Poemas de Sualred
Elegia � Morte

Quando a vida me gerou
Fez-me como filho da morte
E eu pesigo Minha m�e
Pra que ela me sele a sorte
Morte �s a minha vida
A vida � um nazi-facismo
Morte, �s minha sina
Como eu quero a minha chacina!

Eu quero a morte!
Como o moleque quer a cola
Mas porque tu me foges?
Como o moleque que foge a escola
Pois � morte...
N�o sou menino qualquer....
Agora sou um homem
E este homem lhe quer

Est� tudo acabado
Abra logo janela
Estou pronto para pular
E adeus mundo cruel!
E guarde meu chap�u......
Ponho meu p�len!

Ponho meu p�len
Em sua flor
Seus dedos fogem
Mas n�o h� dor

Pois polens pulam
Por pulular
� Afrodite, Anjo
A lhe afagar
Pois garotinha garanto a voc�
Iremos...
Ganhar e perder, Ganhar e perder.....
Melifluidade Mel�dica De Olhos Verdes

Anjo espero n�o duvidares
N�o duvides, lhe pe�o
Os seus Verdes olhos
Com meu triste suspiro, despe�o  

Os meus ficam t�midos
� sim � palavra
Olhos verdes me tiram
E me colocam ressalvas

Ressalvas, mas vou
                       [divagar
Os olhos verdes, os seus
                   [Eu vou roubar

Amor nunca rimou com dor
Amor rima com disposi��o


Talvez, Talvez
Esse esc�rnio em seus olhinhos
Venha ser
Luz do meu eu sozinho
Talvez, Talvez
Essa curva em seu copinho
Venha ser
Nessa Noite o meu caminho,
Ou n�o....
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