Bora,
o vento que
vem do Pacífico
Derivado
do Volkswagen Golf, e com porta-malas maior, o Bora 2.0 está
chegando ao mercado brasileiro este mês
Texto:
Auto Motor und Sport
O
Volkswagen Bora, sucessor do Vento na Europa, aporta pela primeira
vez no Brasil agora em outubro, mais exatamente no Salão do Automóvel
de São Paulo, como uma das novidades no estande da Volks.
Fabricado no México, de onde virá importado até o final do ano,
o Bora divide a mesma plataforma com o conhecido Golf, tanto que
ambos têm a mesma distância entreeixo (2,51 m) e dimensões
internas semelhantes. Querendo dar um toque "esportivo"
ao sedã, o Bora vem para cá equipado com motor 2.0 litros de 116
cv de
potência.
Em resumo, esse novo motor não é o mais potente nem o mais
veloz, mas em qualquer circunstância - velocidade baixa ou rápida
-, seu funcionamento é suave e o desempenho satisfatório.
Boa
parte de seu bom comportamento nas estradas também se deve ao
fato do carro usar pneus com medidas 195, que além de deixar o
carro mais estável também contribuíram para boas marcas de
frenagem. A suspensão, por sua vez, é firme e ao mesmo tempo
confortável. Ao volante, a impressão transmitida ao condutor é
que os amortecedores absorvem bem as irregularidades em qualquer
tipo de piso. Sua direção é firme e precisa, e permite manter a
trajetória com facilidade mesmo em altas velocidades.
Quanto
ao desenho do Bora, esse não dá margem a qualquer especulação
estética. As dimensões gerais permanecem praticamente as mesmas
do Golf, inclusive a altura do teto em relação ao assento
traseiro. Com bom nível de acabamento interno, o painel do Bora
é limpo e a disposição dos equipamentos é muito boa. Assim,
com estética melhorada e motor bem "afinado", o Bora
representa uma boa opção de compra em seu segmento de sedã médio.