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: v i c t o r . n a i n e . p o e s i a
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Menina Ramylla
Aquele deus que traz
A mensagem da fada que faz
A cantada da balada como
A ninfa das águas de Crono
Envolve-me na volúpia
sádica
Enobrecendo aos poucos a carne
Exacerbando a paixão louca
Esvaziando de harmonia o cerne
Hermes trimegisto evanescente
Traz as cifras da lira na mente
Faz decifrar as impurezas da gente
Como ramyllas de paixão concupiscente
v
i c t o r . n a i
n e
Petrópolis, outubro de 2006
   
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