Diplomas com novos preços
O preço da confecção dos diplomas
emitidos pela Ufes ficou mais caro. O aumento ocorreu em outubro do
ano passado. A impressão, hoje, em papel vegetal custa R$ 46
e em pele animal, que é mais duradoura, R$ 82. Mas a novidade
não é só o aumento da taxa: a partir desse ano
a Fundação Ceciliano Abel de Almeida, deixa de ser a responsável
pelo gerenciamento do dinheiro arrecadado. Agora o Tesouro Nacional
recebe o dinheiro dos alunos e repassa à gráfica. A Pró-Reitoria
de Graduação (Prograd) apenas coordena a requisição
dos diplomas, não tendo envolvimento com a questão financeira.
Há mais de quatro anos os preços antigos vigoravam (R$
40 para papel vegetal e R$ 75 para pele). O recém egresso do
curso de Ciências Biológicas, Silas Pessini Rodrigues,
não tomou conhecimento da mudança de preço. Mas,
segundo ele, a escolha do tipo de confecção do diploma
é determinada pelo preço. Ele, assim como a grande maioria
de sua turma, optou pela impressão em papel vegetal, que é
mais barata.
Para os alunos de baixa renda pode haver isenção desse
pagamento. O aluno deve fazer a solicitação na Prograd,
que encaminha o pedido à Secretaria de Assuntos Comunitários
(SAC). Segundo a assistente social da SAC, Dirce Rossi, os critérios
são os mesmos adotados para outros serviços de isenção
da Universidade. É analisada a condição sócio-econômica
da família. Por ano, cerca de 300 estudantes são beneficiados.
"Poucos pedidos são rejeitados e geralmente ocorre por falta
de documentação", enfatiza Dirce. Os estudantes que
quiserem fazer o pedido de isenção de taxa da confecção
do diploma devem atentar para a data de solicitação do
calendário acadêmico.