STB - Seminário Batista de Assis
e Região
Aluno: Tércio Bessa do
Lago – 1.o ano
LIVROS
APOCRIFOS
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INTRODUÇÃO
O trabalho
solicitado foi somente a leitura dos 7 livros apócrifos, destacando-se livro
pôr livro o motivo de haver sido considerado não Inspirado pôr Deus.
Contudo o
assunto fascinou, e me levou a um pequeno prefacio, com a posição Protestante e
Católica Romana acerca dos livros de
Tobias, Sabedoria, Eclesiástico, Judite, Baruque, I Macabeus e II
Macabeus.
PREFACIO
1
- LIVROS APOCRIFOS SEGUNDO OS PROTESTANTES
OS LIVROS APÓCRIFOS DO VELHO TESTAMENTO
SIGNIFICADO: A palavra apócrifo significa obra ou fato sem autenticidade
ou cuja autenticidade não se provou. E, também "oculto". Isto quer
dizer que estes livros não eram acessíveis a todos. Hoje são considerados não
autênticos. Não são livros canônicos, mas úteis para estudo e até mesmo para
edificação conforme foram considerados no início.
LOCALIZAÇÃO HISTÓRICA: Foram
produzidos entre o 3o e 1o século AC, com o cânon já definido. Em grego, menos
Eclesiástico, Tobias e I Macabeus. A cultura gentia os assimilou (o cânon de
Alexandria). O historiador Josefo, os judeus e a Igreja cristã rejeitaram.
A LXX
(Septuaginta) os incluiu como adendo (seguindo o cânon alexandrino). No
Concílio de Cártago, em 397 DC: foram considerados próprios para a leitura. O
Concílio Geral de Calcedônia, 451 DC, os negou. Foram colocados no cânon em
08.04.1546, numa sessão com 5 cardeais e 48 bispos, apenas, e
não foi pôr unanimidade. Em 1827, a Sociedade Bíblica
Britânica e Estrangeira os excluiu da Bíblia (não editando nem mesmo como
adendo). Desde então esta é a postura protestante.
HISTÓRICO DO CÂNON: Em 170, o bispo
Melito faz a primeira tentativa de um cânon. Omite Ester, Lamentações (talvez
fosse um livro com Jeremias) e Neemias (que era um livro com Esdras).
Acrescentou Sabedoria de Salomão.
Origines (morto em 254): aceitou o testemunho de Josefo (Archer, 74) mas
incluiu a Epístola de Jeremias (que foi escrita em hebraico). O que temos como
cânon do Velho Testamento foi aceito pôr longo tempo pela cristandade como um
todo. A Bíblia protestante segue exatamente o cânon judaico. Não é a
Bíblia protestante que tem livros a menos. A Bíblia católica
é que tem livros a mais. Foi a Igreja Católica quem os acrescentou.
A
BÍBLIA CATÓLICA: Seguindo a Vulgata que traduziu da LXX (Septuaginta), o cânon
católico incorporou os apócrifos após a Reforma. Quando a Vulgata os inseriu,
distinguiu-os dos outros, que chamou de canônicos. Aos apócrifos chamou de
eclesiásticos. Ao todo são 12 livros ou enxertos:
VULGATA: I Esdras, II Esdras, Tobias, Judite, Adição a Ester, Sabedoria,
Eclesiástico, Baruque, Adições a Daniel (Cântico dos 3 Moços, História de
Suzana e Bel e o Dragão), Oração de Manasses, I Macabeus, II Macabeus,.
BÍBLIA
CATÓLICA: Tobias, Sabedoria, Eclesiástico, Judite, Baruque, I Macabeus, II
Macabeus e adições ou acréscimos a Ester e a Daniel.
ALGUMAS
INFORMAÇÕES
Judite
foi escrito no século II a.C. é a história de uma judia que mata Holofernes.
Ver a nota da BJ - Bíblia de Jerusalém, p. 725; O Códice Vaticano, um dos
manuscritos mais respeitados, não tem Macabeus;
II Macabeus 15:37 faz um discurso para justificar o
suicídio; No livro de Tobias o anjo Rafael mente e engana as pessoas; Sabedoria
foi escrito no ano 50 a.C.
