BIOGRAFIA DE WAGNER MOURA

Um pouco sobre a vida e a carreira de Wagner Moura:

WAGNER MOURA nasceu na cidade de Rodelas, Bahia, em 27 de junho de 1976. É casado com a fotógrafa Sandra Salgado,com quem teve seu filho, Bem, de um ano e meio de idade.

Ainda criança, viu a sua cidade natal ficar submersa por causa de uma inundação causada por uma barragem de um rio. Fundou-se, então, a cidade de Nova Rodelas, onde ele viveu até a adolescência.

Na adolescência, já em Salvador,era muito tímido e tinha o apelido de "OVNI" por essa razão. A princípio, uma amiga o levou ao teatro,convite que ele aceitou para tentar ficar menos tímido. No teatro, encontrou amizades que foram fazendo com que ele se libertasse aos poucos da timidez.

Formou com amigos a banda "Sua mãe".

Ao lado de atores como Lázaro Ramos e Vladmir Brichta fundou a Companhia de Teatro da Bahia.

Formou-se em jornalismo pela UFBA (Universidade Federal da Bahia) e chegou a se dividir entre peças teatrais e o trabalho como jornalista.

Em um certo momento, Wagner Moura abandonou em definitivo o jornalismo em prol de dedicar-se exclusivamente à carreira de ator.

Atuou nas seguintes peças teatrais:

- Cuida Bem de mim (1996)
- A Casa de Eros (1996)
- Abismo de Rosas (1999)
- A Máquina (2000)
- Os solitários (2002)
- Dilúvio em tempos de seca (2005)
- Hamlet (2008) - Pela primeira vez, produz e atua na mesma peça.

No cinema, entre os anos de 2000 e 2007 fez um total de 4 curta metragens e 13 longa metragens, e mais um longa metragem, Romance, está para estrear em 2008.

Atuou nos seguintes curta-metragens:
- Pop Killer
- Rádio Gogó
- Desejo
- Ópera do Mallandro

Atuou nos seguintes longa metragens:
- Sabor da Paixão (2000) - Rafi
- Abril despedaçado (2001) - Mateus
- As três Marias (2002) - Jesuino Cruz
- Deus é brasileiro (2003) - Taoca
- Carandiru (2003) - Zico
- O homem do ano (2003) - Suel
- O caminho das nuvens (2003) - Romão
- Nina (2004) - Cego
- Cidade Baixa (2005) - Naldinho
- A Máquina (2006) - Apresentador de TV
- Ó paí, ó (2007) - Boca
- Saneamento Básico (2007) - Joaquim
- Tropa de elite (2007) - Capitão Nascimento
- Romance (2008) - Pedro

Na televisão, atuou nos seguintes programas, minisséries e novelas:
- Carga Pesada (2003) - Pedrinho
- Sexo Frágil (2003 e 2004) - Edu / Magali (entre outros)
- Cena Aberta - A hora da Estrela (2004) - Olímpio
- A lua me disse (2005) - Gustavo Bogari
- JK (2006) - JK (primeira fase, quando jovem)
- Paraíso Tropical (2007) - Olavo Novaes

Citações e declarações de Wagner Moura:

- "Eu era um adolescente triste, problemático"
(no Jornal Hoje, da Rede Globo )

- "O teatro me liga ao sagrado"
(no Jornal Hoje, da Rede Globo )

- "O que mais me irrita é negro pedindo direitos para o negro. Negro não tem de pedir, tem de conquistar"
(no Altas Horas )

- "O filme exigia um registro documental, não permitia o fake e, para isso, tivemos cenas carregadas de muita emoção. Aquilo mexia com muita coisa ruim. Eu não sou um homem violento, não gosto de bater nas pessoas. Sou um homem pacífico."
(No Site Ego)

- "Acho que já passou da hora mesmo de discutir esse assunto com honestidade... não creio que a campanha seja mais eficaz do que a legalização do consumo. O uso de drogas existe desde que o mundo é mundo e não vai ser a repressão que vai acabar com o consumo. Mas a legalização pode acabar com o tráfico."
(O Globo)

- “Fico preocupado quando vejo o capitão Nascimento ser tratado como herói. Fico pensando como reagiria ao filme uma platéia sueca.Não creio que pensariam naqueles policiais torturadores como heróis,assim como muita gente que vê o filme aqui pensa.”

-"Gostei do fim da novela, é difícil ter uma opinião distanciada, mas foram cenas boas, cheias de energia, com muitas revelações.Fui ficando doido." (Comentando sobre o final de Paraíso tropical)

"É Bem, assim, com M, de coisa boa"
(Comentando sobre o nome do filho)

" Faço jiu-jitsu. Quando filmei o Tropa de Elite conheci um cara que é professor de jiu-jitsu, ficou meu amigo. Eu, o Caio Junqueira e o Leandro, técnico de som temos aulas particulares com ele."

"O legal é fazer maldades sem causar mal a ninguém de verdade"
(Falando sobre o prazer de fazer um vilão como Olavo Novaes)

" Acho que quando faço teatro fico mais inteligente e fico melhor ator até para fazer as outras coisas!"

"Talvez quem leia revistas de fofoca precise acreditar nesse mundo de glamour, que é mentiroso. Eu não respeito paparazzi. Detesto a frase: É o preço da fama...Como se eu tivesse devendo algo a alguém porque apareço na TV... não sou celebridade. Minha vida é sem graça."

"Eu prefiro andar nele", diz Wagner, que adora o som do seu carro,um fusquinha 1968. "O rádio só pega AM (risos). Mas é ótimo."

"Nunca imaginei que seria convidado para viver um galã. Mas adorei, achei um barato e aceitei na hora"

"O Naldinho é o personagem mais parecido comigo que fiz até agora. Tudo o que ele diz para o Lázaro no filme, eu também digo na vida real. Eu não tive que interpretar. A emoção era totalmente verdadeira".

"Que fique claro: eu não sou o Capitão Nascimento"

Algumas fotos:

Wagner Moura ao lado da esposa, a fotógrafa Sandra Salgado.

Wagner Moura e seu amigo Lázaro Ramos.

Dividindo campanha publicitária com Lázaro Ramos.

No Festival de Cannes de 2005, por ocasião da apresentação de Cidade Baixa no festival europeu, ao lado de Alice Braga e Lázaro Ramos.

Com Lucio Mauro Filho, amigo e colega dos tempos de "Sexo Frágil".

Ao lado da amiga Camila Pitanga: a dupla formou o casal do ano na TV brasileira em 2007 na interpretação de Olavo e Bebel (Paraíso Tropical).

Observação:

Todo o conteúdo desta página, sejam textos ou fotos, são resultado de uma pesquisa livre em fontes públicas. A única intenção desta pesquisa é ilustrar para os fãs de Wagner Moura um pouco sobre o seu lado humano.

 

 

Hosted by www.Geocities.ws

1