PROGRAMA DIGA NÃO À LOUCURA
Desenvolvido pelo Psicoterapeuta Wilson Santos Andrade CRT.29280
Uma abordagem psicoterápica capaz de modificar, prever, transformar, restabelecer, e regatar a Saúde Mental, contribuindo para uma melhor condição de vida, física, social, e espiritual. Uma visão amplificada e análise do Psicodiagnóstico das questões Psiquiátricas e Psicobiofísicas.
Algumas técnicas como Terapia
Floral e a Terapia de Regressão fazem parte do tratamento das depressões,
ansiedade, medos, fobias, transtornos do pânico e também nas manifestações
psicóticas, e conheço bem sua eficácia, e suas limitações. Muitos casos,
encaminho para tratamento complementar no âmbito espiritual nos seus
respectivos campos de crenças religiosas. Então, por minha vivência prática,
observando os resultados, vejo que o uso dos medicamentos químicos deve ser
apenas reservado para os casos que não respondem aos tratamentos energéticos
e/ou espirituais, ou para os casos agudos, que trazem perigo para o doente ou
seus familiares, em que não há tempo para aguardar o efeito mais lento dos
medicamentos e procedimentos energéticos e espirituais.
A utilização dos medicamentos químicos, tóxicos, mal conhecidos, paliativos,
como um procedimento de 1ª escolha ou único, é o reflexo de uma Medicina
apenas orgânica, limitada e preconceituosa e uma pouca vontade dos "médicos"
de estudarem as Medicinas Vibracionais, que buscam a origem das doenças em
nosso Sistema Energético, sem nenhum efeito colateral, e os procedimentos
espirituais de cura. Falo de alguns medicamentos homeopáticos e essências
florais que tratam sintomas e desequilíbrios mentais e emocionais, e casos de
regressão com cura de fobias, transtorno do pânico e depressão, sem o uso de
medicamentos químicos.
Os terapeutas vibracionais é vista como um bando de malucos, charlatões,
místicos ou "religiosos", a maioria desses considera os médicos
alopatas um bando de atrasados, preconceituosos, que praticam uma Medicina que não
cura nada, é apenas paliativo. Quem pensa assim, de parte a parte, está
errado, pois não é nada disso. É preciso entender que o fato de uma pessoa
resolver estudar e dedicar-se ao cuidado de doentes, de necessitados, já
demonstra uma grandeza, uma capacidade de amar e de doar-se. O que precisa ser
corrigido é um afastamento entre o meio oficial e o alternativo que faz com que
ambos não se conheçam e criem preconceitos equivocados.
A Medicina orgânica, do corpo físico, com as Medicinas energéticas, dos
corpos sutis, e a inclusão de questões que ainda vêm sendo consideradas
religiosas, como a existência dos Espíritos e a veracidade da Reencarnação,
podendo-se prever para as próximas décadas a construção de uma grande
Medicina, que englobe todos esses conhecimentos. A Inquisição ocasionou essa
fratura entre corpo e Espírito, com a negação do que não se vê, a
necessidade de quem acreditava e lidava com essas coisas esconder-se,
ocultar-se, mas agora que ela está quase finalizando, percebemos o retorno para
a visão integral do ser humano, alicerçada nos seus aspectos mais intrínsecos,
mais profundos, mais verdadeiros. O futuro, novamente, está batendo à porta.
Por que os representantes do meio oficial sempre custam tanto a abri-la? Tenho dó
dos pacientes que se tratam prioritariamente, e apenas, com esses medicamentos
químicos, iludidos pelos nomes e pelo charme das embalagens, pois dificilmente
serão curados, sofrerão efeitos negativos em vão, e serão internados algumas
vezes, por serem considerados incuráveis, por uma Medicina que acredita que a
origem das doenças mentais está no desequilíbrio dos neurotransmissores, e
então só lida com eles. Mas também os pacientes e seus familiares devem
libertar-se da ilusão de que só porque algo é considerado oficial, é o
melhor e o certo. Devem abrir-se para as Medicinas Energéticas e o poder
curativo dos tratamentos espirituais dos Campos Religiosos.
O futuro é a associação de todas essas maneiras de enxergar e tratar as
pessoas, cada qual em sua área de atuação e no momento adequado. Como, hoje
em dia, o meio oficial horroriza-se com a antiga prática da lobotomia, o meio
oficial do futuro irá horrorizar-se com o uso dos medicamentos químicos para
tratar pensamentos, sentimentos e influências espirituais negativas. Mas até lá,
os pacientes continuarão sendo intoxicados, dopados.
Mas sempre foi assim, o futuro está por perto mas poucos o vêem.
Há muito tempo os psicoterapeutas e as pessoas que acreditam na espiritualidade vêm questionando o enfoque tradicional da Psicologia oficial,
sua limitação a essa vida apenas, sua visão de um "início" e um
"fim", como se não existíssemos antes, e anseiam por uma nova
maneira de ver e tratar os nossos problemas e conflitos emocionais e mentais, a
partir dos princípios espiritualistas. Pois bem, agora já existe essa nova visão
psicoterapêutica, não é uma nova linha da Psicologia, é uma nova Escola de
Psicologia.
Tenho encontrado pouquíssimos pacientes que realmente têm uma idéia clara, ou
mais ou menos clara, sobre o objetivo da vida e raríssimos têm a noção do
que estão fazendo aqui. A maioria vive como se morasse em um labirinto, perdida
numa névoa escura, rodeando o tempo todo, sem saber se vai por esse ou aquele
lado, simplesmente porque não sabe quem realmente é, o que está fazendo aqui
e para onde deve ir. Viver desse modo é como se você fosse a um supermercado
sem saber o que quer comprar e, então, após algum tempo de perambulação
pelos corredores, compraria qualquer coisa e ir-se-ia. Viver sem saber quem é e
o que é isso que se chama "vida" é a mesma coisa: você perambula
pelos corredores, sem comprar nada de que realmente precise e, no final, vai-se.
Ou compra coisas que não precisa. Espero não estar passando a impressão de
ser uma pessoa plena de certezas e convicções, que sabe ou descobriu tudo a
respeito da vida, e que tem as respostas para todas as questões. E muito menos
de ser um psicoterapeuta que cura todos os seus pacientes. O que mais me
caracteriza são as dúvidas e desde criança me percebi questionando as grandes
"verdades" e as "certezas" absolutas. Acredito que a
maioria dos nossos males, a qualquer nível, tem origem na ignorância, em seu
sentido lato, a respeito de nós mesmos. O que me motiva é o "Conhece-te a
ti mesmo”!