O lazer é muito importante na sociedade moderna, e cada vez mais há um número crescente de alternativas, que possam tornar nossas horas de descanso divertidas, servindo como válvulas de escape para o stress do dia-a-dia.
Da mesma forma que assistir um bom filme ou ler um livro proporcionam grandes possibilidades de enriquecimento cultural, os jogos também o fazem e nos colocam para interagir com outras pessoas, testando nossas qualidades e aptidões na convivência em grupo.
Claro, que o preconceito ao jogo existe, e está geralmente vinculada a idéia do vício, mas, para nós educadores e amantes dos jogos como forma de socialização e cultura, o jogo passa a ser um grande aliado, divertindo e educando.
Lembremos aqui duas frases de grandes inventores de jogos: “Um jogo é uma obra de arte, tão digna de ser assinada quanto uma pintura, um livro ou uma sinfonia”, diz Sid Sackson e o brasileiro Mário Seabra “Para mim, os jogos são como um palco, onde as pessoas podem dialogar para além do cotidiano”.
Há quatro tipos de atividades que possuem limites não muito definidos e, que por esta razão, às vezes nos deixam sem saber como classificá-las: se é um jogo, uma brincadeira ou um esporte. Vejamos algumas definições:
Desta forma ficamos com a definição da maioria dos especialistas de que todas estas atividades podem ser agrupadas na palavra jogo, onde estão incluídos todos os conjuntos de atividades lúdicas do ser humano, dizemos: “Vamos jogar futebol”, “Vamos jogar damas” e “Vamos jogar amarelinha”, três atividades que corresponderiam na prática a um esporte, um jogo e uma brincadeira, respectivamente.
Deixemos de lado as definições e vamos adentrar nos objetivos destas atividades que nada mais são que proporcionar lazer, recreação e educação.
Podemos dividir os jogos em 3 grandes grupos:
Todos nós temos a capacidade de inventar atividades lúdicas, que possam nos auxiliar nas aulas de evangelização, da mesma forma que usamos uma música ou um livro. O jogo pode também nos auxiliar de uma maneira bastante agradável, basta tentarmos.
É importante na sociedade de hoje sabermos reutilizar o lixo, ou melhor, saber reciclar, ajudando desta forma na melhoria do ambiente e em nossa qualidade de vida. Por isso temos a obrigação de desenvolver brinquedos e jogos a partir de materiais recicláveis, desenvolvendo nas crianças e jovens uma consciência ecológica.
A brincadeira faz parte da vida da criança, assim como a alimentação, o estudo e a família. Toda criança desde a mais tenra idade demonstra claramente o prazer e o contentamento ao participar da mais simples brincadeira.
Jogos como esconde-esconde, pega-pega, roda, barra manteiga, cavalinho, entre outros embalaram a infância de várias gerações. Mesmo hoje, quando os brinquedos eletrônicos invadiram a casa e a vida dos pequeninos, eles não resistem a uma boa brincadeira onde possam pular, correr, gritar, enfim, exteriorizar suas emoções e energias.
Outro ponto a favor destas brincadeiras de rua é a sua capacidade democratizadora, ou seja, qualquer um pode participar, independente da condição social, raça, ou religião, até mesmo as condições físicas, as vezes não são limitantes.
Muitos outros benefícios poderiam ser listados em favor da brincadeira, mas para finalizar, reforçamos a capacidade de socialização que os jogos oferecem aos seus participantes. Ao fazer parte de uma brincadeira a criança desenvolve habilidades motoras – tão necessárias ao seu desenvolvimento físico – e, também descobre como conviver em grupo. Através dos jogos, ela aprende a dividir, a ajudar, a respeitar e trabalhar em equipe. Sempre de uma forma divertida e, portanto, agradável. Não é de se estranhar, então, que ao eleger os melhores momentos de suas vidas, muitas pessoas, lembrem-se de sua época de infância e de suas brincadeiras.
Para atingir seu objetivo, que é ensinar a Doutrina Espírita às crianças e jovens, a educação espírita infanto-juvenil precisa lançar mão de recursos bastante diferenciados e interessantes.
