04/02/2005

Ronald Alves

 

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Diplomas com novos preços

O preço da confecção dos diplomas emitidos pela Ufes ficou mais caro. O aumento ocorreu em outubro do ano passado. A impressão, hoje, em papel vegetal custa R$ 46 e em pele animal, que é mais duradoura, R$ 82. Mas a novidade não é só o aumento da taxa: a partir desse ano a Fundação Ceciliano Abel de Almeida, deixa de ser a responsável pelo gerenciamento do dinheiro arrecadado. Agora o Tesouro Nacional recebe o dinheiro dos alunos e repassa à gráfica. A Pró-Reitoria de Graduação (Prograd) apenas coordena a requisição dos diplomas, não tendo envolvimento com a questão financeira.

Há mais de quatro anos os preços antigos vigoravam (R$ 40 para papel vegetal e R$ 75 para pele). O recém egresso do curso de Ciências Biológicas, Silas Pessini Rodrigues, não tomou conhecimento da mudança de preço. Mas, segundo ele, a escolha do tipo de confecção do diploma é determinada pelo preço. Ele, assim como a grande maioria de sua turma, optou pela impressão em papel vegetal, que é mais barata.

Para os alunos de baixa renda pode haver isenção desse pagamento. O aluno deve fazer a solicitação na Prograd, que encaminha o pedido à Secretaria de Assuntos Comunitários (SAC). Segundo a assistente social da SAC, Dirce Rossi, os critérios são os mesmos adotados para outros serviços de isenção da Universidade. É analisada a condição sócio-econômica da família. Por ano, cerca de 300 estudantes são beneficiados. "Poucos pedidos são rejeitados e geralmente ocorre por falta de documentação", enfatiza Dirce. Os estudantes que quiserem fazer o pedido de isenção de taxa da confecção do diploma devem atentar para a data de solicitação do calendário acadêmico.

 
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