.Ata da Reunião do Conselho Consultivo do Condomínio Villa Verde
Realizada no dia 16 de dezembro de 1.995
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.Ata da Reunião do Conselho "Administrativo" do Condomínio Villa Verde
Realizada no dia 11 de maio de 1996
Participantes da reunião:
Função na Reunião |
Função no Condomínio |
Função no Conselho Administrativo |
Nome |
área |
Dirigente da 1a parte da pauta |
Coselheiro consultivo |
Conselheiro de obras |
Milton Simoni Pujiz |
06 |
Dirigente da 2a parte da pauta |
Condômino |
Conselheiro de obras |
Sebastião Kelmo de Oliveira |
57 |
Conselheiro administrativo |
síndico |
Conselheiro fin.adm. e obras |
Mauro Israel de Carvalho |
02 |
Conselheiro de obras |
sub síndico |
Conselheiro adm. e obras |
NelsonToshiakazuShiramizu |
50 |
Conselheira financeira |
Conselheira consultiva |
Conselheira financeira |
Mariana Mara M. de Souza |
57 |
Cons. Adm. e Secret.da pauta |
Condômino |
Conselheiro administrativo |
Celso Donizetti Lyra |
37 |
Conselheiro administrativo |
Conselheiro Consultivo |
Conselheiro administrativo |
Raul Ribas |
12 |
ouvinte/participante |
Condômino |
-o- |
Jeremias Batista de Alcântara |
10 |
ouvinte/participante |
Condômino |
-o- |
Sidney Eduardo Frantov |
25 |
relator de fatos recentes |
responsável pela segurança |
-o- |
Sr. PM. Silva |
-o- |
Ausências previamente justificadas:
Razão apresentada |
Função no Condomínio |
Função no Conselho Administrativo |
Nome |
área |
Compromissos profissionais |
Conselheiro consultivo |
Conselheiro administrativo |
Fernando J. Santana Brazil |
13 |
Compromissos familiares |
Condômino |
Conselheiro administrativo |
Nilton Donizete Rodrigues |
11 |
Doença em família |
Condômino |
Conselheiro de Obras |
Sebastião Clóvis T. Neto |
66 |
Viagem profissional |
Conselheiro consultivo |
Conselheiro administrativo |
Vicente Rudney Luca |
01 |
Ordem do Dia e Conclusões Havidas na Reunião:
Assuntos
da Comissão Administrativa:
1. Análise do Contrato e/ou proposta da advogada encarregada das
cobranças dos inadimplentes. O Sr. Mauro, síndico (área 02)
informou que a Dra. Mônica Gonçalves Dias nos encaminhará no
dia 13 do corrente, a minuta do Contrato de Prestação de
Serviços Advocatícios, onde constarão as cláusulas,
ressaltando que nenhum custo será cobrado do Condomínio, a não
ser o valor das custas processuais que, ao final das ações
judiciais, serão pagas pelos inadimplentes, juntamente com os
honorários profissionais. Não haverá também, qualquer
participação daquela profissional, sobre os valores devidos.
2. Procedimentos a serem tomados para a efetiva cobrança urgente
dos devedores, conforme imposição da última Assembléia Geral
havida. O Sr. Mauro apresentou a lista dos condôminos que
permanecem inadimplentes apesar da Notificação do mes de abril
e ficou decidido que será emitido um boleto bancário para a
última cobrança, do montante do débito de cada devedor, com a
determinação ao Banco que envie o título ao Cartório de
Protestos, caso não seja ele quitado no vencimento.
3. Discução dos casos individuais dos inadimplentes que
apresentaram propostas individuais e elaboração da lista dos
inadimplentes a serem acionados. O Sr. Mauro apresentou a
relação dos devedores que procuraram o Condomínio e efetuaram
os pagamentos de seus débitos, ficando os demais sujeitos a
Protesto e cobrança judicial imediatamente após, conforme
orientação jurídica.
4. Decisão dos procedimentos quanto à recente constatação de
desvio (eventual vasamento ou roubo) d'água condominial. O Sr.
Mauro relatou que as duas últimas leituras e controles de
consumo de água apresentaram disparidades entre o volume medido
no hidrômetro de saída da caixa d'água (central) e a soma dos
consumos nos hidrômetros das áreas, havendo, portanto 3
hipóteses: 1a) Surgiu um vazamento grande, novo e imperceptível
na rede subterrânea ou, 2a) O hidrômetro central desregulou-se
recentemente ou, 3a) Está havendo roubo de água. Para
determinar-se a real razão da diferença, articulou-se o plano
de ação abaixo descrito, ficando determinado que, se houver
efetivamente roubo d'água e lograr-se identificar o criminoso, o
Condomínio deverá tomar todas as medidas policiais e jurídicas
possíveis para processar e condenar o meliante,
independentemente da cobrança do volume d'água apurado: 1o.
