feetpig
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FeetPig observou ansiosamente enquanto sua dona entrava no quarto. Ele j� a aguardava...j� que havia aprendido os seus hor�rios nesses quatro dias de treinamento, ansiedade e espera... 6:30 hrs. em ponto...era quando Tzarina chegava do servi�o...ia direto para o quartinho nos fundos...a casinha do cachorro ou o chiqueirinho como ela gostava de chamar... verificava a situa��o das vasilhas de �gua e comida... passava a m�o em sua cabe�a.... e sentava-se na poltrona, come�ando um dialogo ou demandando algo...e desta vez n�o foi diferente! Mas hoje era um dia especial...FeetPig colocou-se rapidamente na posi��o que ela gostava de encontra-lo quando ouviu a chave no trinco: ao lado da porta, de joelhos, patinhas na altura do peito e l�ngua de fora. Um verdadeiro cachorrinho. Quando sua dona entrou come�ou a sauda��o aguardada: - Au Au Au Au Au Au! Ele sempre se sentia mais rid�culo ainda quando latia...se fazer de cachorrinho...deitar...rolar...fingir de morto...tudo isso era encabulador...mas ganir, latir e uivar eram o pior de tudo!! No inicio saia um sonzinho fraco e curto. Mas com o tempo, e o treinamento, ele foi aprendendo a soltar a voz...sua Dona n�o admitia nada meia-boca!! Ou faz direito ou n�o faz! Ela dizia com autoridade! Ent�o ele teve de se acostumar a latir em alto e bom som. Mas invariavelmente ele enrubescia e ficava com aquela carinha boba que tanto deleitava sua Dona. Tinha um receio enorme que outras pessoas estivessem ouvindo...nas casas ao lado, ou mesmo na casa principal. As pessoas tomando conhecimento do papel de bobo que ele estava fazendo l� dentro. Aquilo o colocava em um misto de receio, humilha��o e tes�o. Uma mistura estranha e incoerente, que ele nunca havia conseguido explicar nem para si...quanto mais para os outros! Tzarina passou a m�o em seus cabelos, observou os potinhos vazios, pegou o de �gua e encheu-o no banheiro cont�guo, para depois sentar-se ruidosamente no sof� ao lado da cama. - pode beber cadelinho! - Aquele substantivo inexistente, uma esp�cie de masculiniza��o de cadela, aquilo tamb�m mexia com ele. Alguma coisa indefinida entre cadela e cachorro; � o que ele era para ela: Cadelo! FeetPig, de patinhas, foi beber da �gua. Enquanto sorvia, com seu corpo de quatro, sua bunda ficava � mostra para sua Dona. - Seu porco imprest�vel...nem se depilar direito tu consegue...olha esse pelo no cu!!! Vais pagar caro p�r isso! - Vem ca!!! Ele obedeceu prontamente e ficou junto do sof� aguardando. Sua Dona cruzou as pernas, uma p�r cima da outra, a sola de seu salto ficou cent�metros da cara dele. - trabalhe porcaria, estou cansada, trabalhei o dia inteiro com estes saltos, quero relaxar! FeetPig sabia o que fazer. Ele retirou o salto devagar. O aroma inconfund�vel do p� de sua Dona, mesclado ao da meia de nylon, enclausurados o dia inteiro no sapato, tomaram conta do ambiente. FeetPig encheu o pulm�o com aquele cheiro feminino e �nico. O cheiro era forte e acido. Olhou para sua Dona, aquele olhar de cachorro pid�o que ela adora. - Posso? - Pode o que, in�til? - Posso cheirar, beijar, chupar e lamber as solas dos p�zinhos lindos de minha Dona e Senhora? - Pode n�o, deve animal! J� n�o te disse que estou cansada e preciso relaxar? Vamos meta esse focinho ai...e respire fundo...quero ver se tu ag�enta! E dizendo isso apertou o focinho dele contra a sola de seu p� e pressionou. FeetPig sentiu o cheiro inundar suas entranhas...cheirou o mais que pode...perdeu a respira��o com a press�o e o aroma acido dos p�s de sua Senhora. Come�ou a arfar. Ela esperou um pouco antes de solta-lo. Ele estava