CAPÍTULO 12

< Victoria acordou assustada com um sonho e resolveu descer pra tomar um gole de água. Ela estava suada, sua camisola branca de seda estava toda molhada de suor, colando no seu corpo. Ela desceu as escadas, abriu a porta da cozinha e estranhou a geladeira aberta e percebeu que tinha alguém por trás da porta da geladeira>

V> Sara?

<Dudu fechou a porta revelando que era ele>

Du> Não! Sou eu...

V> ué, você não estava na casa de um amigo seu?

Du> Estava mais os garotos me trouxeram aqui, eles acham que eu estou bêbado < ele nem conseguia falar direito, estava muito bêbado>

V> Desculpe te informar, mas você realmente está bêbado!

Du> Ah, eu bebi um pouco! Nada que me faça cair

< ele andava pela cozinha se segurando, até que encontrou uma cadeira e resolveu sentar-se, Victoria correu para ajuda-lo. Ele se segurou nela e acabaram caindo no chão. Ele não conseguia se levantar>

V> Desculpa...

Du> Não, não te desculpo...

V> ah?

Du> só se você me der um beijo..

V> Dudu, acho que você está falando besteira..

< ele se aproximou dela, mal deixando ela terminar a frase. Ele a beijou ardentemente e a encostou na bancada da cozinha, ela se sentou na bancada, aceitando a situação e ele se encaixou entre suas pernas beijando seu pescoço. Ela conseguiu sentir os hormônios dele exalando por seus poros e pela primeira vez, sentiu um ardente desejo de fazer amor com Dudu. Ela queria se entregar, mas ele só queria acabar a noite bem. Ele levou uma das mãos por baixo da camisola dela, tocando um dos seus seios, ela gemeu, respirando forte. Seu corpo queria uma coisa que sua cabeça dizia que era errado. Ela era virgem, ele não. Ela o amava, ele não a amava. Com a outra mão, ele tentava abriu sua própria calça, mas não conseguia. Ele passou a tentar abaixar a calcinha de Victoria, mas também não conseguia. Ele estava tonto demais pra isso. Ele viu que não conseguia e se afastou dela, empurrando-a.>

Du> Nós não podemos fazer isso

< Victoria ficou confusa, como ele começou e terminou, assim, tão de repente?! Ela se sentiu sem graça e abaixou a cabeça, somente ouvindo o que ele tinha pra dizer>

Du> Eu vou pro meu quarto, eu realmente estou muito bêbado pra raciocinar...

< Ela não conseguia fazer nada, a não ser acompanhar com os olhos cheios de lágrimas Dudu se afastando e indo para o quarto. Ela chorou, muito. E se deu conta de que estava sendo usada. Ela sentiu raiva, mas ao mesmo tempo paixão. Ela queria entrar no quarto dele, se despir e passar a noite inteira fazendo amor, mas ela chorou.>

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última atualização:::10 de março de 2001 - e-mail::: [email protected]

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