Efetuar uma busca minuciosa de vazamento ao longo de toda a
superfície da rede. 2o. Em não constatando-se vasamento
aparente, lacrar todos os hidrômetros das áreas e aguardar 24
horas para verificar-se se o hidrômetro central movimenta-se ou
não. 3o. Após este período deslacrar apenas o hidrômetro da
área 06 e encher sua grande caixa d'água com 10.000 litros e
aferir-se a contagem do hidrômetro central. 4o. Providenciar a
escavação de todas as ligações do Condomínio e, se
constatado algum desvio ou irregularidade criminosa, fotografar
as evidências, convocar testemunhas e acionar a Polícia.
5. Melhoria das cláusulas contratuais e das atribuições da
empresa de Vigilância, bem como, a determinação das normas e
procedimentos que o Condomínio deve requer dela. O Sr. PM Silva
(responsável pela empresa de Vigilância) solicitou a
elaboração de novo Contrato de Prestação de Serviços de
Vigilância, agora em nome de nova empresa do ramo, por ele
adquirida, bem como, pediu que se redigisse o conjunto de regras
e procedimentos requeridos pelo Condomínio. Estabeleceu-se na
Reunião que o Sr.Nelson, sub-síndico compilará e redigirá
estas Normas, com base nas sugestões de todos os condôminos,
que devem remetê-las para a Caixa Postal 1.031 do Condomínio
Villa Verde, CEP.18.138-000, Araçariguama, SP, quando, então,
serão apreciadas pelo Conselho Administrativo e receberão
redação final.
6. Procedimentos a serem adotados para a obtenção de
"orelhão" comunitário junto à portaria. O Sr. Mauro
informou que, dos contatos e consultas que fez, pôde concluir
que a Telesp instala o telefone comunitário, mediante
protocolamento de abaixo assinado, demonstrando as razões do
pleito. Estabeleceu-se que o Sr. Milton (área 06) redigirá o
documento e o deixará na portaria do Condomínio para a coleta
das assinaturas. O Sr. Mauro o encaminhará à Telesp.
7. Decisão quanto à cobrança "informal" feita pelo
engenheiro contratado pelo Condomínio para prestar os serviços
de aprovação do projeto da rede d'água na Sabesp, de validade
moral e efetiva questionável. Após leitura do Sr. Milton, da
Declaração do engenheiro contratado afirmando ter executado e
concluido os trabalhos contratados, bem como, da carta redigida
pelo Sr. Milton, formulando 4 quesitos e pedindo cópias dos
trabalhos alegados, a Sra. Mariana, aparteada e apoiada por
todos, comentou que além das dúvidas quanto a efetiva
execução de algum trabalho, o prazo acordado excedeu-se em mais
de trinta dias, havendo cláusula contratual de desconto de R$
50,oo por dia. Resolveu-se aguardar a resposta do engenheiro com
a eventual apresentação dos quesitos solicitados.
8. Decisão quanto aos procedimentos punitivos contra os
condôminos que mantêm suas áreas sujas, apesar de notificados
há um mes. Após deliberações, chegou-se ao consenso de que,
usando as prerrogativas do artigo 34 da Convenção do
Condomínio, aplicar-se-á multa condominial correspondente a
três condomínios (3 X R$ 83,18 = R$ 249,54) [valor este
equivalente ao preço médio pedido pelos capinadores da região
para limpar 3000 m2 ], a ser imposta àqueles que não
providenciaram seu serviço, apesar da notificação oficial e
registrada do mes de abril e das repetitivas solicitações
informais anteriores. Para tanto os senhores Mauro e Celso
emitirão o boleto que será remetido juntamente com
notificação esclarecendo que os prevaricadores podem efetuar a
limpeza até o vencimento do boleto e, neste caso,
desconsiderarem a cobrança; caso contrário, submeter-se-ão a
novas multas em dobro, mes a mes, até a efetiva limpeza,
conforme preceitua a Convenção.
Assuntos da Comissão Financeira:
9. Agendamento de data para o fechamento definitivo das contas
junto à Rent House, face os balanços obtidos e o pequeno valor
do crédito existente (cerca de R$ 300,oo). Ressalvando-se
eventuais acertos futuros decorrentes de fatos novos que surjam.
O Sr. Mauro ficou encarregado de agendar com o Sr. Frank,
responsável pela Rent House, sua presença na próxima reunião
do Conselho Administrativo do dia 25 do corrente mes, para o
fechamento das contas, face os balanços feitos.
10. Verificação e fechamento de contas condominiais dos meses
de jan, fev, mar e abr/96 e emissão dos respectivos
demonstrativos para todos os condôminos. O Sr. Mauro apresentou
os demonstrativos, já concluidos e verificados pela Comissão
Financeira, dos meses de janeiro, fevereiro e março, bem como o
demonstrativo provisório de abril e, uma vez concluido e
verificado será fotocopiado, juntamente com os demais e
remetidos a todos os condôminos, juntamente com o boleto de
junho.
11. Planejamento para a reserva dos valores destinados à
execução de guias e sarjetas, valores estes, oriundos da
cobrança dos ora inadimplentes, conforme decisão expressa da
última Assembléia Geral Ordinária. Determinou-se a feitura de
um controle independente das receitas dos ora inadimplentes,
exclusivas para gastos com guias e sarjetas, controle este a ser
feito pela Comissão Financeira.
