I guess I hate you, Jonas - By Ulli :B
- Professora, porque n�o pode mudar minha dupla? Por favor. � Eu pedi desesperadamente a Srta. Anne quando a aula dela acabou.
- Qual � o problema de fazer o trabalho com o ? � Ela perguntou
- Srta. Anne, ele � simplesmente insuport�vel. Ele pensa que pode mandar em tudo s� porque tem aquela tal banda dele. � um garoto t�o arrogante. N�o acho que eu v� conseguir produzir algo bom com ele me ajudando
- Ele � um garoto ador�vel, muito educado e inteligente. Estou apostando no trabalho de voc�s. Algo mais que voc� queira Srta. Ara�jo? � Ela falou pegando os livros
- N�o professora, s� isso. � Cedi e corri e para minha aula de qu�mica.
- , espera a� � Ouvia algu�m me chamando enquanto corria no corredor. Sim, eu reconheceria aquela voz � milhas de dist�ncia. Parecia me tranq�ilizar, ao mesmo tempo me deixar angustiada.
- O que voc� quer Jonas? � Perguntei seca, parando de correr e vendo ele se aproximar
- Voc� � mais delicada a cada dia que passa, ainda estou tentando descobrir como n�o me matou ainda � Ele falou, querendo me provocar � Enfim, me encontra no fim da aula, na rampa do 1� andar?
- Para...?
- Trabalho de hist�ria. O que mais seria? � Ele falou todo convencido
- N�o sei. Talvez voc� precisasse de ajuda pra achar seu senso de personalidade de novo. Tchau Jonas, vou me atrasar � Falei e corri
Ele murmurou alguma coisa, baixo demais para que eu conseguir ouvir. Cheguei segundos antes do professor, e me sentei em minha arquibancada, ao lado de .
- Vi sua cara hoje mais cedo na aula de hist�ria. Est� pensando em um jeito que triturar o tal do Jonas antes de ter que conviver com ele pra ganhar nota? � disse.
- Sabe � Pensei nos olhos de . Eram t�o, diferentes de tudo, me sentia bem olhando para eles � Acho que vou tentar conviver com ele, sem tentativas de homic�dio culposo.
- PROFESSOR, MINHA PARCEIRA ANDOU CHEIRANDO BICARBONATO DE S�DIO OU COISA PARECIDA. Ela realmente n�o est� l�cida, acho que ela deve ir at� a enfermaria. � se levantou e falou. Todos levaram os olhos at� meu rosto.
- Eu estou bem � Falei fuzilando com um olhar
- Tem certeza? - O Sr. Petterson perguntou
- Te garanto que em melhor estado que voc�, que parece n�o dormir a meses e que provavelmente ainda mora com a m�e, no auge de seus 36 anos. � Disse isso muito, muito baixo. E ao perceber que ele ainda me encarava, dei um sorriso fraco � Tenho certeza, estou bem.
A aula passou e eu fiquei tentando misturar coisas �cidas pra ver se provocava uma queimadura de 3� grau nas partes baixas de , pra ele deixar de ser um melhor amigo t�o traidor. HOHOHO, enfim. O tempo passava muito devagar, e por mais que eu odiasse admitir isso, esperava ansiosamente para ver o Jonas. O insuport�vel do Jonas, o menino com quem eu briguei desde o prim�rio. O �ltimo sinal finalmente tocou, e sai correndo � ou trope�ando � at� a rampa. Ele n�o estava l�, resolvi me sentar encostada na parede, para ver se meus batimentos card�acos voltavam ao normal. Quando comecei a me acalmar, ele estava parado em minha frente, estendendo a m�o pra me ajudar a levantar. Eu sei que eu deveria odiar ele, mais eu me senti t�o bem quando estava com ele naquela hora. N�O , voc� odeia esse menino, ele � um metido e voc� est� sendo OBRIGADA a fazer isso, n�o � algo que voc� queira, e voc� sabe bem disso.
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- Demorei muito? � Ele pareceu preocupado. Por um minuto, pensei que ele estava tentando ser gentil, mas depois ele pareceu confuso, e fechou a cara como ele sempre fazia.
- S� um pouco � Falei indiferente � Ent�o...?
- Ent�o o que? � Dessa vez, ele pareceu mais confuso, como se n�o soubesse sobre o que eu estava falando.
- Trabalho de hist�ria, o que mais seria? � Repeti as palavras dele, com o mesmo tom convencido
- Ah claro, voc� pode ir l� em casa? � Ele parecia realmente fazer um grande esfor�o pra n�o me irritar
- Como se eu soubesse chegar l� � Falei e depois pensei. Ele estava tentando ser gentil, n�o deve ser t�o dif�cil � Quer dizer, acho que eu n�o saberia chegar l� sozinha � Deus, era muito dif�cil ser gentil com ele.
Talvez porque eu brigue com ele h� anos, e agora eu simplesmente tenha que ser no m�nimo civilizada com a criatura.
- Me encontra na porta da escola, duas horas. E eu te levo � Ele disse.
Poderia at� dizer que est�vamos sendo amig�veis, se n�o fosse pela cara fechada dele, e a minha cara de deboche.
- Ta... Ent�o, at� daqui a pouco � Falei e sai andando, para n�o ter que me esfor�ar tanto pra ser educada com ele. Era uma tarefa dif�cil. Liguei para .
- Onde voc� ta amorzinho? � Perguntei
- No mesmo lugar de sempre u�, te esperando, porque voc� demora muito � Ele disse rindo
- Desculpa criaturinha. Eu j� to chegando, � que eu tive que falar com o � Olhei pra tr�s e ele ainda estava l�, mexendo no celular dele, ent�o resolvi n�o usar nenhum dos meus apelidos � Com o .
- QUE O QUE AONDE? ? JONAS? JONAS? � Ele falou t�o alto que jurei que o mundo poderia ter escutado
- Sim, esse mesmo � Falei � A gente precisava conversar, eu te encontro no carro e falo tudo.
- Ta bom, broto � Ele disse e provavelmente estaria se achando em plenos anos 60
- Depois conversamos sobre suas g�rias ultrapassadas � Falei rindo, realmente alto. passou do meu lado nessa hora e me olhou com curiosidade � Beijo amorzinho, j� to te vendo � Falei desligando. E pude ouvir buzinas altas, do carro de , que deveria estar com s�rios problemas. O barulho atraiu a aten��o de , que me viu entrar no carro e dar um beijo no rosto de . Ele pareceu, com raiva.
- Ent�o, j� pegou? � Ele disse come�ando a dirigir
- Pegou o que? � Perguntei
- O Jonas.
