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| RENOVA��O DO SISTEMA MERCANTIL ENCARECEU Na fase atual do Sistema Mercantil as institui��es perdem sentido de exist�ncia e caem na mais abjeta corrup��o. Os governos na realidade acabam se tornando s�cios dos empres�rios na administra��o e gerenciamento dos interesses do capital e tomando parte ativa na extra��o da mais valia. A corrup��o � parte integrante desta bem sucedida unidade. Atualmente, os governantes colocam toda a m�quina p�blica a servi�o da valoriza��o do capital. N�o � de se estranhar o pouco caso dos governantes em rela��o � educa��o, � sa�de e � cultura. Essas �reas n�o geram lucro imediato, n�o proporcionam alta rentabilidade ao capital. Essas �reas entram no pacote assistencial. Educa��o, sa�de e cultura fazem parte da pol�tica compensat�ria. Assim os governantes tratam essas �reas. Os governantes rebolam um discurso social para melhor escamotear o interesse privado encravado entre as palavras. Diante da realidade mundial e financeira dos pa�ses, renovar o sistema mercantil ficou extremamente caro. O sistema mercantil quanto mais avan�a para o seu fim, mais precisa de inje��o monet�ria. Os pa�ses, gra�as � rapinagem, � corrup��o galopante e gra�as �s enormes d�vidas perdem a capacidade de investimento e gerenciamento. Eles colocam toda a m�quina p�blica para pagar os juros e a popula��o � totalmente abandonada. Nenhum governo busca inverter essa l�gica. Todas as a��es governamentais voltam-se para viabilizar as reformas do sistema mercantil. As reformas buscam inserir o empres�rio local na mundializa��o do capital. Os governantes brasileiros atuam para conservar o empres�rio dentro do sistema mundial, mesmo que seja como s�cio menor. Diante desse quadro a reforma trabalhista vem para confortar o empresariado e legalizar o abandono do Estado. O Estado n�o tem mais responsabilidade com as pessoas. Agora, a educa��o � mais um ingrediente do arsenal assistencial dos governantes brasileiros. O principal objetivo da Reforma Trabalhista � acabar com o funcionalismo p�blico, destruir a carreira dos profissionais de educa��o, por exemplo. O primeiro passo na reforma trabalhista ser� contra o funcionalismo. Os governantes sabem que esse ataque gera rea��es contr�rias e violentas contra eles por isso eles v�o colocando lentamente e progressivamente na ordem do dia a destrui��o das conquistas trabalhistas. Eles trabalham para frente, lentamente na retirada dos direitos dos trabalhadores. Fazem isso seguindo uma progress�o continuada. Eles caminham firmes contra os trabalhadores. Os governantes j� perceberam que a popula��o, os professores andam sedados e alienados, por isso os governantes fazem qualquer barbaridade e todos acham muito normais as cafajestices deles. Plantonista do executivo a servi�o do capital. Sendo caro tocar o capitalismo para frente, eles v�o reduzir tudo ao m�nimo. E a escola transforma-se em bra�o do assistencialismo do Estado. A pol�tica educacional � uma piada. Nunca o Estado se preocupou com a forma��o humana e com a eleva��o intelectual e cultural das pessoas, agora menos ainda. � a consagra��o do abandono total da educa��o. Hoje, n�o passa de assistencialismo aberto. As condi��es de trabalho s�o desumanas para os educadores e para os alunos. O sal�rio � rid�culo. O metro quadrado no jardim zool�gico para os animais � maior e melhor do que aquele dedicado �s nossas crian�as. Portanto, � fundamental lutar pela nossa dignidade, afinal, ainda somos gente! |
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