O nível de segurança dos pneus BS Colway é
absolutamente insuperável. Inúmeros testes comprovam que estes pneus são
superiores aos tradicionalmente fabricados no Brasil.
Os pneus BS Colway estão estritamente de acordo com o regulamento 108 da
Comunidade Européia, aprovado pela ONU, que exige rígidos padrões de
segurança e desempenho em testes de uso sob severas condições.
Especificamente no Brasil, os pneus BS Colway foram submetidos aos testes
previstos na Portaria INMETRO nº 5/RTQ-041, que regulamenta a qualidade
dos pneus novos, e aprovados conforme testes realizados com carga plena e
velocidade máxima, por laboratório credenciado pelo INMETRO, conforme
Portaria 133.
Aqui você encontra dicas valiosas sobre como obter ainda mais durabilidade
e segurança dos pneus BS Colway. Confira:
Como
aumentar a vida útil dos pneus?
A vida útil dos pneus depende das condições mecânicas do veículo
(manutenção) e dos cuidados dispensados pelo motorista. A BS Colway Pneus
orienta seus clientes por intermédio de profissionais treinados e
capacitados em sua rede de lojas BS Centro Automotivo.
Evite o
desgaste máximo
O desgaste máximo de um pneu é de 1.6 mm de profundidade nos sulcos da
banda de rodagem. Este é o limite de segurança. Ultrapassando esse limite,
o pneu carecou. E se o pneu carecar, passe na BS Centro Automotivo, pois o
seu veículo pode ser apreendido. A resolução do Contran 558/80 estabelece
que trafegar com pneus abaixo do limite é ilegal, colocando em risco a sua
segurança e a de quem mais estiver no veículo.
Portanto, faça um check-up periódico nos pneus. “Desgaste além do máximo,
garantia mínima”, veja o que o desgaste nos pneus pode ocasionar:
• Derrapagens laterais.
• Instabilidade em pistas molhadas.
• Redução da resposta na frenagem.
• Risco de estouros.
Mantenha as condições gerais do veículo com revisões regulares (manutenção
preventiva)
Os componentes mecânicos mal conservados interferem na durabilidade dos
pneus, ocasionando desgastes e insegurança. Exemplos: amortecedores,
molas, freios, rolamentos, buchas, eixos e rodas agem diretamente sobre os
pneus.
Faça o
balanceamento das rodas periodicamente
Além do desconforto ao dirigir, da perda de tração e de estabilidade, e
dos desgastes acentuados em componentes mecânicos e no próprio pneu, a
falta de balanceamento nas rodas, coloca em risco a sua segurança.
O balanceamento deve ser periódico, conforme condições estabelecidas no
documento de garantia, ou quando surgirem vibrações, na troca ou conserto
do pneu, ou a cada 5.000 km.
Alinhamento de Direção
Instabilidade e insegurança são conseqüências de desalinhamento de
direção, e podem ocorrer por desgastes prematuros nos pneus ou por desvios
mecânicos. O alinhamento deve ser feito sempre que ocorrer impacto na
suspensão, troca de componentes da suspensão, troca de pneus, desgastes
irregulares dos pneus, quando o veículo estiver puxando a direção para os
lados, ou a cada 5.000 km.
Faça o
rodízio dos pneus
O rodízio proporciona um desgaste parelho para os pneus e maior
durabilidade, assegurando melhor aderência em curvas e frenagens, mais
estabilidade e maior economia e segurança.
Calibragem
A baixa pressão é grande inimiga dos pneus e geradora de sérios riscos de
segurança:
• Acelera o desgaste geral do pneu (trabalha
mais quente).
• Aumenta o desgaste nos ombros do pneu
(apoio maior sobre essa área).
• Aumenta o consumo de combustível (maior
resistência ao rodar).
• Provoca perda de estabilidade em curvas
(menor área de contato com o solo).
• Deixa a direção pesada e dificulta o manejo
(maior resistência).
• Gera rachaduras na carcaça e na área dos
flancos do pneu (mais flexão e mais calor).
• Provoca quebra circunferencial da carcaça
na área dos flancos (excesso de flexão).
• Provoca bolsas de separação entre lonas e
sob a banda de rodagem (gerada por calor e atrito).
• Provoca desagregação da rodagem (geralmente
na região dos ombros, onde o calor se acumula mais).
O excesso depressão também gera problemas que podem comprometer a sua
segurança:
• Desgastes acentuados no centro da banda de
rodagem (apoio maior sobre esta área).
• Perda de estabilidade em curvas (menor área
de contato com o solo).
• Rachaduras na base dos sulcos (esticamento
excessivo).
• Menor resistência a impactos aumentando
riscos de estouros (menor absorção).
• Menor resistência a perfurações (rodagem
mais rígida).
• Menor conforto ao dirigir: o veículo fica
mais duro (menor absorção).
Evite a
sobrecarga
Antes de montar o pneu, verifique se o índice de carga e velocidade são os
recomendados para o veículo conforme o manual do proprietário, pois quando
o peso aplicado sobre o pneu excede ao especificado, compromete-se a sua
durabilidade (quilometragem), e aumentam-se os riscos de alterações
estruturais ou estouros.
Quem cuida, ganha em economia e
segurança
• Evite dirigir em alta velocidade: A alta
velocidade provoca um flexionamento excessivo da carcaça resultando em
superaquecimento dos pneus, aumentando o desgaste da banda de rodagem.
• Evite fazer curvas em velocidade: isto
força o arrasto dos pneus e origina um desgaste maior na área do ombro dos
mesmos.
• Evite freadas ou arrancadas bruscas: esta
prática provoca o aparecimento de desgastes irregular e acelerado na banda
de rodagem do pneu.
• Evite subir ou descer nas guias da calçada,
em acostamentos ou outros desníveis com severidade: esse hábito pode
causar cortes e arrancamentos da banda de rodagem com quebras nos
cordonéis da carcaça, resultando em separações e até estouros.
• Evite roçar os pneus no meio-fio: o atrito
violento ou repetido entre o costado do pneu (que é a área de
flexionamento e a mais delgada da estrutura do pneu) e o meio-fio podem
provocar separações e arrancamentos nessa área.