Eu cheguei em Guarapari uma semana atr�s. Eu estava precisando de dinheiro e as coisas pareciam agora que iam melhorar. Minha vida em S�o Paulo estava muito ruim. Tive sorte em arranjar um trabalho que estava sendo filmado na praia de Guarapari. Havia v�rios reboques do pessoal de filmagem.. Meu reboque era bastante pequeno e eu tive que compartilha-lo com figurino. N�o me preocupei porque o lugar era gr�tis. Este trabalho me renderia um bom dinheiro vivo que me manteria at� arrumar um trabalho fixo. Meu trabalho no filme era estar dispon�vel � estrela do filme. Ela tinha feito recentemente um bom trabalho em seu primeiro filme e teve um grande sucesso com cobertura em numerosas revistas nacionais. Ela era bastante autorit�ria. Sempre dizia "pegue isto", ou " pegue aquilo". Nunca pedia "por favor " ou falava um "obrigado". Naquele final de tarde de um dia quente de filmagem na praia um dos sujeitos disse que havia cerveja gelada esperando para n�s atr�s de nosso reboque. No mesmo instante que peguei uma, algu�m caminhou at� mim e disse: - Ei Don, a cadelinha est� tendo um acesso de raiva, disse que precisa de algumas coisas. Eu sa� e disse que voltaria assim que fizesse as incumb�ncias dela e fui at� ao reboque dela e bati na porta. - Entre! Ouvi-a gritar. Entrei e ela estava espregui�ando-se numa daquelas cadeirinhas de diretor de cinema. - Onde voc� esteve ? Alicia exigiu. - Hoje est� quente, filmamos o dia todo ent�o logo ap�s anoitecer vamos jogar uma bolinha. Eu disse e sorvi minha cerveja. - Jogue essa cerveja, n�o tem ningu�m bebendo aqui, e eu s� tenho dezoito anos. - Olhe, Alicia, eu estou fazendo um trabalho decente para voc� e eu acho que mere�o um pouco de respeito. Eu calmamente disse. - Eu deveria ter algum tempo para mim. H� cem pessoas que poderiam o substituir num instante. - Assim voc� trabalhar� quando eu digo que voc� trabalhar�. Al�m disso, voc� est� dispon�vel a toda hora para mim. Eu o tratarei como eu acho que devo tratar e voc� me chamar� de Senhorita Alicia. Se voc� tem algum problema quanto a isso voc� pode partir agora mesmo e pode se esquecer de outro trabalho nesta ind�stria. Se voc� acha que tem problemas de dinheiro agora, tente ficar desempregado. O que ser� ? Ela disse. Alicia tinha raz�o. Eu precisava de dinheiro e deste trabalho desesperadamente. Eu nunca deveria ter discutido os problemas de dinheiro que eu estava tendo com os outros sujeitos da filmagem. Ela deve ter escutado e usado isto levar vantagem. - Certo, eu preciso do trabalho, mas n�o poderia me dar um pouco de folga? Perguntei e esperei que ela se dobrasse um pouco se eu dissesse amavelmente. - O que ? Alicia se chocou. - Estou arrependido, Senhorita Alicia. Foi um dia longo e quente. Eu disse esperando sair logo e voltar �s cervejas. - Eu posso ir agora, Senhorita Alicia? - Eu lhe falarei quando voc� pode ir. Suas prioridades s�o desordenadas. Voc� n�o est� pensando em partir? N�o estou segura se voc� � mesmo capaz de fazer este trabalho. Por que voc� pensa que voc� tem mais privil�gios que os outros? Eu quero ver uma melhoria imediata em seu desempenho ou voc� estar� na rua. Alicia comentou. Agora eu estava come�ando a entender por que um novi�o como eu tinha conseguido este trabalho pagando com cach� alto. Eu resolvi manter o trabalho at� que eu juntar dinheiro suficiente para partir. - Tire minhas sand�lias. Alicia disse casualmente e reclinou-se na cadeira. - Ei, isso n�o faz parte do meu trabalho. Fa�a voc� mesma! disse. - Voc� realmente n�o quer que fa�a isto, quer? ela perguntou incredulamente. - Se voc� me der mais uma resposta desrespeitosa ou recusar mais ordem minha voc� esta fora. Entendeu, idiota ? Eu tinha uma decis�o r�pida para fazer. Sabia que muitos dariam tudo para estar em meu lugar. Estava precisando de dinheiro. Alicia estava balan�ando o p� dela impacientemente. Flagrou-me olhando para as pernas ador�veis dela. Ela era linda. Eu olhei para o rosto dela e ela estava sorrindo regozijando-se como se soubesse que tinha ganhado. Ela tinha. Abaixei-me sobre meus joelhos para tirar suas sand�lias. Os p�s dela estavam imundos. O dia quente longo na praia deixo-os suados com p� e sujeira. Eu comecei tirando a correia, e a vis�o das pernas fant�sticas dela estava me dando tes�o. - Levante-se! Alicia ordenou. Eu n�o quis me mover. Eu estava come�ando a gostar e os cal��es