| Poemas de Forrest | |||||||||
| Nave As nuvens v�o passando E sigo em minha nave J� n�o vejo nem uma ave Nada mais vai passando Sigo, e vou em qualquer lugar At� pelos mais alto vale N�o h� ningu�m que me cale Estou sempre � cantar Tamb�m n�o vejo as pessoas Parece que todas sumiram Tempo depois que me iludiram E me deixaram l� sem roupas Vai escurecendo As nuvens espairando J� estou me acalmando Nem vejo gente morrendo! ... Minha nave est� na esta��o Cheguei para ti reencontrar J� n�o consigo mais andar E preste muita aten��o Aten��o, aten��o aten��o no que eu vou falar Mas antes deixe-me te abra�ar E como um urs�o |
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| M�rmores Te colocarei no m�rmore do inferno Mesmo em qualquer um deles Mas quero que me vejes que estou quase enfermo Talvez de excita��o desses seus olhos iguais Iguais aos quais s� fizeram ilus�o Essas suas companhias At� que me agradam Podem ser minhas amigas? Mas amizades coloridas Mesmo que continuem iludidas E com certeza me provaram |
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| Cita��o J� que os tempos mudaram As "chegadas" tem que mudar As mulheres assumirem esse lugar J� que n�o se consagraram |
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