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Chuvas provocam alagadiços na Ufes e favorecem proliferação do mosquito da dengue Funcionários da universidade e da prefeitura de Vitória fazem o combate ao Aedis Egipyti, sem o carro fumacê Nas últimas semanas, as chuvas fortes provocaram estragos e empecilhos não só fora da Ufes. Dentro da universidade as poças d´água formaram pequenos “charcos” que impediam muitas passagens. Os alunos que tentavam chegar a seus centros de estudo tinham dificuldades para caminhar e até mesmo motos e bicicletas ficaram inviabilizadas de percorrer certos trechos que estavam alagados. Os problemas, no entanto, não dizem respeito apenas à dificuldade de caminhar pelo campus. Com os alagadiços, formam-se também áreas perfeitas para a proliferação de larvas do mosquito da dengue, principalmente. Para combatê-las, funcionários da Ufes e da Prefeitura de Vitória trabalham em atividades periódicas que consistem em fiscalizar e coletar material para pesquisa a fim de apurarem quais áreas necessitam de cuidados por apresentarem a proliferação dos insetos causadores de doenças. Essas equipes que rondam o campus certificando-se para que não haja focos de doenças são formadas por engenheiros florestais, biólogos e outros funcionários da Ufes e se encarregam de aplicarem remédios que exterminem as larvas. Essa atitude explica também o sumiço
do fumacê. Este velho conhecido da comunidade universitária
– não só por ajudar no combate aos mosquitos mas
por causar certo incômodo – não tem então
necessidade primeira, já que com a utilização de
métodos que terminem com o mosquito logo em seu início
de vida, não haveria necessidade de combater os mosquitos –
que supostamente não existirão -, como afirma o biólogo
da Ufes José Washington Pinheiro Filho. |
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