A Astróloga Emma Costet de Mascheville tendo feito milhares de estudos, hoje vê os horóscopos dos bisnetos e das bisavós que estudou no passado. O que mais a entusiasma e comove é este maravilhoso relógio universal que nos faz compreender as leis da hereditariedade e pode afirmar o que nós ainda deveremos confirmar e levar mais adiante:
Se hoje a Lua está num signo, os genes que correspondem à este biótipo são os mais fortes, fecundando as famílias onde existem estes genes. Se há concepção, se desenvolve no corpo materno o corpo físico da criança com os caracteres hereditários daquele biótipo fecundado pela lua . Nove meses depois ela nasce na hora em que o signo correspondente à esta herança genética se levanta no horizonte.
Na hora do nascimento, o universo desta pessoa é dividido em uma parte visível e outra invisível. A base fundamental desta divisão é a linha do horizonte, num eixo que divide o todo em duas partes, criando o sentido da bipolaridade, da divisão em dois: visível e invisível, luz e sombra, ativo e passivo, consciente e subconsciente.

Ao nascer a criança penetra no universo visível recebendo como base os pólos ativos e passivos em equilíbrio. Ela é a própria totalidade. Ela ainda é iluminada pela vida e tem a noção do iluminado, sentindo o que passa no nosso íntimo porque consciente e subconsciente ainda não se dividiram, os pólos ativos e passivos ainda estão em harmonia.
A medida que desperta para a vida, tomando conta do seu corpo, ela começa a desenvolver seus cinco sentidos que captam o visível e desliga os que captam o invisível.
Aquele eixo básico dividido em dois raios, à medida que a criança desenvolve os cinco sentidos, penetra no consciente o sentido ascendente (sobem os sentidos que captam o visível no consciente) e o outro se recolhe no subconsciente o sentido oposto, descendente (se recolhem os sentidos que captam o invisível no subconsciente). Cria-se assim o que chamamos de ascendente ativo e descendente passivo.


Se fizermos uma analogia com um carro que se dirige numa estrada a um determinado lugar, o ascendente seria o próprio automóvel, o instrumento físico que utilizo para realizar minha viagem.
O Ascendente é nosso plano físico, aquilo que dá forma à nossa personalidade, é a força que utilizamos para agir conforme a nossa estrutura interna.
É como agimos, a maneira como propomos as coisas, é a nossa vontade própria através de meu próprio corpo.