RAZÕES
DA REJEIÇÃO
O Velho
Testamento já estava produzido; A maioria produzida em grego; Rejeição pêlos
judeus da cultura gentia; Prevaleceu para os judeus o cânon palestiniano; A
postura protestante: a Bíblia produziu a Igreja. Postura católica: a Igreja
produziu a Bíblia, e também a Tradição. Inclusive as nivela. Pôr
isso, pode acrescentar e tirar; Jesus não citou um deles
sequer. Nem seus apóstolos. Judas cita dois
pseudo-epígraficos, mas não parece ceder-lhes declaradamente
o conceito de inspirados.
2
– LIVROS APOCRIFOS SEGUNDO OS CATOLICOS ROMANOS
O
Cânone Bíblico do At
O
cânone do Antigo Testamento é o cânone usado pêlos judeus de língua grega no
tempo de Cristo. Os judeus de
língua grega usavam a tradução chamada Septuaginta, que segundo a tradição foi
traduzida do hebraico pôr setenta sábios em setenta dias, cada um trabalhando
isoladamente e chegando todos ao
mesmo texto.
Os
próprios judeus a consideram inspirada.
Mais de
um século depois de Cristo, devido à destruição do templo de Jerusalém, os
saibos fariseus se reuniram em Yavné (ou Jâmnia, de acordo com a língua) na
Galiléia, e começaram a efetuar um trabalho de re-centralização da religião
grega, que era antes centrada no Templo.
Sem o Templo (substituído pôr Deus
pelo Sacrifício incruento da Santa Missa), os fariseus se viram forçados a
procurar estabelecer regras mais rígidas de vida, ampliando ainda mais a
"cerca em torno da Lei". Note-se que das seitas judaicas, só sobrara
o farisaísmo; Saduceus e Essênios já tinham sido destruídos ou assimilados a
outras crenças, mas os fariseus, com seu apego à exegese bíblica, foram os que
menos sofreram com a derrota diante dos romanos.
Entre
as decisões tomadas pêlos fariseus, que não aceitaram a Cristo, pôr volta do
ano 120 d.C. estava uma fixação do cânone Bíblico. Como o cristianismo estava
crescendo enormemente, ele fixaram um cânone bíblico que propositadamente
impediria a aceitação como Palavra de Deus do Novo Testamento. Os critérios pôr
eles usados foram:
1 - o
livro deveria estar disponível em hebraico (o que não era o caso de alguns
livros cujo original hebraico havia sido perdido; o do Eclesiástico foi
reencontrado recentemente na Guenizá do Cairo), e só o hebraico seria usado na
liturgia e estudo bíblico; isso já botava de fora todo o NT
2 - o
livro não deveria ser mais recente que 440 a.C.; Idem
3 - O
livro deveria ter sido escrito na terra de Israel; isso também serviu como arma
contra os cristãos, impossibilitando aceitar a imensa maioria dos textos do NT.
Evidentemente esses critérios não eram seguidos pêlos cristãos, que não
tinham mais nada a ver com os fariseus que não aceitaram a Jesus como o Cristo.
O cânone cristão na verdade ainda não havia sido fixado, mas era usado o texto
da Septuaginta (citado nos evangelhos - inclusive os Deuterocanônicos - e fonte
de muitas exegeses impossíveis apenas com o texto hebraico).
Quando
foi feita pôr São Jerônimo (padroeiro dos tradutores! S. Jerônimo, rogai pôr
nós e dai-nos paciência para que traduzamos apropriadamente este chatíssimo
manual de contabilidade que ora nos perturba a paciência!) a tradução latina da
Bíblia, chamada Vulgata (feita pôr ser necessário que houvesse uma versão que o
vulgo, ignorante do hebraico e do grego, pudesse ler), ela continha a íntegra
dos textos confiados pôr Deus à Sua Igreja, incluindo no AT os sete livros que
Lutero depois arrancou.
Todas
as Bíblias desde então continham estes livros; uma prova disso é a Bíblia de
Gutemberg (tem um exemplar na Biblioteca Nacional) e outras Bíblias ainda mais
antigas. O cânone bíblico sempre foi o mesmo, desde que se julgou necessário
ter um, pôr volta de quatrocentos anos d.C.
