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Alunos da Ufes formam grupo de produção audiovisual A exposição "Todas as cores" pode ser visitada até 31 de outubro, das 8 às 21 horas, no segundo piso da Biblioteca Central da Ufes A partir de atividades acadêmicas que envolviam produções de fotografia e vídeo experimentais, alunos e profissionais das áreas de Comunicação Social, Arquitetura e Desenho Industrial passaram a se reunir freqüentemente para discutir e dar início a novos projetos. Naturalmente esses trabalhos e reuniões foram se tornando cada vez mais freqüentes e profissionais, dando origem ao atual Grupo Zói, formado com o objetivo de unir forças para dar continuidade a uma produção audiovisual mais consistente e divulgar seus trabalhos para os mais variados públicos. Mesmo antes de sua formação "oficial", o grupo já dava provas de que a determinação e a responsabilidade seriam sua marca registrada. Entre os componentes, todos mostravam claramente a sua vontade de fazer do ambiente universitário não apenas um local de freqüência obrigatória, mas sim o lugar e o tempo ideais de onde deveriam surgir discussões e experimentações de linguagens, um lugar onde todos haviam lutado muito para chegar e que não gostariam de ver passar apenas como quatro ou cinco anos quaisquer em suas vidas. Desta forma, a maioria do grupo é formada por monitores e ex-monitores de foto e vídeo, alunos bolsistas de programas de iniciação científica e projetos de extensão, bem como alguns talentos precoces da área de design. Unindo todos eles estão sempre a paixão por aquilo que fazem e o prazer em fazer/ver/discutir a arte como um instrumento em favor de um mundo mais humano e agradável. Hoje o grupo está envolvido em diversos projetos culturais e sociais, tanto acadêmicos como principalmente em trabalhos extracurriculares. Integram o grupo: Guilherme Valentim (estudante de Jornalismo), Thiago Moulin (estudante de Publicidade), Larissa Modenesi (estudante de Publicidade), Henrique de Oliveira (estudante de Desenho Industrial) e Sandro Decottignies (estudante de Letras) Histórico Todas as cores "Com o desenvolvimento tecnológico, o calor e verticalização do concreto e o movimento incessante e contínuo de uma sociedade que não pode esperar para pensar, muito menos para olhar, passamos desatentos por vários momentos que, apesar de estarem sempre ao nosso lado, não percebemos o valor de sua singularidade e beleza. É justamente no horário mais tumultuado do dia, em que as pessoas voltam do trabalho para suas casas, que decidimos fotografar a cidade de Vitória. Há nesse horário do dia, mais conhecido como crepúsculo vespertino, ou lusco-fusco (que na prática é quando o sol se põe), pouco espalhamento de luz na atmosfera. Esse fenômeno faz com que todos os comprimentos de onda de luz atinjam nossos olhos, desnudando o poder mágico da luz que forma "Todas as Cores". A aparência das cores do crepúsculo nunca é igual de um dia para o outro. Depende fundamentalmente da densidade de poeira, fumaça resultante da poluição e umidade do ar, o que torna o momento sempre raro, nos apresentando a cada dia uma aquarela com novas e diferentes cores. Para retratar as cenas e suas exclusividades com suas diferentes luzes, tivemos que esperar dias quando o céu estava mais limpo, sem muitas nuvens e sempre no horário que o sol se põe. Foi usada apenas uma lente de 50mm, por ser a que mais se aproxima da visão humana, na tentativa de parecer o mais natural possível." Até 31 de outubro, das 8 às 21 horas, no segundo piso da Biblioteca Central da Ufes. |
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