UBERLÂNDIANET
Depoimentos
Eu realizo TODAS as
minhas fantasias SEXUAIS
Alessandra*, 30 anos, � uma empres�ria muito bem-sucedida. Ali�s, ela usa a mesma vontade e determina��o que tem para fechar seus neg�cios na hora de colocar em pr�rtica seus desjos mais ousados.
No momento em que o Beto* apareceu na minha frente com uma bacia cheia de �gua e uma toalhinha enrolada, logo imaginei o que viria pela frente: uma sess�o de depila��o. Ele tirou minha calcinha, me sentou em uma cadeira, se ajoelhou no meio das minhas pernas, espalhou espuma nos meus p�los e depois, com um aparelho de barbear descart�vel, dedicou-se ao trabalho como se fosse um desbravador no meio de uma mata selvagem. Quase n�o consegui esperar terminar o servi�o, tamanho era o meu prazer! Comigo � assim: se tenho uma fantasia, trato logo de coloc�-la em pr�tica. N�o sei o que seria de mim sem o sexo; sexo em todos os sentidos: olfativo, visual, oral, anal, animal, com amor, com carinho... Desde que eu era pequena, minha m�e sempre me falou abertamente sobre sexo, sem esconder nada. � obvio que, vindo do interior, esperava que eu me casasse virgem; portanto, ela me ensinava tudo para depois do casamento. � claro que n�o esperei tanto assim. Descobri as del�cias da masturba��o aos 10 anos quando, no meio da noite, comecei a passar a m�o entre as pernas. Fui me aproximando da �rea rosa com alguns pequenos p�los e fiquei ali, esfregando, esfregando, por uns dez minutos. De repente, senti uma deliciosa onda de prazer; me levantei, fui ao banheiro e, a� sim, pude gemer � vontade, sem medo de acordar meus irm�os. De l� para c�, n�o passo nem uma semana sem me masturbar.
Por volta dos 13, 14 anos, come�aram as conversinhas sobre namorados, m�os nos peitos e diversos apetrechos utilizados para o prazer solit�rio. Uma de minhas amigas disse que adorava quando a m�e dela ia � feira. O motivo? As bananas. Ela me contou aquilo com um brilho nos olhos, disse que n�o ficava sem a fruta. N�o tive d�vida: rumei para o supermercado e comprei uma bem grande. Enfim, aos 17 anos, arrumei um namorado que me ajudou a descobrir o sexo de verdade. Por um ano faz�amos amor todo santo dia - at� que ele me trocou por uma prancha de surfe. Tratei de conseguir outro namorado, claro! E foram dois, tr�s, quatro, at� que resolvi me casar. Mas n�o � o que Felipe* achava que eu, a futura m�e dos filhos dele, seria uma depravada se continuasse colocando em pr�tica as minhas fantasias? Depois de cinco anos, me separei, mas antes disso realizei outra fantasia: tra� meu marido. Est�vamos em um hotel, de f�rias em Canc�n. Eu, sempre animada, queria esticar a noite; ele s� pensava em dormir. Esperei o Felipe pegar no sono e rumei para a boate do hotel. L� conheci um homem interessant�sssimo. N�o chegamos a transar, mesmo assim foi uma del�cia: muitos beijos, amassos e aquele friozinho na barriga por fazer algo proibido. Quando voltei para o meu quarto era quase dia; meu marido continuava dormindo. N�o me senti culpada, pois and�vamos meio abalados mesmo.
Depois da separa��o, a�, sim, ca� na gandaia. Transei com todo tipo de homem: loiro, moreno, alto, baixo, careca, casado, dez anos mais novo, quinze mais velho... At� beijei o namorado de uma amiga na frente dela! Como estava querendo dist�ncia de compromisso s�rio, voltei � velha pr�tica de utilizar objetos. Era cabo de escova de cabelo e um vibrador maravilhoso, gentilmente apelidao de Richard. N�o tive a chance de utiliz�-lo em companhia de nenhum dos meus amantes, talvez com trauma do meu ex-marido. Por outro lado, abusava das lingeries sensuais, de prefer�ncia pretas, com suti� meia-ta�a e cinta-liga. Um belo dia, resolvi presentear um de meus amantes com uma algema de pel�cia. E, assim, descobri o prazer de ser algemada na cama, na cadeira e - gl�ria das gl�rias - de ter um homem na minha frente, preso e indefeso, para poder faz�-lo uivar e tremer de desejo.
At� que encontrei o par perfeito: o Beto, com quem pude compartilhar todos os meus sonhos. L� pelo terceiro m�s juntos fomos a uma sexshop escolher produtos para serem usados a dois. Colocamos tudo em a��o naquela noite mesmo e tamb�m come�amos a falar de outras fantasias. Ao dizer que eu morria de vontade de transar a tr�s, ele delirou. Perguntou se eu teria mesmo coragem, se n�o sentiria ci�me. Mas quem disse que seriam duas mulheres? Meu maior desejo (e ainda �, porque tive de realizar a vontade dele primeiro) era fazer amor com dois homens ao mesmo tempo. Bem, como n�o queria abrir m�o dessa aventura, topei ir para a cama com ele e uma outra mulher.
