam essa
Religiosidade direta são aqueles popularmente chamados de
"espiritualistas" e/ou "ecléticos" e/ou "ecumênicos"
e/ou "universalistas".
Voltando à Bíblia - Se analisarmos atentamente, de ponta a
ponta, todo o Evangelho de Jesus (Novo Testamento) constataremos que ele não
tinha, não pregou e nem criou nenhuma Religião, e sim Jesus - além
de ser o expoente máximo tanto da pregação quanto da prática incondicional
do amor ao próximo - tinha e pregou, também incondicionalmente, amor, louvor,
respeito, veneração e gratidão a Deus, ou seja, ele
praticou e ensinou a Religiosidade pura e simples!
Em outras palavras - O sublime Evangelho de Jesus (e do Cristo da Terra,
e de Deus) é o código eclético, ecumênico
e universalista da Religiosidade mais adequada ao cidadão terreno do 3° milênio!
Voltando
ao Juízo Final,
o que deverá ocorrer com o Brasil?
Pela lógica,
para o Brasil poder cumprir, no iminente 3° milênio, aquela sua tão
importante predestinação histórica de abrangência planetária, o
território brasileiro, ou pelo menos a sua maior parte, precisaria ser preservado
das iminentes catástrofes globais. A este respeito, pelo menos uma referência
pode ser conferida e, por muitos, até ser considerada confiável haja vista o
elevado conceito que tem o seu autor, Irmão X.
No meio espírita e espiritualista sabe-se que
"Irmão X" é o pseudônimo adotado, a partir de determinada época,
por Humberto de Campos, aquele mesmo que ditou o anteriormente mencionado livro
"Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho".
Irmão X, no livro "O Terceiro Milênio" - ditado por ele em 1956
ao médium Aiçor Fayad, com prefácio de André Luis, publicado em 1999 pela
Editora do Conhecimento - informa que tanto o Brasil quanto toda a América
do Sul pouco sofrerão com os cataclismos que em breve sacudirão a Terra.
Entretanto, mesmo admitindo que tal informação seja verdadeira, resta saber se
aquela afirmação "pouco sofrerão" deve ser entendida absolutamente
ao pé da letra, ou se é uma expressão "relativa" que - face à
extraordinária dimensão mundial das catástrofes que destruirão continentes
inteiros e farão perecer 2/3 da atual população encarnada na Terra -
classifica como "pequenos" os grandes prejuízos que ocorrerão na América
do Sul e no Brasil...
--- X ---