De acordo com a metodologia adotada pela USE (União das Sociedades Espíritas), é importante que as aulas destinadas a esse público (especialmente crianças) tenham início com uma atividade que faça com que se acalmem, se confraternizem e, conseqüentemente, se preparem para o aprendizado de um tema. Entre os recursos existentes (teatro, vídeo, desenhos, pinturas, etc.), um dos mais importantes no trabalho junto às crianças e jovens são os jogos.
Para que as brincadeiras e jogos possam surtir o efeito desejado, necessário se faz observar a faixa etária da turma com que se irá trabalhar, o tema a ser estudado, o espaço físico, e o material disponível para execução dos mesmos, isto, com antecedência de dias, após uma reunião prévia dos educadores envolvidos, onde são traçados os objetivos e o desenvolvimento da atividade.
O evangelizador pode utilizar jogos já existentes (adaptando-os ou usando-os originalmente) ou criá-los, de acordo com sua necessidade e sua capacidade criativa. Convém lembrar, contudo, que o jogo é um recurso utilizado para se atingir um objetivo, ou seja, preparar a criança ou jovem para o estudo de um tema espírita. Se os jogos forem utilizados isoladamente, ou seja, se o evangelizador optar por oferecer apenas o jogo sem a abordagem espírita, aos educandos, estará descaracterizando a Evangelização, reduzindo o trabalho a mero entretenimento, algo bem diferente da proposta de educar e ensinar a moral cristã.
Ressaltamos ainda que, assim como tudo o que é utilizado de forma errada e abusiva, o jogo pode vir a ser algo nocivo às pessoas, a partir do momento em que deixa de ser utilizado como forma de socialização, de brincadeira e transforma-se em instrumento de ganância, finalidade bem distinta, aliás, da aqui apresentada e proposta.
Algumas questões do livro dos espíritos:
533. Podem os Espíritos fazer com que obtenham riquezas os que lhes pedem que assim aconteça?
Algumas vezes, como prova. Quase sempre, porém, recusam, como se recusa à criança a satisfação de um pedido inconsiderado.
a- São os bons ou maus Espíritos que concedem esses favores?
Uns e outros. Depende da intenção. As mais das vezes, entretanto, os que os concedem são os Espíritos que vos querem arrastar para o mal e que encontram meio fácil de o conseguirem, facilitando-vos os gozos que a riqueza proporciona.
565. Atentam os Espíritos em nossos trabalhos de arte e por eles se interessam?
Atentam no que prove a elevação dos Espíritos e seus progressos.
766. A vida social está na Natureza?
Certamente. Deus fez o homem para viver em sociedade. Não lhe deu inutilmente a palavra e todas as outras faculdades necessárias à vida de relação.
804. Por que não outorgou Deus as mesmas aptidões a todos os homens?
Deus criou iguais todos os Espíritos, mas cada um destes vive a mais ou menos tempo e, conseguintemente, tem feito maior ou menor soma de aquisições. A diferença entre eles está na diversidade dos graus da experiência alcançada e da vontade com que obram, vontade que é o livre-arbítrio. Daí o se aperfeiçoarem uns mais rapidamente do que outros, o que lhes dá aptidões diversas. Necessária é a variedade das aptidões, a fim de que cada um possa concorrer para a execução dos desígnios da Providência, no limite do desenvolvimento de suas forças físicas e intelectuais. O que um não faz, fá-lo outro. Assim é que cada qual tem seu papel útil a desempenhar. Demais, sendo solidários entre si todos os mundos, necessário se torna que os habitantes dos mundos superiores que, na sua maioria, foram criados antes do vosso, venham habitá-lo, para vos dar o exemplo.
843. Tem o homem o livre-arbítrio de seus atos?
Pois que tem a liberdade de pensar, tem igualmente a de obrar. Sem o livre-arbítrio, o homem seria máquina.
