Capítulo 42

 

Ela entra. O restaurante está cheio de gente. Ela vai olhando até que chega num corredor. Ela entra no corredor e vê a porta do almoxarifado aberta. Ela entra e toma um susto. Ela pega Jandir e Regina transando.

 

(Maria) (gritando desesperada): - O que significa isso???

 

(Regina): - Céus!!!

 

(Jandir): - Calma, Maria. Calma, por favor. >

 

            Maria corre para a cozinha e pega um facão. Os cozinheiros saem correndo. Ela sai da cozinha e quando as pessoas que estão comendo a vê saem correndo desesperados. Ela entra no almoxarife com o facão na mão.

 

(Jandir) (em pânico): - O que vai fazer com essa faca, Maria? O que?

 

            Pedro está sentado na cama segurando um quadro com a foto do pai e da mãe. Rodrigo entra, vê e chega perto dele.

 

(Rodrigo): - Saudades dos seus pais?

 

(Pedro): - Eles não ligam pra mim. Olha o tempo que estou fora e meu pai não deve estar nem um pouco preocupado comigo. Minha mãe um pouco talvez. Tanto que ela me achou no  restaurante.

 

(Rodrigo): - Imagino como deve ser. Meu pai antes de enfartar ele foi para a Argentina. Foi visitar uns parentes e quando voltou estava muito mal. Depois do negócio fracassado que ele teve.

 

(Pedro): - Qual era o negócio?

 

(Rodrigo): - Era em alguma fábrica, mas não lembroo o nome nem  o que fabricava.

 

            No restaurante Narten...

 

(Regina): - Calma, Maria. Abaixa esse facão. Nós podemos conversar e...

 

(Maria) (gritando): - Conversar? Sua piranha depravada, você arruinou minha felicidade. Sabia que tinha alguma coisa. Ele estava diferente comigo.

 

(Jandir): - Abaixa esse facão agora.

 

            Jandir se aproxima de Maria e ela crava o facão em sua barriga. Ele grita. Ela tira o facão e enfia novamente. Jandir cai morto no chão.

 

(Regina) (apavorada): - Sua infeliz. Vai pra cadeia, sua miserável.

 

            Maria corre com o facão apontado e crava no pescoço de Regina que também morre na hora.

 

(Maria): - Estão onde merecem. Em algum lugar voocês vão se encontrar. Só que eu também vou com vocês.

 

            Maria levanta o facão e enfia nela mesma. Ela morre.  Pedro está sentado na cama com Rodrigo quando o vidro do quadro onde estão os pais racha na mesma hora.

 

(Pedro): - Que isso, meu Deus?

 

            O vidro se estilhaça e a foto é rasgada ao meio do nada.

 

(Pedro): - Aconteceu alguma coisa com meu pai e com minha mãe.

 

            Os funcionários do restaurante entram no almoxarife e encontram os três mortos. Um dos funcionários olha para uma placa de vidro e vê uma mensagem escrita a batom:

 

PEDRO E HELLEN, NUNCA DEIXAREI DE  AMAR  VOCÊS ONDE QUER QUE ESTEJA.

ME PERDOEM PORQUE EU TIVE CERTEZA QUE NÃO FUI UMA BOA MÃE.

CRESÇAM, VENÇAM E PROVEM PARA TODOS QUE MESMO SEM MÃE E SEM PAI

VOCÊS TERÃO UM GRANDE FUTURO.

BEIJOS DE SUA MÃE, MARIA.

 

            O funcionário olha para Maria. Ela está com um pequeno sorriso no rosto.

 

2 SEMANAS DEPOIS...

 

            Hellen está morando com Sávio na Mansão Feltre. Os dois estão com Pedro na sala.

 

(Sávio): - Vocês têm que ser fortes. Deve ser hoorrível perder a mãe.

 

(Pedro): - ; Se é.

 

(Hellen): - Esse amor dela com o Jandir não poderria dar certo mesmo, mas fazer  o que, gente.

 

(Sávio): - Vocês vão começar uma nova vida.

 

(Hellen): - E o pior é que meu pai nem sequer liggou pra saber. Nem ao enterro teve a coragem de ir.

 

                        Verônica e Andréia estão conversando com Ronaldo na prisão.

 

(Andréia): - Será que a rebelião vai pesar no julggamento, pai?

 

(Ronaldo): - O advogado disse que não, filha.

 

(Verônica): - Trouxe o livro que havia pedido.

 

(Ronaldo): - O Jogo do Destino?

 

(Andréia): - Não foi esse que o senhor pediu? Entãão.  Cuidado que ele é grosso. Só a capa dele dá pra colocar umas 10 páginas. Tanto na capa como na contra-capa.

 

            O carro da Polícia Federal chega na Móveis Feltre. Os guardas saem do carro e vão até a mesa de Isabel.

 

(Isabel): - Pois não?

 

(Policial 1): - Somo da Polícia Federal e queremos falar com o diretor ou presidente da fábrica.

 

(Isabel): - Um momento.

 

            E...

 

(Cláudio) (surpreso): - Pode mandar entrar, Isabel.

 

(Isabel): - Está bem.

 

            E...

 

(Cláudio): - O que desejam?

 

(Policial 2): - Estamos com um mandado de busca. Temos que pegar todo o livro contábil da fábrica. O advogado de acusação do caso do senhor Feltre pediu e a justiça lhe concedeu o direito.

 

(Cláudio): - Como?

 

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