que eu estava usando iriam denunciar minha condi��o ereta. - Se levante!!! Levantei-me e tentei esconder a barraquinha em meu short. - O que � isto ? Alicia disse agarrando meu p�nis. A m�o dela pegou em cheio meu p�nis. Fazia j� algum tempo que eu n�o tinha estado com uma mulher. - � isto, seu pervertido asqueroso, ela disse apertando meu p�nis e cravando suas unhas nele. Era doloroso e er�tico. Eu n�o a parei. Ela cavou as unhas dela e a dor era excruciante. Estava praticamente despedido. - Saia daqui antes que eu chame o seguran�a seu man�aco, Alicia disse. - Alicia, ...Senhorita Alicia, por favor. Eu preciso deste trabalho. N�o justifica mas n�o estive com uma mulher j� faz algum tempo e, ...e eu prometo que isso nunca mais acontecer� novamente. Por favor, eu farei tudo que voc� me ordenar, ok?. Serei melhor que qualquer pessoa que voc� poderia conseguir para me substituir. Eu me dedicarei a todas as suas necessidades. Eu implorei a ela para manter meu trabalho, contudo ela parecia impass�vel. - Por favor Senhorita Alicia, eu prometo que eu farei qualquer coisa que voc� ordenar. Eu estou implorando. Alicia virou quando eu disse a palavra " implorando ". Talvez ela reconsideraria. - Fique de joelhos, ela disse. Eu ca� de joelhos. - Voc� se empenhar� em fazer qualquer coisa que eu lhe dizer n�o importando como absurdo ou rid�culo pode parecer a voc�? Alicia perguntou. - Sim Senhorita Alicia, eu disse de joelhos. - Eu n�o acredito, ela respondeu. - Por favor Senhorita Alicia, eu prometo que eu vou. Eu imploro, disse. - Voc� n�o duraria um minuto. V� embora, ela disse. V�, ela disse. - Somente mais chance, eu estou implorando. - Limpe minha sand�lia, Alicia ordenou. - Sim Senhorita Alicia. Eu disse apanhando a sand�lia que tinha removido e indo ao quarto. - Volte aqui ! ela disse. Aonde voc� vai ? Eu fiquei de joelhos diante dela. - Eu ia para o quarto para limpar o sapato, eu disse segurando a sand�lia em minha m�o. - Limpe aqui, Alicia disse a empurrando sand�lia para mim. - Eu n�o deveria pegar um pano �mido Senhorita Alicia ? - N�o... Eu tirei minha camisa para enxugar a sujeira e suor que cobria sand�lia. - Use algo �mido, ela ordenou. Eu n�o me senti seguro em que fazer. Alicia suspirou em aborrecimento. Ela colocou a sola da sand�lia a apenas alguns cent�metros de minha face. - Lamba. Lamba e limpe . A sola da sand�lia estava praticamente negra. Fiquei repugnado. De alguma maneira, meu corpo avan�ou por si s�. Achei-me lambendo a sujeira do sapato dela. Disse a mim mesmo que n�o podia estar fazendo isto. Eu estava executando este ato rid�culo de degrada��o e n�o podia parar. De fato, comecei lambendo com gosto e apreciando esta tarefa doente. Meu p�nis estava novamente ereto. Depois de alguns minutos devorando cada polegada da sand�lia de Alicia eu sentia algo serpenteando em meu short. O p� de Alicia estava em meu p�nis. As sensa��es eram irreais e eu renovei meus esfor�os lambendo aquela bonita sand�lia. Tive um orgasmo explosivo cambaleando em �xtase. Alicia removeu a sand�lia e tirou o esperma do p�. Estava por toda parte. Era uma carga volumosa resultante das frustra��es sexuais das �ltimas semanas. Ela a elevou p� imundo para meus l�bios. Como tinha me tornado servil comecei a limpar o esperma, suor e sujeira de seu p�. O polimento de unha r�seo do p� rosa era t�o sensual que bastou apenas alguns minutos e eu estava novamente duro. Imediatamente Alicia notou e comentou: - Voc� est� totalmente sem qualquer controle . Ela pegou um barbante na mesa pr�ximo � cadeira. Por que estava t�o prontamente dispon�vel eu desejei saber? E tive a certeza...era premeditado. - Se levante, ela exigiu. Eu saltei e ela abaixou meu short at� meus tornozelos. Eu estava desnudo diante desta deusa jovem, completamente humilhado. Alicia amarrou um la�o apertado ao redor do topo de meu saco. Eu estremeci de dor, contudo estava passivo. Ela amarrou um la�o muito apertado ent�o ao redor da base de meu p�nis projetado para cortar qualquer satisfa��o adicional de minha parte. - �timo. Agora podemos continuar, ela disse. Os p�s de Alicia estavam agora no ch�o e eu teria que deitar de barriga para continuar minha tarefa degradante. Eu removi outra sand�lia e comecei a limpar o p� dela. Minha boca estava seca de tanta sujeira e um gosto de suor salgado amargava minha boca. Parecia que havia mais