Desde a década de 60,
os Estados Unidos efetuam diversas missões espaciais destinadas
à
exploração de
alguns planetas do Sistema Solar, e em particular o quarto astro, Marte.
Em 1972,
a NASA iniciou, com a sonda
Mariner 9, uma série de expedições sistemáticas
em busca de
informações
e dados sobre o Planeta Vermelho. Entretanto, em tais viagens ocorriam
vários
incidentes, todos explicados
pela NASA com informações contraditórias. Uma das
primeiras
descobertas efetuadas por
esse órgão norte-americano, e divulgada através de
uma foto, foi a
região marciana conhecida
como Quadrângulo de Eliseu, onde predominava dois pares de
estruturas piramidais tetraédricas.
A ausência de posteriores
imagens levou a NASA a desmentir tudo, sugerindo que se tratava
de uma aberração
ótica devido a fenômenos naturais. No entanto, tal comunicado
foi rebatido
por dois professores em um
estudo publicado numa revista científica norte-americana. Nos
anos seguintes, outros pesquisadores
escreveram artigos contraponto as explicações dos
primeiros, entre eles os astrônomos
Francis Graham e David Chandler que sugeriram que as
imagens representavam construções
artificiais.
Posteriormente, em 1976, as
sondas norte-americanas Viking 1 e 2 enviaram imagens do
hemisfério setentrional
de Marte, onde eram visíveis algumas estruturas anômalas.
Na região
denominada Cydonia notou-se
a presença de diversas formações misteriosamente simétricas
para serem tidas como naturais.
Entre elas sobressaía-se uma estranha construção,
semelhante
a um rosto humano, e próximo
a essa um complexo de três pirâmides de base quadrangular e
diferentes dimensões.
Mas a NASA não divulgou essa descoberta, que somente foi anunciada
pelos engenheiros eletrônicos
Vincent Di Pietro e Gregory Molenaar após consultarem os
arquivos fotográficos
do National Space Center. Em seguida, outros cientistas também
refutaram a possível
origem natural das estruturas anômalas presentes em Cydonia.
Foto da face localizada no solo de Marte
Além disso, a presença
de demais formações na mesma região de Marte, uma
denominada
Fortaleza e outras construções
de aspecto nitidamente artificiais, aumentaram a hipótese de
que esses complexos não
eram formações geológicas causadas por erosão
ou o que quer que
fosse. Quem defende essa tese
é o jornalista norte-americano Richard Hoagland e seu grupo
de pesquisa, a Mars Mission.
Hoagland descobriu que a estrutura mais importante naquela
área era uma pirâmide
pentagonal com um eixo de simetria bilateral na direção do
rosto, a quem
chamou de D&M. Para contrapor
essa posição, o Pentágono chamou Errol Torun, que
acabou
aliando-se à Hoagland
e outros pesquisadores que sustentam a existência de uma antiga
civilização
em Marte. Torun fez grandes descobertas, entre elas a de que os ângulos,
as
distâncias e as constantes
matemáticas encontradas na pirâmide D&M são as
mesmas
existentes em toda a região
de Cydonia - uma geometria que Hoagland definiu como
tetraédrica. Geometria
esta que também estaria presente na Terra, através dos círculos
ingleses.
Imagens do Pentágono
O oitavo astro do Sistema
Solar resulta um verdadeiro enigma para os astrofísicos, pois emana
uma quantidade de energia
três vezes superior do que aquela recebida pelo Sol. Mistério
também existe quando
há referência às sondas, que por algum motivo perdem
o contato com a
base na Terra. As Phobos 1
e 2, da ex-União Soviética, foram enviadas ao Planeta Vermelho
com a missão de recolher
dados, fotografar a superfície de Marte e sucessivamente prosseguir
para Phobos, uma das duas
luas do planeta. Ambas se perderam no espaço. Mas a Phobos 2,
antes de perder comunicação,
registrou imagens que foram bastante discutidas, pois
continham alguma coisa - ou
mais de uma - que surpreendeu os técnicos da então URSS.
