16/04/2004
Bruno Marques

 

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Após quase dois meses, Banco Real conserta buraco no Centro de Vivências

O buraco foi aberto por um caminhão que foi retirar caixas eletrônicos do banco

O problema do buraco aberto por um caminhão, contratado por uma empresa para retirar caixas eletrônicos do Banco Real, finalmente parece estar sendo resolvido. Há quase dois meses marcando a paisagem do Centro de Vivência, o buraco começou a ser tapado nos últimos dias.

Segundo o assessor do Departamento de Obras e Manutenção da Ufes, Luís Heleno, o Banco Real preferiu realizar a obra por sua própria conta, em vez de repassar o dinheiro à Prefeitura Universitária para que esta a fizesse. “O banco possui uma empresa especializada nesse tipo de atividade e optou por fazer sem a nossa ajuda. Nós apenas estamos observando o andamento das obras para garantir que tudo transcorra normalmente”, afirmou.

Luís Heleno disse ainda que o buraco já foi praticamente tapado, faltando, apenas, o acabamento. Apesar disso, demonstrou insatisfação com a lentidão com que o conserto vem sendo executado.

O assessor fez questão de frisar também que, apesar de não precisar arcar com as despesas da obra, a Ufes, e a comunidade acadêmica em geral, sofreu com os transtornos por se tratar de um lugar próprio para a passagem das pessoas.

Riscos

O diretor do Departamento de Obras e Manutenção, Josias Schletz, aproveitou para lembrar os riscos que envolvem certas operações dentro do campus. “Tudo na Ufes é subterrâneo. Há uma infinidade de cabos, como para internet, telefone, e canos que fazem com que qualquer atividade diferente do comum precise de um cuidado especial”, declarou.

Ele disse que até mesmo as obras que a Prefeitura Universitária realiza demandam muita atenção. “É muito perigoso. Nós temos que ficar atentos a tudo pois o risco de um operário acabar furando um cano é grande”, concluiu o diretor.

Segundo Luís Heleno, justamente pelo fato de não se tratar de uma operação normal, o caminhão não poderia ter subido naquele local sem autorização, e garantiu que caso tivesse sido comunicada previamente, a Prefeitura não teria permitido.


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