sujeira do que parecia entre os dedos de seus p�s. - Eu posso beber uma cerveja Senhorita Alicia ? eu perguntei. - Voc� est� sedento ? - Sim Senhorita Alicia . Ela agarrou a parte de tr�s de minha cabe�a pelo cabelo. - Abra, era tudo que ela disse. Eu abri minha boca obedientemente e assisti com horror e chocado Alicia deixe sair um fluxo enorme de saliva e cair bem dentro de minha boca. Uma vez mais eu quis fechar minha boca e prevenir este ato doente. Minha mente j� n�o tinha controle sobre meu corpo. Alicia continuou cuspindo at� minha boca praticamente alagar. - Isso dever� extinguir sua sede . Eu traguei a saliva dela lentamente e bebi ao mesmo tempo minha vergonha. Voltando aos p�s ador�veis dela, eu continuei me humilhando de barriga, prostrado ante esta mulher jovem e bonita. Eu teria continuado alegremente por horas mais, mas Alicia cansou e me chutou. Eu n�o pude acreditar o estado exaltado de estimula��o sexual provocado pela humilha��o de Alicia. Eu teria gozado uma d�zia de vezes se n�o tivesse aquele barbante apertando meu p�nis. Ela se levantou e come�ou a caminhar para a parte de tr�s do reboque. - Venha aqui, ela ordenou. Eu estava a ponto de se levantar quando Alicia ralhou, Rasteje ! Rastejei envergonhado atr�s dela. Ela entrou no banheiro e eu parei fora da porta. Alicia a ergueu o vestido de flores sobre a cintura e eu ofeguei. A vis�o foi incr�vel. Uma calcinha de algod�o de cor-de-rosa apareceu. As curvas bem formadas dela era t�o boas quanto qualquer playboy que eu tinha visto. As pernas deliciosas longas dela eram simplesmente indescrit�veis. Ela sorriu e me ajoelhei em temor. Alicia se sentou no vaso e come�ou a urinar em sua pr�pria calcinha!!!. Ela ficou empapada. Ela tinha, com certeza, precisado urinar durante algum tempo e foi sem parar. - Venha aqui e d� uma olhada, ela disse com ingenuidade. Eu rastejei e olhei no vaso. - Mais perto! Eu pus minha cabe�a em cima do vaso e poderia cheirar o odor pesado de urina concentrada. De repente, eu sentia algo na parte de tr�s de minha cabe�a. Eu estava sendo for�ado no vaso. O banheiro de reboque � menor que o banheiro comum e urina se concentrou extremamente, at� mesmo misturada com a �gua do vaso. Meu rosto inteiro e metade da minha cabe�a foram cobertos com aquela sujeira. Eu poderia ter me desembara�ado facilmente desta posi��o horrorosa dominando Alicia, mas eu n�o fiz nada. Eu segurei minha respira��o e esperei que ela me liberasse logo. Ela me soltou finalmente e eu respirei com dificuldade. Ent�o ela me empurrou depressa de novo. Alicia fez isto v�rias e v�rias vezes e eu estava perdendo a habilidade para segurar minha respira��o. Finalmente eu j� n�o pude fazer e tive que beber o esgoto. Ela me soltou, e respirei novamente com dificuldade. - Eu n�o o for�arei novamente, ela advertiu. Eu estava em p�nico quando eu ouvi Alicia dizer: - Melhor beber. E colocou seu p� sobre minhas costas me apoiando. Como minha vida dependia disto, e n�o oferecesse resist�ncia contra Alicia, eu bebi o l�quido. Fiz isto at� o fundo do vaso e respirei novamente. Alicia removeu o p� dela e eu ca�, esborranchando-me no ch�o. - Entre na banheira . Eu rastejei at� a banheira. Alicia removeu a calcinha empapada dela a colocou em minha boca ofegante. N�o ouse tirar isso fora a menos que eu lhe d� permiss�o, e n�o se mova, Alicia preveniu. Eu permaneci l� como Alicia disse enquanto ela ia para cama. Seria outro dia longo amanh� ir�amos come�ar filmar ao amanhecer. Eu ent�o cochilei. A algum ponto durante a noite eu ouvi alguns ru�dos e me despertei para ver Alicia em cima de mim. Eu olhei a imagem desnuda dela na baixa luz e ela come�ou a urinar em minha face. Que indiv�duo doente eu estava me tornando, impotente, sem oferecer alguma resist�ncia. Involuntariamente eu abri minha boca �vida a beber aquele desperd�cio completamente. Eu estava chorando o meu ego-degrada��o. Meu p�nis estava uma vez mais duro de estimula��o Alicia est� me moldando � humilha��o. Eu estava ansiando por mais degrada��o a ela. Eu estava completamente encantado por ela. Ela ent�o fez men��o em partir. - Senhorita Alicia, eu perguntei humildemente, posso ir ao banheiro ? - Claro que voc� pode, ela disse amavelmente. Eu estava a ponto de se levantar mas... - Eu lhe dei nenhuma permiss�o para sair fora da tina. Por�m, eu lhe deixarei se mover. Mantenha seu ombro