| Poemas de Kurt | |||||
| O FIM Nos flancos de minha repulsiva dor a sangrar meu interior maldito N�o vislumbro a inspira��o e a cria��o Atenho-me em l�grimas silenciosas de horror Nas virginais manh�s das noites de ins�nia e afli��o As vis�es lan�am-me nas trevas Corro contra o vazio e volto diante do espelho morto de meus olhos Que est�o a prender minha raz�o Luta incessante de adagas afiadas a cortar minha carne A sangrar meu ser noturno Ao nascer das cinzas de minha decep��o Renasce a maldi��o em mim e a calada e lancinante dor O ideal jaze entre t�mulos como flores murchas A exalar o aroma p�trido da minha exist�ncia Que mistura-se ao suave aroma das rosas rubras Que tanto vejo em meus pesadelos E meu fervente sangue imortal gela tendo sua imagem Diante de meus olhos lascivos minha infinda m�goa Minha perda em caminhos truncados que foi o nosso amor Hoje... sigo s� Minha estrada findou-se e tamb�m come�a sendo desenhada No sinuoso derrubado de minhas l�grimas frias. |
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| O que � belo o que � belo nessa vida das almas queridas um jogo de cdz para aqueles que posam v� coitados s�o aqueles que s�o guiados pelas m�os sou feliz por enxergar esse nosso belo e imenso mar pois os cavaleiros alvejados apenas pelas m�os ser�o levados e voc�c que pode enxergar n�o agradece por lhe dar esse dom divino ent�o lhe pesso uma pequena ta�a de vinho para saciar a sede de vida. |
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