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No total, são 12 meses provando vinhos do mundo todo para, no ano seguinte, montar uma lista que reflita quais são as últimas tendências do mercado, os produtores que merecem destaque e as regiões do mundo que estão se sobressaindo na vinicultura.
A lista de 2011 contou com a análise de mais de 16 mil rótulos feita pelos editores do site. Os jurados avaliaram e atribuíram notas aos vinhos a partir de testes cegos realizados com bebidas das mais diversas origens. Das 16 mil garrafas que passaram pelo crivo dos apreciadores, 5,4 mil receberam notas bastante altas – em geral, alcançado a marca de 90 pontos em uma escala que vai até 100 – o que obriga os organizadores a serem mais criteriosos em seus julgamentos.
Sendo assim, a lista foi refinada por quesitos como a qualidade, o preço, a disponibilidade e outro fator especial – determinado pela surpresa de provar um vinho excelente produzido por uma pequena vinícola em uma região afastada ou uma safra surpreendentemente saborosa vinda de uma marca já consagrada.
No fim, a lista dos cem melhores vinhos de 2011 traduz a opinião dos editores, assim como a sua paixão pelos vinhos que tiveram o prazer de degustar. Os lugares mais altos do ranking representam 12 países e mantêm um alto padrão de qualidade, com uma nota média de 93 pontos