- CLARO QUE N�O � Eu realmente n�o deveria ficar t�o irritada, Foi s� uma brincadeira. Acho que estou na TPM, essas coisas que est�o acontecendo n�o s�o normais
- Porque n�o tenta ser amiga dele? Eu n�o vou ter ci�mes meu amor � Ele brincou - contanto que n�o me troque por um novo melhor amigo com o sobrenome Jonas
- N�o vou te trocar, tchuchuquinho (n/a: memata) � Falei rindo - Eu o odeio desde o prim�rio. N�o existe raz�o para agora, em pleno 2� ano, eu tentar fazer as pazes com ele. N�o tem sentido, vou continuar falando com ele, mas s� por obriga��o. NADA MAIS, e n�o tente me fazer mudar de id�ia � Meu humor mudou de repente.
- N�o vou tentar, est� entregue � Ele falou parando na porta da minha casa � Mas pensa nisso, ele pode ser um bom namorado pra voc�, t�o educado, limpinho, boa fam�lia. Querida, porque n�o? Ele � um �timo partido, e n�o falo isso s� porque sou sua m�e � Ele disse com uma voz gay, muito gay
- Ta bom m�e, vou pensar. Mas n�o vou te prometer nada � Menti, n�o iria pensar em nada, s� no que comeria no almo�o. E talvez no que vestiria para ir at� a casa do .
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- M��E? � Gritei chegando em casa. Ningu�m respondeu e fui at� a cozinha. Tinha um bilhete na geladeira:
�Filha, fui ao mercado. Depois eu vou resolver algumas coisas no trabalho. Tem comida no fog�o. Seu irm�o chega hoje da faculdade, ele vai passar uma semana aqui em casa, ent�o se ele acabou com a comida toda antes de voc� chegar, tem dinheiro na gaveta do seu quarto. Eu te amo, m�e.�
- O QUE? � Me surpreendi. Ningu�m havia me falado nada sobre o estar vindo para c�.
- BOM DIA RAIO DE SOL, FLOR DO MEU DESERTO � , meu irm�o mais velho, falou me segurando pela cintura e me suspendendo no ar. Ainda vou morrer de susto com ele aqui.
- Oi � Falei tentando parecer animada � D� pra me botar no ch�o antes que me mate? � Eu ri
- Ok � Ele me botou no ch�o � Acho que acabei com o almo�o, mas n�o tem problema certo? � Ele fingiu n�o ter lido o bilhete que mam�e tinha deixado
- Voc� sabe que n�o � Eu sorri � Vou para o shopping almo�ar. Voc� ta de carro? � Perguntei
- Quer carona? � Ele perguntou
- Quero, mas depois voc� me deixa na escola de novo?
- Para que? � Ele, nem um pouco curioso, perguntou
- Vou encontrar com o , ele vai me levar pra casa dele, pra fazer um trabalho
- Voc� n�o odiava esse menino? Eu lembro muito bem de voc� ter jogado uma bola de basquete na cabe�a dele ano passado � Ele disse sentando no sof�
- Ainda odeio � Sentei ao lado dele � Mas foi sorteio � Me levantei e fui me arrumar.
Tomei banho, arrumei o quarto, e fiquei um belo tempo na frente do arm�rio. Iria prender o cabelo como sempre fa�o para ir a escola, mas ele estava molhado e estava com pregui�a de secar. Botei um jeans e uma camiseta qualquer (imagina��o a mil, beijos). N�o ia me arrumar muito, n�o para ver o . Desci as escadas e j� estava na porta do carro. Ele me levou para almo�ar e depois fui para a escola.
j� estava l�, no estacionamento com seu convers�vel prata (desculpa ai se eu sou pobre, hahaha). Sai do carro de , fez sinal para que eu entrasse. Fui at� o carro dele e botei o cinto, afinal, algu�m como ele n�o deveria dirigir t�o bem.
- Olha, s� estamos fazendo isso pelo trabalho, depois tudo vai voltar a ser como antes, voc� sabe disso n�? � Ele disse assim, do nada.
- O que? Voc� volta a ser um cantor pop rid�culo, metido e continua pisando em todo mundo? Como voc� sempre fez? E eu volto a te ignorar, para n�o ter que te suportar falando de como seu cabelo � brilhante? � Falei acabando totalmente com meu plano de Vou ser gentil com ele.
- Voc� sabe que est� exagerando, como sempre � Ele disse sem olhar para o lado
- ... , vamos terminar logo com isso � Falei seca.
Ele estacionou na frente de uma casa linda, enorme. Com um jardim cheio de flores, a casa era toda branca. Algu�m como ele n�o podia morar em um lugar t�o lindo.
Ele saiu do carro e eu o acompanhei. Entramos na casa que era t�o linda no interior quanto no exterior. Ele me apresentou aos pais dele, como uma amiga da escola, claro que ele n�o falou o fato de que provavelmente nos matar�amos naquela tarde. Falei com os irm�os dele, que eram legais demais para terem o mesmo sangue que , e fomos at� o quarto dele (6�, n�o esque�a, de que voc� o odeia)
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Ele se sentou em uma cadeira na frente de seu computador, e apontou para a cama, para que eu me sentasse l�. Sentei e ficamos nos olhando por um bom tempo.
- narrando �
Ent�o, quando eu fui buscar ela na escola, ela estava t�o linda que estava com medo de falar alguma besteira, ent�o acabei for�ando a barra. Chegamos em casa, calados. E quando fomos at� meu quarto, continuamos calados nos olhando. Eu estava pronto para fazer as pazes com ela e a beijar, mas ela n�o concordaria com isso
- ? � Ela perguntou, me fazendo acordar de meus pensamentos
- Oi � Foi tudo que consegui dizer
- Vamos... Tentar de novo? � O que ela queria dizer com isso? Ela queria que fic�ssemos bem somente para o trabalho? Ou, definitivamente?
- Como assim?
- N�o sei por que brigamos tanto, estou cansada disso � Ela falou
- Eu tamb�m. S� que... Isso � t�o estranho, de repente, estamos nos falando de novo
- �... Ent�o, amigos? � Ela perguntou
Mais que isso, me ignorem.
- Amigos � sorri.
- narrando �
Ent�o, foi muito estranho. Fazer as pazes com ele. Mas �, acho que foi o certo.
- Tem alguma id�ia? � Perguntei. Ele novamente pareceu confuso.
- H�n?
- Trabalho de hist�ria, o que mais seria? � Sabe, pela terceira vez, a frase at� que fica com algum humor.
- Sei l�, voc� conhece a Srta. Anne, se n�o houver uma maquete envolvida, ela n�o vai achar l� essas coisas
Come�amos a planejar nosso casamento trabalho de hist�ria. E eu realmente n�o sabia por que essa id�ia doida de fazer dar certo com ele havia surgido. Quer dizer, fazer dar certo como amigos, n�o se precipitem, eu acho que j� fa�o isso por todos n�s (h)
Fizemos grande parte do trabalho, mas n�o terminamos. Devido ao fato de que fic�vamos falando besteiras. J� estava anoitecendo e disse que tinha que ir.
