MITOLOGIA DA UMBANDA RACIONAL

Há 2 bilhões de anos aproximadamente, o Eterno Criador manifestou-se criando o Universo que nós estamos agora começando a conhecer, fora o que não nos foi dado antever ainda. A ciência moderna tenta explicar através do famoso BIG BANG, a formação automática do mesmo, porém esbarra no gatilho inicial desse fenômeno, no agente inicial de tudo isto, deixando a humanidade um tanto ou quanto incrédula até na viagem do homem atual ao satélite natural deste planeta, a Lua.

Com o resfriamento do Orbe terrestre, e o aparecimento da água, nela surgiu o primeiro sinal de vida, um ser Avissal de onde se originou toda a criação no reino animal e por conseqüência o homem.

Há aproximadamente 2 milhões de anos (terrestres), a passagem do Homo erectus para o Homo sapiens, o ser humano se viu obrigado pela necessidade de sobrevivência a começar a desenvolver o seu sentido de observação aliado à curiosidade pelo inédito, pelo imprevisto, o que resultou na transformação desses dois estados da Anima (Alma) em raciocínio, o que fez com que procurasse distinguir as diferenças entre o sol e a lua, entre a tempestade com raios e trovões e a chuva menos violenta e até às vezes bem suave; descobrir a diferença entre as águas dos rios e pântanos, barrenta e ás vezes lodosa e as águas verde-azuladas e salgadas do mar (o grande rio); observar o movimento dos rios e das marés. Dedicado inteiramente na sobrevivência, na busca de alimentos, usou os frutos das árvores, separando os suaves e os amargos; aprendeu a caçar animais de diferentes portes, as aves, e por fim descobriu aqueles pequenos animais aquáticos, os peixes. Ele um ser avissal que apareceu na água, a ela retornou para se alimentar completando o ciclo.

Foi pelo temor dos fenômenos da natureza que o habitante deste orbe começou a pensar e a classificar os seus Deuses que dali em diante, pela observação dos fenômenos, atribuiu determinadas qualidades aos mesmos. Por exemplo: o Sol (o deus da vida), a Lua (a mãe eterna que na noite acalenta seus filhos), o Trovão (o deus que traz o fogo), o Vento (o deus que traz e leva as doenças), etc...

Então começou a estabelecer ligação com esses deuses, estabelecendo uma espécie de ritual para os mesmos, como não podia representá-los, passou a desenhá-los ou grafá-los em rochas, grutas onde faziam as adorações nas horas de perigo, como que querendo estabelecer contato com os mesmos, para tentar apaziguar os fenômenos naturais, que até hoje têm grande influência sobre os Terráqueos.

Primeiro riscou a divindade em cima, indicando o espaço e o ser em baixo, tendo uma linha como elo de ligação (figura A1); depois chegou à conclusão de que, os vários deuses não poderiam existir para atendê-lo com exclusividade mas sim à toda a tribo.

Figura A1

Então riscou a representação dos deuses, cada um de por si atendendo vários seres, inclusive de outras tribos rivais, aos animais e demais seres vivos sobre a orbe terrestre e então riscou a figura A2, representando o domínio de um dos deuses sobre todos os seres viventes, e que todos os outros deuses agiam igual através dos fenômenos observados, como a chuva, o vento, o fogo, os raios, o som da trovoada, o uivo do vento entre as árvores, que deu o que pensar, achando que as árvores murmuravam e assustavam os animais.

Figura A2

Bem mais tarde desconfiou que a Divindade era Una com vários representantes para as diversas manifestações da natureza, riscando então a figura B1 (um único Deus) atendendo à todos na medida do mérito de cada um. Muito mais tarde, viu que as figuras A1 e A2, representadas na figura B1 estavam muito distantes, e na vontade de se aproximar da Divindade, aproximou os dois triângulos formados.

Figura B1

Mas aproximou tanto quanto era o seu desejo de estar ligado à Divindade, que os Deltas se transpassaram formando a figura C1, completada mais tarde por um círculo, indicando o universo, sem princípio nem fim, em volta da figura B1 amalgamada, formando afinal a figura C2, um duplo Delta circundado, com os espaços necessários para distribuirmos as Forças da Natureza que nos regem, quer saibamos ou não o seu significado e que serve para definir como é a Egrégora da nossa Umbanda Racional.

FiguraC1Figura C2

O Planeta Terra o é o 3o planeta de um sistema solar que gira em torno de uma estrela de 5ª grandeza, que como outros sistemas iguais, giram em torno de outras estrelas de 5ª grandeza que por sua vez giram em blocos separados em torno de uma estrela de 4ª grandeza, e assim por diante até completar o conjunto total que gira em torno de uma Estrela de 1ª grandeza, formando-se assim o grande e insondável Universo, formado por 7 Galáxias principais e muitas outras secundárias e terciárias que nos deixariam pasmos com a grandeza do Eterno Criador de tudo, do Nada.

Segundo Edgard Armond (Os Exilados de Capella) o nosso planeta é um PLANETA PRESÍDIO, num sistema planetário da 2ª Galáxia, onde reencarnam os espíritos faltosos de outros Sistemas, de outras Galáxias, que cometeram faltas a serem expurgadas através de reencarnações sucessivas. Ainda segundo ele, a Raça original deste orbe é a Vermelha, sendo a Negra originária de sistemas da 1ª Galáxia, que por mérito e evolução foram designados para reencarnar na 2ª Galáxia e se aqui estão neste planeta é porque também cometeram faltas, só reparáveis pela reencarnação. Da 3ª Galáxia vem a Raça Branca, da 4ª a Raça Ariana, da 5ª os Eslavos, da 6ª os Amarelos e toda a sua derivação (chineses, japoneses, malásios, mongóis, etc.) e finalmente da 7ª os esquimós, todos espíritos reincidentes em erros em suas existências galácticas, aqui chegando para cumprir espontaneamente suas missões, afim de evoluírem e retornarem às Galáxias de origem, continuando a evolução iniciada há 1 bilhão e novecentos milhões de anos, Espíritos esses gerados na EXPIRAÇÃO do Criador devendo retornar à ele 2 bilhões de anos depois na INSPIRAÇÃO do Ser Supremo, criador de tudo e de todas as coisas vivas e mortas, nascidas e por nascer.

Este é o ciclo e o caminho da partícula do Grande Foco, que partiu para a evolução e um dia, depois de evoluído, despojado do corpo físico, porém uma partícula brilhante, reluzente, que retornará ao Grande Foco, o SEU CRIADOR.

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