12. Verificação dos compromissos financeiros futuros
ordinários e extraordinários e fornecimento à Comissão de
obras, dos recursos disponíveis para investimento, para que esta
elabore um cronograma de obras. Face à impossibilidade dos
senhores Mauro e Celso [controladores das cobranças] em fazer
uma previsão das receitas efetivas futuras, em decorrência de
só agora estarem no domínio pleno da administração do
Condomínio, pela passagem da Rent House à auto-gestão,
protelou-se este planejamento para a reunião de 08/junho/96,
quando, esperam eles, disporem de maires dados para esta
projeção.
Assuntos
da Comissão de Obras:
13. Decisões quanto à efetivação da obra de captação de
águas pluviais frontal às áreas 09, 12, 13 e 20, com a
determinação do tipo, meios e formas de sua execução, bem
como, a determinação de seu custo máximo aceitável. Os
componentes da Comissão de Obras presentes [Sr. Nelson, Sr.
Kelmo e Sr. Milton], acompanhados do Sr. Raul efetuaram o
levantamento dos comprimentos, declividades, divisas e demais
características do local em foco, sendo que sua situação
crítica evidenciou a prioridade desta obra, ficando encarregado
o Sr. Milton de desenhar a planta, rascunhada no momento, pela
Comissão, do sistema de captação de águas pluviais, que será
composto de 8 bocas de lobo, 161 metros de galerias
subterrâneas, uma calha superficial de concreto no entroncamento
das vias, sistema de descarga das águas coletadas até o início
do córrego do fundo do vale e regularização superficial das
vias com novo cascalhamento, obra esta cujo custo foi estimado em
R$ 4.000,oo (quatro mil reais). Na semana entrante, a Comissão
de Obras e o Sr. Mauro deverão orçar com precisão e iniciar as
obras.
14. Determinação dos locais de prioridade de atendimento, nos
termos da conclusão da Assembléia, quanto à captação de
águas pluviais e à feitura das guias e sarjetas. Face à
escassez de recursos, à indefinição daquilo que é
efetivamente prioritário e à presença constante no Condomínio
dos componentes da Comissão de Obras, decidiu-se concluir uma
obra e só eleger-se a seguinte em função da urgência, da
importância e da disponibilidade financeira naquele momento,
ficando a feitura de um cronograma de obras para quando a
Comissão Financeira sentir-se segura para o planejamento das
disponibilidades futuras, conforme ítem 12 acima.
15. Encaminhamentos administrativos junto à Prefeitura e à
Sabesp de Tatuí, para a instalação efetiva e breve da rede
d'água, cujo valor monetário fixado já está sendo mensalmente
arrecadado. O Sr. Milton, por ter iniciado os contatos, ficou
encarregado de comunicar-se com a Gerência Divisional de Tatuí
da Sabesp para tentar agilizar a implantação da rede já
aprovada, bem como, acionar a Prefeitura visando, oficialmente,
comprometê-la com esta prioridade, uma vez que, verbalmente o
Sr. Prefeito já o fez.
16. Procedimentos a serem tomados quanto à possibilidade da
instalação de iluminação pública no Condomínio, junto à
Diretoria Estadual de Distribuição da Eletropaulo, cujo contato
está sendo proporcionado pelo condômino Sr. Brazil (área 13).
Por informação, relatada pelo Sr. Milton na reunião,
transmitida a ele previamente pelo Sr. Brazil, que é
funcionário da Eletropaulo, será agendada, junto ao Diretor
Estadual de Distribuição daquela Companhia, uma reunião para
cuidarmos desta possibilidade. No entando, antecipou o Sr. Brazil
que o custo de imobilização da obra (fios, luminárias,
braços, relês de fotocélula, mão de obra, etc.), embora
pequenos, correrão por conta da Prefeitura. Em contrapartida,
há a possibilidade de a Eletropaulo vir a instalar no Município
de Araçariguama uma estação de rebaixamento de tensão já
projetada, trazendo incomensuráveis vantagens para a cidade,
fato este que pode vir a ser objeto de barganha, pela
interveniência do Condomínio entre a Prefeitura e a
Eletropaulo. Decidiu-se solicitar ao Sr. Brazil, a agilidade
quanto ao contato com aquele Diretor.
17. Análise e ordenamento das prioridades de investimento, face
às propostas apresentadas na Assembléia, às reais
necessidades, às urgentes e à disponibilidade de recursos,
conforme quesitos abaixo:
17.1. Fechamento temporário do perímetro do Condomínio
proporcionando relativa inviolabilidade.
17.2. Revestimento das vias externas em areia doada pelos portos
de areia adjacentes, viabilizada pelos contatos do Sr. Celso
(área 37)
17.3. Pavimentação das vias de maior declividade, de difícil
circulação e vulneráveis à erosão, com elevados custos de
manutenção.
17.4. Aquisição de veículo para os vigilantes, para uso
exclusivo na guarda do condomínio.
17.5. Nova portaria, face à instabilidade estrutural, funcional
e estética da atual.
17.6. Aquisição de sistema de telefonia interligando todas as
áreas entre si e com a portaria.
17.7. Tratamento urbano das vias municipais lindeiras e
confrontantes (cascalhamento, captação de águas, etc) para
melhoria de acesso.
