
Capítulo 43
(Cláudio):
- O que desejam?
(Policial
2): - Estamos com um mandado de busca. Temos que pegar todo o livro contábil da
fábrica. O advogado de acusação do caso do senhor Feltre pediu e a justiça
lhe concedeu o direito.
(Cláudio):
- Como?
Os policiais levam os livros de dados da Móveis Feltre.
MESES DEPOIS...
Verônica,
Cláudio, Andréia Sávio e Hellen chegam ao tribunal.
(Hellen):
- Tá vindo um monte de fotógrafos, gentte.
Alguns seguranças ficam em volta deles para poderem entrar no tribunal.
Vários fotógrafos e câmeras de Tv tentam tirar fotos deles. Numa
saleta estão Henrique e Ronaldo.
(Henrique):
- Bem, chegou a hora. Vamos.
O policial entra e tira as algemas de Ronaldo. Wagner
dos Santos, o juiz, entra na sala. Todos ficam de pé.
(Wagner):
- Podem se sentar. Que o Ministério Púbblico entrega agora os documentos sobre
o qual estamos aqui presentes para averiguação.
O M.P. entrega para o juiz que lê.
(Wagner)
(lendo): - Ronaldo Feltre, acusado de
homicídio de Adriano Nirbetton e Moreira Travassos. Que entre o acusado.
Apenas Hellen e Andréia estão sentadas.
(Hellen):
- Coitado... está todo acabado, Deus. <
(Wagner):
- Jura dizer a verdade, somente a verdaade e nada mais que a verdade?
(Ronaldo)
(com a mão estendida): - Juro.
(Wagner):
- Com a palavra, o advogado de defesa, Henrique Oliveira.
Henrique vai até Ronaldo que está sentado no banco dos réus.
(Henrique):
- Há quanto tempo conhecia Adriano Nirbbetton?
(Ronaldo):
- Conheci após a morte de Telmo.
(Henrique):
- E onde o conheceu?
(Ronaldo):
- Na agência de seguros quando começaraam os trâmites para a entrega do seguro
de Telmo para a Móveis Feltre.
Na Móveis Feltre, Isabel entra na
sala de Telmo.
(Isabel)
(olhando para os lados): - Há meses
que tento entrar aqui mas nunca consegui. Agora que todos estão no julgamento
poderei vasculhas essas papeladas. Tenho certeza que Telmo deixou algum dinheiro
pra mim e para o William. Aquele documento da seguradora não é legal.
Ela começa a abrir as gavetas em busca dos papéis.
Tempo depois no julgamento...
(Henrique):
- Porque o senhor contratou o detetive Moreira Travassos?
(Ronaldo):
- Para descobrir quem estava roubando
“(Moreira):
- E então? O que o senhor quer que eu iinvestigue?
(Ronaldo):
- Preciso que você dê um jeito de saberr qual o valor do seguro do meu sócio.
Minha empresa está indo a falência e
preciso saber se o sócio está escondendo o dinheiro que poderia nos livrar da
quebra.
(Moreira):
- Está bem, senhor Feltre. A partir de hoje mesmo eu começo a investigar.
“
(Henrique): - E onde o senhor estava no momento do assassinato do senhor Moreira?
(Ronaldo): - Estava com meu filho e o detetive quaando do nada Júlio, meu filho, apontou a arma para o Moreira e atirou.
(Hellen) (espantada): - Isso não pode ser verdade, meu Deus.
(Ronaldo): - Eu tentei controlá-lo, mas não pude.<
“
(Moreira): - Esse excesso de madeira é por causa da situação da empresa?
(Ronaldo): - Na verdade, sim.
Ronaldo puxa a arma da cintura.
(Moreira) (assustado):
- O que é isso, Ronaldo? Deixa de brinccadeira!
(Ronaldo) (apontando
a arma): - Isso é pra que você não me denuncie. Sabe todos os meus
planos.
(Moreira) (suando
frio): - Mas minha carreira impede que eu delate o que meus cliente pede.
(Ronaldo) (apontando
a arma pra cabeça de Moreira): - Antes eu pensei em te envenenar, mas agora
vou liquidar de vez.
Cláudio escuta e vai ver o que está havendo. Júlio observa o pai
apontando a arma para o detetive.
(Júlio) (pensando):
- Meu pai está louco.
Ronaldo dispara. Os tiros pegam na cabeça de Ronaldo. Ele morre na hora.
Cláudio vê tudo.
(Cláudio) (gritando): - O que está fazendo senhor?>
(Ronaldo): - Estava com meu filho e o detetive quaando do nada Júlio, meu filho, apontou a arma para o Moreira e atirou.
(Hellen) (espantada): - Isso não pode ser verdade, meu Deus.
(Ronaldo): - Eu tentei controlá-lo, mas não pude.<
(Henrique): - Mais alguém estava com vocês?<
(Ronaldo): - Não. Só o detetive, meu filho e eu./span>
“(Júlio)
(pegando a gola da camisa de Cláudio e
sacudindo): - Você sabe que sou inocente. Você viu meu pai matando o cara.
Preciso que você o denuncie. Preciso que você o denuncie e não deixe que eu vá
à cadeia. “
(Henrique):
- E seu filho fugiu desde então? Nunca mais o viu?
(Ronaldo):
- Não. E peço, por favor ao meu filho, que tenha consideração pelo pai e
volte e acabe com todo esse incidente. Ele é o único que pode provar minha
inocência.
(Henrique):
- E Adriano Nirbetton? Você pode expliccar o motivo da batida que ocasionou na
morte da pessoa?
“Ronaldo
acelera ainda mais o carro.
(Adriano)
(gritando / tentando se proteger): -
Cuidado, Ronaldo!!!!
Ronaldo perde o controle do carro e bate num muro de contenção. O carro
derrapa para a outra pista e capota 3 vezes. Ronaldo é lançado pra fora do
carro. “
(Ronaldo): - Não sei o que houve. Eu estava com elle porque iríamos fazer uma reunião sobre negócios que nós dois juntos pretendíamos abrir.
Dentro
do carro...
(Ronaldo):
- Por que me denunciou, Adriano?
(Adriano):
- O que? Eu não falei nada, cara.
(Ronaldo)
(gritando): - Não seja ridículo. A
polícia me entregou um mandado. Tenho que prestar depoimento amanhã e você
ainda tem a cara-de-pau de dizer que não me denunciou?
(Ronaldo) (pensando): - Achei que ele tivesse me denunciado e por isso me descontrolei. Vai ver que ele era inocente.
(Henrique): - Chega de perguntas, meritíssimo.
(Wagner): - O tribunal irá fazer um recesso de 1 hora para após darmos entrada as testemunhas.
Ele bate o martelo e todos se levantam. Depois...
(Wagner): - Com a palavra agora, o advogado da paarte acusadora, Murilo Couto.
(Murilo) (se levantando): - Obrigado, excelência.
Murilo anda até Ronaldo.
(Murilo): - Senhor Feltre... como o senhor explicca ligações suas com Moreira Travassos?
Ronaldo engole a seco.