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ISTO !!!
Certo
dia de junho em 1969 o porta-aviões USS Constellation estava no Oceano Pacífico
a cerca de 200 milhas da costa de San Diego. Dois tripulantes saíram à
plataforma de vôo para embarcarem em um bombardeiro F-4 para dois lugares
equipado com dupla turbina. Subiram para dentro da aeronave e deram
a partida; o fluxo começou com ar quente sendo impulsionado pelas turbinas à
medida que o combustível puro era injetado. O piloto acionou o botão de ignição;
o combustível entrou em combustão; as turbinas começavam a funcionar - duas
turbinas General Electrics com 17.000 libras de empuxo cada - com o avião
retesando o cabo, pronto para o lançamento. O piloto deu sinal para o oficial
da plataforma de vôo; ele respondeu ao sinal e com o indicador apontou para
baixo. Era o sinal para o homem na torre que passou o sinal para o que estava na
parte inferior. Foram pressionados os botões e 85.000 libras de material foram
arremessadas para
fora da plataforma de vôo naquilo que devia se tornar em vôo num espaço de
menos que dois segundos - de 0 a 200 nós. Eu estava sentado no banco de trás
daquele avião. Quando chegou o final da
pista no convés o normal seria que o nariz do avião estivesse pontando para
cima. Estava apontando para baixo. Tudo o que você tem são 80 pés - alguns
segundos - menos que segundos. Vi o convés se levantando à minha direita. Vi o
giroscópio ficando cada vez mais escuro e sabia que era uma questão de
segundos.
Puxei a alavanca. A parte de trás da capota se levantou e gritei ejetei. O
piloto no assento dianteiro gritava, "Ejetar! Ejetar!" mas falava para
si mesmo - eu já tinha partido! Sua capota também abriu e ele também saiu.
Havia sob mim um banco impulsionado por foguete que me atirou a 250 pés de
altura no ar, e naquela noite de Junho eu subia às cambalhotas! Via as estrelas
e depois via o mar, e depois via as estrelas outra vez. Então todo meu assento
se despregou, como estava programado para fazer, e o pára-quedas
se abriu.
Eu estava bem perto da água, mas descia a 200 nós, e quando bati na água caía
de lado com grande velocidade. De algum modo consegui me virar. Acionei os dois
pequenos cordões de meu salva-vidas que ativaram os cartuchos de CO2 para
inflar o salva-vidas. Virei-me um pouco e acionei os dispositivos que me
livrariam de meu pára-quedas, mas por alguma razão, com as voltas o
tirante de meu pára-quedas havia ficado preso à parte de trás de meu
salva-vidas e eu não podia me livrar.
Consegui me equilibrar e olhei para cima para ver o navio passando por mim. (O
navio tinha 1000 pés de comprimento e 5000 homens a bordo; era uma cidade
navegante.) Enquanto passava podia ver os homens no convés atirando suas
pequenas lanternas para baixo. Já estava quase escuro e eles me viram lá em
baixo, de modo que estavam atirando suas lanternas para que a tripulação do
helicóptero pudesse saber onde eu estava.
Eu tentava desembaraçar o tirante, mas ele não se movia. O navio passou e a
primeira onda do navio me afundou. Fui parar sob a água e não sabia se estava
subindo. Consegui pôr a cabeça para fora e respirar, enquanto o navio passava,
e as grandes hélices estavam bem ao meu lado.
O helicóptero veio direto para onde eu estava me debatendo na água. O piloto
podia ver onde eu estava e, pairando bem sobre minha cabeça, lançou um cabo
com a armação à qual devia me agarrar para ser içado para o helicóptero.
Estava bem perto de mim, por isso me agarrei ao cabo, mas continuava preso ao pára-quedas
e este estava todo debaixo d'água. O piloto gritou pelo
megafone, "Piloto, afaste-se de seu pára-quedas!" pois ele não
queria ser arrastado junto para dentro do Oceano Pacífico.
Eu não tinha intenção de deixar aquele cabo escapar, pois já tinha afundado
várias vezes, mas sabia que não poderia ser içado com o pára-quedas preso.
Assim estava eu no Oceano Pacífico, batendo desesperadamente os pés para não
afundar. Era o último lugar onde gostaria de estar, mas não tinha escolha.
Soltei o cabo e me afastei, e o piloto do helicóptero recolheu o cabo e desceu
um homem-rã para me rodear e soltar aquele tirante que eu não
conseguia desprender sozinho.
Assim que coloquei meu nariz fora da água encontrei o homem-rã bem ao meu
lado. Ele não estava gritando para mim com seu megafone, dando-me instruções
de como nadar até a praia a 200 milhas de distância - eu não poderia fazê-lo.
Ele não estava me dizendo como escalar o casco do navio para voltar ao meu
lugar - eu não poderia fazê-lo.
Estava totalmente incapacitado e à espera do que alguém pudesse fazer por mim.
Então o homem-rã desceu e me livrou e só então pude agarrar o suporte que
eles tinham baixado.
Se você nunca aceitou o Senhor Jesus Cristo como seu Salvador, você se
encontra agora mesmo em uma situação pior do que a que eu estava naquele
momento. Você não pode se livrar de seus pecados. Você vai afundar com eles.
Você está destinado às profundezas do juízo com seus pecados ainda
arrastando você para baixo. Foram os seus pecados que levaram você à situação
onde se encontra hoje, e o pior está por vir.
As mesmas coisas em que confiei agora me arrastavam para o fundo, e você pode
estar na mesma situação. Suas boas intenções, suas boas obras, seus feitos são
todos eles um peso em suas costas que estão arrastando você para o juízo. Eu
tinha uma chance e só uma, e essa era me agarrar naquilo que me havia sido
oferecido bem ali naquela hora.
Agora imagine o que aconteceria se eu estivesse me debatendo para ficar na
superfície e dissesse, "Vou tentar um pouco mais", ou, "Vou
esperar por outro helicóptero". Quanto tempo teriam eles que ficar ali
esperando com paciência e graça até que eu decidisse o que seria mais
adequado para mim? Quanto tempo Deus vai ser obrigado a insistir com homens por
meio do Seu Espírito? Posso garantir que a salvação que Deus oferece está
disponível para você agora mesmo, mas não posso garantir que esteja amanhã.
Agarrei-me naquela armação e me içaram bem para dentro do helicóptero,
levando-me de volta ao navio. E eu estava grato - estava muito agradecido. E
agradeço que Deus tenha descido bem onde eu estava e me dado o Salvador. Pois
Deus amou o mundo de tal maneira, que deu o Seu Filho unigênito, para que todo
aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
Custou à Marinha uma certa soma para enviar aquele helicóptero para me
resgatar naquele dia. O que foi que custou a Deus para proporcionar um Salvador
de pecadores para você e eu? O Senhor Jesus foi à cruz do Calvário. O Filho
do homem veio para buscar e salvar o que se havia perdido. E Ele continua a
convidar você a ir a Ele e oferece a você uma salvação perfeita e gratuita e
uma eternidade com Ele no céu.
É tudo de graça para você, mas custou a Deus a morte de Seu Filho para tornar
isso possível. O sangue de Jesus Cristo, Seu Filho, nos limpa de todos os
nossos pecados. Ele está disponível hoje para que você possa ser salvo.
"Eis aqui agora o tempo aceitável, eis aqui agora o dia da salvação."
2 Coríntios 6:2
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