no ch�o da tina e ergue seu p�nis para cima. Eu fiz obedientemente como me fui mandado. - Voc� pode ir agora, ela disse. Eu n�o quis ficar nesta posi��o absurda, mas assim que ela disse isto eu comecei a urinar por toda parte. A posi��o era fixa para cima e acabei urinando direto em minha pr�pria face. Achei que era imposs�vel me humilhar mais e temi pelo que poderia vir. Ainda que fosse o que eu mais desejasse. Eu dormi aquela noite em uma piscina de urina. A manh� veio e eu despertei a vis�o incr�vel do corpo desnudo de Alicia. Meu p�nis subiu para saudar a magnific�ncia dela. - Bom dia, ela disse com um sorriso. - Eu tenho que ser sincera com voc�. Eu posso entrar no banheiro ou voc� pode ser o banheiro. O que voc� ser� , seu peda�o desprez�vel de bosta ? Alicia estava me pedindo que fosse o banheiro dela e me chamando bosta. Ela estava me dando uma escolha e eu n�o pude dizer n�o. N�o importa quanto eu quis lhe falar a ela n�o para fazer isto comigo, algo,dentro de mim queria que ela me usasse como um banheiro, e era uma for�a poderosa que teve controle completo sobre mim. - Eu serei seu banheiro Senhorita Alicia, eu disse e escondendo minha cabe�a em vergonha. - O. K., mas n�o ser� apenas uma vez. Voc� tem que ser um banheiro em tempo integral. Assim reflita e me diga se voc� realmente quer isto, ela disse se levantando em cima de mim t�o radiante. - Eu quero ser seu banheiro mais que qualquer outra coisa em minha vida, Senhorita Alicia. Por favor me deixe ser seu banheiro, eu implorei. Alicia pegou um funil e empurrou-o em minha boca. Agachou-se em cima com os bonitos p�s no lado de minha cabe�a. - Eu espero que voc� esteje sedento, ela disse dando risada. Ela deixou entra um fluxo quente longo de urina no funil. Eu bebi e bebi como meu p�nis endurecido a ponto de gozar. Quando Alicia terminou eu continuei bebendo lentamente a urina no funil, sorvendo cada gota. Ela me deixou desfrutar meu ato. Quando eu terminei, eu observei sua face sorridente. Alicia soube que ela me controlava em todos os sentidos. Eu n�o a podia recusar nenhum pedido. Ela virou seu traseiro removeu o funil e se agachou em cima de meu rosto. - D� um beijo, disse. Eu comecei a beijar sua vagina magn�fica. Beijos amorosos ternos como se eu estivesse beijando os l�bios de uma mulher apaixonadamente. Eu estava no c�u embora eu estivesse empapado em sua urina. - Beije minha rosa, Alicia ordenou. Eu beijei o cu marrom dela. Os sentimentos que passavam por mim eram indescrit�veis. Eu comecei a me soltar neste ato vergonhoso. Eu estava fazendo amor para ela com minha l�ngua e gemendo em �xtase. Alicia come�ou a rebolar minha l�ngua. Eu serpenteei para cima at� onde pude, e ela adorou. Depois de alguns minutos eu sentia algo empurrando atr�s contra minha l�ngua. Eu tentei virar minha cabe�a para o lado e escapar de debaixo da bunda de Alicia. Ela se sentou com todo sua peso e agarrou minhas bolas e apertando com grande for�a. A agonia era puro inferno e meus gritos foram amortizados pelas bonitas n�degas dela. " Nem mesmo pense em sair agora, " ela disse aliviando a press�o em minhas bolas com cada lambida de minha l�ngua. Assim que minha l�ngua regressasse em para a boca, eu sentia o objeto sendo empurrado por atr�s. Alicia me examinou por tr�s de seu ombro e riu ao ver meus olhos, arregalados de horror e chocado � vista do que estava a ponto de acontecer. O molenga entrou em minha boca se expandindo para enchendo minhas bochechas. Eu estava doente, pensei comigo, o que eu estava fazendo? Mas eu estava formigando com uma energia sexual nunca antes experimentada. Minha boca foi enchida agora com toda capacidade ent�o me sentei debaixo do cu de Alicia. - Oops, aqui vem a comida mexicana de ontem � noite, ela disse rindo de minha humilha��o absoluta. Um l�quido espesso de bosta foi colocado para fora. N�o teve aonde ir com o molenga enorme que j� enchia minha boca. Explodiu em cima de meu rosto. Para cima meu nariz, em meus olhos, gotejando em minhas orelhas, cabelos, tudo.. Eu estava completamente coberto da bosta quente de Alicia. Alicia se levantou e olhou a vis�o indignante aos p�s dela. Ela agarrou uma filmadora e come�ou a filmar minha degrada��o. - Tome caf� da manh�, seu come-bosta ela disse. De alguma maneira Alicia tinha me encantado. Eu j� n�o tive consci�ncia de mim mesmo e comecei a comer a descarga