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Carteiras funcionais e estudantis não foram aceitas Servidores foram impedidos de votar por problemas de documentação em todos os locais de votação. O problema só foi contornado quatro horas após a abertura das urnas Pela manhã diversos eleitores foram impedidos de votar pois os mesários estavam aceitando apenas as carteiras de identidade e carteiras de motorista no modelo novo (com foto). Servidores, alunos e professores apresentaram carteira de trabalho, carteira funcional ou carteira estudantil, documentos não aceitos. A votação na seção 16 na administração do CCE começou tumultuada. Alguns servidores ficaram impedidos de votar, pois não portavam a cédula de identidade nem a carteira nacional de habilitação, que para a Comissão Eleitoral eram os únicos documentos que permitiriam o acesso às urnas. Os servidores que tiveram o acesso negado às seções de votação reclamaram pois portavam a carteira de identificação funcional, com validade em todo território nacional, que apresentava ainda os números da carteira de identidade e do cadastro de pessoa física (CPF). O vigilante Odério dos Santos disse trabalhar no campus há 22 anos já ter participado de outras eleições, porém, mesmo com tanto tempo de prestação de serviços, a carteira funcional emitida pela própria universidade não o autorizava a votar. Os fiscais das três chapas chegaram a discutir com os fiscais de seção e com alguns integrantes da comissão, temendo uma grande queda no quorum eleitoral. Situações como essa em diversos pontos de votação criaram grande tumulto nas seções, o que levou a Comissão Coordenadora da Pesquisa Eleitoral a decidir, em reunião extraordinária, motivada por reclamações das chapas, que o documento profissional fosse aceito, bem como as carteirinhas de estudante da universidade. Por decisão da comissão, as mesas receptoras passaram a aceitar carteiras funcionais e carteiras de estudante emitidas pela Ufes. Apesar de terem recebido um documento assinado pela procuradora geral da Ufes, Vera Lucia Saade Riberiro, os mesários de algumas seções ainda não estavam aceitando a utilização de carteirinhas estudantis, emitidas pela própria universidade, e carteira funcional dos servidores. Foi necessária a presença de um representante da comissão nas seções para que elas acatassem as definições já expressas no documento. Às 10h30 a situação já estava normalizada, com cartazes nas portas das seções avisando das mudanças. A estudante Sandra Regina Caseiro Coutinho precisou voltar à seção três vezes para conseguir votar com sua carteira de estudante. |
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