17.8. Tratamento arquitetônico e de paisagismo do entorno
(gramar taludes, arborizar vias e áreas comuns, afixar placas,
etc).
17.9. Outras obras a serem propostas.
Conforme exposto no ítem 14 acima, as definições das
prioridades e conveniências protelam-se. No entanto, para que
meramente constasse, o Sr. Milton leu o orçamento, que havia
solicitado a uma empresa de telefonia, para instalação de
central de interfones interligando todas as áreas entre si, com
os vigilantes, visitantes da portaria e com as áreas comuns,
podendo receber a conexão de até 4 linhas telefônicas normais
externas, com serviço de bilhetamento das ligações efetuadas e
outros recursos como despertador programado; no break; bloqueio
de DDD, DDI, ou ligações locais para ramais específicos; etc,
cujo custo seria de R$ 13.763,35 sendo arquivado o documento,
para estudo bastante futuro. O Sr. Celso relatou os contatos que
efetuou com um porto de areia das imediações que doará ao
Condomínio 12 m3 de areia grossa a ser espalhada na via
municipal frontal à portaria, minimizando o problema de poeira e
lama no local. No entanto o custo de frete de R$ 40,oo será do
Condomínio. O Sr. Mauro relatou a solicitação de orçamentos
que vem efetuando para a eventual aquisição de mourões de
concreto para o fechamento provisório do Condomínio, já que o
muro definitivo só poderá ser executado dentro de vários anos,
pelo seu elevadíssimo custo. O Sr. Nelson e o Sr. Celso
sugeriram orçar-se também mourões de madeira resistente a
intempéries, o que se fará. Cogitou-se de orçar telas
metálicas (alambrados) em substituição aos arames farpados. A
decisão de fazer-se ou não este fechamento provisório ficou,
também adiada, pelas razões já expostas.
Assuntos
Gerais:
18. Outros assuntos.
Face à sobrecarga dos trabalhos administrativos, que vêm sendo
efetuados pelos senhores Mauro e Celso, demonstraram a
necessidade de o condomínio adquir um programa mais versátil
para o computador e de baixo custo financeiro, proporcionando
maior rapidez na execução destas tarefas, proposta esta, aceita
por unanimidade dos presentes.
Esgotada a pauta, não havendo nada mais a ser apreciado e não
tendo sido levantado nenhum outro assunto, o Sr. Kelmo, que
dirigiu os trabalhos a partir do ítem 08, deu por encerrada a
reunião e solicitou aos senhores Mauro, Celso e Milton que
elaborassem a Ata dos trabalhos havidos.
Araçariguama, 11
de maio de 1.996.
Milton Simoni Pujiz, Sebastião Kelmo de
Oliveira, Mauro Israel de Carvalho, Celso Donizetti Lira
.Ata da Reunião do Conselho Consultivo do Condomínio Villa Verde
Realizada no dia 05 de abril de 1.997
Aos cinco dias do mês de abril de 1.997, às
17:30 horas, no pavimento inferior da portaria do Condomínio
Villa Verde, reuniram-se os componentes do Conselho
Administrativo do Condomínio, Conselho este composto pelo senhor
síndico, senhor sub-síndico e pelos sete membros do Conselho
Consultivo, que, em atendimento à convocação prévia,
compareceram para esta primeira reunião deste Conselho eleito na
Assembléia Geral Ordinária de 23 de março pp., para
deliberarem a cerca dos seguintes assuntos:
1. Uniformes dos porteiros.
2. Logotipo oficial do condomínio.
3. Definição do acabamento do painel de identificação do
Condomínio na esquina das Estradas da Aparecidinha e de
Pirapora.
Presentes os senhores Nelson Toshiakasu Shiramizo e Mauro Israel
de Carvalho, respectivamente síndico e sub-síndico, mais os
Conselheiros Consultivos senhores Lúcia Heloiza P. Goulart,
Mariana Mara Martins de Souza, Milton Simoni Pujiz e Raul Ribas,
com a presença também dos senhores condôminos Jeremias Batista
de Alcântara, Pedro de Alcântara Lustosa Goulart e Sebastião
Kelmo de Oliveira; registrando-se as ausências, justificadas
antecipadamente, dos Conselheiros senhores Celso Donizetti Lyra,
Ricardo Tadeu de Freitas e Vicente Rudney Luca, assumiu a
presidência dos trabalhos o Sr. Raul Ribas.
Iniciando os trabalhos, o senhor Raul optou inicialmente pela
definição do Logotipo, solicitando ao Sr. Nelson que
apresentasse os oito desenhos que houvera ele solicitado fazer. A
Sra. Mariana e o Sr. Milton argumentaram que seria conveniente um
melhor desenvolvimento da idéia com novos desenhos, visto que,
ao ver deles, nenhum dos desenhos apresentados havia atingido o
ponto ideal. Posta em votação, a maioria dos presentes aprovou
um dos desenhos, solicitando ao Sr. Nelson que providenciasse a
impressão dos selos auto-adesivos para os veículos dos
Condôminos e a identificação das portas do automóvel do
Condomínio.
