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Luz Xenônio
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Em 1995, a Audi lançou o modelo Top de linha A8 no Brasil, o primeiro carro importado oficialmente com faróis de xenônio, que com sua forte luz branca, com brilho azul - chamava muita atenção. O primeiro carro nacional de fábrica com xenônio foi também um Audi, um A3. Hoje além dele, o Golf e o Stilo já contam com esse tipo de lâmpada, muito eficiente. Por causa de sua luz diferenciada, não foram poucos que tentaram imitá-la com lâmpadas azuis, inicialmente de origem asiática, que por causa da maior potência, acabavam queimando o chicote do farol.
Para colocar as lâmpadas de xenônio verdadeiras, além de não existirem kits pronto até algum tempo, quando estes surgiram custavam muito caro. Mas agora, com a popularização, os preços estão ficando mais acessíveis e com isso ficou mais fácil encontrar nacionais e importados com xenônio.
Essas lâmpadas especiais emitem 30% a mais de claridade. A principal diferença entre uma lâmpada comum e uma de xenônio (ou de descarga de gás) está na maneira que elas iluminam. Na primeira, um filamento - por onde passa a corrente elétrica - incandescente e daí vem a luz. Na segunda, há dois eletrodos imersos em uma ampola cheia de gás xenônio; aplicando uma tensão elevada de até 20.000 volts ela forma um arco íris. Em questão de economia, a luz de xenônio perde as propriedades químicas em 10 mil horas, já as lâmpadas halógenas perdem em 300 horas.
Visualmente, a principal diferença entre eles está na cor do facho emitido, amarelado quando se trata de lâmpadas comuns e branco nas de descarga de gás. A distribuição desse facho à frente do veículo é mais uniforme no caso das lâmpadas de xenônio, proporcionando maior segurança por causa da maior visibilidade. Apesar dos faróis brancos se tornarem cada vez mais comuns, ainda vai levar um tempo para se tornarem populares. O kit, que pode ser instalado em quase todos os modelos, pode chegar a cerca de R$ 3.000,00 e precisa ser montado em lojas especializadas.
O
uso da luz xenônio é mais uma opção para você
que gosta de tuning!
Curiosidade
Existem alguns fatos curiosos envolvendo a iluminação dos veículos:
cerca de 60% dos acidentes acontecem à noite e em condições
de baixa visibilidade; a visão noturna vai diminuindo a partir dos
20 anos de idade. E com isso uma pessoa de 60 anos necessita de dez vezes
mais luz que um jovem de 20 anos. Em relação a luz da lâmpada
halógena, 50% do facho é composto de luz amarela e na lâmpada
de xenônio esse número cai para 8%, proporcionando uma visão
mais segura. E a visão humana é muito sensível a luz
amarela.