fecal. Afinal, minha desumaniza��o estava sendo gravada em filme para quem sabe que prop�sito humilhante. Com algum esfor�o, eu fui capaz de completar minha tarefa vil e tragar o " caf� da manh� " assim graciosamente feito pela minha dona, Alicia. - Lamba essa tina para eu tomar um banho, ela exigiu. - Por favor ...Miss Alicia... Ela agarrou o barbante amarrado a minhas bolas e apertou com for�a. Eu gritei em agonia. - Sempre n�o questione uma ordem minha e eu separarei suas bolas desprez�veis de seu corpo. Agora lamba isso, e eu quero ver um pouco de entusiasmo. T�o depressa quanto eu pude que eu comecei a sorver a subst�ncia suja como um cachorro que sofreu fome durante uma semana. Alicia estava uma vez mais hist�rica filmando aquela cena horrorosa. Eu continuei meu esfor�ando e repassando cada polegada da tina. Finalmente Alicia cansou da cena. Ela abriu a porta traseira do reboque. - Venha para fora. O l�quido bosta tinha secado formando uma crosta em cima de minha cabe�a. Comecei a me levantar e levantar minhas cal�as quando Alicia disse: - Rasteje fora daqui e deixe suas cal�as na cesta de lixo. Eu o quero rastejando at� seu reboque sem suas m�os e joelhos e que conte para todo o mundo que seu nome � come-bosta e que voc� � o banheiro da Senhorita Alicia. Agora v� e volte em uma hora, Alicia ordenou. Como eu estava rastejando at� a porta, a maquiadora estava entrando. Meu cora��o bateu forte. - Diga oi, Alicia ordenou. Em humilha��o absoluta falei debilmente: - Eu sou come-bosta, o banheiro da Senhorita Alicia . A mulher estourou em risadas Eu fui at� meu reboque. Eu pensei que eu teria um ataque do cora��o. - O que diabo aconteceu com voc� ? um dos sujeitos perguntou. - Eu sou Come-bosta, o banheiro da Senhorita de Alicia, eu murmurei com falta de total de qualquer respeito de ego. Depois que as gargalhadas do grupo pararam, um deles disse: - O que houve? Como voc� poderia deixar fazerem isso a voc�? Voc� n�o tem orgulho? Voc� est� doente, homem? Isso � inumano. Voc� vai informar o diretor agora mesmo. Conte tudo para ele. - Eu sou Come-bosta, o banheiro da Senhorita de Alicia . Eu rastejei at� o banheiro para me limpar para o mais um dia de trabalho novamente. Eu olhei meu reflexo no espelho e comecei a chorar a minha desgra�a absoluta. As l�grimas rolaram pelas minhas bochechas em cima da crosta das fezes de Alicia. As l�grimas chegaram aos meus l�bios, e eu corri minha l�ngua por eles e provei o desperd�cio sujo dela uma vez mais. Eu tentei me recuperar e entrei no chuveiro. N�o importa como duro eu lavei, eu ainda me sentia " sujo ". eu me barbeei e decidi me vestir o melhor que pude para recuperar um pouco de ego-respeito. Eu olhei para baixo no barbante que cerca minhas bolas e p�nis... pensei em remove-lo, entretanto temi pela rea��o eu de Alicia quando ela descobrisse. Terminei e caminhei para fora do reboque. Eu tentei manter minha cabe�a erguida e fui at� o reboque de Alicia. Bati suavemente na porta e esperei. - Entre, ouvi, e meu cora��o saltou. - Bem fa�a com que pare�amos esmerados hoje. Alicia disse sarcasticamente me examinando. Eu n�o disse nada. A maquiadora estava terminando. Ela realmente teve um trabalho f�cil visto que a beleza natural de Alicia requer muito pouca aten��o. Os deveres dela consistiram principalmente em penteados e bater levemente um pouco de p� para justificar o trabalho dela. - Voc� tem que aprender me saudar corretamente, Come-bosta, Alicia comentou. Como a mulher me atirou um olhar condescendente com ela. - Como eu deveria sa�da-la Senhorita Alicia ? perguntei. - Oh seguramente voc� pode pensar em algum modo que eu consideraria formal. Talvez voc� poderia at� mesmo me surpreender, ela disse. - Tente n�o me desapontar entretanto. N�o estou com bom humor nem paciente hoje . O que consideraria ela formal? Afinal de contas, a maquiadora j� tinha me visto humilhado. Talvez algum esfor�o extra de minha parte pouparia alguma humilha��o posterior na frente do pessoal da filmagem. Al�m, do que precisaria tirar o barbante das minhas bolas. Estava ficando muito inc�modo. Mas como saudar esta cadela? Eu notei que Alicia apertou um bot�o de um controle remoto e ouvi a um zumbido da filmadora no do trip� em a��o. Talvez ela ia me fazer uma estrela de filme, eu pensei tentando achar algum humour em minha situa��o. Eu ca� de joelhos e baixei em minha