Boas ou más, aparentemente há numerosas sociedades - muitas das quais altamente avançadas tecnologicamente e muitas também muito antigas - que têm se ocultado das sociedades da superfície, por razões que ainda desconhecemos. Há de fato, evidências de que este tipo de cultura antiga de alta tecnologia existiu nos tempos antigos.
Esses antigos cientistas também parecem ter feito esforços persistentes para esconder este conhecimento de pessoas irresponsáveis, embora alguns desses conhecimentos ancestrais aparentemente tenham caído em mãos erradas, se podemos acreditar em certas narrativas de velhas cenas atômicas... YVES NAUD revela: nós novamente encontramos traços de ciências atômicas antigas na Índia. As escritas bramanistas VAL-SESIKE e NYAYA, o livro sagrado YOGA VASISCHTA, todos falam da estrutura da matéria: há vastos mundos dentro do vazio de cada átomo, tão diversificados como poeira sob os raios do sol.
Sendo mais sábios do que somos, e conscientes do perigo que a força atômica representa, os antigos não divulgaram nenhum dos segredos desta ciência ao profano, para que o átomo não pudesse ser usado pra fins destrutivos. Seria o maior dos pecados revelar o segredo de nossa arte para os soldados, escreveu um chinês. O povo antigo conhecia bem o átomo, mas será que eram capazes de produzir uma explosão atômica?
Os cientistas passaram um longo tempo se interrogando sobre esta questão, até a descoberta de Drona Parva, um texto hindu que narra a explosão de uma bomba atômica.
Um projétil flamejante, com brilho de uma chama sem fumaça, foi disparado. Uma grande escuridão subitamente escureceu os céus. Nuvens relampejavam na parte superior do ar, liberando uma forma de sangue. Queimado pelo calor de seu braço, o mundo parecia sacudido pela febre.
O físico, Frederico Soddy, pergunta: nestas velhas lendas, não podemos ver alguma justificativa da crença que anteriores representantes de uma raça esquecida de homens, não somente atingiram um nível de conhecimento que nós somente agora alcançamos, mas também um poder que ainda não temos? Traços de radioatividade artificial tem sido detectados em várias partes do mundo em escavações de antigos sítios. Na Índia, exumaram um esqueleto que revelou uma altíssima intensidade de radioatividade. Isto confirmaria a teoria de uma explosão atômica na pré história.
Daniel Cohen, em seu livro The Acient Visitors (Doubleday & Co.Inc, New York, 1976), também relata um fato tomado de um texto antigo a respeito do que pode ter sido uma nave aérea desenvolvida por uma raça antiga: um número de épicos da Índia contém descrições de ferozes carruagens voadoras. Há linhas como esta: Bhima fugiu com seu vimana em um raio enorme que era brilhante como o sol e fazia um barulho como um trovão na tempestade.
Yves Naund ainda apresenta outros relatos que sugerem que os antigos terráqueos tentaram uma viagem espacial... e foram bem sucedidos: Um chinês na lua 4.300 anos antes dos russos e dos americanos - o povo antigo fazendo uso do seu conhecimento astronômico, pode ter sido capaz de se lançar para a exploração do espaço.
O caminho foi longo e transcorreu na escuridão, explica Chu Yan, um poeta chinês do terceiro século antes de Cristo. A tradição chinesa narra a extraordinária aventura de Hou Yih, um engenheiro do imperador Yao, que decidiu, à 4.300 anos atrás, ir para a lua com um pássaro celestial. No curso do vôo, o pássaro indicou ao viajante os exatos movimentos do nascer, apogeu e por do sol. Hou Yih, entretanto explicou que viajou fora da corrente do ar luminoso. Pode esta corrente ter sido a exaustão de um foguete? Ele não percebia os movimentos de rotação do sol, acrescenta o narrador. Efetivamente, os astronautas contemporâneos têm notado que, no espaço, não é possível discernir a passagem diurna do sol. É o que o engenheiro chinês observou na lua? Ele viu um horizonte que parecia congelado. Para se proteger do ar glacial, ele construiu o Palácio do Grande Frio. Sua mulher Chang Ngo, se uniu a ele no satélite que ela descreveu como uma esfera luminosa, brilhante como vidro, com um enorme tamanho e muito fria.
Se esse vôo foi bem sucedido, então podemos presumir que muitos lhe sucederam.
Yves Naud cita outra lenda nativa da China que sugere que em um ponto, uma grande raça do espaço que explorasse e colonizasse planetas próximos, foi uma realidade que como resultado de uma raça pervertida de trogloditas, o mundo caiu na idade negra que levou à uma quase completa perda de contato e comunicação entre outros colonizadores planetários e o mundo antigo. Cita a lenda: ... Os Mao-tse eram uma raça pervertida que tinha se refugiado nas cavernas. Diz-se que seus descendentes ainda vivem lá, nas linhas dos contornos de Cantão. Então, sob a influência de Tchu-Yen, eles disseminaram problemas pelo mundo, e se uniram aos assaltantes das estradas. O Senhor Chan-Ty (um rei da dinastia divina) viu que o povo tinha perdido qualquer vestígio de virtude. E então ele ordenou que Tchang e Lhy cortassem toda a comunicação entre o céu e a Terra. Desde aquele tempo, não há mais subidas e descidas.
Pesquisado e transcrito do
Jornal NOVO TEMPO
Saquarema - RJ
Por Eustáquio Andréa Patounas