Deliberou-se, a seguir, o fardamento a ser confeccionado para os
porteiros. Das conversações havidas o Conselho decidiu
encomendar a confecção, para cada porteiro, de três camisetas
de malha, na cor branca, com a identificação "Condomínio
Villa Verde" no bolso, duas calças em brim na cor cáqui,
com bolsos chapados, um sobretudo semelhante aos ora
disponíveis, para os dias de inverno e, finalmente, um par de
botinas na cor marron com elásticos laterais.
Quanto ao acabamento do painel de identificação, decidiu-se na
reunião, protelar-se tal decisão até a próxima reunião deste
Conselho Administrativo, a ser agendada.
Concluída a pauta e nada mais sendo solicitado discutir,
encerrou o Sr. Raul, os trabalhos às 18:30 horas.
Araçariguama, 05 de abril de 1.997.
Nelson Toshiakasu Shiramizu, Mauro Israel de Carvalho, Lúcia
Heloiza P. Goulart, Mariana Mara Martins de Souza, Milton Simoni
Pujiz, Raul Ribas
.Ata da Reunião do Conselho Consultivo do Condomínio Villa Verde
Realizada no dia 10 de maio de 1.997
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.Ata da Reunião do Conselho Consultivo do Condomínio Villa Verde
Realizada no dia 14 de junho de 1.997
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Realizada no dia 19 de julho de 1.997
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Realizada no dia 15 de novembro de 1.998
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Realizada no dia 10 de abril de 1.999
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Realizada no dia 27 de junho de 1.999
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Realizada no dia 04 de julho de 1.999
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Realizada no dia 11 de julho de 1.999
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Realizada no dia 18 de julho de 1.999
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Realizada no dia 22 de agosto de 1.999
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Realizada no dia 19 de setembro de 1.999
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Realizada no dia 07 de novembro de 1.999
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.Ata da Reunião do Conselho Consultivo do Condomínio Villa Verde
Realizada no dia 05 de março de 2.000
Aos cinco dias do mês de março de dois mil, domingo, às 10:00
horas, no próprio Condomínio, na casa no 50, realizou-se a
Reunião do Conselho Consultivo do Condomínio Villa Verde,
estando presentes os senhores signatários da presente Ata,
objetivando decidir a questão protelada na última reunião,
quanto à assinatura ou não do Contrato de renovação dos
serviços de portaria com a atual empresa D.I. e demais assuntos
de interesse condominial.
Nos termos do estabelecido na Reunião do domingo dia 07 de
novembro de 1999, o Sr. Nelson síndico informou que foi redigido
o novo contrato de serviços de portaria, agora com texto
aprimorado e melhor elaborado, baseado no excelente modelo
fornecido pelo Conselheiro Sr. Reynaldo César Marson. No
entanto, face às constantes falhas nos procedimentos de alguns
porteiros e o desempenho geral insatisfatório da equipe, o
senhor síndico tem procrastinado a assinatura desta renovação
de período contratual, demonstrando pretender romper o acordo de
trabalho. Porém, como uma das cláusulas do contrato prevê que
esta ruptura pode dar-se a qualquer tempo, mesmo no período de
vigência contratual, o Conselho determinou que efetive-se a
recontratação e assinaturas, mantida a data base de 10 de
novembro, por período anual.
O Sr. Nelson solicitou ao Conselho que se manifestasse quanto ao
uniforme dos porteiros que, após mais de três anos de uso,
encontram-se desgastados e incompletos, não sendo possível
exigir deles, seu uso adequado. O Conselheiro Milton sugeriu que,
diferentemente do que se fez no passado, quando encomendamos a
confecção do uniforme em uma empresa de confecções, faça-se
o levantamento de custos e modelos de produção em série, em
lojas especializadas em uniformes profissionais, enfatizando
entender ser conveniente que o modelo da roupa para os porteiros,
seja mais sóbrio e característico da função, de modo a
facilitar a identificação imediata do profissional à primeira
vista e não um traje esporte excessivamente discreto. O
Conselheiro Raul prontificou-se a efetuar o levantamento dos
modelos e preços, para apreciação posterior do Conselho.
O Sr. Nelson relatou o desmoronamento havido no muro e alambrado
da área 66, por uma extensão superior a dez metros;
testemunhado inclusive pela maioria dos Conselheiros; com o
arraste do barranco, grama, lama e detritos para dentro da área
privativa e soterrando parcialmente a piscina da casa. Tal
desmoronamento deu-se durante uma chuva volumosa, na qual as
águas vindas da Estrada de Pirapora sobrecarregaram as bocas de
lobo e a galeria feitas pelo Condomínio na Estrada, suplantaram
o talude e invadiram a cerca do condomínio e a Al. das
Figueiras, onde não foram suportadas pelas quatro bocas de lobo
daquele trecho da alameda, vindo a pressionar o muro, levando-o
à ruína. O Sr. Armando, proprietário da mencionada área
privativa 66, solicitou as providências que fossem cabíveis e o
Sr. Síndico requer nesta reunião, que o Conselho delibere
quanto a duas decisões necessárias:
· Se o Condomínio deve ou não arcar com os custos da
restauração do muro e do alambrado danificados, em valor
estimado em R$ 600,00 (seiscentos reais) e
· Quais as providências a serem tomadas para que o sinistro
não se repita.