- N�o vai � Ele falou
- S� porque voc� quer � Falei sorrindo
- S�RIO? � opa, algu�m ta animado demais. Mal pra ele, porque eu sou m� (?)
- N�o � Falei segurando o riso. N�o consegui, cai no ch�o de tanto rir
- Ah � Ele pareceu desapontado � Melhor assim, n�o pretendia dividir sorvete com ningu�m.
- N�o gosto de sorvete diet, H�. Engole essa (h) Dez a zero pra mim.
Caso voc�s queiram saber, eu n�o estou contando *o*
- Como sabe que eu sou diab�tico? � Ele pareceu surpreso
- Quarta s�rie. HAHAHAHA, voc� passou mal na minha festa de anivers�rio porque tinha comido muito bolo, foi o melhor anivers�rio que tive. Nunca vi coisa mais engra�ada do que a sua cara de: M�e, eu n�o to bem. � Eu ri alto da cara dele
- Voc� me ama � Ele falou normalmente, como afirma��o, n�o uma pergunta.
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- O QUE?! - Perguntei assustada com o que ele disse
- Dez � um pra mim. Voc� ficou mais surpresa do que deveria, e sim. Me ama, afinal, n�o ficaria lembrando de cada fato da nossa inf�ncia.
- Realmente, eu te amo � Falei caindo de rir, ele pareceu ter levado a s�rio por um segundo. O JONAS? HAHA, ME POUPE.
- Quem n�o ama? Afinal, sou um cantor pop metido, e acho que posso pisar em todos porque meu cabelo brilha � Ele disse andando na passarela imagin�ria dele. Acredito seriamente, que ele se imaginou no Fashion Week, com um biqu�ni feminino, ARRASA BIXA. Hahahaha
- No que voc� ta pensando? � Ele perguntou ao ver que eu ria descontroladamente
- MELHOR VOC� N�O SABER � Continuei rindo
- Por acaso voc� n�o estava pensando que eu estava me imaginando (isso foi confuso) com uma camisa coladinha, na propaganda do Gatorade, com os cabelos ao vento, estava?
- Na verdade, biqu�ni no Fashion Week. Mas seu sonho real parece mais divertido
- O QUEE? VOC� ME IMAGINOU DE BIQUINI NO FASHION WEEK? � Ele pareceu surpreso. N�o entendi o porque.
- N�o � a coisa mais dif�cil do mundo sabe � Falei rindo
- N�o vou me defender, porque � meu sonho mais profundo.
Parei por um segundo, e deduzi que era brincadeira
- DEZ A DOIS PRA MIM \o/
- Voc� ta contando? � Eu ri alto da cara dele, n�o que eu n�o estivesse contando tamb�m.
- Er, voc� ta?
- Talvez
- Voc� ir� morrer, em 7 dias � , o irm�o do Jonas, que por acaso tamb�m era um Jonas (?) disse baixo no ouvido do irm�o, que fez uma cara de p�nico e voltou ao normal
- , MORRA � gritou, se acalmando
- UM A ZERO PRO � falei rindo
- Voc� sabe, que eu n�o gosto desse filme (oi, o telefone aqui em casa tocou quando eu terminei de ver O Chamado, era s� a mam�e, mas eu me mijei (?) de medo. Detalhe, o Word sugeriu que eu trocasse mijei por urinei, HAHAHAHAHAHAHAHAHA, e eu sou uma retardada, e escrevi caguei s� pra ver se ele sugeria defequei, e ele sugeriu. ME IGNOORA, HAHA)
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- Oi , n�o te vejo desde que jogou aquela bola de basquete na cabe�a do � Eu realmente n�o me lembrava do , mas todos pareciam lembrar desse fato � Mas ent�o, eu vou descer porque a Kate (Love History, aquela vadia voltou) ta me esperando l� em baixo.
- Ent�o , aquele tal de � come�ou a corar � Voc�... Ta com ele?
- COM ELE? HAHAHAHAHAHAHA, voc� me faz rir, porque pensou isso?
- Sei l�, voc� vive chamando ele de amor e tudo mais,e vive agarrada com ele
- E isso te incomoda? � Provoquei, com um sorriso malicioso
- Deveria incomodar? � Ele me pegou de surpresa
Ficamos nos olhando com o mesmo sorriso desafiador no rosto por um tempinho, quando ele parecia tomar uma atitude, me afastei um pouco para tr�s e sorri normalmente
- Bom... � melhor eu ir agora � Eu ri
- Porque voc� faz isso? � Ele perguntou ignorando o que eu disse
- Do que voc� ta falando? � Fingi n�o saber
- Voc� sabe
- Quem sabe um dia voc� descubra Jonas, quem sabe um dia � Falei sorrindo
- Que tal s�bado � noite? � Ele perguntou
- Posso pensar
- Te pego �s 8:00 � Ele disse por fim
- Voc� � realmente muito convencido � Falei chegando perto dele, a ponto de ele sentir minha respira��o, e depois fui at� a porta � Tchau Jonas, at� amanh� � Desci as escadas e , o outro irm�o dele, do qual eu me lembrava muito pouco, me acompanhou at� a porta (n.a: eu ia botar o Alfred, o mordomo, mas n�o. Hahahaha)
- Foi bom ver voc�s de novo, quer dizer, sem brigar � Ele disse
- Quer dizer que n�s j� ficamos sem brigar antes?
- Mam�e disse que voc�s j� namoraram quando eram pirralhos � Ele riu, dando �nfase na palavra namoraram.
- Depois voc� precisa me contar essa hist�ria � Eu ri � Tchau .
Liguei pro e ele me buscou no shopping quase do lado da casa do . O Jonas morava at� que perto de mim, mas se eu tenho um irm�o com um carro e um tanque de gasolina pra ser gasta, porque ir andando? (n.a: aquecimento global uma ova. HAHAHAHAHA, mentira crian�as, plantem uma �rvore (Y) UHUL)
Cheguei em casa e liguei o computador. Tinha recebido mais uns 15 spams pra minha cole��o na lixeira do meu e-mail, e um sobre alguma coisa com os Jonas Brothers. Normalmente eu apagaria e ficaria com raiva, mas acho que agora �ramos amigos certo? Abri, e era o lan�amento de uma m�sica. Kung Fu Grip (n.a: my addiction). Baixei a m�sica, a voz do junto de um viol�o fica um tro�o bem viciante se voc� quer saber.
- Ta ouvindo o que?
E o pr�mio de intrometido-curioso do ano vai para... .
- Jonas brothers � Respondi
pegou o celular e deitou na minha cama. Discou um n�mero e botou o telefone na orelha.
- Oi cara � Ele disse no telefone � O que ele ta fazendo? � perguntou � Vendo os v�deos? Acho que a gente tem raz�o, ela ta ouvindo Jonas agora. Parece que eles voltaram a ter 5 anos � riu com o coment�rio que o amigo dele fez no telefone � T�, eu te ligo depois ent�o.