Lutero,
porém, ao fazer a sua revolta, resolveu traduzir a Bíblia para o alemão. Ora,
ao contrário de S. Jerônimo, que pôde usar manuscritos muito antigos, Lutero
tinha à sua disposição apenas manuscritos recentes dos judeus, que
evidentemente não continham os livros que os fariseus arrancaram do cânone
bíblico muito depois de Cristo.
Além
disso para ele era muito interessante eliminar do seu cânone alguns livros que
iam contra algumas de suas invencionices, como a falsa noção de não haver um
Purgatório, negada na Palavra no livro dos Macabeus, a falsa noção de não ser
necessário evitar o pecado, negada por Deus no Eclesiástico, etc.
Ele
cogitou também em eliminar de "sua" bíblia a Epístola de Tiago, já
que nela se diz claramente que não apenas a fé salva.
Essa
epístola acabou ficando, mas ele falsificou a epístola aos Romanos,
introduzindo a palavra "apenas" na frase que dizia que a fé salva. O
mais engraçado é que a única vez que esta palavra aparece no NT é em Tg,
exatamente no sentido oposto. Devido ao problema enorme causado pela revolta
protestante, à qual se aliaram os príncipes que desejavam poder desobedecer ao
Papa e massacrar os camponeses, e os ricos, que desejavam viver luxuriosamente
de usura e exploração sem sentimentos de culpa, foi feito o Concílio de Trento,
em que se julgou necessário explicitar entre outras coisas o cânone bíblico
(que não mudou - basta ver qualquer edição ou exemplar manuscrito da Bíblia
antes de Lutero), a importância da Tradição e do Magistério, a verdadeira
doutrina sobre a Graça, enfim, vários pontos da Doutrina ensinada por Cristo e
pêlos Apóstolos que estavam sendo negados pêlos hereges protestantes.
Autor:
Carlos Ramalhete - Livre cópia e difusão do texto em sua íntegra com menção do
autor
3
– BÍBLIA INERRANCIA E INFALIBILIDADE
A
questão da autoridade e central para qualquer teologia. Visto que a teologia
Protestante tem localizado a autoridade da Bíblia, a natureza desta autoridade
tem sido preocupação fundamental. A Reforma passou para seus herdeiros a crença
de que a derradeira autoridade não se acha na razão nem no Papa, mas nas
Escrituras Inspiradas. Por isso, dentro do Protestantismo conservador, a
questão da inerrância tem sido muito debatida.
As duas palavras mais
comumente usadas para expressar a natureza da autoridade bíblica são
inerrante" e Infalível". Embora estes termos sejam aproximadamente
sinônimos com base na etimologia, são usados de modo diferente. Na teologia
Catolico-Romana, inerrante" é aplicado à Bíblia, e Infalível" à
Igreja, especialmente a função do Papa e do Magisterium. Visto que os
protestantes rejeitam a infalibilidade tanto do Papa como da Igreja, o termo
tem sido aplicado cada vez mais às Escrituras. Mais recentemente,
Infalível" tem sido apoiado por aqueles que sustentam aquilo que
B.B.Warfield chamou de Inspiração limitada, mas que hoje é melhor chamada a
inerrância limitada. Limitam a inerrância a questões de Fe e pratica,
especialmente as questões de Soteriologia. Stephen T. Davis reflete esta
tendência quando da uma definição estipulativa a infalibilidade; a Bíblia não
faz declarações falsas nem enganadoras a respeito da fé e da pratica. Neste
artigo os dois termos serão usados praticamente como sinônimos.
DEFINIÇÃO DE INERRANCIA. A
inerrância e o ponto de vista de que quando todos fatos forem conhecidos,
demonstrarão que a Bíblia, nos seus autógrafos originais e corretamente
interpretada, é inteiramente verdadeira, e nunca falsa, em tudo quanto afirma,
quer no tocante à doutrina e à Ética, quer no
tocante às ciências sociais, físicas ou biológicas.
