VACINAS

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O Instituto Paulista de Vacinação dispõe de todas as vacinas do calendário oficial além de outras reconhecidas e recomendadas mundialmente para a prevenção de doenças e melhoria na qualidade de vida de crianças, adultos e gestantes. A vacina��o tem ajudado a reduzir muito a incid�ncia de doen�as infantis mortais nos �ltimos anos. Essas doen�as s�o muito mais f�ceis de serem prevenidas do que tratadas. A maioria das crian�as que tomam as vacinas de acordo com o Calend�rio estar� protegida durante a inf�ncia. IMUNOBIOLÓGICOS : Tuberculose - BCG id / BCG pc Poliomielite - Sabin / Salk Coqueluche / Difteria / T�tano - Tr�plice / Tr�plice acelular Difteria e Tétano dupla adulto / dupla infantil Haemophylus influenzae tipo B Hepatite A Hepatite B Sarampo Caxumba Rubéola Sarampo / Caxumba / Rub�ola Tr�plice viral Varicela Meningococo A/ C Pneumonia Gripe Teste de Mantoux Gamaglobulinas
Tuberculose - BCG id / BCG pc A tuberculose � causada pelo Mycobacterium tuberculosis e transmitida por via a�rea. Dependendo da resist�ncia do individuo e do n�mero de bacilos que entram no organismo � que poder� se desenvolver a doen�a ou n�o. As crian�as pequenas t�m maior risco de desenvolver a doen�a. Geralmente a tuberculose afeta os pulm�es, mas pode disseminar-se para outros �rg�os como rins (tuberculose renal), meningite tuberculose, etc. Os sintomas da tuberculose pulmonar s�o tosse cr�nica, cansa�o, escarro com sangue, febre, emagrecimento, inapet�ncia, etc. H� consenso de que a vacina��o com o BCG protege contra a primo infec��o tuberculosa e suas consequ�ncias mais imediatas, mas sobretudo nas crian�as, protegendo-as da dissemina��o hematog�nica e suas manifesta��es mais graves como a meningoencefalite e tuberculose renal. Voltar ao �ndice Ir para Calend�rio
Poliomielite - Sabin / Salk A Poliomielite � uma doen�a causada por um enterovirus que pode acometer o individuo de duas formas: Forma n�o paral�tica com sintomas leves semelhantes aos de uma gripe, deixando a pessoa imunizada Forma paral�tica na qual o virus invade o Sistema Nervoso Central e provoca paralisia. A transmiss�o do virus da poliomielite se d� por via oral-fecal. Existem duas vacinas dispon�veis contra a poliomielite: a Sabin vacina de virus vivos atenuados de uso via oral e a Salk de virus inativados de uso intramuscular. Desde 1994 o Brasil tem o certificado de erradica��o da doen�a, gra�as à vacina��o, sendo que esta continua fazendo parte do Calend�rio Infantil com doses aos 2 meses, 4 meses, 6 meses, 15 meses e 5 anos. Voltar ao �ndice Ir para Calend�rio
Coqueluche / Difteria / T�tano - Tr�plice / Tr�plice acelular Coqueluche: Doen�a altamente contagiosa, transmitindo facilmente de pessoa a pessoa (via respirat�ria). Durante aproximadamente duas semanas ocorre tosse, desenvolvimento de muco denso, falta de apetite e fadiga. Os acessos de tosse v�o aumentando podendo tornar-se graves, dificultando a respira��o. A doen�a pode evoluir com complica��es como pneumonia, convuls�es e morte. A faixa et�ria de maior risco abrange os menores de 2 anos. Difteria: Doen�a contagiosa, normalmente penetra no organismo atrav�s do nariz ou boca (via respirat�ria). O bacilo dift�rico provoca a forma��o de uma placa membranosa espessa na garganta, que pode levar a problemas respirat�rios, insufici�ncia card�aca e mesmo � morte. T�tano: Causada por um microorganismo que pode penetrar na pele atrav�s de um corte ou ferida. A doen�a evolui com contratura dolorosa dos m�sculos, geralmente de todo o corpo, podendo levar � rigidez da mand�bula, garganta e m�sculos respirat�rios. � uma doen�a grave pois, dificultando a respira��o, p�e a vida do paciente em risco. Vacina contra Coqueluche, Difteria e T�tano Tanto a vacina Tr�plice (de c�lulas inteiras) como a vacina Tr�plice acelular, ajudam a proteger a crian�a contra as doen�as Coqueluche, Difteria e T�tano, com o diferencial que na vacina acelular os efeitos colaterias s�o menores e mais leves (febre, dor local, agita��o, choro intenso, etc). S�o utilizadas para crian�as a partir de 2 meses de idade (vide Calend�rio). Voltar ao �ndice Ir para Calend�rio
Difteria e Tétano dupla adulto / dupla infantil Vacina contra Difteria e T�tano Vacina Dupla adulto (Difteria e T�tano) usada para crian�as maiores de 7 anos, adolescentes e adultos. Vacina Dupla infantil (Difteria e T�tano) usada para crian�as menores de 7 anos, onde se faz necess�rio excluir o componente pertussis (Coqueluche). Voltar ao �ndice Ir para Calend�rio