- Explica��es � Falei virando a cadeira do computador pra dire��o dele
- Era o .
- O que voc�s estavam falando?
- curiosa.com � brincou � Voc� e o , e o fato de estarem apaixonados de novo
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- Quem disse que eu to apaixonada? Quem disse que ELE ta apaixonado?
- Voc�, fica a� ouvindo a m�sica dele
- E dos irm�os dele � Interrompi
- D� na mesma. E ele fica vendo os v�deos de quando voc�s eram pirralhos. Na �poca que ele morava aqui na rua
- E desde quando isso � algum motivo?
- Simplesmente �. Eu sei que � � falou se achando a M�rcia (Y) � Agora tchau, vou passar na casa da Kate
- Kate quem? � Perguntei. A guria que saiu com o hoje mais cedo se chama Kate. Mas, devem existir muitas Kates nos EUA. Pelo menos, eu espero.
- Amiga minha � Ele disse. E no mundo dele, amiga minha � equivalente a menina que eu to ficando.
- Ah. Bom encontro ent�o � Falei e voltei a usar o computador
- N�o � um encontro � Ele disse rindo
- Claro que n�o � Concordei ironicamente � Voc�s s�o s� amigos, e suas inten��es com ela n�o v�o al�m de estudar matem�tica. E isso na verdade, � o que voc� quer que eu diga para a mam�e.
- Menina esperta � Ele disse saindo.
No dia seguinte, fui depois da aula para a casa do . E foi assim a semana toda, j� era sexta.
- O que voc� tem? � me perguntou, terminando de colar as pir�mides na maquete.
- Meu irm�o, ta saindo com uma tal de Kate. Aquela piranha nojenta.
- Pelo visto, voc� gosta dela tanto quanto gostava de mim � Ele riu
- Eu n�o vou com a cara dela. � uma dessas loiras artificiais, que ficam usando decotes do tamanho da sua testa � Ri da cara que ele fez � E ela � toda... Falsa
- Engra�ado, pareceu exatamente � garota que o ta ficando. Aquela... Kate .-.
- ESPERA. Ent�o, a Kate do , e a Kate do s�o tipo, a MESMA KATE? � Falei surpresa
- JOOE? AMORZINHO? � Uma voz melosa e nojenta gritou do andar de baixo. Eu conhecia isso, mas eu conhecia por �? AMORZINHO?� Meu Deus, que falta de criatividade
- Falando no capeta... � falou rindo
- Vem ver se � a mesma Kate comigo � Disse descendo as escadas com ele na minha frente
- Oi . Lindinho, seu irm�o ta ai? � A vaca ia falando quando me viu parar do lado dele
- Oi Kate � Falei sarc�stica
- Oi, � Ela disse seca, e um pouco surpresa. PEGUEI NO FLAGRA, h�.
- Ent�o, como foi o cinema ontem com o ? � Perguntei com um sorriso c�nico.
- ? � perguntou das escadas � O que tem ele?
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- A s� queria saber do cinem... � ia terminar, mas Kate correu para frente dele e continuou a frase por ele
- Ela estava me perguntando, do cinema, que disse ter uns filmes legais passando essa semana, pedindo pra eu ir com voc� qualquer dia � Ela mentiu r�pido
- De onde voc� conhece ele? � perguntou sem muito interesse
- Fui visitar minha irm� na faculdade, ele estuda na mesma. Acabei encontrando ele por aqui � Ela falou toda falsa
pegou minha m�o e me levou pro quarto dele antes que eu tivesse um ataque.
- Porque voc� me tirou de l�? � Falei revoltada
- Porque voc� provavelmente arrancaria o cabelo dela fora.
- E agora voc� se preocupa com o cabelo loiro falso dela? � Falei com um pouco, S� UM POUCO, de ci�mes, nada que ele pudesse perceber eu acho.
- Voc� ta com ci�mes ou o que? � Ele disse sorrindo
- Ci�mes?! Me poupe, ci�mes do que?! � Falei irritada
- De mim, do que mais? � S�rio, se ele falar isso mais uma vez, vou matar ele.
- DE VOC�? J� que quer tanto, pode ficar com ela pra voc�, n�o deve ser a coisa mais dif�cil do mundo conseguir uma garota daquelas � Falei irritada e sai do quarto dele. Fui andando para casa.
OK, ele at� tentou vir atr�s de mim, na verdade, conseguiu acompanhar meu passo por umas 4 ruas. N�o que eu tenha sido mais r�pida, ele simplesmente parou e disse que me ligava.
Haviam passado cinco minutos quando meu celular tocou
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- O que � ?! � Atendi
- ? � Uma voz, que n�o era a dele, falou
- ? � Arrisquei
- Quem mais seria? � Ele disse. Esse neg�cio de Quem mais seria, e O que mais seria ta come�ando a me dar nos nervos
- Sei la, que que foi?
- Onde voc� ta? � Ele perguntou
- Na porta de casa
- Ah. Olha, eu ia sair com a Kate, mas ela disse que estava na casa da av� dela
- Casa da av� �? Claro que sim. Bela av� que ela tem, bem gostosa e parecida com um cara (6)
- Do que voc� ta falando? � Ele pareceu preocupado
- Esquece, eu te conto quando voc� chegar.
- Avisa pra mam�e que eu vou dormir na casa de um amigo meu. E que eu vou ficar mais umas semanas por ai, porque a minha viajem foi cancelada
- Ta bom � Desliguei o telefone (n.a: O que aconteceu com o: Ta bom, beijo, tchau, boa noite, at� amanh�, boa semana...?! HAHAHAHA)
Agora eu podia surtar e pular de um shopping, fato. Meu irm�o tava pegando a vadia que o irm�o do ta pegando, e a mesma vadia que me fez brigar com o . N�o � que eu n�o estivesse acostumada com isso, mas dessa vez, nossa briga teve um motivo e eu estava mal por isso. Meu telefone tocou de novo, ainda n�o era ele. Era o
- Oi meu xuxuz��nho � falou em seu melhor tom gay
- Oi � respondi sem tanta anima��o
- O que voc� tem ?