Algumas considerações
levantadas nesta definição merecem discussão. A inerrância não e atualmente
demonstrável. O Conhecimento humano e limitado de duas maneiras. Primeiro, por
causa de nossa finutude e pecaminosidade, os seres humanos interpretam mal os
dados que existem. Por exemplo: Conclusões errôneas podem serem tiradas de
inscrições ou textos. Em segundo lugar, não possuímos todos os dados que se
aplicam a Bíblia. Alguns destes dados podem ter sido perdidos para sempre, ou
talvez ainda aguardem as descobertas arqueológicas. Reconhecemos isto ao
declararmos que a inerrância será demonstrada verídica depois de conhecidos
todos os fatos. O defensor da inerrância argumenta somente que não haverá
conflito no fim.
Alem disto a inerrância
aplica-se a todas as partes da Bíblia conforme foram originalmente escritas,
isto significa que nenhum manuscrito ou copia atualmente existente das
Escrituras, não importa quão exato seja, pode ser chamado inerrante.
Esta definição também
relaciona a inerrância com a hermenêutica. A hermenêutica e a ciência da
interpretação Bíblica. É necessário interpretar corretamente um texto, e saber
seu significado certo, antes de asseverar que o que o texto diz e falso. Alem
disso, um principio-chave da hermenêutica ensinado pêlos reformadores e a
analogia da fé, que exige que as contradições sejam harmonizadas, se assim
possível. Se, aparentemente, uma passagem permite duas interpretações, sendo
que uma delas entra em conflito
com a outra passagem, e a outra não, então a ultima interpretação deve ser
adotada.
Provavelmente o aspecto
mais importante desta definição seja sua definição de inerrância em termos de
verdade e de falsidade, mais do que em termos de erros. Tem sido muito mais
comum definir a inerrância como "sem erro", mas algumas razões
militam a favor de relacionar a inerrância com a verdade e a falsidade. Usar erro" e negar uma idéia
negativa. A verdade, além disso, é mais uma propriedade de sentenças e não de
palavras. Certos problemas estão comumente associados com conceitos que se
relacionam com o "erro".
Finalmente erro", tem sido definido por alguns nos debates contemporâneos
de tal maneira que quase todos os livros já escritos podem serem qualificados
como inerrantes. O erro, dizem eles, é o engano deliberado; visto que a Bíblia
nunca engana deliberadamente os seus leitores, ela e inerrante. Isto significa
que quase quase todos os demais livros também são inerrântes, visto que poucos
autores deliberadamente enganam seus leitores.
Alguns tem sugerido que
talvez a própria Bíblia ajude a determinar o significado do erro. De inicio
esta parece ser uma boa sugestão, mas há razões para a sua rejeição. Em
primeiro lugar, a Inerrancia" e "Erro" são termos teológicos,
mais do que Bíblicos. Isto significa que a Bíblia não aplica nenhuma destas
palavras a si mesmas. Não se quer dizer com isto que é impróprio usar estas
palavras. Outro termo teológico é "Trindade". No entanto, é mais
difícil definir tais palavras. Em segundo lugar, um estudo das palavras
hebraicas e gregas que designam o erro pode ser classificado em três grupos:
casos de erro onde a intenção não pode estar envolvida (e.g. Jó 6,24; 19,4),
casos de erro onde a intenção pode ou não estar envolvida (e.g.
II Sm 6,7), e casos em que a intenção esta forçosamente envolvida (e.g. Jz
16,10-12). O erro, portanto, nada tem a ver com a intenção.
Reconhecidamente, a
precisão de declarações e medidas não estará à altura dos padrões modernos, mas
enquanto o que e dito for verdadeiro, não haverá duvida quanto a inerrância.
Finalmente a definição declara
que a inerrância abrange as áreas do conhecimento. A inerrância não esta
limitada a questões de interesse soteriologico ou ético. Deve ficar claro que
as afirmações Bíblicas a
respeito da fé e Ética baseiam-se na ação Deus na historia. Nenhuma dicotomia
nítida pode ser feita entre o que e teológico e o que e fatual.
4
– CONTRADITORIO
4-1-1-
Livro de Tobias
4-1-2-
Capitulo 1, versículo 3, o autor utiliza a palavra raça, num contexto
diferente, como família.
“Tudo
aquilo, de que podia dispor, distribuía cada dia a seus irmãos de raça, que
partilhavam com ele sua sorte de cativo”.