barriga. Lentamente eu rastejei para a cadeira em que ela estava se sentada. Ela estava com as pernas cruzadas. Os p�s ador�veis dela estavam nus e eu pus meu rosto no ch�o avan�ando lentamente para o p� dela e preparei-me para saudar esta Deusa . - Senhorita Alicia, seu criado humilde espera seu comando. Eu lhe oferecerei meu esfor�o extremo com respeito a seu todo desejo. Eu vou satisfazer todas suas vontades sem qualquer pensamento para mim, disse, surpreendendo-me com a sinceridade com que disse isto. A mulher estava rindo incontrolavelmente. � Denise, obrigada, Alicia disse a despedindo. - Bem, bem, come-bosta foi pass�vel, veremos se voc� poder� viver sem suas reivindica��es. Alicia comentou e agarrou meu cabelo com os dedos do p� e arrancou minha cabe�a do ch�o. Ent�o colocou o ded�o do p� dela em meus l�bios. A unha rosa p�lida com um polimento maravilhoso contra a pele bronzeada ador�vel do p� dela. N�o havia uma imperfei��o a vista, at� em suas solas. O ep�tome de pura beleza. O p� de Alicia deixou de passar em meus l�bios. Eu tinha estado gemendo de del�cia, embora tinha sido avisado disto. Alicia estava bastante atento a isso. Como ela sorriu � facilidade � qual ela poderia me levar a um n�vel de estimula��o sexual que era t�o intenso. Meu p�nis estava crispando e s� o barbante amarrado ao redor de sua base preveniu meu orgasmo. - Por favor posso remover o barbante Senhorita Alicia, eu implorei. - Se acha que j� foi o bastante ,muito bem. Removi o barbante e permaneci em minha posi��o prostrada ante os p�s dela. - Beije, Alicia ordenou mais uma vez . Reverentemente me aproximei de seu p�. Fechei meus olhos e beijei apaixonadamente a ponta do ded�o dela. Eu estava perdido em um estado de puro �xtase ent�o explodi no maior orgasmo que tive na vida. N�o tenho nenhuma id�ia quanto tempo durou. Estava escoando assim emocionalmente quando fui solapado com toda a for�a. - Agrade�a Senhorita Alicia . Deitei-me aos p�s dela acreditando ser o homem mais afortunado do mundo. Eu tinha experimentado a coisa mais �ntima que havia nesta terra. Como iria eu reembolsar a benevol�ncia de Alicia para mim. Este �ltimo ato de generosidade por parte dela tinha me endividado para o resto de minha vida. - Limpe aquela bagun�a, Alicia ordenou. Eu olhei a carga enorme que eu depositei no ch�o. Sem vacila��o eu obedeci ao comando dela. Alicia se levantou pegou a filmadora e eu comecei a lamber meu pr�prio esperma do ch�o imundo. - Sorria para a m�quina , ela mediu a lente. Eu virei minha cabe�a para v�-la dar risada atr�s da lente, minha boca e l�bios cobertos de esperma. Eu regressei para minha tarefa repugnante pasmo com a pouca vergonha que eu sentia. Talvez eu tinha sido despojado de todo o meu respeito. Talvez eu n�o tivesse mais nenhum orgulho. Talvez Alicia acreditasse que nenhum humano mortal merecesse a aten��o dela e a desumaniza��o seria o pre�o a pagar para o privil�gio de permanecer na presen�a dela. - Vista isto Eu ouvi dizer, e um aparelho de couro caiu no ch�o perto onde eu estava . Eu olhei o dispositivo de couro e soube imediatamente onde seria usado. Alicia deu risada quando viu o olhar de decep��o em minha face. O dispositivo teve tr�s la�adas. Duas para para minhas bolas, e um para meu p�nis. Eu forcei uma bola por uma la�ada e estremeci de dor, como a abertura era bastante pequena e exigiu para bastante press�o. O pr�ximo era mais dif�cil, eu n�o s� tive que for�ar, mas tive que estirar. Por o terceira la�ada no meu ao redor do meu p�nis foi pior ainda. Talvez eu n�o deveria ter sido t�o r�pido em remover o barbante. Satisfeita Alicia colocou minhas cal�as e se preparou para filmar. A coura�a produziu uma protuber�ncia enorme na frente de minhas cal�as. Eu manquei atr�s dela o melhor que pude, cuidadoso. Numerosas pessoas pararam para fitar o novo c�o da atriz jovem. Ontem, eu teria morrido de vergonha estando nesta posi��o. Hoje, embora eu estava um pouco envergonhado, estranhamente eu, tamb�m estava orgulhoso da aten��o que Alicia estava dedicando a mim. Ela estava dedicando uma quantia consider�vel do tempo dela e esfor�o, e isto eu considerei com grande alegria esse interesse por mim. N�s chegamos ao reboque das fantasias e Alicia me conduziu a um canto e ordenou que eu colocasse sapato de salto! Ca� de joelhos, e Alicia foi vestir-se. Recusei conversar com o pessoal e me