- N�o � nada de importante, s�rio � Falei deitando em minha cama
- Olha, voc� pode levantar esse rabo da cama, que voc� vai comigo pra sorveteria
- S� pra come�ar, como voc� sabe que eu to deitada na cama? � Perguntei imaginando se ele seria M�dium. Acho que n�o, talvez. OK, minhas id�ias n�o eram as mais l�cidas, melhor eu parar de pensar, o que n�o � dif�cil
- voc� ouviu o que eu disse? � perguntou
- H�n. N�o
- Ok, olha pra sua janela ent�o
- O que? Tem algum b�bado enlouquecendo? � Perguntei me animando
- B�bado n�o, mas sim, algu�m vai enlouquecer se voc� n�o tirar esse uniforme, botar uma roupa decente e sair de casa
- Cara, como voc� sabe que eu to de uniforme? � FATO, ele era m�dium
- Vai logo pra janela � Ele disse, eu fui. M�dium uma ova, estava em cima da �rvore que d� vista para o meu quarto. Ele desligou o telefone e foi andando cuidadosamente entre os galhos, at� que simplesmente pulou para dentro do meu quarto
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- Saudade dos tempos em que ainda se usavam janelas � Falei olhando invadir meu quarto, rindo
- Estamos no s�culo XXI, algumas coisas ficam ultrapassadas � Ele disse em defesa � Agora, vai trocar de roupa que eu vou te levar pra engordar na sorveteria
- Se voc� quer que eu me vista, tem que sair daqui primeiro sabe � Falei com cara de: �d�� .-. � (n/a: se essa cara n�o existe, inventei agora, OEE)
- J� te vi sem roupa antes -.-
- �, quando n�s t�nhamos 3 anos � Falei rindo
- Juro que n�o vou olhar � Ele cobriu os olhos com as m�os
- N�o vai mesmo � Falei rindo mais. Peguei a roupa que usaria (fica � seu crit�rio) e fui para o quarto de me trocar.
Voltei ao meu quarto e n�o estava mais l�, desci as escadas e o encontrei ajudando minha m�e a arrumar a cozinha
- Vamos? � Perguntei da porta da cozinha
- Sim senhora � Ele riu � Tchau tia � deu um beijo na bochecha da minha m�e. Por acaso eu conhecia ele desde que me entendo por gente, e ele vivia na minha casa, ent�o minha m�e era praticamente a 2� m�e dele
- Tchau meus amores, comportem-se � Papo de m�e, bla bla bla
Fomos indo at� a sorveteria e sentamos. Pedimos nossos sorvetes e come�amos a falar sobre como e Kate seriam um �timo casal, agora que ela tinha m�ltiplos relacionamentos
- Mas eu realmente acho que n�o daria certo � Falei. Toda essa conversa era brincadeira, nem sei ju�zo ficaria com algu�m como ela
- Mas por qu�? O que o e o tem que eu n�o? - Sim, eu havia contado tudo para ele
- N�o sei. Voc� simplesmente n�o � o tipo dela � Falei roubando um pouco do sorvete dele com a minha colher
- N�o sou o tipo de ningu�m. Ningu�m me ama ningu�m me quer (vou comer barata, barata frita, barata assada, SOPA DE BARAAATA [/meignora) � emo
- � realmente � Concordei rindo
- Sabe, � nessas horas que voc� me abra�a e diz que eu sou lindo, e que eu fa�o seu tipo, e que voc� ficaria comigo at� o resto da eternidade � falou fingindo estar chateado
- Desculpa, mam�e ensinou que mentir � feio � Falei rindo muito da cara dele
- Ah droga, estou muito mal. Vou cortar meus pulsos � emo (2)
- EI, quem precisa cortar os pulsos aqui sou eu. Pode parar, o drama � [u]meu[/u], n�o queira roubar de mim � Falei pegando mais sorvete dele
- Ei, se voc� gosta tanto de sorvete de chiclete com fanta laranja (n/a: eu lembro desse .-. Era da sorveteria do Godolfo, que eu acho que ela da Love History, meignoradenovo), porque pediu de algod�o doce com caramelo? (sabores ex�ticos a mil) � Ele falou reclamando
- Ah poxa, preciso me dopar com sorvete, estou deprimida � emo
- Ooown, beb�. Vem c� que o Titio d te consola. Booota pra fora amiga � fez mais uma de suas �timas performances gays. Comecei a falar da briga com o .
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N�o creio que isso aconteceu � disse, ainda meio gay
- POIS � ELE � UM CANALHA N�? � Falei agora, botando uma beeela de uma colher de sorvete na boca.
- , me explica umas coisas. Primeiro: voc� ta afim dele ou o que? Segundo: ele ta afim de voc� ou o que? Terceiro: o que voc�s dois tem que n�o se agarram logo? E Quarto, mas n�o menos importante: PORQUE DIABOS VOC� TA COM RAIVA DELE? S� porque ele n�o quis que voc� ca�sse na porrada? Por favor, n�.
- , primeiro: Eu n�o to afim dele � me deu aquele olhar de: Fala a verdade, que bom, acaba me entregando � Ok, talvez eu tenha come�ado a sentir alguma coisa por ele desde que n�s paramos de brigar. Ou talvez sempre tenha sentido, mas as briguinhas me impediam de notar isso, enfim. Segundo: eu n�o sei se ele est� afim de mim. Tudo bem que ele j� me provocou algumas vezes, e n�o foram provoca��es no sentido de �vem brigar comigo� era tipo �vem aqui e me beija�. Terceiro: qual era a terceira mesmo? � Perguntei confusa
- Porque voc�s n�o se agarram logo � Ele lembrou sorrindo
- Ah claro. Terceiro: porque bom, n�o sei se ele concordaria, n�o sei se daria certo, e eu tenho medo de ficarmos mal depois disso. E quarto: bom, vendo do seu ponto de vista, eu fui uma idiota e � melhor eu ligar pra ele, certo?
- N�o � Ele disse espantado � CLARO, QUE N�O.
- Mas... Por qu�? � N�o entendi mais nada. Primeiro, ele me faz perceber que bom, estou apaixonada pelo e que n�o preciso brigar com ele. Depois, me diz para n�o ligar para o Jonas e acabar com toda essa briga?
- Porque, ele disse que te ligaria certo? Ent�o deixe ele te ligar. E se ele demorar, deve ser porque est� te dando um tempo.
Se demorar MUITO, a� voc� vai at� l� e desce o tapa nele. Quer dizer, voc� n�o tem motivos, j� que voc�s s�o s� amigos, por enquanto. Mas nada te impede de voltar a fazer da vida dele, um inferno.
- , voc� � gay? � Perguntei me contendo para n�o rir
- Vou te mostrar quem � gay daqui a pouco � Ele falou com um sorriso malicioso
- N�o me provoca que eu gamo � Fiz uma cara de Sensual Seduction (N/a: acabei de inventar essa tamb�m. CARAS INVENTADAS EST�O � MIL NESSA FIC)
- Voc� ta me zuando n�? � Ele pareceu preocupado
- Claro, voc� tamb�m tava, n�o �? � Perguntei pausadamente
- L�gico que sim, meu Deus, voc� � quase minha irm� mais nova, seria um nojo tentar alguma coisa com voc� � Ele disse rindo
- EEI, EU FUI DESPREZADA PELO MEU MELHOR AMIGO?! � emo (2)
- �, acho que voc� n�o fazia o tipo dele � falou rindo
- Ei, j� � de noite, melhor eu ir para casa � Falei
- Caramba :O � Ele disse se levantando � Vai indo l� pra fora enquanto eu pago
N�o, eu n�o ia impedir ele de pagar. Ele sempre pagou os sorvetes, e outra: movimento feminista � uma ova. Se ele quer pagar pra mim, pra que vou gastar meu dinheiro? [/mecrema
Fui indo, e ele me encontrou l� fora. Ele me deixou em casa, e fez a longa caminhada at� a porta da casa dele, que por acaso, ficava ao lado da minha.
