
|
freqüência do fumacê diminui A recomendação é do Centro de Controle de Zoonoses para não provocar mal-estar nos alunos e não aumentar a resistência dos mosquitos Com a chegada do verão, aumenta a incidência de pernilongos e os alunos da Ufes reclamam do incômodo para assistir as aulas. O fumacê, que antes percorria toda a universidade várias vezes ao dia, agora faz a ronda apenas duas vezes, no início da manhã e ao entardecer. Essa diminuição da freqüência do fumacê foi orientação do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) da Prefeitura de Vitória, conveniado à Ufes para dar assistência no combate ao mosquito. O CCZ recomenda que o fumacê só seja usado de três em três dias porque o excesso do produto causa mal-estar aos alunos e faz com que o mosquito adquira resistência a ele. Vários são os projetos implementados para o combate ao inseto. Além do fumacê, que não extermina o foco e é somente usado como medida emergencial, a Ufes tem oito funcionários treinados pelo CCZ que fazem o controle diário, eliminando os possíveis focos do mosquito. Além disso, há o projeto de recuperação de todas as tampas de boeiro e mais um carro, cedido pela Prefeitura de Vitória, para fazer o combate nas áreas de difícil acesso. O diretor do Departamento de Obras e Manutenção da Prefeitura Universitária, Josias Scheletz, diz que a Ufes vem tomando todas as medidas necessárias para que não haja um surto de dengue no campus. “Fazemos um trabalho de sensibilização dos alunos, para que cada um faça a sua parte, evitando jogar plásticos no chão, para que assim possamos eliminar de vez todos os focos”. |
|