Fui para a cama com todo tipo de HOMEM: loiro, moreno, ALTO, baixo, casado, dez anos mais novo, quinze anos MAIS velho... At� BEIJEI o namorado de uma AMIGA na frente dela e fiz SEXO a TR�S."
Mas n�o foi assim t�o f�cil. Primeiro, conversamos muito e criamos algumas regras. N�mero um: camisinha, sempre; n�mero dois: ele n�o poderia beij�-la na boca; n�mero tr�s: todos os elogios seriam s� para mim. Ego�smo? Que nada! O namorado � meu, j� a mo�a seria paga e n�o a ver�amos de novo. Sendo assim, s� faltava achar a candidata. O Beto sugeriu uma amiga minha, mas achei que se eu n�o gostassse da experi�ncia poderia colocar minha amizade em risco. Primeiro compramos uma revista de swing e partimos � procura de um casal que topasse a dividir apenas a esposa, enquanto o marido ficaria olhando. Vasculhamos revistas e sites pela internet, mas no final acabamos indo parar numa dessas casas afastadas da cidade.
Naquela noite, enquanto assistia aos shows com homens e mulheres tirando a roupa e dan�ando, tomei muito vinho. At� que apareceu uma menina muito gostosa rebolando com um bumbum perfeito. Perguntei para o meu namorado o que ele achava dela. Sinal verde! Eu vacilei: e se ele gostar mais dela do que de mim? E se for ruim? E se a gente brigar? Tarde demais. Ele foi at� a respons�vel pelo lugar, discutiu o pre�o (400 reais) e, em poucos minutos, a mo�a apareceu na nossa mesa mais linda do que no palco. Sentou no meio de n�s dois e disse que teria mais uma apresenta��o - mas, depois disso, estaria livre. Levantou-se deu um beijo no cantinho da minha boca e outro nele.
Agora n�o dava para voltar atr�s. Enquanto ela dan�ava (dessa vez mais sensual do que nunca e ainda por cima olhando direto para a nossa mesa), meus pensamentos iam a mil por hora. Eu, empolgad�ssima, imaginava o que fazer com aquele mulher�o, mas a� pensei no meu amor e uma onda de ci�me tomou conta de mim. Falei para ele n�o esquecer de nenhuma das regras ou colocaria tudo a perder. Ali�s, se ela n�o tivessse chegado naquele instante, acho que eu teria fugido dali. Fomos os tr�s para um motel; l�, meu namorado disparou: "Quero ver voc�s duas brincando, primeiro". Mas eu n�o sabia o que fazer nem o que falar; para dizer a verdade, n�o conseguia nem me mexer. Ent�o, pedi para ele come�ar... Enquanto o Beto me beijava na boca, ela tirou minha calcinha bem devagar. A�, adeus ci�me, adeus d�vidas. Quando ela colocou a boca, que tes�o.... Transamos de todas as formas: ela p�s uma calcinha com um p�nis e me penetrou, enquanto eu fazia sexo oral nele; os dois me lamberam inteirinha; mordi, suguei os seios dela, beijei-a na boca - foi �timo!
Depois da divers�o veio o arrependimento. N�o porque eu n�o tivesse gostado da experi�ncia, o problema � que usei a boca sem prote��o e achei que poderia adoecer. Foi uma fase dif�cil. Eu me culpei, chorei, mas depois de fazer o exame me tranq�ilizei, e toda a vontade de continuar com minhas fantasias voltou com for�a total. Chegamos (eu e meu namorado) a ir outra casa, para que eu escolhesse um homem para viver uma aventura, mas o Beto quase enlouqueceu de ci�me, s� de me ver dan�ando no colo do tal sujeito. Ele desistiu, n�o eu: ainda vou realizar essa fantasia. Por diversas vezes transamos enquanto ele ia me repetindo baixinho tudo o que fizemos com a mo�a da boate (adoro quando ele faz isso, usando palavras bem sujas, e tamb�m quando ele puxa meu cabelo...)
Ontem, antes de dar esta entrevista, realizamos mais uma de nossas vontades: gravamos um v�deo. Ele adorou a hist�ria da banana, ent�o usei uma enquanto ele filmava tudinho. Uma coisa eu digo: reprimir os desejos � o pior que algu�m pode fazer consigo mesmo. Suas fantasias dizem respeito a voc� e ao seu parceiro - e s�. O resto do mundo n�o precisa ficar sabendo disso. Voc� acha que quando entro na minha empresa, usando um comportado tailler, meus funcion�rios imaginam que, na noite anterior, eu estava fantasiada de secret�ria com uma minissaia e sem calcinha sentada no colo do meu namorado e fazendo hora-extra?
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