| In�rcia Atr�s de seus olhos h� um deserto Iluminado pela lua onde � sempre noite Atr�s de seus olhos h� um garoto Derrotado pela chuva que � uma foice Na palma de sua m�o h� uma alma E t�o calma voc� a faz se reprimir A Palma de sua m�o � t�o gelada Como m�sicas que n�o fazem sorrir Obrigado por aquilo que voc� me deu Deu-me o medo de seus olhos mergulhados nos meus. |
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| A vida n�o � cruel? O seu telefone n�o toca. A sua porta n�o ecoa A sua janela n�o quebra N�o, nenhuma pessoa Ele n�o vir� Desi N�o vir�... O seu cora��o n�o aprende Voc� se desprende de s� mesma Chamam-lhe, voc� n�o atende N�o, Nenhuma surpresa Ele n�o vir� Desir�e Ele infelizmente, cruelmente, Cruamente N�o vir�, hahahahah�? |
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| O Tempo � uma rameira Quanto tempo voc� ainda me esconder�? Quanto tempo te esconder�s ainda? Quanto tempo desde �Vamos nos ver!�? Ainda estamos verdes? Ainda? Mas eu estou pronto, quero encontrar Amar uma menina, somente amar Ent�o quanto tempo, perec�vel, doente? Quanto tempo De amor dissidente? Bem, n�o posso mais difamar Mas difamarei assim mesmo, ora! Pois n�o sou nada, n�o sou completo N�o incompleto, sou meso, e vou me embora.... E voc� vai vomitar em cima de mim. Anjinho? |
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| Quem fez voc�? Tua beleza � um disparate Pois te faz estrela singular Oh, brilho que cega Que molha e faz chorar Como me demoro em procurar Uma estrela, doce substituta Oh, cora��o quente e ardente Vamos fazer uma luta? Uivando como vira-latas Carrapatos, Carrapata? Voc� nasceu assim? Ou voc� foi feita? Voc� j� foi eleita? Voc� tem receita? � claro que n�o... E a m�o que tem o toque Que ela toque o que houver Atr�s da estrela vespertina T�o soturna quanto puder Sim chorei, n�o tremo em dizer Tremo sim de esperar E ter que fazer acontecer... |
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