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Seqüestro-relâmpago no campus de Goiabeiras Uma comerciante foi rendida quando chegava ao Centro de Línguas. A polícia está apurando o caso e a Ufes instaurou sindicância interna Quando chegava de carro ao estacionamento da Ufes, a comerciante S.C.N., 32 anos, foi rendida por três assaltantes armados. A vítima, aluna do Centro de Línguas para a Comunidade (CLC), foi rendida às 20 horas de quarta-feira, dia 17, quando chegava para assistir a aula de inglês. Ao parar seu carro, um Ford Ka, placas MQO 5410, no estacionamento em frente ao prédio do CLC, a comerciante foi abordada pelos seqüestradores e obrigada a passar para o banco do carona, enquanto dois homens entraram no banco de trás e o terceiro assaltante assumiu a direção do veículo. Após saírem pelo portão central da Universidade, sem despertar suspeita, os assaltantes seguiram com a vítima até o Banestes na Praia do Suá, onde tentaram sacar dinheiro da conta da vítima. Como não havia saldo, o saque não foi efetuado. Em seguida foram até o final da praia de Camburi, onde abasteceram o carro e compraram bebidas e cigarros em um posto de combustível. As compras foram pagas com um cheque no valor de R$ 200,00 assinado pela vítima. Depois de ficar refém dos bandidos por quase duas horas, S.C.N. foi deixada em uma rua deserta, no bairro Jardim Camburi. Os assaltantes fugiram levando o carro, celular e cartões de crédito. A queixa foi registrada pela vítima na DP de Furtos e Roubos de Veículos e o crime está sendo investigado pelo delegado Lauro Coimbra. Até a manhã desta sexta-feira, dia 19, o veículo não havia sido encontrado. A Assessoria de Imprensa da Ufes informou que as medidas estão sendo tomadas e vai ser instaurado um inquérito administrativo para saber se houve falha da empresa de segurança. O diretor do Departamento de Serviços Gerais da Prefeitura Universitária, Anival, informou que as imagens da câmera instalada na saída do estacionamento estão sendo analisadas, mas já se sabe que não foi possível visualizar o interior do veículo nos momentos em que entrou e saiu da Universidade, pois os vidros do carro possuem película de proteção solar, o que pode ter dificultado a captação das imagens. Anival Luiz dos Santos disse ainda que foi instaurada uma sindicância interna e que as medidas serão tomadas para melhorar a iluminação nas áreas que as câmeras captam as imagens. "Ficamos nove meses sem registrar nenhuma ocorrência. É muito estranho que agora, no período eleitoral para a Reitoria, isso esteja acontecendo. Reclamações devem e precisam ser investigadas. Este caso terá uma investigação rigorosa para que ninguém seja prejudicado." |
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