VIMANAS, OS VEÍCULOS DOS DEUSES

Os Rathas (livro Rigveda) eram veículos confortáveis que voavam para todas as partes, até em camadas superiores das nuvens, para dentro do céu. Eram muito velozes, triangulares e necessitavam no mínimo de 3 tripulantes. O veículo possuía três rodas que recolhia durante o vôo. Este veículo aéreo era feito de ouro, prata e ferro (ferro?) e propulssionado por líquidos.

Os Vimanas aparecem no livro Yajurveda como veículos voadores, pois antes era esta palavra usada como fogo no ar ou Criador do céu. No Livro Ramayana as palavras Vimana e Ratha se referiam à aparelhos voadores, assim como outro veículo voador: o Puspaka que brilha como o sol.

Os Vimanas eram usados por seres divinos. No Livro Sabhaparvan diz que seres celestes tinham vindo à Terra em tempos anteriores para estudar o homens.

Os veículos Sabha que vinham do céu eram enormes e brilhavam como prata. Levam a bordo alimentos, bebidas, água, grande conforto e armas terríveis. Destes grandes veículos saíam os Vimanas.

Brahama construiu uma cidade-veículo do espaço que denominou Hiranyapura (cidade de ouro). No texto do Vanaparvan (parte integrante do Mahabarata) relata também outras cidades do espaço que giravam em torno de seu próprio eixo e eram denominadas de Vaihayasi, Gaganascara e Khecara. Destas cidades espaciais, partiam objetos voadores em direção à Terra que se denominavam Vimanas.

O Senhor do céu, INDRA, veio numa nave espacial que podia abrigar 33 seres divinos. Também nos textos védicos diz: A Grande Divindade desceu do carro aéreo, veículo divino dirigido por Matali que chegou do céu.

No livro Samaranganasutradhara diz que Brahama criou cinco naves aérea: Vairaja, Kailasa, Puspaka, Manika e Tribistada, sendo os donos destas 5 naves: Brahama, Siva, Kuvera, Yama e Indra. Estes veículos datam de 4.500 a 6.000 anos antes de Cristo (os Vedas).

Vimanas eram naves que tinham a forma discoidal e se moviam por uma energia magnética. Inclusive no livro Mahabharata há páginas descrevendo como mudar a propulsão de magnética para solar, e como proteger a nave em caso de tempestades. Nesse livro também há escritos descrevendo uma poderosa arma de fero usada por eles contra um povo inimigo, que os reduziram a pó. Essa poderosa arma acionada liberava o poder do universo, fazia ferver as águas dos rios, queimava florestas, derretia tudo que estivesse nas redondezas e tempos depois as pessoas ficavam sem nenhum fio de cabelo, os pássaros ficavam brancos, as unhas caíam, etc... Os pesquisadores desse documento não entendiam o que seria esse raio de ferro, descrito nesse antigo documento. Só vieram a entender em 1945 (D.C.), quando explodiram as primeiras bombas atômicas em Hiroshima e Nagasaki. O inventor da bomba atômica, na época, após detonar com sucesso a primeira bomba, disse uma coisa interessante. Um repórter perguntou à ele se essa era a primeira vez que o homem detonara um artefato nuclear e ele respondeu: Sim, e acrescentou rapidamente-nos tempos modernos.

Pena que este povo tenha se extinguido em um último conflito nuclear, e o local das grandes batalhas descritas no livro Mahabharata, hoje são desertos: Gobi, Saara, e um outro que não me lembro o nome. Em muito desses lugares foram encontrados vestígios de radiação até 10 vezes maior que o normal.

Talvez este povo tenha passado parte de seus conhecimentos para esses povos, como maias, astecas, egípcios, etc... Por isso que talvez eles tiveram tantos conhecimentos do espaço.

Será que a nossa atual civilização terá o mesmo destino?

Texto de Macia Villas-Boas
Extraído do site http://roswell.fortunecity.com/bailey

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