sentei ignorando os insultos lan�ados a mim. Pouco tempo depois, Alicia reapareceu radiante em um vestido de boneca. Ela estava usando sand�lias baixas, expondo os bonitos p�s dela. Ela parou em minha frente. - Senhorita Alicia, seu criado humilde espera seu comando. Eu lhe oferecerei meu esfor�o extremo com respeito a seu todo desejo. Eu vou satisfazer toda suas vontades sem qualquer pensamento para mim, eu disse. Ent�o ela deslizou o p� dela na frente de meu rosto. Reverentemente coloquei meus l�bios nas pontas do ded�o do p� expostos dela. Eu fechei meus olhos e suavemente e lentamente beijei o p� ador�vel de Alicia, inconsciente aos sons do pessoal e de como eles brincaram e riram de meu desempenho servil. Alicia elevou minha face com o p� dela.. Eu faria qualquer coisa para ela. Eu sofreria qualquer coisa para ela. Alicia bufou parecendo essas pessoas chupando ranho da garganta. Ent�o ela fez alguns ru�dos juntando ranho na boca dela. A maioria do elenco estava assistindo agora caladamente no reboque. Eu olhei nos olhos dela e ela nos meus. Alicia cuspiu uma massa grande de escarro, ranho e saliva que espirrou por toda minha face. O espesso chuma�o esparramou cobriu um olho, meu nariz e boca. Eu n�o recusei nada. Eu n�o tive nenhum sentimento de desgosto. Eu tirei fora com minha l�ngua e lambi tanto quanto eu pude, sorvendo o que havia se tornando minha raz�o de viver. - Obrigado por seu presente generoso, Senhorita Alicia, que eu disse orgulhosamente. - De nada ! ela disse Ela virou para partir, e eu a segui atr�s rastejando sem minhas m�os e joelhos como o ranho e saliva escoando no meu rosto. N�s procedemos normalmente com a filmagem e o desempenho de Alicia era soberbo. Eles estavam gravando as cenas depressa. O diretor estava t�o contente. Alicia caminhou para mim e me e pus meu rosto no ch�o. - Senhorita Alicia, seu criado humilde espera seu comando. Eu lhe oferecerei meu esfor�o extremo com respeito a seu todo desejo. Eu vou satisfazer toda suas vontades sem qualquer pensamento para mim. O p� dela deslizou por debaixo de meu nariz e eu biquei beijos amorosamente em no seu ded�o. - �timo, agora se deite ! ela disse. Alicia olhou para baixo puxando a saia tirou a calcinha de algod�o para um lado e sem me advertir Alicia come�ou a urinar em meu corpo propenso. Eu abri minha boca e tentei pegar o n�ctar precioso, mas o fluxo espirrou do topo de minha cabe�a a meu pesco�o. Eu queria que ela continuasse urinando em mim mas infelizmente, terminou tudo depressa e Alicia se sentou na cadeira dela. O pessoal do set de filmagem assistiu em sil�ncio e incr�dulos ao que estavam testemunhando. Minha cabe�a ficou empapada na urina dela. - Parece que meus p�s e sand�lias est�o molhados e sujos, ela comentou. - Bastante imundos de fato. Suponho que voc� queira os limpar? - Claro. Por favor me conceda a honrar e privil�gio da limpeza de seus p�s e sand�lias. Por favor me deixe fazer isto, eu implorei como se eu morresse se ela n�o me concedesse esta tarefa para executar. - Muito bem, ela disse. Estavam empapadas os p�s e sand�lias na urina dela, e cobertos em sujeira. Muitos se revoltaram ao que eu estava fazendo. Eu nunca tinha sentido total alegria e �xtase t�o intenso. Comecei no fundo das sand�lias. Quando eu terminei olhei Alicia e ela cabeceou ligeiramente. Eu removi minha camisa. Com suavidade, eu removi as sand�lias recentemente limpadas e as coloquei na camisa beijando cada uma amorosamente antes. � Obrigado. Coloquei meus l�bios nos p�s dela. Era como se mil volts de pot�ncia tivessem me tomado. Meu p�nis crispou com um estimula��o sexual en�rgica. Eu teria gozado imediatamente se n�o houvesse aquela coura�a na base de meu p�nis. Senti saudades do barbante. N�o obstante, eu estremeci com sentimentos mais apraz�vel que qualquer orgasmo que tive. Eu lambi e sorvi cada polegada dos p�s dela. Alicia me despertou de meu transe com um cutuque de seu p�. Corajosamente, me arrisquei um �ltimo beijo apaixonado nas pontas do ded�o do p� dela, ent�o coloquei as sand�lias nos p�s dela. Assisti outro set O produtor notou que seu desempenho era melhor que qualquer Oscar que ele podia se lembrar. Era como se Alicia derivasse um poder, for�a e confian�a de meu sofrimento, subjuga��o e humilha��o Ela parecia magn�fica, e tinha um ar de superioridade al�m de qualquer que eu tinha visto antes. Ela