864. Assim como há pessoas a quem a sorte em tudo é contrária, outras parecem favorecidas por ela, pois que tudo lhes sai bem. A que atribuir isso?
De ordinário, é que essas pessoas sabem conduzir-se melhor nas suas empresas. Mas, também pode ser um gênero de prova. O bom êxito as embriaga; fiam-se no seu destino e muitas vezes pagam mais tarde esse bom êxito, mediante revezes cruéis, que a prudência as teria feito evitar.
865. Como se explica que a boa sorte favoreça a algumas pessoas em circunstâncias com as quais nada têm que ver a vontade, nem a inteligência: no jogo, por exemplo?
Alguns Espíritos hão escolhido previamente certas espécies de prazer. A fortuna que os favorece é uma tentação. Aquele que, como homem, ganha, perde como Espírito. É uma prova para o seu orgulho e para sua cupidez.
A seguir damos alguns exemplos de jogos que podem ser utilizados na Educação Espírita Infanto-Juvenil.A quantidade de sugestões é pequena, pois, temos certeza, que você tem capacidade de criar jogos interessantes e não pretendemos aqui inibir seu processo criativo, portanto, escolha um tema, junte algum material, olhe, manuseie e logo estará colocando sua idéia em prática, simples ou complexa, o que importa é o conteúdo doutrinário, do jogo mais complexo ao mais simples, tudo é aprendizado, tudo é lazer. Divirta-se!!!
SUGESTÕES DE JOGOS
Objetivo: Desenvolver a percepção visual de semelhanças e diferenças.
Material: As próprias crianças.
Desenvolvimento: Pedir aos alunos que foram escolhidos, ou se ofereceram para ser os bonecos, que façam uma pose ou mímica. Esta deverá ser a mesma para todos, com exceção de uma que apresentará uma pequena diferença. Ex. Se todos alunos estiverem com os braços para cima, um deles manterá o braço para baixo. Enquanto os bonecos se posicionam, as demais crianças devem permanecer de costas. Em seguida, solicitar aos alunos que abram os olhos e descubra qual o boneco que está diferente.
Obs.: Fazer com que os bonecos criem a mímica ou escolham, à vontade, a posição que desejarem.
Material: Uma folha de jornal para cada criança.
Desenvolvimento: Perto de cada criança será colocada uma folha de jornal. A um sinal, todas as crianças dançarão sobre a folha, até rasgá-la. Os movimentos com os pés deverão ser variados; ora as crianças pularão, dançarão, etc., de acordo com a criatividade de cada um.
Objetivo: Exercitar a atenção, destreza manual, socialização e criatividade.
Material: Grãos de arroz, feijão e pires.
Desenvolvimento: Colocar grãos de arroz e feijão nos pires e dividir a turma em grupos de no máximo 4 crianças.
Cada grupo ficará com um pires, e ao sinal do educador, cada equipe começa a separar os grãos, depois de separados, deve formar desenhos com os grãos. Ganha a equipe que primeiro terminar a tarefa.
Obs.: Mesmo havendo uma equipe vencedora, o educador deve estimular as outras a irem até o fim e, depois, dirigir-lhes uma palavra de elogio ou estímulo pelos desenhos que criaram.
Encarnado
e desencarnado (adaptação do morto-vivo)
Objetivo: Desenvolver a agilidade e atenção.
Material: Nenhum
Desenvolvimento: Uma criança fica no comando e quando fala “encarnado” as demais devem ficar de pé. Quando fala desencarnado, as crianças devem abaixar. A criança que ficar por último, sem ter errado, ganha e torna-se o novo comandante.
Passe
anel (adaptação do passa anel)
Objetivo: Fazer com que a criança perceba a importância do passe e seus benefícios.
Material: Vários anéis iguais contendo palavras como: paz, amor, bem estar, felicidade, tranqüilidade, carinho, etc. (pode repetir palavras). Estes papéis podem ser amarrados aos anéis, ou presos com fita adesiva (pode substituir o anel pelo papel, diretamente).