Discutida a questão pelos presentes, decidiu-se que o
Condomínio deve reedificar às suas expensas, o muro e o
alambrado, deixando-os nas mesmas condições em que se
encontravam antes do desmoronamento.
Quando ao caráter emergencial das providências para a
prevenção de evento semelhante futuro, três foram as
soluções propostas e discutidas:
1. Redimensionamento da tubulação da galeria daquele trecho,
executada há mais de quatro anos, em tubos de PVC de 6
polegadas, por cerca de 110 metros, tendo sido a primeira obra
hidráulica efetuada em caráter emergencial à época, já que
aquele ponto sempre foi problemático quanto a escoamento de
águas pluviais, executando-se agora o assentamento de tubos de
concreto com 400 mm de diâmetro e aumento da abertura das bocas
dos bueiros.
2. Construção de nova galeria em tubos de concreto de 400 mm,
captando o grande volume de água da Estrada Municipal e
encaminhando-o, por sob o terreno da área privativa 66,
autorizados pelo proprietário Sr. Armando, até a boca de lobo
da Al. dos Flamboyants, que deságua na área 61 e daí por
escadaria, ao córrego de fundo de vale.
3. Construção de muro de contenção na divisa do Condomínio
com a Estrada Municipal, em substituição à cerca de arames
existente, segregando as águas pluviais da Estrada, à área
pública municipal, onde o Condomínio já construiu galeria e
bocas de lobos aptas a descartá-las adequadamente, já que o
volume d'água da Alameda condominial das Figueiras é pequeno e
plenamente atendido pela rede de captação interna existente.
Pelos elevados custos das duas primeiras hipóteses (cerca de R$
4.500,00), sem nenhum incremento de benefícios senão o
encaminhamento de águas pluviais, que internamente ao
Condomínio encontra-se resolvido; pelos transtornos e
inconveniências de refazer a galeria da Al. das Figueiras que
ainda é boa e funciona, demandando escavações, reaterros,
cascalhamento, etc.; pela não utilização de terreno particular
para embutir nova galeria condominial, cortando-o ao meio; pela
segunda prioridade manifestada nas Assembléias Gerais, que após
guias e sarjetas determina a construção de muro de fechamento
condominial; este Conselho decide edificar muro de contenção de
águas pluviais, em alvenaria chapiscada de blocos de concreto de
15 centímetros, pela menor extensão necessária a conter as
águas daquele fundo de vale, ou seja, setenta metros de
comprimento, com altura que se preste a, além de conter as
águas, servir também de fechamento daquele trecho de divisa, ou
seja, 2,60 m (dois metros e sessenta centímetros), para que
possa prestar-se também de modelo para apreciação da próxima
Assembléia Geral.
O Sr. Síndico lembrou que, na alínea 7 do item 4º da pauta da
última Assembléia Geral do Condomínio do dia 21 de maio
passado, aquela congregação determinou que o Conselho
Consultivo fizesse um estudo de custo/benefício, com o objetivo
de avaliar a hipótese de doar-se o sistema de água à SABESP.
Ressaltou o Sr. Nelson que, como é de conhecimento e visão de
todos, os rompimentos da rede distribuidora e dos dutos de
ligação aos hidrômetros têm sido mais do que semanais,
determinando perda de água em enormes volumes, além do
afundamento dos leitos carroçáveis das ruas.
Antigos vazamentos, já da época da instalação da rede em
1993, feita de forma grosseira e pouco profissional, têm-se
evidenciado agora, com as guias prontas e as ruas cascalhadas,
demandando onerosos reparos e suspensão temporária da
distribuição de água.
O Conselheiro Celso relatou que os valores das contas de consumo
de água do hidrômetro geral do Condomínio tem demonstrado
valores crescentes mês a mês, tendo subido de R$900,00 em
setembro para R$ 2.800,00 em janeiro, sem que tenha havido um
proporcional consumo apurado nos medidores das casas.
Ressaltou ainda, o Sr. Celso que este diferencial de valores têm
sido suportado por todos os condôminos em detrimento de
benfeitorias e melhorias que poderiam ser efetuadas com este
dinheiro.
Complementou o Sr. Celso que, no trabalho de administração e
contabilização dos assuntos condominiais que executa, a tarefa
de leitura periódica dos hidrômetros de entrada do Condomínio
e das casas, nem sempre facilitado ou acessível, o rateio
proporcional dos valores devidos por cada condômino, a emissão
dos boletos e contabilização dos efetivamente pagos, o controle
e análise da compatibilidade entre consumo havido e valor
cobrado pela SABESP, dentre outros entraves é o item mais
desgastante da administração.
O Sr. Nelson lembrou da injustiça que se vem praticando, uma vez
que, todos os moradores pagam o mesmo preço pelo metro cúbico
unitário que cada um consome, sendo que a SABESP cobra através
de uma tabela progressiva, onde quem consome mais paga mais caro
pelos litros excedentes.
