Seu dia é a terça-feira.
Suas cores são o verde-amarelo e o preto.
Seus locais preferidos são o céu, a terra e a água.
Sua função é transformar, renovar e manter a unidade do mundo.

É considerado filho de Nanã com Oxalá e irmão de Omolu e Obaluaiê.

Seus símbolos são a cobra e o arco-íris. Também tem com insígnia um tridente de ferro.

Sua saudação é Orô Boboi!

No ritual de Angola é chamado Angorô e em outros rituais leva o nome de Bessem ou Dan. Oxumarê é sincretizado com São Bartolomeu.

Para muitos, este orixá carrega em sua própria essência a bissexualidade, sendo seis meses do sexo masculino e os outros seis do sexo feminino. Além disso, é visto como o orixá da continuidade e eternidade, sendo dessa forma representado por uma cobra mordendo o próprio rabo.

Nas tendas de candomblé, Oxumarê está sempre na mesma casa ou quarto que sua mãe, Nanã, e seu irmão, Omolu ou Obaluaiê.

Para alguns, este orixá durante seis meses é um linda moça, e nos seis meses seguintes transforma-se num monstro.

É um deus belo, rico e violento. Tem o poder da vida e da morte, bem como o da riqueza e o da destruição.

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