Castigo Merecido
Pois �... dois meses de expectativa frustrada... mal posso esperar pela oportunidade de puni-lo Um dia haver� em que em fim nos encontraremos e a�... n�o quero estar na sua pele! Fiquei deveras irritada... e magoada tamb�m ... e pensando muitas maldades para fazer contigo ... como p�r exemplo quando te imagino no lugar dos pequenos �tatuins� que pego na areia diariamente( voc� viu a propaganda de cerveja onde eles aparecem fazendo a dan�a da chuva?) pois �... eu os pego diariamente, dizendo que s�o para fritar como tira-gosto mas os bichinhos sempre acabam morrendo abandonados dentro de uma latinha ou de uma casca de coco, ou uma garrafinha de �gua...realmente passei parte de minhas f�rias me divertindo com os bichinhos e pensando em voc�... mas isso � algo irrealiz�vel!!! No entanto , hoje, minha imagina��o foi soberba, escute ( digo leia) essa: �- escravo, dispa-se e deite na cama!! Ap�s ter os p�s atados aos p�s da cama e as m�os a cabeceira, o meu escravo todo excitado , j� me apresenta uma linda ere��o... todo animadinho!!! Sento-me sobre o seu est�mago e digo: - Voc� sabe que me magoou escravo? Diga para sua Rainha, seu imbecil, o que voc� fez par que eu esteja t�o nervosa assim contigo? E meu escravo � obrigado a desfilar o ros�rio de suas �falhas�... e a cada �erro� citado leva uma bofetada na cara, dada com um de meus pezinhos que est�o um de cada lado de suas faces... -Voc� n�o acha que merece um castigo , escravo? Depois de ter o est�mago esmagado pela minha bundona... Merda!!! Com o rosto ardendo pelos golpes de meus p�s meu pobre escravinho j� se julgava plenamente castigado... doce ilus�o! _ Sabe escravo eu esperava de voc� dedica��o fervor... assim como uma abelha... �! elas s�o capazes de tudo para defender, proteger e satisfazer sua Rainha... voc� sabe que elas perdem a pr�pria vida por um a picadinha? H�! H�! H�! H�! H�! H�! H�! H�! H�! E diante de seus olhos perplexos tirei de uma min�scula caixinha algo muito pequeno que meu escravo n�o conseguia ver por estar encoberto entre os meus dedos... - escravo, sabe o que � isso? E coloquei a pequena abelha a um palmo de seus olhos , que imediatamente, tomaram uma express�o indecifr�vel, parecia me perguntar de seu teria coragem para tamanha maldade... coragem de ofende-lo com aquele animalzinho... Delirando de prazer ao ver seu medo exposto comecei a tortura-lo passando a abelhinha a cent�metros de sua boca , quase tocando seu nariz... meu escravo suava como um cavalo de corrida, de tanto medo... seus olhos espantados... se contorcia, no entanto, inexplicavelmente seu sexo parecia estar prestes a estourar... sentei-me gulosamente sobre aquele trof�u e continuei a torturar meu escravo com minha abelhinha... passando-a por seu peito indefeso , as vezes quase encostando em sua pele... minha anima��o foi crescendo e assim usei meu escravo at� me fartar de tanto tes�o, durante a brincadeira acabei esquecendo da abelhinha e esmagando-a entre os meus dedos e deixando-a jogada por ali... Eu estava cansada e desejosa de aconchego por isso me esparramei sobre meu escravo para relaxar e acho que acabei dormido, um pouquinho... Sob meu corpo pesado o pobre coitadinho tinha que se esfor�ar para tomar o f�lego... e isso dava um sabor a mais ao meu descanso... quando em fim despertei e j� recomposta da leseira vi que era hora de ir ao banheiro... mas tive uma grande id�ia... - escravo , queridinho voc� ser� meu piniquinho!!! E depois o meu papel... n�o ouse deixar molhar a cama. Coloquei-me sobre a sua boca e deixei escorrer de mim aquele l�quido quente... quase matei afogado meu escravinho que bravamente engoliu tudo... e depois com sua l�ngua fez-me a devida higiene... mas devo confessar que isso foi gostoso demais... e que eu n�o tive nenhuma pressa em libera-lo... Ao me levantar meu escravo me olhava com uma cara do tipo: �ob� , agora serei libertado� sentei-me outra vez sobre seu peito e....� Depois eu conto o resto... Tzarina Altiva