- Filha, o te ligou umas cinco vezes � Minha m�e falou assim que cheguei em casa � Ei, voc� n�o odiava ele? Acho que foi nele que voc� jogou aquela bola de basquete lembra?
- Sim m�e, eu odiava. Mas agora somos amigos � Caramba, o que esse povo tem que n�o pode esquecer do fato da bola de basquete?
Melhor eu ligar para ele.
N�o foi preciso. Quando olhei, meu celular vibrava. Olhei no visor e bom, n�o era ele. Era um n�mero desconhecido.
--
- Al�?
- ? � Uma voz que n�o me parecia conhecida, perguntou.
- Eu, quem �?
- H�n, � o
- Ah. Oi , tudo bom?
- Eu to bem, mas... O n�o � Ele disse parecendo preocupado
- O que aconteceu? � Como se eu n�o soubesse, u.u��
- Ele disse que brigou com voc�, quando tava come�ando a dar certo, e depois eu n�o entendi nada do que ele disse. Acho que voc� deveria voltar aqui e falar com ele. Ele te ligou umas 15 vezes, e quando come�ava a chamar, ele desligava. N�o sei o que ele tem
Eu sei, falta de vergonha na cara. Falta de vergonha na cara linda e maravilhosa dele
- � Falei tentando pensar em alguma coisa � Tenta acalmar ele, vou ver se tem como eu ir a� agora
- Se quiser eu te busco
- N�o precisa, n�o � t�o longe.
- Ta bom, tchau � Ele disse
- Tchau - Desliguei
--
Ent�o, eu fui pra casa dos Jonas.
( narrando )
L� em casa a coisa foi estranha, n�o sei o que aconteceu direito, e n�o to afim de falar com ninguem, surtos de emo.
- EU TAVA BRINCANDO COM ELA PORRA � Gritei com , que n�o queria me deixar sozinho
- E por isso ela saiu toda alterada? E voc� atr�s dela?
- EU N�O SEI POR QUE ELA FICOU ASSIM. ME DEIXA SOZINHO CARA
- Voc� sabe que vai ter que ligar pra ela
- EU SEI, EU PROMETI. Olha ... D� PRA VOC� SAIR DO MEU QUARTO? � Gritei ainda mais alto, quando ouvi algu�m na porta de casa. foi atender e tudo que eu ouvi foi um: � Pode subir �
- Olha , se for para mim, diga que eu estou doente, passando mal, vomitando, me convertendo em emo, fazendo macumba, o diabo a quatro que voc� quiser, mas inventa e n�o deixa ningu�m entrar aqui, principalmente ela
- Se for ela, pode ter certeza de que ela vai entr... � disse abrindo a porta, e acabou dando passagem para
- principalmente eu? � Ela disse parecendo triste. MERDA. voc� � um tapado, idiota, seu nojento, sem alma.
- � LINDO, agora ela me chama por . (n.a: se o teu for o Kevin, vai ficar meio, estranho eu acho.) � Porque voc� n�o queria falar comigo agora?
Continuei sem responder, fiquei sem rea��o. N�o sabia o que dizer, quando dizer, o que fazer. Era t�o mais f�cil brigar com ela, j� est�vamos t�o acostumados com isso.
- Se � assim que voc� prefere, eu vou embora � Ela disse saindo, perguntou o que havia acontecido, e pelo que eu ouvi, ela disse algo do tipo: � aquele garoto infantil, porra, eu vou pra casa �
Talvez eu devesse ir para a casa dela pedir desculpa, at� por que... N�o, n�o to com cabe�a pra pensar no que pode acontecer. Talvez seja melhor eu ir embora sem falar nada, e sei la, dar um tempo pra ela. Caralho, to falando como se eu fosse namorado dela, que seja.
--
( narrando)
Eu sei que por mais que eu tente negar, eu fiquei triste. Eu sempre brigo com o , mas dessa vez eu fui l� falar com ele, e ele simplesmente ficou parado, me olhando, como se tivesse alguma coisa no meu dente. Ser� que tinha? Eu, eu acho que eu to ficando doida.
- ? � disse abrindo a porta do meu quarto, eu estava cantando alto deitada na minha cama, encarando o teto.
- Ela n�o est� dispon�vel, volta quando o ataque emo passar, obrigado � Falei pegando uma bolinha que tinha do meu lado, e jogando ela de leve pra cima, at� voltar para a minha m�o, e eu fazer tudo de novo.
- Tem como deixar um recado? � disse sentando na beira da cama
- N�o, a secret�rio eletr�nica ta quebrada � Continuei cantando, at� que a m�sica acabou. Me forcei a levantar um pouco o rosto para ver a tela do computador, e esperei que a pr�xima m�sica come�asse.
- Bom, se for assim, eu posso esperar ela voltar. Gosto de Boys Like Girls de qualquer jeito � disse cruzando as pernas em cima da cama.
- Voc� gosta? � perguntei ainda sem querer conversa
- Um pouco, era s� pra voc� falar comigo mesmo � Ele sorriu � Ent�o, o surto emo passou? � Ele perguntou
- Ainda n�o cortei meus pulsos, ent�o n�o. � Falei fechando a cara
- Ah, n�o tem problema, voc� pode cort�-los depois. Agora voc� vai conversar comigo
- , n�o quero conversar � Falei me sentando
- n�o quer conversar, voc� n�o quer conversar, Kate n�o est� dispon�vel durante toda a semana � Engra�ado, o tamb�m n�o -.- ing�nuo � Tem alguma coisa no meu dente ou o que? � perguntou se revoltando pelo fato de n�o ter aten��o
- N�o sei quem � , eu estou emo, e a Kate � uma vaca
- � o seu quase-namorado, voc� n�o � emo, e a Kate o que? � Ele deu �nfase, na �ltima pergunta.
- Olha , eu n�o to com cabe�a pra falar sobre qualquer tipo de relacionamento, mas s� porque � muito legal comigo... � Enfim, eu contei a hist�ria toda para ele, que me ouvia incr�dulo
- Eu... Voc�... Tem certeza? � Ai, eu parti o cora��o do . Quer dizer, a Kate partiu, ah cara.
- Eu sou a irm� do , eu vi, n�o sei como ela ainda n�o veio me subornar ou querer fazer da minha vida um inferno, porque ela sabia que eu falaria com voc� ou ele.