Haemophylus Influenzae O Haemophylus Influenzae � encontrado normalmente na faringe dos seres humanos. A doen�a se desenvolve quando a bact�ria migra da nasofaringe para a corrente sangu�nea e por todo o organismo. H� dois padr�es de doen�as causadas pelo Haemophylus Influenzae (Hib). A infec��o invasiva (meningite, pneumonia, epiglotite, artrite, osteomielite, etc) e as infec��es menos graves (embora mais comuns) como otite m�dia, sinusite, conjuntivite e broncopneumonia. A transmiss�o se d� pelo ar ou secre��es (por meio de contato direto). A infec��o n�o tratada pode tornar-se rapidamente fatal, e o tratamento principal se d� pelo uso de antibi�ticos. Vacinas As vacinas contra o Hib est�o indicadas para imuniza��o de rotina em crian�as de 2 meses a 5 anos de idade, com o objetivo de prevenir contra as doen�as invasivas causadas por esse agente. A vacina��o deve abranger inclusive as crian�as que j� tiveram doen�as invasivas por Hib. Voltar ao �ndice Ir para Calend�rio
Hepatite A � uma doen�a aguda do f�gado, causada pelo v�rus da Hepatite A, altamente contagiosa e relacionada com os h�bitos de higiene. Surtos podem ocorrer em condominios inteiros quando, por exemplo, uma caixa d'�gua � contaminada. A infec��o pode evoluir sem sintomas para a cura ou se manifestar com diarr�ia, v�mitos, enj�o, febre, urina escura e pele amarela. A gravidade da doen�a aumenta com a idade, podendo ser at� letal em maiores de 40 anos. Medidas de higiene das m�os e a correta manipula��o dos alimentos diminuem muito o risco de infec��o, mas n�o proporcionam uma prote��o segura e efetiva. Voltar ao �ndice Ir para Calend�rio
Hepatite B A Hepatite B � uma doen�a do f�gado causada pelo virus da Hepatite B. � uma doen�a encontrada em todo o mundo, ocorrendo anualmente cerca de 200.000 novas infec��es nos E.U.A. e cerca de 4000 mortes em decorr�ncia de suas complica��es a cada ano. Embora a Hepatite B possa ser muito grave e mesmo fatal, muitas pessoas infectadas pelo virus Hepatite B n�o apresentam sintomas. Outras podem apresentar uma variedade de sintomas semelhantes ao da gripe, incluindo fadiga, febre baixa, dores musculares e articulares, dor abdominal e diarr�ia. Algumas pessoas desenvolvem icter�cia (colora��o amarela dos olhos e pele). Aproximadamente 10% dos individuos infectados podem se tornar portadores cr�nicos, n�o apresentando sintomas, mas correm o risco de desenvolver cirrose ou c�ncer do f�gado ao longo dos anos. A transmiss�o ocorre quando o sangue ou outros fluidos corp�reos infectados contaminam os olhos, a boca, ou penetram no organismo por meio de um corte na pele ou contato sexual. Voltar ao �ndice Ir para Calend�rio
Sarampo Doen�a viral extremamente contagiosa, mais frequente no inverno e primavera, podendo acometer desde crian�as pequenas at� adultos. A doen�a come�a com febre �s vezes alta, coriza, tosse e irrita��o nos olhos. Aos poucos aumenta o mal estar e a febre, aparece exantema (manchas vermelhas) por todo o corpo e ap�s alguns dias ocorre descama��o da pele. A transmiss�o se d� por via respirat�ria e a doen�a evolui geralmente em 10 dias para a cura, podendo ocorrer complica��es como pneumonia, encefalite, etc. A vacina d� uma boa prote��o e faz parte do Calend�rio Vacinal Infantil, com doses aos 9 meses e 15 meses, juntamente com Caxumba e Rub�ola (Tr�plice Viral). Em situa��es de epidemia, a vacina pode ser aplicada em crian�as menores, adolescentes e adultos. Voltar ao �ndice Ir para Calend�rio
Caxumba A Caxumba � uma doen�a viral que afeta as gl�ndulas salivares, mais frequentemente as gl�ndulas par�tidas localizadas perto do ouvido. Sua frequ�ncia � maior no inverno e seus sintomas come�am com febre, mal estar depois dor no ouvido e gradualmente as gl�ndulas salivares v�o inchando e ficando sens�veis. Ap�s 3 a 7 dias o incha�o diminui, regredindo com a doen�a. Alguns casos podem evoluir com inflama��o dos testiculos nos meninos ou dos ov�rios nas meninas. A transmiss�o se d� pelo contato direto com o doente ou por objetos recentemente contaminados por sua saliva. A vacina contra a Caxumba pode ser aplicada ap�s 1 ano de vida, fazendo parte do Calend�rio Infantil aos 15 meses juntamente com Sarampo e Rub�ola (Tr�plice Viral). Voltar ao �ndice Ir para Calend�rio