O Sr. Milton lembrou outra importante injustiça que vem se
praticando contra a maioria dos condôminos que pagam suas
obrigações em dia, já que existem inadimplentes contumazes,
com ações judiciais de cobrança entravadas nos escaninhos da
Justiça há meses, anos até, que descaradamente enchem suas
piscinas, acionam suas cascatas, lavam seus carros, regam seus
gramados, molham o cascalho da rua para baixar o pó e, não
pagam seu consumo d'água, sem que o Condomínio possa cortar o
fornecimento, sob pena de penalizações por parte da Justiça.
Outrossim, o Sr. Milton lembrou que um condomínio não tem em
suas atribuições, ou por vocação, a revenda ou o repasse de
água ou qualquer outra mercadoria. Se o faz é por
circunstância, conveniência ou por não ter outra opção.
Relatou o Sr. Milton um fato havido, quando um condômino o
procurou revoltado com a falta d'água já por três dias e
disse-lhe que, não importava que a adutora da SABESP estava
rompida e que a bomba da cidade estava queimada; se ele paga a
água para o Condomínio, "que se vire" o Condomínio e
lhe arrume água.
O Conselheiro Raul alertou, apenas como informação adicional
que, apesar de todos os aspectos negativos relatados, a
manutenção da distribuição de água sob o gerenciamento do
Condomínio é um dado de fortalecimento do Villa Verde como
Instituição, conforme pôde verificar em compêndio de
legislação específica de condomínios. No entanto, a solidez
do Villa Verde como Instituição Condominial foi ressaltada por
todos já que sua legal aprovação do projeto em 1992, sua
constituição em 1995, sua aprovação da Convenção em número
superior aos 2/3 legalmente exigidos, seu registro em Cartório,
seu Registro do CNPJ (antigo CGC), sua existência de fato e de
Direito jamais foram questionados, nem mesmo nas dezenas de
ações judiciais que tramitaram nas diversas varas da Justiça
Cível e Trabalhista.
Em conclusão, o Conselho solicitou ao Sr. Milton que elabore o
ofício e o conjunto de plantas e demais documentos a ser
encaminhado à SABESP demonstrando o interesse do Villa Verde em
doar sua rede àquela Companhia.
O Conselheiro Celso comunicou solicitação recebida da
Prefeitura Municipal, quanto a dois quesitos:
· Que o Condomínio forneça novamente à Municipalidade
relação atualizada dos proprietários das áreas privativas,
para que ela atualize seu cadastro.
· Que o Condomínio solicite oficialmente a atualização dos
nomes das Alamedas Condominiais que, nos cadastros municipais
ainda se definem como "Vias de Circulação Interna".
O Conselho decidiu que encaminhe-se novamente a relação
completa dos proprietários solicitada e que, para futuro,
encaminhe-se apenas as alterações que venham a ocorrer por
compra e venda das áreas.
Quanto à oficialização dos nomes das Alamedas, o Conselho
solicitou ao Sr. Milton que elabore o desenho e o memorial
descritivo, de acordo com a atual e correta denominação dos
logradouros, protocolando o pedido de oficialização junto à
Prefeitura.
Não havendo mais assuntos levantados, encerraram-se os trabalhos
e os presentes solicitaram a nós, Luiz Carlos Trinca e Milton
Simoni Pujiz, que redigíssemos a presente Ata, para leitura e
assinatura de todos e sua fixação no livro próprio.
Araçariguama, Condomínio Villa Verde, 05 de março de 2.000.
Luiz Carlos Trinca - Conselheiro............................................Milton
Simoni Pujiz - Conselheiro
Nelson T. Shiramizu - Síndico................................................Diogo
Ferreira Lima Filho - sub síndico
Celso Donizetti Lyra - Conselheiro........................................Raul
Ribas - Conselheiro
Reynaldo César Marson - Conselheiro...................................José
Geraldo de Melo - Conselheiro
.Ata da Reunião do Conselho Consultivo do Condomínio Villa Verde
Realizada no dia 11 de junho de 2.000
Aos onze dias do mês de junho de dois mil, domingo, às 11:00
horas, no próprio Condomínio, na casa no 50, realizou-se a
Reunião do Conselho Consultivo do Condomínio Villa Verde,
estando presentes o senhor síndico Nelson T. Shiramizu e os
conselheiros consultivos senhores Celso D. Lyra, José Geraldo de
Melo, Luiz Carlos Trinca, Milton S. Pujiz e Raul Ribas, todos
signatários da presente Ata, objetivando abrir os envelopes das
propostas enviadas, analisar e decidir a questão da construção
do muro do condomínio aprovada na última Assembléia Geral.
Encontrava-se presente ainda, o construtor Sr. Roberto de Campos,
atendendo o convite que houvera sido efetuado a todos os
proponentes.