(n.a: Isso que voc� vai ler agora, n�o aconteceu, foi s� mais um dos meus momentos... Tem nem nome pra isso, memata)
- Porque ela faria da sua vida um inferno? � perguntou
- Ah, porque em todas as fics � assim :B
POSKAPOKSAPOKSPOAKOS, S�RIO, ME ENTERRA. N�o me segurei, tive que escrever isso :�) [/ sou sem gra�a
(Continuando a fic :B)
- Porque a Kate faria da sua vida um inferno? � perguntou
- Ah n�o sei, acho que to vendo filme demais
- Agora vamos tocar em um assunto que � o seu preferido, mas n�o parece ser no momento... � , creeente que � psic�logo, disse.
- O que? Olha , eu n�o quero falar daquela bola de basquete na cabe�a do indiv�duo n�o cit�vel-Q, n�o sei por que voc�s sempre me lembram disso
- N�o � sobre isso, � somente sobre o indiv�duo n�o cit�vel mesmo � Ele riu
- , eu n�o quero falar sobre isso, s�rio
- Voc� vai falar sobre isso, porque eu n�o vou ficar vendo voc�s dois brigados e sofrendo um pelo outro, e outra: depois que voc�s fizerem as pazes, eu acho bom o deixar de ser idiota e te apresentar pra mam�e como a NAMORADA dele.
--
- DON�T IT FEEL LIKE, SOMETHING�S NOT RIGHT IN THIS KISS TONIGHT
� Comecei a cantar alto (N.A: Dance Hall Drug, v�cio.) E desligou a m�sica
- Se voc� n�o falar comigo, vai ter que falar com ele � se levantou e saiu. Ele n�o me ajudou muito se voc�s querem saber. Pelo menos ele j� sabe da Kate.
Ent�o eu fiquei l� mais um pouco, cantando alto o bastante para n�o ouvir (ou pelo menos fingir que n�o ouvia) minha m�e me chamando para comer. Acho que ela j� estava acostumada com os meus surtos de emo, ent�o nem foi l� me arrastar da cama e me obrigar a comer.
Acabou que eu dormi, e devo ter passado a tarde toda dormindo, porque quando acordei j� estava escuro. O fato, n�o era nem esse. E sim a forma como eu acordei. Ou a forma como ele me acordou :x
--
- ? � Perguntei sentindo algu�m sentar em cima de mim. Pensei melhor e bom, isso s� podia ser coisa de duas pessoas: ou .
- UUUUUHM DIS �S NA S OU S, DON UANA A SECON LES, DIS IS THE DOTON LAAI IIS TRUUUUU � Pela voz de taquara, come�ou a cantar
- N�o, voc� n�o � o . Da pra sair de cima de mim ? � Perguntei abrindo os olhos
- Ah tudo bem, ainda posso sonhar em ser uma brilhante estrela famosa, de cabelo brilhante que pisa em cima de todos porque tenho dentes brilhantes, ia ser...
- Brilhante? � Tentei adivinhar
- N�o, ia ser gatilissimo, titalicioso -Q, fabuloso, ia ser TUUUDO meu bem � Ele disse em suas performances gays, que eram convincentes at� demais �Q
- Ei, por onde voc� entrou? � Perguntei, obviamente pela porta, mas eu teria acordado com o barulho, eu acho.
- Pelo mesmo lugar que voc� vai sair, pra sua m�e n�o te obrigar a voltar cedo, porque voc� n�o vai...
- Do que voc� ta falando ?
- Voc� vai sair pela janela, e vai sair comigo
- Que horas s�o? Perguntei me levantando, eu ainda estava com uma roupa decente, ent�o nem precisaria me trocar se realmente fosse fugir
- 8:15 PM
- E pra onde voc� vai me levar? Onde � o cativeiro? � Perguntei cal�ando o t�nis
- N�o vou te seq�estrar, mas vou te levar para um lugar bonito e feliz � Ele sorriu, se ele n�o tivesse a minha idade, diria que ele era ped�filo �Q
- ONDE � ESSA PORQUERA DE LUGAR BONITO E FELIZ? SE FOR A CASA DOS JONAS, EU VOU TE ESTRANGULAR E VOC� VAI MORRER ASFIXIADO DENTRO DE UMA GARAGEM COM UM MOTOR DE CARRO LIGADO (n.a: estudem ci�ncias, o g�s carbono vai se ligar a sua hemoglobina, e vai impedir a passagem de oxig�nio, e voc� vai morrer, eun�osounerd)
- N�o � casa dos Jonas, e voc� n�o me mataria, perderia seu melhor amigo � drama
- N�o faria falta � Brinquei
- Ah poxa, vou cortar meus pulsos � emo � Quem sabe depois, agora vamos � Ele me puxou e me ajudou a pular da janela. SOU UMA DELINQUENTE, UHUL.
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- Eu sinceramente, n�o entendi porque voc� ta assim � Ele falou
- , n�o � quest�o de voc� entender ou n�o. N�O EXISTE UM MOTIVO OK? Eu simplesmente n�o vou ag�entar te perder, sabendo que te amo
- Se voc� me ama, porque ainda faz isso?
- voc� n�o entende, parece que nunca vai entender � Me levantei e sa� andando, fui pela borda do lago
- Eu posso te seguir pelo parque inteiro, voc� sabe que sim � Ele disse tentando me fazer parar
- N�o voc� n�o pode. Voc� tem que me deixar em paz � Senti a m�o de segurar meu bra�o com for�a, mas s� por um segundo, depois parecia ter escorregado. N�o pude deixar de olhar, e vi caindo no lago, batendo a cabe�a no ch�o ao cair � !
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- O que aconteceu? � Ele disse abrindo os olhos
- Calma , voc� ta em casa. N�o se lembra de nada? � Perguntei sentada ao lado dele, na cama dele.
- N�o. Eu lembro que tava falando com o , sobre te levar pra um parque � Ele levou a m�o at� a testa, e sentiu o curativo que estava no corte
- Voc� me levou, a gente discutiu, eu n�o quis te ouvir, sai andando, voc� foi atr�s de mim e escorregou. Me desculpa ?
- Me desculpa voc�
- Olha, eu tenho que ir � Dei um beijo na bochecha dele e fui para minha casa
Eu realmente n�o pretendo falar mais com ele, n�o depois de ter feito ele se machucar. Quer dizer, MUITO MENOS, depois de ter feito ele se machucar. Ent�o acho melhor acabar logo com isso, antes que eu me machuque tamb�m :x
Fiquei uma semana sem falar com o , e o evitava na escola sempre. Ele me ligava todo dia, me mandava mensagens, e ia l� em casa, mas eu sempre ignorava. Eu ainda falava muito com o , mas recusava sempre que ele me chamava pra ir a casa dele. Eu estava ajudando ele com toda a hist�ria da Kate Vaca.
Eu estava na escola, quando a Individua N�o Cit�vel (Kate, citei ela, H� :x) veio falar comigo
- Voc� � mesmo uma idiota garota � Ela disse enquanto eu pegava meus livros no arm�rio
- Voc� � mesmo uma puta � Falei fechando o arm�rio
(Essa parte, n�o aconteceu, n�o controlei meu momento �Onde est�o as fics boas� outra vez)
- Vou fazer voc� se arrepender de ter nascido � Kate me amea�ou
- Eu acho que eu j� li umas quatro fics que acontecem isso. N�o quer tentar alguma coisa diferente dessa vez?
