| Pranto �guas paradas Desse rio que hoje � t�o sujo N�o s�o piores que meu pranto dilu�do Desse amor que tanto fujo Talvez melhor assim Esse medo de estragar Que permane�a ilus�o Estou a me acostumar Costume insolente Faz at� com que eu sinta Forte desejo de te beijar Mas por favor, n�o minta Essas mentiras s� prestam pra me iludir Tento n�o lembrar, me enganar J� est� dif�cil conseguir Mas tamb�m n�o despreze N�o venha com amizade Nunca, nunca � a mesma coisa � tudo falsidade Estou apenas pedindo Para que me sirva de inspira��o Conhe�o seus prop�sitos Por isso morro de afli��o Se algo der errado, ent�o Que seja como �guas paradas Assim nossas vidas n�o ser�o prejudicadas |
||||||||
| Tempos de vento Lembro-me do vento Descendo pela rua Hoje � t�o crua Como eu lamento Acho que nunca voltar� Aquele tempo t�o bom Nem com marcas de batom Nada adiantar� Mas n�o fugirei Curtirei o que resta Sei que aproveitei A vida esta N�o morrerei T�o cedo algu�m me testa |
||||||||
| Observa��o � bom observar o jeito Que esses pobres desabafam Tachados de b�bados Ningu�m maltratam � dif�cil entender Talvez nem tenha explica��o Julgado, Julgador Ao primeiro resta a consola��o Ser� que s�o os tempos dif�ceis? E tamb�m diferentes O certo, � que os bo�mios Pensa assim e n�o sentem |
||||||||
| Forrest Gump | ||||||||