4-1-3-
Capitulo 4, versículo 11, A afirmação de que esmolas livra do pecado e da morte
e preserva a alma de cair
nas trevas, contraria a doutrina da Salvação pela Graça, explicita nos livros
Canônicos
“Porque
a esmola livra do pecado e da morte, e
preserva a alma de cair nas trevas”.
4-1-4 –
Capitulo 5, versículos 8 e 18, A informação inveridica do Anjo Rafael,
contraria o Principio da Verdade Bíblica
“Oh,
muito !, respondeu ele. Tenho percorrido freqüentemente esse caminho.
Hospedei-me em casa de Gabael, nosso compatriota que habita em Ragés, na Média,
a cidade que esta situada na montanha de Ecbátana.
Tobias
disse-lhe: Rogo-te que esperes por mim, enquanto vou anunciar isto a meu pai.
Tendo
Tobias entrado e contado o sucedido ao seu pai, este ficou muito admirado e
pediu que fizesse entrar o jovem.
Ele
entrou e saudou a Tobit: A felicidade esteja contigo para sempre !
Ao
que Tobit respondeu: Que felicidade posso eu Ter ainda ? Estou nas trevas, sem
poder ver a luz do céu.
O jovem replicou-lhe: Tem animo, porque e fácil a Deus
curarte !
Tobit
disse-lhe: É verdade que podes conduzir
meu filho à casa de Gabaliel, em Ragés, na Media ? Quando voltares eu te
retribuirei por isso.
Então
o anjo disse-lhe: eu o levarei até lá e to reconduzirei.
Tobit
então perguntou-lhe: Rogo-te que me digas de que família e de que tribo es tu ?
O anjo respondeu: Que e que procuras: A raça do servo, ou o
próprio servo para acompanhar teu filho ?
Mas
para tranqüilizar-te: eu sou Azarias filho do grande Ananias””.
4-1-5 – Capitulo 6, versículo 2, O
livro de Jonas também menciona um grande Peixe, mas no mar este estava no rio
Tigre, soa mais como mitologia
“Descendo
ao rio para lavar os pés, eis que um enorme peixe se lançou sobre ele para
devora-lo “.
4-1-6 –
Capitulo 6, versículos 8, 9, 19, A orientação do Anjo quanto ao exorcismo do
Demônio, e contraditória ao principio Bíblico, quanto a faze-lo em o nome de Jesus.
“O
anjo respondeu-lhe: Se puseres um pedaço do coração sobre brasas, a sua fumaça
expulsara toda espécie de mau espirito, tanto do homem como da mulher, e
impedira que ele volte de novo eles “.
“Quanto
ao fel, pode-se fazer com ele um ungüento para os olhos que têm uma belida,
porque ele tem a propriedade de curar”.
“Na
primeira noite, queimaras o fígado do peixe, e será posto em fuga o demônio”.
4- 1- 7 –
Capitulo 12, versículo 16, Em todas as mais vezes, que se prostrar diante de
Anjos foi tentada, foi impedido, e neste caso não.
“Ao ouvir estas palavras,
eles ficaram fora de si, e, tremendo,
prostraram-se com o rosto por terra”.
4-2 – Livro de Judite;
4-2-1
- Capitulo 1, versículo 5,
Nabucodonosor foi rei da Babilônia, não dos Assírios em Ninive.
“Ora,
no decimo segundo ano de seu reinado, Nabucodonosor, que reinava sobre os
Assírios em Ninive, a grande cidade, fez guerra a Arfaxed, e venceu-a”.
4-2-2-
Capitulo 3, versículo 1, A Líbia, não existia na época
“Então
os reis e os príncipes de todas as cidades e de todas as províncias, da Síria,
da Mesopotania, da Síria de Sobal , da Líbia e da Cilicia, enviaram seus
delegados a Holofernes para lhes dizerem”.
4-2-3-
Capitulo 6, versículo 7, Betulia não há consenso sobre a
verdadeira identificação desse lugar, tido neste livro, como ponto estratégico
para a tomada de Jerusalém.
“Então Holofernes ordenou aos
seus homens que prendessem Aquior e o levassem a Betúlia para entrega-lo nas
mãos dos Israelitas”.
4-2-4-
Capitulo 8, versículo 14, Penitencia e contraditório quanto
aos livros Canônicos.
