Just For One Halloween
Por Ulli.



N�o, eu n�o gosto de Dia das bruxas. Eu odeio me fantasiar e ter que levar meu irm�o para pegar doces. Eu odeio ter que sair em uma noite e fingir ter gostado de pessoas vestidas com len��is. Eu nunca gostei, quando eu era pequena devo ter sa�do por dois anos. Afinal, qual � a gra�a de se vestir de uma coisa que n�o � assutadora, e ainda pedir balas?

- Vamos , anda logo. Porque voc� demora tanto? � Allan, meu irm�o menor, batia na porta do meu quarto.

Eu juro que se esse menino me perturbar mais uma vez, eu vou l� e dou um soco na cara dele. Talvez n�o, quem sabe s� um chute. Pensando bem, na alegria que eu estou, � melhor n�o tentar a sorte, n�o quero cometer homic�dio nenhum.

- Allan d� pra esperar? � Estava com uma fantasia t�pica de bruxa. No sonho dele que eu ia me vestir de um jeito criativo pra alguma coisa t�o idiota. � Vamos

- AAH, DIA DAS BRUXAS, UHUL, EU AMO O DIA DAS BRUXAS, N�O � LEGAL? � Allan me perguntou, dei um sorriso fraco e concordei, fechando a cara novamente. O que h� de errado em n�o querer sair de casa?

Fui arrastada de porta em porta da vizinhan�a, e ainda tive que ag�entar os amigos pirralhos do meu irm�o, que estava se achando O vampiro com aquela tinta guache vermelha na cara. Acho que ele queria fazer sangue, n�o deu muito certo.

- OLHA, AQUELA MO�A TA DISTRIBUINDO BALAS, VAMOS, CORRE, CORRE � Allan me puxou pela m�o. Desde quando crian�as de seis anos t�m for�a mesmo?

- ALLAN PARA DE CORRER � falei tentando soltar minha m�o � Voc� vai bater em algu�m � Ele continuava me puxando.

Quando conseguimos chegar at� a tal casa, botei a m�o no bolso para pegar meu celular e perguntar para minha m�e se a minha tortura anual de levar o Allan pra buscar doces, j� havia sido suficiente. Eu teria feito, se meu celular estivesse no bolso. Mas eu tenho certeza de que eu trouxe ele. Eu estava jogando enquanto Allan brincava com aqueles outros mini-monstros. Puxei Allan antes mesmo de ele conseguir encher a m�o de doces

- ONDE VOC� TA ME LEVANDO? MEEUS DOOOOCES, MEUS DOCES, N��O, EU QUERO MINHAS BAAAAAAALAS � Allan gritou, ainda sendo arrastado por mim

- Eu perdi o celular, e eu preciso achar ele, eu preciso achar ele, CAD� ELE?

- Sei l�. Voc� deixou cair quando eu tava correndo com voc�, n�o lembra? A� aquele menino l�, pegou no ch�o e te chamou, mas os doces estavam acabando, e eu acho que voc� n�o ouviu � Ele deu os ombros

- ALLAN, EU VOU TE MATAR � Levantei o menino pela cintura com a inten��o de tacar ele longe, mas talvez eu n�o seja t�o m� assim

- OLHA! � aquele ali � Ele apontou para um garoto do meu tamanho que segurava um menor no colo

Botei Allan no ch�o, e fomos correndo at� ele. N�o tenho id�ia de onde vieram tantas crian�as, e n�o sabia nem que nessa rua cabiam tantos mini-monstros. Mas eles vieram como uma avalanche na minha frente, e tudo virou um show de pais e irm�os procurando pelos menores. Quando olhei para o lado eu vi o motivo, iam come�ar os fogos. MAS QUEM DIABOS SOLTA FOGOS NO DIA DAS BRUXAS?
O garoto n�o estava mais l�. Fui andando pela multid�o que se posicionava para assistir aos fogos idiotas, e continuei procurando durante grande parte da noite

- A gente tinha que ir atr�s de balas, n�o do seu celular � Allan reclamava, procurando o tal garoto

- Primeiro meu celular, depois os seus doces � Falei ainda procurando. Depois de um tempo, desisti. Sentei na cal�ada e deixei Allan ir atr�s das suas t�o queridas balas.

Levantei para buscar Allan e ir para casa, quando esbarrei em algu�m, que me fez cair junto.

- AI! Desculpa � O menino falou, e viu nossas coisas espalhadas no ch�o. Me ajudou a pegar tudo que havia ca�do da minha bolsa, e algumas coisas dele, como o MP3 e... Um celular id�ntico ao meu.

- EI, voc� � a menina do celular � Ele pegou meu bebezinho (super �Q) do ch�o e me deu

- Obrigada � Sorri e levantei

- A prop�sito, meu nome � . EI FRANKIE, SOLTA J� ESSE CACHORRO � Ele gritou para o menino que estava no colo dele, h� alguns minutos atr�s � Eu preciso ir. At� outro dia � Ele se levantou e correu at� o garoto, que praticamente montava no cachorro

Como assim at� outro dia? Nunca nem vi esse menino na minha vida, porque o encontraria de novo? Sinceramente, as pessoas hoje em dia est�o com cada id�ia...
Encontrei Allan, e fomos indo para casa. Fui pegar meu celular, para avisar que eu j� estava chegando antes que minha m�e mandasse o FBI atr�s de mim, quando um papel caiu do meu bolso. Peguei curiosa, e abri. Era um n�mero de telefone

Call me :D
9123-4567


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Primeiro, ignorem o telefone do , eu realmente n�o tenho criatividade para detalhes t�o pequenos
Segundo, como � a primeira short fic (a primeira? ou seguda? a primeira decente ent�o) eu espero que tenha ficado tudo certinho, porque eu acho que eu n�o sou muito boa em n�o viajar e fazer hist�rias enormes
Terceiro, talvez tenha segunda parte. Sei l�, eu gostei desse final -Q
E finalmente quarto (e eu juro que n�o falo mais, hahaha), obrigada por lerem, eu amo voc�s (L)

Minhas fics
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