Tanto quanto Marte, o que intriga
os pesquisadores é seu satélite Phobos. Esta lua contém
características particulares
que no passado levaram diversos pesquisadores a supor que
pudesse tratar-se de um corpo
celeste artificial. Os astrônomos definiram-na como "uma
revolução retrógrada
da Ciência" e criaram muitas hipóteses para explicar a luminosidade
que
emite e as outras anormalidades
que possui. Inevitáveis e inúmeras foram as críticas
feitas
contra tais teses.
Saiba mais sobre o mintério
do planeta vermelho...
Em 1992 foi lançada
do Centro Espacial de Cabo Kennedy, nos EUA, a sonda espacial Mars Observer.
Definida como de quinta
geração,
sofisticadíssima e em condições de orientar-se automaticamente,
o aparelho foi concebido não somente para explorar
Marte de maneira
mais detalhada, mas também para observá-lo por um longo período.
Dentre suas tarefas previstas estava a de
refazer os levantamentos
fotográficos da região de Cydonia. Infelizmente, depois de
onze meses de cruzada pelo espaço, três dias
antes do início
da exploração do Planeta Vermelho, a sonda parou de transmitir
dados ao Laboratório de Propulsão a Jato (JPL),
de Pasadena,
na Califórnia. Os engenheiros do projeto ficaram perplexos, pois
a Mars Observer foi programada para colocar-se
automaticamente
em posição de segurança caso seus sensores computadorizados
notassem qualquer anomalia. Sobre a NASA
surtiram diversas
acusações, entre as quais a de ter deliberadamente sabotado
a missão quando se detectou algo anômalo que
pudesse vir
a comprometer a manutenção do segredo sobre estes assuntos,
imposto pelas autoridades norte-americanas.
Marte nunca deixou
de maravilhar os pesquisadores por tudo que já foi mostrado através
das imagens e dados fornecidos pelas
missões
norte-americanas, entre elas a Pathfinder e a Mars Global Surveyor. Revelar
segredos parecia ser insuportável para a
NASA. Mas por
quê? A equipe de Richard Hoagland encontrou evidentes e intrigantes
anomalias em várias fotos tiradas por
sondas dos EUA,
o que constitui um indício de uma possível manipulação
da agência com os negativos obtidos em Marte. Para
Hoagland era
mais uma demonstração da existência de uma ferrenha
política de acobertamento sobre a presença de artefatos de
origem extraterrestre
no Planeta Vermelho. Esta possibilidade surtiu maior feito após
as declarações feitas pelo diretor da NASA,
Daniel Goldin,
alguns dias antes do lançamento da Mars Global Surveyor, em 1996.
Goldin afirmou que a NASA sabia que em
Marte jamais
poderia ter existido civilização alguma…
No entanto, ao
contrário do que se esperava, a justificativa da NASA para as insólitas
estruturas existentes no Planeta Vermelho
rendeu muito
e foi longe. Tentou-se colocar uma pá de cal sobre o assunto e sepultá-lo
para sempre, mas o resultado obtido foi
justamente o
inverso. Pesquisadores como Hoagland, Mark Carlotto e Tom Van Flandern
sustentam a artificialidade de todos os
complexos existentes
em Cydonia, e não apenas de alguns.
Através
de outras imagens descobriu-se também o chamado Quarteirão
de Cydonia, conhecido como a "praça" e situado no
centro do complexo
de monumentos marcianos. Foram descobertas ainda outras formações
de natureza suspeita ou sobre cuja
origem não
se tem explicação convincente. Mesmo assim, a Surveyor não
foi capaz de confirmar ou desmentir, definitivamente, a
possível
origem artificial das estruturas existente em Cydonia. É óbvio
nosso direito de questionarmos se a NASA não estaria
escondendo o
que a sonda registrou. Hoagland afirma que em um documento oficial, cuja
existência é desconhecida do público,
denominado Brookings
Report, a agência norte-americana deveria fazer a mais vasta colheita
de dados registrados durante as
missões
espaciais para depois divulgá-las à população
dos EUA e do mundo inteiro. Mas, na realidade, a opinião pública
tomava
conhecimento
de poucas informações.
Texto original:
Cristóforo
Barbato
Tradução: Ana Paula Penha Borges
Fonte: Revista UFO
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