(Continuando a fic)
- Voc� tinha que falar? Voc� n�o tinha motivos para falar � Ela disse em um tom nojento
- Ela s� falou, porque ao contr�rio de voc�, ela se preocupou comigo � apareceu do meu lado
- O que voc� ta fazendo aqui? Voc� nem estuda aqui garoto � Kate falou
- ��� MINHA FIILHA, EU VO RODA A BAIANA NO MEIO DA TUA PL�STICA SE VOC� LEVANTAAR ESSA VOOZ DE TAQUARA PRA CIMA DO MEU TCHUTCHUCUZINHO DE NOVO, SUA BARAAAAAANGA DESCABELADA. � Eu armei um esc�ndalo. Mentira, eu n�o falei nada. Na verdade mandei ela ir para um lugar n�o t�o bonito e legal, e me interrompeu antes que eu realmente rodasse a baiana de verdade
- O que eu vim fazer aqui n�o te interessa. eu tenho que te mostrar uma coisa � Ele disse me puxando.
--
- Mas eu tenho aula agora � Falei sendo arrastada pelo corredor, em dire��o a porta da escola � , VOC� N�O PODE ME SEQUESTRAR
- Fala baaaaixo, v�o pegar a gente e voc� nunca vai descobrir o que... Quer dizer... ENTRA AI � me empurrou para uma sala vazia.
- Voc� tem problemas querido? � Falei assustada
- � o seguinte: Eu preciso te tirar dessa escola agora e...
- POR QU�? VOC� VAI EXPLODIR A ESCOLA? VAI TER ALGUM TIPO DE TREINAMENTO DE BOMBAS? MAS VOC� N�O PODE DEIXAR TODO O RESTO DO POVO MORRER! VOC� � LOUCO?
- Eu posso terminar de falar? � Ele disse, e eu assenti � Ent�o, tenho que te tirar daqui, e te levar para um lugar que eu n�o posso te falar
- SEQUESTRO � Fingi espirrar. Belo espirro o meu (: Ele me olhou com uma cara de � se voc� n�o parar, vou te matar (rimas a mil, beijos) e eu calei a boca.
- E a sua diretora com cara de espinhas, tava descendo as escadas e ia ver a gente saindo da escola.
- Ah � Isso, uma onomatop�ia, foi tudo que saiu da minha boca, uma onomatop�ia, porque eu n�o havia entendido bulhufas coloridas do que ele havia me dito
- Voc� n�o entendeu bulhuf�tes n�? � Ele disse
- Na verdade, bulhufas coloridas. Vamos, ela j� saiu � Falei abrindo a porta
Sa�mos da escola, e entrei no carro dele. Na minha cabe�a, eu me imaginei em um carr�o bonit�o (n�o que o convers�vel do fosse ruim, muito pelo contr�rio) com uma roupa de Oscar, e o com um terno. E a gente se olhando com uma cara de � Tr�s Espi�s Demais � (n.a: Na hora que eu escrevi �A gente se olhando�, o Nick cantou: When you look me in the eyes :B) na verdade uma cara de � Miss�o Imposs�vel � n�o sei, algum desses filmes. Mas bom, coisa da minha cabe�a mesmo (:
- � o seguinte, eu e os meus irm�o vamos sair em turn� mundial
- Que legal, quando? � Perguntei animada
- Semana que vem � Ele falo preocupado
- Ah � Sim, outra onomatop�ia. Se bem que AH n�o � uma onomatop�ia, n�o desse jeito. Certo? Que seja :*
- E o precisa falar com voc�
- N���O , N��������O, ME LEVA DE VOLTA � Reconhe�o essa cena, beijos.
- Bom, chegamos
Eu tinha ido at� a casa dos Jonas, e me esperava na porta. Sequer olhei nos olhos dele, somente o acompanhei at� o quarto
O FIIIM:
- Olha, eu sei que voc� n�o quer falar comigo. Mas eu n�o sei se quando eu voltar vou ter tempo, ou coragem de te falar isso. Eu brigo com voc� desde que us�vamos fraldas, mas eu sempre gostei de voc�, do seu jeito, e agora que tudo havia come�ado a dar certo, eu estraguei tudo. Fui eu quem estragou tudo, voc� n�o teve culpa de nada que aconteceu, eu sempre for�ava a barra, eu sempre irritava. Mas agora eu vou viajar por meses, e quando eu voltar talvez seja tarde, mas eu vou sempre te esperar, at� quando voc� falar que j� me superou e que n�o me quer mais, isso se um dia voc� quis. Eu te amo muito , e n�o tem briga no mundo, que mude isso � Eu fiquei parada sem conseguir falar. Ele chegou perto, me abra�ou forte. Eu nunca tinha abra�ado ele, era t�o bom, era indescrit�vel. Ele se afastou um pouco, e me beijou. Sinceramente, n�o sei como nunca havia beijado ele antes. Me afastei um pouco, antes que perdesse completamente o ar
- , eu te amo, apesar de tudo. Eu s� tenho medo de te machucar, talvez esse tempo que voc� fique fora, seja suficiente pra eu pensar. Mas eu tamb�m te amo, e vai ser dif�cil te esquecer
- Voc� n�o precisa me esquecer, nunca � Ele voltou a me beijar. Foi a �ltima vez que vi ele, e agora falta s� uma semana para ele voltar de turn�. Sinceramente, eu n�o sei o que vai acontecer.
Momento besteirol da Ulli de fim de fic:
No fim de tudo, voc� e o seu jonas nunca mais se falaram, nem por internet. E se tiver a parte dois, vai ser sobre esse reencontro (JUUUURA? n�o, vai ser sobre a Corrida Maluca /fic viciante da pat)
E bom, acabou que o e o se juntaram e mataram a Kate (essa foi pra Bisho :') hahaha). Eles jogaram ela em um bolo gigante e ela morreu afogada com a Danielle (essa foi pro bolo :') hahaha) mentira, ela sofreu um acidente grav�ssimo quando quebrou a unha, e ficou com infec��o. Agora ela ta careca porque a infec��o mortal faz isso (eu n�o sei de onde eu tiro essas coisas)
Peda�o in�til, pra ter uma morte na fic, porque a Bisho � psicopata, e o Bolo � gostoso, e O BOLISHO ARRASA
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ACABOU. S� o BOLIISHO (n�o � de se jogar no lixo, piada interna) estavam la comigo no momento do fim, eu amo voc�s :')
espero que tenham gostado, e n�o ter� segunda parte, eu acho :x
obrigaaaaaaaaaaaaaaaaaada por lerem, de verdade, voc�s s�o importantes pra mim <3
Minhas fics
Fanfics Jonas Brothers