Crônicas

 

Os aprovados do meu listão

     Talvez não interesse muito aqui, mas pra Bom Jesus será importante. Eu quero mencionar hoje no espaço, que afinal vai ficar aí pra sempre, alguns personagens que não podem cair no esquecimento. Já andei falando do ginásio lá do meu Bonja, que completa agora 50 anos, e, ao invés de ficar num blábláblá solene e autoridades, eu pensei que seria mais justo falar deles. E a crônica desta semana será somente isso: pessoas.
     Amadeu, Rufino, Getúlio, Ludovico e Valentim. Estes eram os freis capuchinhos que, com o Ginásio pronto, em 1956, se mudaram da casa paroquial para o novo prédio. Imaginem, três andares em Bom Jesus há 50 anos!
     Projetado para ser residência e internato, o ginásio tinha ainda como professores Ary Keller e Marilda Borges Silveira. O curso primário ficava por conta de Ilma Jacoby, Nivalda Gomez e Zilá Teixeira.
     E, numa experiência inédita, os três primeiros alunos internos foram Paulo Rodigheri, Dílson Barcellos e Sevenir Ferreira Pereira.
     A construção do prédio veio suprir a falta de espaço para o ensino secundário, pois o “ginásio” funcionava antes na Casa Paroquial. E uma das atrações da inauguração foi justamente a entrega de diplomas para a primeira turma.
     Eram estes os formandos: Aderly Ramos, Aldo Campetti, Antônio Oliveira de Camargo, Clóvis Marcanzoni Tietböhl, Cléia Dutra Vieira, Elzira Jacoby Boeira, Guaracy Antônio Velho, Helena Kuse, José Hernani de Boni, João Jacoby Boeira, José Volter Pereira Costa, Juarez Gomez, Leonor Grazziotin, Maria Helena Ramos Rosa, Maria Leda Pereira Costa, Maria Nídia Dutra Vieira, Nery Saturnino Dutra, Neusa Cardoso Moojen (oradora), Neusa Maria Velho, Olinda Souza Rosa, Raul Kramer Borges e Tubiraja Barcelos.
     É isso aí. Há muitos outros envolvidos e volto ainda a registrar.

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