vermelho e sem ar, respirou rapidamente tentando encher os pulm�es, a proximidade da sola do p� fazia com que respira-se ainda o aroma forte dela. Aquilo lhe causou um pequeno acesso de tosse. Mas ele n�o se atreveu a sair da posi��o. Logo estava recuperado. Ela divertia-se com a vermelhid�o de seu rosto, especialmente seu focinho que, de acordo com ela, parecia o de uma rena natalina de t�o vermelho. - Agora s� faltam os chifres! Ela adendou. - judiei de ti? Gani pra mim meu cachorrinho, gani! - Caim, caim caim caim! - Isso, volta pra sola da tua Dona volta! Tu gosta? Tu gosta de sentir o cheiro e o sabor das solas dos p�s de tua Dona? - Au au au au au au au (Sim sim sim sim sim sim sim)! - Issooooooo! Ela descruzou as pernas para que ele tira-se o outro. Novamente um cheiro forte tomou conta do ambiente. Ela colocou a sola em seu rosto e for�ou o p� para o ch�o. Agora brincava com ele. Colocando os dois p�s sobre seu rosto. Ai tirando e deixando ele tomar ar. O rosto e o nariz cada vez mais vermelhos. A respira��o cada vez mais intensa e arfante. Ora colocava um e pressionava, ora outro, ora os dois. Ela se divertia com a vis�o do desespero de seu bichinho para tomar ar, entre uma investida e outra de seus p�s. E de vez em quando seu sorriso brincalh�o era brindado com um sorriso c�mplice e gostoso, do cachorro a seus p�s. Sim sem duvida ele gostava disso. O puto! E tinha se acostumado com seu cheiro e seu sabor peculiares. Se divertia tanto quanto ela. Arfava, gania e lambia com sofreguid�o! Sua l�ngua trabalhando cada dobrinha de seus p�s. O suor sendo substitu�do p�r uma sensa��o de umidade quente, provocada pela saliva do seu porquinho levado. Os beijinhos e as chupadas provocando pequenos arrepios gostosos, que subiam pelo seu corpo como correntes el�tricas espalham-se pela �gua. Ela enfiava os dedos todos na boca dele, for�ava e deixava at� o seu limite. Depois tirava brincalhona. Delicia! Para ambos! Era uma momento gostoso que os dois tentavam prolongar ao m�ximo. A um sinal, enquanto ele estava com seu p� enfiado na boca, sugando os dedos com gosto, ele come�ou a retirar sua meia com a boca. Com cuidado para n�o rasgar. Era necess�rio uma pratica consider�vel para conseguir isso, j� que essas meias s�o bastante delicadas. Pratica que ele adquiriu pelo m�todo cl�ssico de tentativa e erro, nos quatro dias anteriores. Tzarina o havia esperado com uma caixa cheia de meias-cal�a e � de nylon usadas. Ela havia feito um verdadeiro mutir�o, entre as mulheres da casa e inclusive suas amigas, no sentido de conseguir meias usadas (o m�ximo poss�vel), para servirem de exerc�cio para o seu aspirante a animal de estima��o, e artefato de uso pessoal. Ela escolheu sempre as mais suadas e que possu�am o cheiro mais forte. Em dado momento do treinamento seu porquinho havia cheirado e sugado tantas meias, que havia se impregnado de um cheiro acido e intrag�vel, e sua apar�ncia havia adquirido um tom amarelo especialmente no rosto. FeetPig realmente passou mal aquela tarde. Tzarina pensou que ele nunca mais ia querer ver uma meia de nylon na sua frente. Mas no dia seguinte, seu cachorrinho estava latindo e ganindo do seu lado, o focinho na sua meia, fungando. Com os p�s nus recome�ou a brincadeira. Agora com a umidade caracter�stica do suor, misturada � saliva que j� havia impregnado seus p�s dentro da meia, sua l�ngua caminhava ainda mais livremente pelas dobras, dos dedinhos, da sola, e em cada canto onde pudesse se enfiar. Sua Dona sentia-se relaxada pela quentura e umidade da massagem que FeetPig fazia com a boca, em seus p�s cansados.
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