Desenvolvimento: Uma criança é escolhida para ser passista, enquanto as demais se sentam. A passista passa em cada uma das crianças que estão sentadas, deixando em suas mãos um anel. Em seguida escolhe uma das crianças para tentar adivinhar o que está escrito em seu papel, se acertar, ela torna-se passista, se errar, escolhe outra criança para dar continuidade `a brincadeira.
Objetivo: Desenvolver a agilidade, a esperteza, o respeito e a honestidade.
Material: Balões de borracha contendo pedaços de papel, nos quais estarão escritas algumas virtudes. Cada balão deverá ser amarrado com um barbante de cerca de 30 cm.
Desenvolvimento: As crianças receberão um balão, que será atado ao cotovelo, contendo um papelzinho com o nome de uma virtude (o segredo do balão). Cada criança deverá tentar estourar o balão do companheiro, para descobrir qual o seu segredo, porém, cuidando para que o seu segredo não seja descoberto. Será vitoriosa a criança que mais segredos descobrir, sem deixar que o seu seja descoberto.
Objetivo: Fazer com que o educando estude a biografia e desenvolva a atenção.
Material: Um dado, papel em branco, uma biografia, uma caneta (de preferência colorida).
Desenvolvimento: Primeiramente, prepare a biografia dividindo-a entre 10 a 15 tópicos curtos, ex.: Nasceu na França, estudou na Suíça, etc.. Cada jogador receberá uma folha em branco onde irá colocar letra por letra o nome do personagem, conforme conquistar o direito de colocar uma letra.
Sorteia-se
o jogador que iniciará o jogo, ele lançará o dado e de acordo com o número
poderão ocorrer três fatos:
1º) 1, 2 ou 3 – Ele recebe um item da biografia, se acertar coloca a 1ª letra do nome do personagem e passa a vez. Se errar, simplesmente passa a vez.
2º) 4 ou 5 – O educador lê mais um item da biografia e o jogador passa a vez.
3º) 6 – O evangelizador repete todos os itens da Biografia já falados por ele, ou apenas aqueles que não foram falados pelos alunos.
O evangelizador no início do jogo lê 2 itens da biografia em ordem cronológica, à medida que os alunos vão respondendo corretamente ele anotará em sua folha e no momento que precisar falar todos os itens, ele diz apenas aqueles que não estão sendo lembrados pelos jogadores. Vence o jogo o primeiro que chegar ao nome completo do personagem.
Obs.: No início do jogo os jogadores podem saber de quem se trata a biografia.
Variação – Pode haver a participação do educador que irá colocar uma letra em sua folha, sempre quando os jogadores não lembrarem de nenhum item ou errar.
Jogo da Reciclagem
Objetivo: Despertar a consciência ecológica em relação ao lixo e o trabalho em grupo.
Material: Caixa de papelão, sucatas (papéis, latinhas, pets) e sacos de lixo.
Desenvolvimento: Formar equipes, cada uma receberá um saco de lixo contendo materiais recicláveis. Destinar 3 caixas para cada equipe, colocando em cada uma o símbolo da reciclagem e o nome do material. As caixas ficarão afastadas dos grupos e ao receber um sinal de partida, um aluno pega no saco de lixo um material e deverá correr até a caixa apropriada, ao retornar, outro aluno fará o mesmo, até acabarem os materiais. Ganha a equipe que acabar mais rápido, sem nenhum erro (ou com menos erros) na separação dos materiais.
Objetivo: Despertar a consciência ecológica em relação ao lixo e o trabalho em grupo.
Material: Barbante, sucata (papéis, pets, latinhas) e sacos de lixo.
Desenvolvimento: Dividir a sala em 2 grupos iguais, onde cada grupo representará uma cidade. O primeiro da fila será o prefeito, os demais os políticos e a população. O governador (educador) fará uma visita nas duas cidades e premiará a cidade mais limpa. Para isso, os prefeitos contarão com a ajuda de toda população para resolver o problema do lixo. Os alunos devem ficar dispostos lado a lado, onde deverão ser unidos pelas pernas com o barbante. O último da fila pega uma sucata e passa de mão em mão até chegar ao primeiro da fila que colocará o lixo no saco, entretanto, dever haver uma certa distância do saco de lixo e da sucata com relação às fileiras, de maneira que os alunos tenham que se locomover de maneira sincronizada para atingir o objetivo. Será vencedora a equipe que mais recolher lixo até a visita do governador.