“Mas o Senhor e paciente; façamos pois penitencia por isso e peçamos lhe
perdão com lagrimas nos olhos”,
4-2-5-
Capitulo 9, versículo 1, O termo em seu oratório não e
encontrado em nenhum outro Lugar das Sagradas Escrituras.
“Tendo eles partido, Judite entrou em seu oratório,
pós o seu cilicio, cobriu a cabeça com cinzas e prostrando-se diante do Senhor,
ourou dizendo”;
4-2-6-
Capitulo 11, versículo 11, chegam ate matar seus animais para
beberem seu sangue, a afirmação contraria os princípios Determinados por Deus.
“Chegam até a matar os seus animais para beberem o
seu sangue”.
4-2-7-
Capitulo 13, versículo 23, além de contradizer a Supremacia
de Maria junto a Igreja Católica, e aparentemente um exagero do escritor.
“Minha filha, tu és bendita do Senhor Deus altíssimo,
mais que todas as mulheres da terra”.
4-2-8- Capitulo
16, versículo 27, esta festa e desconhecida na historia Judaica, apesar de
constar no livro como sendo do calendário.
“O aniversario de sua vitoria foi
posto pêlos Hebreus no numero dos dias Santos, e ainda hoje e celebrado pêlos
Judeus”.
4.3 - Livro de Sabedoria
4-3-1 - Capitulo 8, versículo 5, apesar de a
sabedoria ser um atributo de Deus, o autor algumas vezes a coloca como sendo o
próprio Deus, o criador.
“Se
a riqueza e um bem desejável na vida, que há de mais rico que a Sabedoria que
tudo criou”?
4-3-2 Capitulo 10, versículo 1, diz que o primeiro
homem foi criado sozinho, e que a sabedoria o tirou de seu próprio pecado, sendo
que o homem foi criado por Deus a sua imagem e semelhança, e que o pecado
somente entrou no homem após comer do fruto proibido por Deus.
“O
primeiro homem, pai do mundo, que foi criado sozinho, foi a sabedoria que
cuidou dele, tirou-o de seu próprio pecado”,
4.4 - Livro de Eclesiástico
4-4-1 Capitulo 30, versículo 6, recomenda a
vingança sobre os inimigos.
“pois
deixou em sua casa um defensor contra os inimigos, alguém que manifestara
gratidão aos seus amigos”.
4.5 - Libro de Baruque
4-5-1 Capitulo 3, versículo 4, da há entender que
os mortos podem fazer preces a Deus.
“Senhor,
Todo-Poderoso, Deus de Israel, escutai a prece dos mortos de Israel, dos filhos
daqueles que pecaram contra vos, que não atenderam à voz do Senhor, seu Deus, e
por isso foram levados à desgraça”.
4-6 - Livro de 1 Macabeus e 2 Macabeus
4-6-1 Contradição quanto a morte de Antíoco,” 1
Macabeus capitulo 1, versículo 4, e 16 dão a entender que Antíoco Morreu em
Babilônia de tristeza. E 2 Macabeus 1.16 e 9.28 contradizem.
“Eles se aprontaram para lhe resistir e ele teve que voltar
de lá, para alcançar Babilônia com grande humilhação “.
“O
rei Antíoco morreu ali no ano cento e quarenta e nove “.
“Mas
quando Antíoco entrou no interior, abriram uma porta secreta na abobada e
esmagaram o príncipe sob uma saraivada de pedras. Esquartejarão, em seguida os
corpos e degolaram as cabeças, lançando-as aos que estavam do lado de fora “.
“Assim esse carrasco e blasfemador ( Antíoco ) pereceu miseravelmente, distante nas montanhas, em
meio aqueles sofrimentos que ele mesmo havia infligido aos outros “.
4-6-2 2 Macabeus, capitulo 12, versículo 44, ensina
a rezar pêlos mortos.
“ porque se ele não julgasse que os mortos ressuscitariam,
teria sido vão e supérfluo rezar por eles”.
4-6-3 2 Macabeus, capitulo 14, versículo 41 e 42,
ensina que melhor o suicídio que o cativeiro.
“preferindo
morrer nobremente ( traspassou-se com sua espada V.41 ) antes de cair nas mãos
dos ímpios e padecer ultrajes indignos de seu nascimento.