Rubéola A Rub�ola � uma doen�a viral relativamente benigna que se inicia com febre, depois aparece o exantema pelo corpo e ganglios na regi�o do pesco�o e ouvido. A gravidade da doen�a est� na possibilidade da mulher adquirir a enfermidade na gravidez, principalmente no 1° trimestre, porque pode levar a s�rios problemas no feto. Os beb�s com Rub�ola cong�nita podem apresentar: - baixo peso - surdez - microcefalia, meningoencefalite, atraso mental - cardiopatias - etc. A vacina contra a Rub�ola pode ser aplicada ap�s 1 ano de vida, fazendo parte do Calend�rio Infantil aos 15 meses juntamente com Sarampo e Caxumba (Tr�plice Viral). Voltar ao �ndice Ir para Calend�rio
Sarampo / Caxumba / Rub�ola Tr�plice viral Vacina Tr�plice Viral (veja Sarampo, Caxumba e Rub�ola) Voltar ao �ndice Ir para Calend�rio
Varicela A varicela (ou catapora) � uma doen�a comum, com transmiss�o muito f�cil de pessoa a pessoa. Os sintomas mais comuns s�o: cansa�o, febre, perda de apetite e erup��o cut�nea come�ando pelo tronco e se espalhando rapidamente pelo rosto, bra�os e pernas. � uma doen�a considerada benigna, por�m pode evoluir com complica��es como infec��o cut�nea, edema cerebral, perda de coordena��o muscular, pneumonia, infec��o de ouvido, Herpes Zooster (cobreiro) e S�ndrome de Reye. A gravidade da doen�a � maior quanto mais velho for o individuo. A vacina pode ser administrada a partir de 1 ano de idade. Voltar ao �ndice Ir para Calend�rio
Doen�a Meningoc�cica A doen�a meningoc�cica, infec��o aguda causada pelo meningococo, se apresenta sob diversas formas, desde o estado de portador assintom�tico at� a meningococcemia fulminante, sendo a meningite a forma mais freqüente. � uma doen�a grave, que atinge principalmente crian�as e adultos jovens. A classifica��o de meningococo em sorogrupos � baseada nas diferen�as da estrutura imunoqu�mica da sua c�psula. Atualmente h� refer�ncia � exist�ncia de 13 sorogrupos sendo que a maioria dos casos de doen�a meningoc�cica s�o devidos ao Meningococo A, Meningococo B, Meningococo C. A transmiss�o do meningococo se d� atrav�s de secre��es nasofar�ngeas (tosse, espirros, etc) principalmente. Vacina contra Meningococos A/ C Dose �nica, administrada em maiores de 2 anos de idade. Pode ser indicada revacina��o para pessoas sob alto risco de infec��o (epidemias por exemplo). Voltar ao �ndice Ir para Calend�rio
Pneumonia Dentre as diversas causas de pneumonia, o Pneumococo (Streptococus Pneumoniae) � um dos microorganismos mais importantes, causando doen�a invasiva (meningite, sepsis, pneumonia) e n�o invasiva (otite m�dia, sinusite, pneumonia n�o complicada). As infec��es pelo pneumococo s�o frequentes nos extremos et�rios (crian�as e idosos), em pessoas portadoras de imunodefici�ncias e em pessoas com doen�as cr�nicas. H� mais de 80 diferentes sorotipos de pneumococos e 2 vacinas dispon�veis atualmente: Vacina 23 valente S�o vacinas polissacar�dicas recomendadas para crian�as maiores de 2 anos de idade, adultos e idosos. Vacina 7 valente S�o vacinas conjugadas e t�m se mostrado eficazes na preven��o de doen�as invasivas (meningite pneumoc�cica, sepsis e bacteremia) nas doen�as de vias a�reas (otite, sinusite) e tamb�m na redu��o do individuo portador assintom�tico. A vacina � indicada para crian�as desde os 2 meses de idade at� os 9 anos. Voltar ao �ndice Ir para Calend�rio
Gripe A Gripe � uma doen�a causada pelo virus influenza. Os sintomas mais comuns s�o febre alta, dores no corpo e fraqueza. Mais de 10% da popula��o tem pelo menos uma gripe a cada ano. Os individuos fragilizados t�m s�rios riscos de complica��es graves que podem levar � morte. Asm�ticos, diab�ticos, card�acos, podem se descompensar com a gripe, sofrendo crises, podendo levar � interna��o e semanas para retornar �s atividades normais. As crian�as s�o as principais respons�veis pela transmiss�o da gripe na comunidade levando � falta �s aulas, al�m de precisar de cuidados especiais de um adulto. A Organiza��o Mundial da Sa�de determina anualmente quais os 3 virus de influenza que est�o em circula��o no mundo e que devem ser incluidos na vacina. A prote��o s� � observada 2 semanas ap�s a vacina��o, que deve ser realizada anualmente no per�odo do outono para garantir melhores resultados. Voltar ao �ndice Ir para Calend�rio
Teste de Mantoux Desculpe, esse texto est� em altera��o. Voltar ao �ndice Ir para Calend�rio
Gamaglobulinas Desculpe, esse texto est� em altera��o. Voltar ao �ndice Ir para Calend�rio


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