Abertos os cinco envelopes das propostas oferecidas para a
construção do muro de divisa, em atendimento às condições
especificadas pelo condomínio em 20 de abril pp. verificaram-se
os valores expressos abaixo:
| PROPONENTE | Valor por m2 R$ | Valor total para os 2 módulos, ou seja 204 m |
| Noel Pinto da Silva | 30,00 | 15.912,00 |
| Jorge Luís da Costa | 33,00 | 17.503,20 |
| Agostinho Albone Vieira M.E. | 33,45 | 17.741,88 |
| Roberto de Campos | 34,91 | 18.514,82 |
| Cauan Engenharia e Construtora | 35,45 | 18.802,68 |
Constatando-se a
variação superior a 36 % entre a menor das propostas e o valor
estimado na última Assembléia Geral de março pp, os
Conselheiros presentes entenderam que, eticamente, a decisão
não poderia ser tomada no âmbito desta congregação sem
consulta à totalidade dos condôminos, ou após melhor análise
e ponderações.
O Sr. Roberto de Campos, face às circunstâncias, retirou-se da
reunião.
Os presentes passaram a analisar os valores apresentados e
tentaram determinar o efetivo custo do muro proposto.
O Sr. Nelson apresentou a página 4 do caderno Classificados
Construção do jornal O Estado de São Paulo de 21 de maio pp,
onde pôde-se constatar que o custo da mão de obra da alvenaria
de blocos de concreto de 15 cm é R$ 19,39/m2, que anexa-se à
presente Ata.
Valendo-se do convívio de quase todos os presentes, com
construções em suas áreas particulares, conhecendo os valores
unitários dos produtos e os preços de mão de obra praticados
na região, resolveu-se fazer um cálculo aproximado do custo do
módulo de muro proposto.
Com base no croquis em anexo, dos 102 metros lineares de cada
módulo, com 2,60 m de altura livre, conforme propositura feita
pelo condomínio em abril, efetuou-se o seguinte cálculo de
materiais e de mão de obra:
| Material / mão de obra | Valor unit. R$ | Valor total R$ |
| Blocos 14 X 39 X 19 cm 2.620 unid. | 0,40 |
1.056,00 |
| Canaletas de 14 cm 1.530 unid | 0,30 | 459,00 |
| Canaletas de 19 cm 750 unid | 0,45 | 338,00 |
| Areia 14 m3 | 14,30 | 200,00 |
| Cimento 60 sacos | 11,00 | 660,00 |
| Cal 200 sacos | 3,00 | 600,00 |
| Ferro 3/8" CA 50 71 barras | 7,50 | 533,00 |
| Brita 6 m3 | 25,00 | 150,00 |
| Taboas 30 cm 50 m | 2,20 | 110,00 |
| Arames, pregos, etc. | ~ | ~ 100,00 |
| Sub-Total 1 | 4.206,00 |
|
| Imprecisões + imponder áveis 10 % | 420,60 | 4.626,60 |
| Mão de obra 265,20 m2 | 7,00 | 1.856,40 |
| Sub-Total 2 | 6.483,00 |
|
| BDI do construtor 20% | 1.296,60 | 7.779,60 |
| Valor unitário 265,20 m2 | 29,33 |
Destarte, as
propostas apresentadas aproximam-se do valor calculado.
Passaram então, os participantes da reunião a buscar formas de
minimizar o custo unitário do muro, para viabilizar
financeiramente sua execução.
O Sr. Raul Ribas enfatizou que, ao exigirmos propostas de
empresas ou firmas individuais constituídas, os custos a elas
atrelados alavancam os valores para cima.
O Sr. Nelson e o Sr. José Geraldo alertaram que as
"molduras" de efeito mais estético do que estruturais,
"assustaram" os proponentes induzindo-os a elevarem os
valores dos orçamentos. Ressaltaram que, embora simples e de
facílima execução, com custo irrisório, fogem do corriqueiro,
proporcionando a insegurança dos construtores.
Os presentes resolveram adotar o modelo padrão e simples de
muro, com colunas de concreto embutidas na alvenaria e reabrir o
período de coleta de orçamentos, expandindo a solicitação a
profissionais de outras localidades e passando a aceitar
pedreiros autônomos que possam responsabilizar-se pelos
salários e direitos trabalhistas dos ajudantes que venham a
utilizar, o que deverá determinar a execução do muro ao valor
aproximado de R$ 25,00/m2.
Caso esta segunda tentativa de viabilização da construção
mostre-se infrutífera, far-se-á a convocação de Assembléia
Geral Extraordinária para deliberar sobre o assunto.
Solicitou-se ao Sr. Milton que redesenhasse o muro da maneira
mais simples e comum possível, para que se distribuam cópias
aos construtores interessados, padronizando assim a forma de
cotação.
Tomada a decisão possível para o momento, encerraram-se os
trabalhos e os presentes solicitaram a mim Milton Simoni Pujiz,
que redigisse a presente Ata, para a leitura e assinatura de
todos e sua fixação no livro próprio.
Araçariguama, Condomínio Villa Verde, 11 de junho de 2.000.
Milton Simoni Pujiz - Conselheiro....................................Nelson
T. Shiramizu - Síndico
Celso Donizetti Lyra - Conselheiro.................................José
Geraldo de Melo - Conselheiro
Luiz Carlos Trinca - Conselheiro.....................................Raul
Ribas - Conselheiro
.Ata da Reunião do Conselho Consultivo do Condomínio Villa Verde
Realizada no dia 12 de julho de 2.000
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