Encarnado
– Desencarnado
Adaptação
da brincadeira “vivo – morto”. Uma pessoa dá os comandos que devem ser
obedecidos pelos participantes. Ao ouvir encarnado, deve-se ficar de pé. Já
desencarnado, deve agachar.
Golfinhos
e Sardinhas
Todos os participantes ficam agrupados em uma extremidade do espaço (as sardinhas) e um (golfinho) ficará sobre uma linha transversal demarcada bem no centro do espaço, podendo se mover apenas lateralmente sobre essa linha.
O
objetivo das sardinhas é passar para o outro lado do oceano (linha central) sem
serem pegas pelo golfinho. Já o golfinho precisa pegar o maior número possível
de sardinhas, ficando todos lado a lado de mãos dadas. Apenas os golfinhos da
extremidade podem pegar sardinhas. Quando a corrente de golfinhos ocupar toda a
linha central, os golfinhos poderão sair da linha e se deslocar por todo o
oceano para pescar as sardinhas. Quando a linha de golfinhos for maior do que a
de sardinhas, estas poderão salvar aqueles que quiserem deixar de ser
golfinhos, passando por entre as pernas do que quer ser salvado.
Obs.:
decidir salvar um golfinho é uma grande aventura de confiança, estimulando a
solidariedade, cumplicidade e altruísmo.
Inicia-se
incentivando as pessoas a caminhar livre e criativamente pelo ambiente (andar
com passo de gigante; de formiguinha; como se o chão estivesse pegando fogo;
tique nervoso; etc).
Depois
de alguns minutos fala-se, em voz
bem alta, 2
partes do corpo (mão na testa, dedo no nariz, orelha com orelha,
cotovelo na barriga, etc). A este estímulo todos deverão formar uma dupla e
tocar um no outro nas partes faladas. Após um tempo, o orientador falará
“pessoa para pessoa” e deverá formar uma nova dupla e se abraçarem
fortemente.
Obs.:
esse jogo estimula o contato e aproximação gradativa.
Joga-se
igual à queimada tradicional com uma pequena variação: quando existir mais de
2 ocupantes na zona de “morto”, o 1º que chegou lá deve voltar ao campo do
jogo, só que na equipe adversária.
Funciona
igual à brincadeira tradicional. Contudo, ao invés de tirar um participante,
tira-se uma cadeira e as pessoas devem se sentar normalmente, até o final da
brincadeira (quando o grupo decidir parar). Vale dividir o assento, sentar um no
colo do outro, etc. Desta forma, curte-se a música, os movimentos,
socializa-se!!
Salve-se com um abraço
Tipo
de “pega-pega”, cujo objetivo é todos se salvarem. O pegador, com uma
bexiga, tenta tocar o peito de alguém, se conseguir ele passa a bexiga e
invertem-se os papéis. Para não serem pegos, os participantes têm que se abraçar
aos pares, encostando o peito um no outro, salvando-se mutuamente. Importante: o
abraço só pode durar 5 segundos, estimulando a troca de abraços.
Formar
grande roda e numerar, de 1 a 4, todos os participantes. Cada
nº corresponde a uma espécie de bichinho (ex.: 1 = carneiro – 2 =
gato – 3 = boi – 4 = pato). A partir daí, todos os bichinhos da mesma espécie
se reúnem. Para facilitar, todos devem se comunicar de acordo com o bichinho
correspondente (gato = miar; carneiro = méé, etc)
BIBLIOGRAFIA
Elaborado
por Eduardo Rodrigues Martins e Martha Rios Guimarães
DIM
- Departamento de Infância e Mocidade - CE Gabriel Ferreira