seria uma estrela de propor��es gal�cticas. Quando ela se aproximou, eu assumi minha posi��o servil e a saudei com todo o entusiasmo que eu poderia ter. - Senhorita Alicia, seu criado humilde espera seu comando. Eu lhe oferecerei meu esfor�o extremo com respeito a seu todo desejo. Eu vou satisfazer toda suas vontades sem qualquer pensamento para mim. - Ela estendeu o p� dela, e eu o beijei . Depois fomos fora ao reboque dela. Uma vez l� dentro me ordenou que me despojasse as roupas assim o fiz rapidamente. Uma vez despido, me deitei aos p�s de Alicia. Ela leu do princ�pio ao fim mas falas. Depois de um tempo ela apanhou o telefone e ordenou que lhe enviassem o jantar ao reboque. Com minha cabe�a aos p�s dela, Alicia corria o p� dela ocasionalmente por meu cabelo e me punha em estado de pura felicidade. Bateram na porta e Alicia me mandou atender.. O rapaz ficou atordoado quando ele viu meu corpo desnudo, e ele n�o p�de tirar os olhos meu p�nis e bolas. - A comida ? eu disse. - Oh sim. ele respondeu, olhando minhas bolas expandidas no saco de escroto. Eu levei a comida a Alicia. - Parta a comida para dois, ela disse e saiu. Ent�o retornou com uma tigela perguntou: - Voc� gostaria de jantar comigo? � Sim. Eu disse espantado um pouco. N�s nos sentamos � mesa e eu esperei . Alicia pegou s tigela e colocou no ch�o aos p�s dela. - Eu tirarei a coura�a de seu p�nis e tratarei voc� igual aos outros e voc� pode jantar � mesa comigo, ela disse pausadamente - Ou voc� comer no ch�o, com a coura�a que no lugar, e poderia continuar sendo tratado como menos que um animal. Eu olhei para baixo e vi o molenga dela na tigela. A decis�o era f�cil, e Alicia sabia isto. Eu nunca tinha experimentado um d�cimo da alegria e �xtase que tive nas �ltimas vinte e quatro horas em poder desta Deusa. Eu n�o quis nada mais que permanecer aos p�s dela. Eu deslizei da cadeira e pus minha face na tigela para comer como o cachorro era, quando Alicia me parou. - Se voc� escolher o que est� naquela tigela, voc� tem que concordar em deixar de existir como um homem e se tornar meu escravo total e completo. Voc� ser� nada al�m de minha propriedade, e eu determinarei como voc� vive e morre, ela disse seriamente. N�o importa o que poderia acontecer, eu n�o me preocupei. Eu n�o pude ag�entar o pensamento de " viver " sem Alicia, porque eu sabia que n�o poderia mais chamar isto vida sem ela. Uma vez se agraciado pela magnific�ncia dela era imposs�vel viver sem ela. Eu abaixei minha face para a tigela e comecei comendo o esgoto dela, para mim n�o havia uma comida mais suculenta no mundo. Eu sorvi cada mordida, ent�o Alicia estava uma vez mais atr�s da filmadora. - Eu pretendo enviar este filme ao seu pessoal e dizer que voc� morreu momentos atr�s. Eu estou certa que seus pais e amigos querer�o saber por que voc� desapareceu. Diga oi a essas pessoas ,disse Alicia. - Oi, eu disse, eu sou come-bosta, o banheiro da Senhorita de Alicia. Eu disse isto sem emo��o. Eu n�o me preocupei com mais nada al�m de Alicia. Todos os outros n�o tinham sentido para mim. Voltei ao meu banquete o qual terminei tudo rapidamente. - Voc� gostaria de alguma sobremesa ? Alicia perguntou. - Eu n�o tive uma chance para limpar minha rosa. Mas voc� far� isto para mim, n�o come-bosta ?. - Oh sim Senhorita Alicia. Eu disse n�o acreditando em minha boa sorte. Alicia se apoiou contra a mesa e subiu a bainha do vestido de boneca dela para cima expondo o �nus desnudo e perfeito dela. Ela balan�ou os quadris e eu fui hipnotizado. Eu me movi para o �nus glorioso dela, babando pelos cantos de minha boca. Dei beijos tenros nela. T�o perfeito. Uma lux�ria animal e ingovern�vel dentro de mim. Eu localizei buraco sagrado, meu santu�rio, e comecei a lambendo e o limpando. Bebendo cada peda�o precioso. Limpei-o completamente. Alicia balan�ou de um lado para outro. Eu estremeci com ondas de prazer. Eu seguramente estava perto da beira de loucura. Alicia balan�ou atr�s mais rapidamente e mais rapidamente, e renovou meus esfor�os mais profundamente. Apesar da maldita coura�a mordendo meu p�nis, eu tive um orgasmo com tal for�a, que o esperma ejaculou pela coura�a. Eu estava t�o delirante de meu pr�prio prazer, que n�o percebi que Alicia tamb�m teve orgasmos m�ltiplos. Ela caiu da cadeira, e eu me desmoronei aos p�s dela.
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